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Governo paulista pretende privatizar a EMAE

SÃO PAULO – Após anunciar que irá privatizar a Cesp ainda no primeiro trimestre, o governo de São Paulo deve vender também a Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE).

De acordo com comunicado enviado pela empresa à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o governo estadual deu ordem de serviço, no último dia 15 de janeiro, para que o Citibank inicie os trabalhos de consultoria para “avaliação, modelagem e execução de venda da participação acionária” detida pelo Estado de São Paulo no capital da EMAE.

A empresa possui unidades hidráulicas e de geração de energia na região metropolitana de São Paulo, Médio Tietê e Vale do Rio Paraíba do Sul.

A capacidade instalada da empresa é de 1.396 MW, segundo informações do site da companhia.

Nos nove primeiros meses de 2007, a empresa teve receita líquida de R$ 67 milhões e prejuízo de R$ 76 milhões.

Com base na cotação da ação PN da empresa (já que a ON não é negociada) é possível estimar o valor de mercado da EMAE em cerca de R$ 400 milhões.

Diretamente, o governo paulista possui 51,44% das ações ordinárias da empresa. Por meio da Cesp, o Estado detém ainda outros 46,17% do capital votante.

Fonte: Estadão

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Areva compra 70% da brasileira Koblitz e aposta em fonte renovável

SÃO PAULO – A busca por novas fontes de energia, o alto preço do barril de petróleo no mundo e as crescentes emissões de carbono na atmosfera deram à energia obtida de fontes renováveis o atual status de estrela. Hoje, é praticamente impossível encontrar um fabricante de equipamentos ou uma geradora de megawatts que não tenha algum projeto na área. E a onda é tão forte que tem seduzido diversas multinacionais, como a francesa Areva.

A gigante do setor, reconhecida globalmente por sua tecnologia de energia nuclear, tem apostado pesado no assunto no Brasil e no mundo. Tanto que sua mais recente tacada é no país. Por um valor não revelado, a companhia arrematou 70% da brasileira Koblitz, que ficou conhecida no cenário local por realizar projetos integrados de geração de energia usando o bagaço da cana-de-açúcar como matéria-prima e por executar algumas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs).

A julgar pelas declarações de John McNeill Ingham, diretor-geral da Areva Bioenergia para América do Sul, a ofensiva francesa na região está só no início. ” Não descartamos outras aquisições e buscamos fontes de energia que completem a matriz nuclear, que tem baixa emissão de carbono ” , afirma Ingham ao Valor. A Areva Bioenergia é uma divisão global do grupo que reúne as iniciativas da corporação neste segmento.

Com essa operação, a Areva deseja mesmo é aumentar drasticamente a receita do negócio advindo da energia renovável no Brasil. Se em 2006, a Bioenergia, que ainda era uma unidade de negócios do grupo e não uma empresa, registrou vendas de ? 32 milhões no país, em 2011 a meta dos novos controladores é alcançar um faturamento de R$ 500 milhões por ano. E para isso é fundamental contar com os cerca de R$ 163 milhões de vendas da Koblitz em 2007 e com a previsão de faturamento da companhia para 2008, que é R$ 230 milhões localmente.

Os últimos dados da Koblitz já mostram que atingir a meta é possível. Em 2006, por exemplo, a receita da companhia nacional foi de R$ 88 milhões, quase metade do montante de vendas registrado no ano passado. E esse crescimento só foi possível porque a Koblitz acabou abocanhando parcela significativa dos projetos de PCHs e biomassa inscritos no Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa). Do programa, 41% das PCHs e 59% das usinas de biomassa terão a marca Koblitz.

Com essa fotografia à mesa, ficou fácil para Areva perceber que a compra podia ser um grande negócio, mas não de fácil entendimento. Tanto que a negociação entre os grupos levou quase nove meses. Mas valeu a pena, assegura o executivo do grupo francês. ” No Brasil, energia renovável a partir de bagaço é um mercado tradicional que exige uma marca reconhecida. E acredito que também conseguimos isso com o negócio ” , diz.

De fato, a costura da operação levou algum tempo, porque a montagem também foi engenhosa. Além de assumir 70% do negócio, a multinacional ainda poderá contar com o fundador da Koblitz à frente da operação. Luiz Otávio Koblitz, que ficará com os 30% restantes da empresa, assumirá a presidência do grupo no país. E Ingham, além de presidir a Areva Bioenergia na América do Sul, que com o negócio vai funcionar muito mais como holding, também terá um cargo na diretoria da Koblitz.
Só para se ter idéia de como as negociações se estenderam entre as partes, o acordo também precisou receber o crivo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Acionista com 24%, o BNDES entrou no capital da Koblitz em 2003 e possuía ainda mais 6,5% em debêntures conversíveis, que não chegaram a ser convertidas.

O Valor apurou que os planos, antes da negociação com a Areva, passavam por uma oferta pública de ações na bolsa. E esse movimento também serviria para que o BNDES deixasse o negócio.

Marcelo Cabrera, chefe do departamento de pequenas e médias empresas do BNDES, afirmou que a oferta da multinacional francesa foi considerada boa e isso foi determinante para que o banco aceitasse a venda, já que receberia por suas ações a mesma quantia paga aos controladores (o tag along).

Mas existiram outras razões que motivaram Luiz Otávio Koblitz a vender parte da companhia. Para o empresário estava ficando claro que a empresa havia crescido muito e precisaria de um sócio mais forte.

Apesar de ter ficado minoritário na empresa que montou há 33 anos, Koblitz não vendeu tudo que a empresa abrigava à Areva. Ficou com as participações que mantém em cinco PCHs e em duas térmicas movidas a restos de madeiras, que vão ser alocadas em uma nova empresa. Juntas, essas cinco PCHs são capazes de gerar 150 MW e Koblitz possui 10% em cada uma delas. Já as usinas térmicas conjuntamente têm capacidade para gerar 19 MW e Koblitz detém 90% em uma e 10% em outra.

Fonte: Estadão

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Trecho de obra do São Francisco está sub judice

SÃO PAULO – Está sub judice o resultado da licitação do lote 9 das obras civis de transposição do rio São Francisco. Por meio de liminar, o consórcio liderado pela construtora mineira Santa Bárbara conseguiu apresentar sua proposta – que acabou sendo a menor entre as ofertas apresentadas – para o primeiro trecho de obras no eixo Leste do projeto.

O valor apresentado pelo consórcio liderado pela Santa Bárbara, que inclui as empresas Enterpa/SPA/Rodominas/DP Barros/CMS, foi de R$ 196,4 milhões, um deságio de cerca de 25% em relação ao preço máximo estabelecido pelo Ministério de Integração Nacional e R$ 30 milhões inferior à proposta da segunda colocada, a construtora Camargo Corrêa.

A liminar foi concedida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (Distrito Federal). O consórcio Santa Bárbara havia sido desqualificado do processo pela comissão de licitação do ministério por falta de comprovação de capacidade técnica para a realização das obras. A Camargo Corrêa ainda não se manifestou sobre a liminar judicial.

As propostas foram abertas na última quinta-feira. O lote 9 foi o segundo a ser licitado pelo ministério. Os 14 lotes serão licitados alternando os eixos Leste e Norte das obras de transposição. O vencedor do lote 9 dará início à primeira fase das obras que prevêem a captação no lago da barragem de Itaparica, em Floresta (PE), seguindo 220 quilômetros até o rio Paraíba. Parte da vazão será transferida nas bacias do Pajeú, do Moxotó e da região agreste de Pernambuco.

Também participaram da licitação os consórcios Construtor Águas do São Francisco/Carioca/S.A. Paulista/Serveng, o Camter/Egesa e o OAS/Galvão Engenharia/Barbosa Melo/Coesa.

O cronograma do ministério prevê a assinatura do contrato após um mês do anúncio do vencedor da licitação. A partir daí, as empresas envolvidas estão liberadas para iniciar as obras. O projeto de transposição do Rio São Francisco está orçado entre R$ 4,5 bilhões e R$ 5 bilhões.

De acordo com a assessoria da Secretaria de Infra-Estrutura Hídrica do ministério, apenas a apresentação da menor proposta financeira não dá a vitória ao consórcio; aspectos técnicos têm peso importante na escolha.

O primeiro lote das obras de transposição do São Francisco foi licitado em dezembro do ano passado. O vencedor foi o consórcio Águas do São Francisco, composto pelas empresas Serveng, Carioca e S.A. Paulista.

O grupo será responsável pelas obras da primeira parte do eixo Norte, que prevê obras numa extensão de 39 quilômetros, com sistema de drenagem interna das seções dos canais, 12 tomadas d ? água de uso difuso ao longo dos canais, pontes nos cruzamentos com estradas vicinais, além da instalação de equipamentos. As obras no lote 1 devem começar ainda neste mês. Até então, as obras da transposição do São Francisco – construção de canais e terraplenagem – eram realizadas apenas pelo Batalhão de Engenharia do Exército. O chamado eixo Norte tem início em Cabrobó (PE) e corta 400 quilômetros dos Estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

Fonte: Estadão

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Volkswagen Caminhões e Ônibus anuncia investimento de R$ 1 bilhão no País

Entre 2008 e 2012, a Volkswagen Caminhões e Ônibus irá investir R$ 1
bilhão na ampliação da sua capacidade produtiva, no desenvolvimento de novos produtos e novas tecnologias que otimizem o consumo de combustível e preservem o meio ambiente. É o maior investimento anunciado por uma montadora de veículos comerciais no Brasil este ano. Os recursos serão totalmente aplicados no Brasil, onde a montadora é hoje a maior fabricante de caminhões. O anúncio foi feito hoje (19/12) em Brasília (DF) a LuiInácio Lula da Silva, presidente da República, por Roberto Cortes, presidente da Volkswagen Caminhões e Ônibus.

Fonte: Estadão

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A inflação do aço conquista os EUA enquanto os preços saltam

Compradores de aço, que foram pacientes antes dos feriados de fim de ano, pagaram o preço da inatividade na última quarta-feira, quando checaram o mercado de aço norte-americano. Os negócios foram fechados por no mínimo 30/st dólares a mais do que de costume. Na opinião de compradores, o mercado está desgovernado e algumas previsões indicam que a situação pode se tornar pior no futuro.

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Fonte: Estadão

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As casas no Japão duram apenas 30 anos, mas o governo quer mudar isso

O mercado imobiliário japonês é extremamente jovem: mais de 60% de todas as casas japonesas foram construídas depois de 1980. Mesmo sendo essas estruturas construídas supostamente para agüentar terremotos, poucas delas sobrevivem a demolições após algumas décadas. O motivo: não há quase lugar no mercado para casas antigas e uma nova legislação, que pode ser aprovada no próximo mês, tentará remediar essa situação. Curiosamente, no Japão pós-guerra a terra tem valor, mas não as construções. Até hoje seguros contra terremotos não são usuais no país e a tradição impera, ecoando há séculos atrás, quando os terremotos e incêndios eram as maiores causas de destruição de casas, que portanto não eram duráveis. Além disso, a lei japonesa separa a propriedade da terra, da propriedade da estrutura e garante incentivos a novas construções e coloca altos impostos na venda de estruturas antigas, o que instiga a demolição e construção de novas casas com materiais baratos. Para resolver o problema, o primeiro ministro, Yasuo Fukuda, planeja ainda esse mês introduzir uma nova regulamentação de taxas para encorajar a construção de mais edifícios duráveis. Sob o projeto de lei das “casas de 200 anos”, impostos de propriedades nacionais, regionais e municipais podem ser reduzidos em cerca de 25% a 75% por até 7 anos para casas que aderirem a padrões de estruturas robustas.

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Fonte: Estadão

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Média diária de produção de óleo da Petrobras sobe no Brasil e diminui no exterior em 2007

A produção média diária de petróleo apurada pela Petrobras no exterior fechou 2007 em 126.200 barris, montante 11,2% inferior aos 142.200 barris apurados em 2006. De acordo com a assessoria de imprensa da Petrobras, a redução está associada à renegociação de contratos com a Venezuela.

Apenas nos campos brasileiros, porém, a produção de petróleo média subiu 0,8% no ano passado e atingiu 1,792 milhão de barris diários, contra 1,778 milhão em 2006.

O desempenho da produção de gás mostrou estabilidade nos campos brasileiros, fechando 2007 com média de 43.371 mil metros cúbicos, contra a média de 43.975 mil apurados um ano antes. Já a produção média internacional passou para 18.584 mil metros cúbicos em 2007, contra a média de 17.178 mil metros cúbicos apurados em 2006.

No ano passado, a produção média de petróleo e gás natural da companhia no Brasil e no exterior, em barris de óleo equivalente (boe) atingiu a média diária de 2,3 milhões de boe, quase estável em comparação à média de 2,297 milhões registrada em 2006.

Apenas no mês de dezembro, a produção média de petróleo da Petrobras no Brasil atingiu 1.854.748 barris/dia, patamar 5,3% superior aos 1.760.598 barris/dia extraídos em novembro. De acordo com a estatal, o crescimento de 94 mil barris/dia foi conseqüência da entrada em operação da plataforma P-54, no campo de Roncador, no Rio de Janeiro, e de novos poços nas plataformas P-52, também em Roncador, e FPSO Cidade de Vitória, em Golfinho, em frente ao Espírito Santo.

A produção conjunta de petróleo e gás natural da empresa no Brasil e no exterior em dezembro atingiu 2.367.094 barris de óleo equivalente (boe) em dezembro, uma alta de 4,9% em relação a novembro. Considerando apenas os campos nacionais, a produção conjunta de petróleo e gás natural foi de 2.143.218 boe, 5,2% acima da registrada em novembro.

Em relação ao gás natural, a produção nos campos nacionais subiu quase 5% sobre novembro, chegando a 45,863 milhões de metros cúbicos em dezembro.

O volume de petróleo e gás natural, em barris de óleo equivalentes, proveniente dos oito países onde a Petrobras atua, cresceu 1,5% em dezembro sobre novembro, para 223.876 boe/dia. A extração apenas de petróleo ficou estável nessa comparação, em 121.957 barris/dia.

Fonte: Estadão

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CEG espera concluir no primeiro trimestre acordo com a Petrobras para fornecimento de gás

SÃO PAULO – A CEG, distribuidora de gás do Rio de Janeiro, espera concluir a negociação com a Petrobras sobre os novos contratos para fornecimento de gás natural ainda no primeiro trimestre deste ano. As duas empresas têm feito reuniões semanais para tentar chegar a um acordo, mas ainda não está definido o volume de gás que a petroleira fornecerá à distribuidora fluminense nos moldes firme-flexível e interruptível.

“Estamos trabalhando para isso (para fechar o acordo no primeiro trimestre) e o processo está andando de forma bastante razoável”, afirmou o presidente da CEG, Bruno Armbrust, que participou hoje da reunião que criou o Comitê Especial de Gestão Energética do Rio de Janeiro.

Armbrust ressaltou que a Petrobras aceitou a existência de características diferentes entre os mercados do Rio de Janeiro e de São Paulo. Segundo ele, essa “compreensão” foi determinante para a volta das negociações depois do episódio do último dia 31 de outubro, quando a estatal cortou parte do fornecimento de gás para a CEG e a CEG-Rio, do Rio de Janeiro, e para a Comgás, de São Paulo. Atualmente, uma liminar garante o fornecimento de 7,5 milhões de metros cúbicos diários de gás à CEG e à CEG-Rio, até que o mérito da questão seja apreciado pelo Judiciário.

Depois do episódio, a empresa paulista e a Petrobras fecharam acordo estipulando três tipos diferentes de fornecimento. Uma parte é considerada firme-inflexível e não pode ser cortada pela fornecedora. Uma segunda parte é interruptível e pode ser cortada pela fornecedora sem nenhum prejuízo para ela. A terceira parte, a firme-flexível, pode ser cortada sob determinadas circunstâncias e neste caso a Petrobras se compromete a fornecer óleo combustível para as indústrias afetadas pelo mesmo preço cobrado pelo gás natural, que é um insumo mais barato.

Segundo Armbrust, a Petrobras se compromete a buscar o mesmo acerto no Rio de Janeiro, mas ainda não há estimativas de qual volume pode se tornar flexível ou interruptível entre os cerca de 7,5 milhões de metros cúbicos de gás que a CEG e a CEG-Rio, ambas controladas pelo grupo espanhol GasNatural, recebem hoje da Petrobras.

A CEG negocia não apenas com a Petrobras, como mantém entendimentos também com as indústrias fluminenses e com o estado, na tentativa de viabilizar licenças ambientais para que as empresas possam operar com óleo combustível.

“Uma grande parte da indústria precisa fazer adaptação para poder receber o óleo combustível e poucas têm licenciamento ambiental para operar com óleo combustível em base contínua”, explicou Armbrust, acrescentando que as conversas com a Secretaria de Meio-Ambiente estão sendo “canalizadas” pela Secretaria de Desenvolvimento.

O executivo elogiou ainda a decisão do governo federal de ligar todas as termelétricas a óleo combustível no Sudeste, mudando a ordem de mérito e evitando o despacho das usinas a gás num primeiro momento.

“Ligar as térmicas dá folga para o país todo. Se houver situação climática totalmente atípica, terá que lançar medidas adicionais, mas no momento, não pode aumentar tanto a disponibilidade de gás, logo, a medida que se tomou foi correta”, frisou.

Armbrust afirmou ainda que a entrada em operação do terminal de regaseificação de gás natural liquefeito (GNL) da Petrobras na Baía de Guanabara, prevista para acontecer no primeiro semestre deste ano, pode permitir, no futuro, que a distribuidora de gás use as instalações e importe cargas de gás através do terminal. O executivo descartou a construção de um terminal próprio no curto prazo, embora admita que, para as operações da companhia, seria factível um terminal em Sepetiba, na Zona Oeste da capital fluminense.

Fonte: Estadão

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Petrobras reabre emissão externa e lança mais US$ 750 milhões em títulos, dizem agências

A Petrobras reabriu hoje uma emissão de títulos de dívida no mercado internacional e lançou papéis no valor de US$ 750 milhões, segundo informações de agências internacionais. Na emissão original, feita em outubro de 2007, a estatal captou US$ 1 bilhão.

Os bônus vendidos pela estatal, avaliada como ” investment grade ” pelas agências de classificação de risco Standard and Poor`s (BBB-) e Moody`s (Baa1), têm prazo de vencimento de 10 anos, com juro nominal (cupom) de 5,875% anuais. Como os papéis saíram a 100,113% do valor de face, o retorno final ao investidor (yield) é de 5,86% ao ano. Trata-se de um spread (diferença) de 205 pontos-base sobre os títulos de dez anos do Tesouro norte-americano.

Os bancos Citigroup, HSBC Securities e BNP coordenam esta colocação. As informações foram passadas às agências internacionais por fontes de mercado.

Fonte: Estadão

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