Prime 140 da Ammann inicia operação nos EUA

Maior exportadora de usinas de asfalto do país, a Ammann do Brasil, com fábrica em Gravataí (RS), aposta na versatilidade da Prime 140 para conquistar o mercado norte-americano oferecendo equipamentos com alto desempenho e máxima mobilidade destinados ao exigente segmento de construção de estradas naquele país.

A Prime 140, adquirida pela J. Hutchins, empresa norte-americana com mais de 30 anos de tradição no setor de construção de estradas, foi incorporada ao grupo de máquinas da nova Divisão de Pavimentação da companhia, criada este ano para atender a crescente expansão de obras locais e estaduais. O equipamento iniciou suas operações no estado de Vermont, na fronteira com o Canadá, produzindo inicialmente 1.000 toneladas de asfalto/dia.

Incorporando tecnologia de última geração, a usina utiliza um sistema que possibilita a adição de até 30% de material reciclado na mistura asfáltica, gerando economia de combustível e menor liberação de gases nocivos à atmosfera, colaborando de forma decisiva para a preservação do meio ambiente.

Segundo Gilvan Medeiros Pereira, Presidente da Ammann do Brasil, “ a chegada da Prime 140 aos EUA reforça nossa liderança em equipamentos para a construção de estradas e amplia as perspectivas comerciais  da companhia em um dos maiores e mais exigentes mercados mundiais.

Produzida na fábrica de Gravataí, a usina de asfalto Prime 140 é sucesso em vários países, graças a sua performance, alta mobilidade, operação simples e totalmente automática, através de sistema de comando computadorizado, que regula e controla todos os processos, garantindo uma produção segura e de excelente qualidade”.

Atualmente, cerca de 60% da produção da Ammann do Brasil destina-se à exportação, diferencial que garantiu à empresa a conquista do Prêmio ADVB Exportação RS na categoria Máquinas e Equipamentos pelo segundo ano consecutivo (2017 e 2018). A premiação destaca empresas de várias regiões do Rio Grande do Sul que obtiveram sucesso em estratégias e resultados mercadológicos no âmbito global.

A primeira unidade fabril da companhia suíça na América Latina foi inaugurada em abril de 2013 e recebeu investimentos iniciais de € 9 milhões, posteriormente ampliado para € 12 milhões. A operação gaúcha ocupa uma área de 10 mil metros quadrados e produz as usinas de asfalto da série Prime (Prime 140 Prime e Prime 100) e conta hoje com 60 colaboradores diretos.

Vila Galé planeja resort no litoral baiano de R$ 150 mi

 

O grupo português já comprou o terreno na Bahia e planeja complexo com 450 apartamentos, cujo projeto segue a linha do resort Touros inaugurado em setembro em Alagoas, onde investiu R$ 150 milhões. A Vila Galé também comprou terreno em São Paulo para erguer seu primeiro projeto hoteleiro, de 11 andares e 100 apartamentos, previsto para operar em 2020.

 

Bentley anuncia iTwin como serviço na nuvem

No fórum global YII2018, realizado pela Bentley, em Londres, Inglaterra, que começou nesta segunda-feira (15/10), a norte-americana anunciou o Digital Twins — modelos digitais gêmeos — para ativos industriais e de infraestrutura, de modo que possa melhorar seu desempenho continuamente.

Esse serviço é dedicado a projetos de infraestrutura (MDG; modelo digital gêmeo para projetos) e ativos (MND para performance). Assim, imagine uma planta geradora de energia que inicie a obsolescência – seu MDG mostrará o que reformar para ela voltar a sua performance de nova. Aliás, Bentley e Siemens anunciaram no mesmo evento oferta conjunta de APM – gerenciamento de ativo integrado para usinas de energia.

Mas o novo serviço começa com a modelagem de realidade, quando fotos ou imagens escaneadas, inclusive de drones, são combinadas para formar nuvens de pontos georreferenciados.

Essa nuvem de pontos de uma ponte, por exemplo, pode ser processada no iModelHub da Bentley, que permite alinhamento automático dos dados e sua sincronização, possibilitando que sejam trabalhados nos programas ProjectWise e AssetWise, para detalhar trabalhos de reparo da estrutura, se for o caso.

Para a etapa inicial de modelagem da realidade, Topcon vai integrar seu serviço de nuvem de pontos 3D com o processamento na nuvem da Bentley com software ContextCapture, de modo que fotos feitas por drones poderão ser processados diretamente por internet, gerando malhas de pontos georreferenciados que poderão ser alimentados de imediato aos softwares de projeto.

No fórum global YII2018 realizado pela Bentley na capital inglesa, a empresa anunciou aliança estratégica com a Atos francesa, para fornecer esse novo serviço às operadoras e proprietárias de infraestrutura e ativos industriais.

 

 

Engemon quer entregar engenharia de valor

Empresa com atuação nas áreas civil, elétrica e hidráulica, a Engemon tem ampliado seu trabalho também na oferta de produtos e serviços. Quem explica é o seu presidente, engenheiro Marco Alberto da Silva.

“Pretendemos aplicar a engenharia de valor, oferecendo de forma estratégica produtos e serviços além das obras”, conta o executivo. Em 2017, por exemplo, a empresa implementou sistemas especiais contra incêndio em 90% de todos seus projetos, principalmente na área de TI onde a empresa possui destacada presença.

Com isso, a Engemon oferece serviço cada vez mais integrado e aderente às necessidades do mercado, acredita Marco. Segundo ele, a crescente busca das organizações por soluções contra incêndio é reflexo de um mercado mais consciente com relação aos prejuízos
inerentes a situações de risco. No caso de soluções contra incêndio, a empresa realiza projetos customizados.

Marco Alberto ressalta que tem conseguido se expandir no mercado de tecnologia com projetos envolvendo engenharia civil, elétrica, hidráulica, ar condicionado, instalação de fibra ótica, cabeamento estruturado e monitoramento de sistemas por meio de software. “Nosso objetivo é entregar aos clientes projetos cada vez mais completos e integrados. Para isso, seguiremos apostando em ofertas multidisciplinares e, em paralelo, na expansão do nosso portfólio de TI”, afirma.

Atualmente, a Engemon finaliza a segunda fase de expansão do data center da Equinix, em Santana de Parnaíba (SP). O empreendimento é o maior desse tipo da América Latina e foi desenvolvido com base nos conceitos de green building. Uma terceira fase desse projeto deve começar em breve com obra também soa a responsabilidade da Engemon.

Outra área que a empresa tem autuado é de hospitais. Recentemente, executou reforma e ampliação de um estabelecimento da rede São Camilo na capital paulista.

A empresa comprou duas startups – uma de RFID e outra de controle de gestão de obras. “Isso será importante para aumentar nossa capacidade de agregar interna e externamente mais expertise”, avalia o presidente da Engemon. (Augusto Diniz)

Prumo quer refinaria no porto de Açu

A Prumo Logística, empresa controlada pela norte-americana EIG e que opera o Porto do Açu, em São João da Barra (RJ), quer atrair investimentos para instalação de uma refinaria no complexo portuário até 2030.

José Magela, presidente da Prumo Logística, informa que a proposta inicial é investir em tancagem e “bleding” de petróleo – e até 2030 instalar uma refinaria. Hoje, o porto faz somente transbordo de petróleo para Shell e Galp.

Estudos preliminares feitos pela Prumo indicam a possibilidade de uma refinaria com capacidade de processar entre 200 e 300 mil barris/dia.

O Porto do Açu fica estrategicamente posicionado na costa próxima a Bacia de Campos no Norte Fluminense. Desde a criação do terminal portuário já se tinha ideia do seu potencial para atender amplamente a indústria de petróleo da região.

 

Grupos pressionam por concessões de aeroportos ainda este ano

Grupos interessados nos três blocos de concessão de aeroportos no País pressionam o governo para licitá-los até o final do ano. A preocupação é que o processo tenha revés por conta do novo governo que assumir em 2019.

A Secretaria de Aviação Civil pretende licitar uma leva de aeroportos hoje administrados pela Infraero em três blocos. O bloco Centro-Oeste é integrado por aeroportos localizados no Estado do Mato Grosso:
Cuiabá, Rondonópolis, Alta Floresta e Sinop.

O bloco Nordeste inclui os aeroportos de Aracaju (SE), Campina Grande (PB), João Pessoa (PB), Juazeiro do Norte (CE), Maceió (AL) e Recife (PE).

Por fim, o bloco Sudeste conta com os aeródromos de Macaé (RJ) e Vitória (ES).

Recentemente, o TCU pediu ajustes ao governo nos editais de licitação. Nos aeroportos de Cuiabá e Vitória, por exemplo, foram solicitados novos estudos de engenharia. No de Macaé, o TCU pediu diminuição dos investimentos previstos.

Grupos nacionais e internacionais têm demonstrado interesse nas futuras licitações aeroportuárias, mas fontes do governo informam que eles pedem pressa por conta de possíveis mudanças que possam ocorrer no processo com o resultado das eleições.

 

 

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