CBC executa a maior concretagem da história do Metrô de SP

A Companhia Brasileira de Concreto (CBC), empresa do grupo Camargo Corrêa, fechou contrato com o Consórcio Via Amarela para o fornecimento de 8.000 m³ de concreto para a nova estação da linha 4 do Metrô na Estação da Luz. O contrato foi dividido em duas etapas. Nesta primeira, executada neste feriado prolongado, nos dias 15 e 16 de novembro, foram aplicados 4.000 m³. A segunda parte da concretagem ocorrerá nos dias 13 e 14 de dezembro.

Cerca de 500 profissionais do Consórcio Via Amarela e da CBC estiveram envolvidos nestes dois dias de operação. O volume de concreto lançado na obra também foi dos maiores já registrados pela empresa. A companhia disponibilizou 110 motoristas, 52 caminhões betoneira, 2 bombas-lanças e 2 auto-bombas. Três unidades da empresa fizeram o atendimento exclusivo para a obra e outras duas unidades ficaram de prontidão durante o período de fornecimento.

Entre as exigências do contrato, estavam o uso do cimento CPIII, sílica ativa, aditivos superplastificantes e gelo. Estas medidas tiveram como objetivo reduzir a geração de calor pelo concreto para evitar o surgimento de fissuras. Houve a substituição total do volume de água por gelo para obter 18ºC no momento do lançamento.

Os motoristas envolvidos no trabalho foram treinados pelo Metrô em procedimentos de segurança na obra e movimentação dentro do canteiro. A CBC colocou à frente desta mega concretagem os engenheiros Marcelo Zichinelli, gerente responsável pelas equipes comercial e operacional, Jason Willians, consultor técnico, Arnaldo Cherubini, coordenador de logística e Carlos Massucato, gerente técnico.

Fonte: Estadão

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Estados Unidos esperam reciprocidade de banco chinês

Os políticos ocidentais têm batido na porta da Ásia exigindo maior acesso para seus bancos por tanto tempo, que seus punhos devem estar doendo. Cada vez mais, entretanto, os asiáticos têm pedido: “Por que não deixar nossos bancos operarem no oeste?” .

Em 9 de novembro, um quarto de um século após o banco de China se transformar no primeiro banco chinês a ganhar a permissão para abrir uma filial em Nova Iorque, e 18 anos depois que o banco das comunicações se transformou no segundo, o banco de comerciantes de China, sexto maior do país, transformou-se no terceiro.

Agora que os comerciantes da China estão dentro, outros devem seguir a tendência. Os dois maiores, Banco Industrial e Comercial da China (ICBC) e Banco da Construção da China, já têm aplicações pendentes na reserva federal dos Estados Unidos.

Fonte: Estadão

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Deus pode ser mesmo brasileiro

As florestas do Brasil são maiores do que em qualquer outro lugar. Seu solo é tão fértil que algumas árvores chegam à plena maturidade mais rápido do que certas pessoas . Abaixo do solo localizam-se enormes depósitos minerais que são matéria prima para o crescimento de dois dígitos da China. O Brasil já está no caminho para transformar-se em uma super potência da alternativa-energia. E para provar a validade de um provérbio popular que diz que “Deus é brasileiro”, parece que agora há mais alguns bilhões de barris de petróleo, do que se pensou previamente encontrar, abaixo das profundas águas na costa do país.

O anúncio da Petrobrás de que o campo de petróleo de Tupi contém entre 5 e 8 bilhões de barris pode não colocar o Brasil no mesmo patamar que a Venezuela ou a Arábia Saudita, mas se equipara a todas as reservas naturais da Noruega, contando somente o campo Tupi. Além disso, a reserva Tupi contém material menos caro para se refinar, o que faz aumentar seu valor.

Além disso, a descoberta pode mudar o equilíbrio de poder na América do Sul, favorecendo o Brasil, que já é auto-suficiente em petróleo e agora é provável tornar-se um exportador significativo. Isso pode reduzir o poder do presidente da Venezuela rico em petróleo, Hugo Chávez, na região.

Fonte: Estadão

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Diversificação da pauta altera futuro do comércio Brasil-China

A linguagem é diplomática, mas a ênfase é bem empresarial quando o embaixador do Brasil na China, Luiz Augusto Castro Neves, analisa os riscos e oportunidades no comércio bilateral entre os dois países. Ele faz uma inversão no foco de análise: “a China contribui decisivamente para aumentar a competitividade, interna e externa da indústria brasileira”. De modo incisivo, Castro Neves argumenta que em termos macros, a demanda chinesa por produtos primários “ajudou a manter o preço das commodities lá em cima”, de petróleo a alimentos, ajudando a manter o saldo comercial brasileiro “forte, ao longo dos últimos anos”.

No centro da sala de reuniões da embaixada brasileira em Pequim há uma coleção de miniaturas dos modelos da Embraer. O embaixador não esconde o orgulho ao descrever características técnicas de cada modelo. Faz questão de lembrar que o milésimo ERJ 145 foi construído e entregue na China, um exemplo da projeção de poder da indústria brasileira, como ele afirma. Porém, o orgulho não inibe a compra da briga ao analisar os investimentos brasileiros na China : “alguns disseram que estamos exportando empregos para cá. Não estamos não. Estamos preservando os empregos existentes no Brasil”.
Professor no curso de Economia da Universidade de Brasília (UnB), Castro Neves, argumenta que é a falta de oportunidades no Brasil que faz o empresário nacional pensar em offshore na China, em busca de “maior competitividade, menor carga tributária, encargos trabalhistas mais favoráveis e melhor infra-estrutura logística e exportadora”, abrindo espaço para a internacionalização das empresas.

A provocação é quase natural: então, não há risco para o Brasil no crescimento chinês? Com menos ímpeto, o embaixador lembra que a China produz quase tudo e “está entrando em todos os mercados, inclusive naqueles em que o Brasil tinha posições muito confortáveis”. Ele lembra que até no Paraguai, que não reconhece a República Popular da China, o Brasil perdeu a condição de principal parceiro comercial para os chineses. E, segundo Castro Neves, essa agressividade comercial de Pequim não esquece o Brasil. Nesse ponto, a crítica do comportamento comercial brasileiro é especialmente dura. Para Castro Neves, o embaixador da China no Brasil está certo quando diz que “não é o Brasil que vende para a China, é a China que compra do Brasil”. E Castro Neves não deixa de criticar a aversão ao risco do empresário brasileiro.

Nesse quadro, seria impossível diversificar a pauta de exportação do Brasil para a China? Estamos condenados a vender só o que os chineses querem comprar? Castro Neves reconhece que basicamente a exportação brasileira é de produtos primários, mais da metade, soja e minério de ferro, “e agora petróleo, produto que já alcançamos, ainda no primeiro semestre deste ano, a cifra de US$ 1 bilhão vendido”. Porém, ele insiste que a busca de diversificação, de maior valor agregado nas exportações implica “em explorar certas deficiências da China”.
Castro Neves muda de tom quando insiste nas deficiências chinesas “no que diz respeito às limitações deles”, enumerando, escassez de energia, de água e alimentos. O raciocínio do embaixador é claro: na medida em que a população chinesa se tornar mais urbana, a demanda por alimento importado “cresce em quantidade e qualidade”. A busca de produtos mais sofisticados abre uma “janela de oportunidades fantásticas”, porque na opinião dele o Brasil é o país mais equipado “em termos de recursos naturais” para atender a futura demanda chinesa.

É nesse quadro que o embaixador propõe diversificação da pauta exportadora: “por exemplo, carne, de ave ou bovina, que não é produto primário, é produto processado” desde que cortada segundo as normas chinesas. Ele aponta que isso envolveria uma logística e uma complementaridade na atividade do agronegócio desenvolvendo significativa cadeia produtiva.

A possibilidade de diversificar a pauta é uma decisão só brasileira? Nesse caso, porque a China compra tão pouca carne brasileira? A ênfase volta e o embaixador garante que a China compra pouco “pelo simples fato que nós não respondemos aos questionários fitosanitários chineses” que são pré-requisito para concessão de licenças de exportação. Castro Neves contou que foram assinados protocolos de intenção para a compra de carne do Brasil mas “os questionários chineses ficaram dormindo nas gavetas do Ministério da Agricultura”. Ele lembrou que enviou questionários em maio de 2005 e só começou a recebê-los de volta no final de 2006 e início de 2007 “e isso porque em um de meus retornos ao Brasil eu fui muito incisivo, até malcriado, em minha ida ao Ministério da Agricultura”. Mas isso é outra conversa, garantiu o embaixador.

Fonte: Estadão

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CSN tem lucro de R$ 699 milhões no 3º trimestre

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) registrou lucro líquido de R$ 699,176 milhões no terceiro trimestre do ano, mostrando evolução de 109% sobre o mesmo período do ano passado. No acumulado de nove meses de 20070, o lucro foi de R$ 2,4 bilhões, com expansão de 123% em relação a igual período de 2006. A receita líquida do terceiro trimestre totalizou R$ 2,968 bilhões, com crescimento de 14%.

O lucro antes de despesas financeiras, impostos, depreciação e amortizações (Ebitda) no trimestre foi de R$ 1,306 bilhão e apresentou aumento de 43,27% sobre os R$ 912,108 milhões de igual período de 2006. A margem Ebitda passou de 35,2%, para 44%. O lucro bruto subiu 39% e somou R$ 1,270 bilhão. O lucro operacional atingiu R$ 971 milhões e mostrou crescimento de 155%.

Fonte: Estadão

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Produção industrial da Índia desacelera

A produção industrial da Índia cresceu ao ritmo mais desacelerado dos últimos 11 meses em setembro passado, após as taxas de juros, as mais altas de uma década no país, terem prejudicado a demanda dos consumidores e a valorização da rúpia ter tornado as exportações indianas menos competitivas.
A produção de fábricas, centrais de serviços públicos e minas da Índia aumentou 6,4% em relação a setembro do ano passado, após ter avançado 10,7% em agosto, disse ontem departamento de estatística do país em Nova Délhi. O resultado ficou abaixo de todas as 15 estimativas obtidas em pesquisa realizada pela Bloomberg News, na qual a mediana das previsões estimava um aumento de 9,2%.

Três anos de alta nos juros na Índia, país que é a segunda economia de maior crescimento entre as principais do mundo, reduziram a demanda por ônibus fabricados pela Tata Motors. e por motocicletas produzidas pela Bajaj Auto. O Reserve Bank of India (o banco central do país) não está disposto a cortar taxas de juros, no momento em que os recursos gerados pelo recorde de investimentos estrangeiros – que fizeram a rúpia registrar a maior valorização do último período de pelo menos 33 anos – ameaçam alimentar a inflação.
“O BC não pode começar a cortar os juros em breve para oferecer respaldo à demanda”, disse N.R. Bhanumurthy, economista do Instituto de Crescimento Econômico de Nova Délhi, cuja estimativa de alta de 8,3% para a produção foi a mais precisa em relação aos dados de setembro. “Há um excesso de dinheiro nos bancos e isso é potencialmente inflacionário”.

O ministro da Fazenda da Índia, Palaniappan Chidambaram, disse que é cedo demais para fazer uma previsão sobre o crescimento do setor industrial com base nesses dados. Ele disse a repórteres em Nova Délhi que os setores industrial e de serviços devem se expandir 10% no atual ano fiscal.

Ontem o Índice Bombay Stock Exchange Sensitive, referencial para o mercado, caiu pelo sexto dia consecutivo, sua mais longa série de recuos do último período de quase cinco anos. A rúpia também caiu para o menor nível de mais de uma semana.

Fonte: Estadão

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BNDES prepara iniciativa para agilizar liberação de recursos

No intuito de reduzir o tempo entre o ingresso de um projeto no banco e a liberação de recursos, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em parceria com a Associação Brasileira de Infra-Estrutura e Indústria de Base (Abdib), está criando o “Banco de Projetos”, que terá uma base de dados que agregará informações de obras por tipo, custo e desenvolvimento. “Com um estoque de estudos de engenharia e de viabilidade do projeto, editais de licitação poderão ser lançados mais rapidamente, pois as informações necessárias já estarão disponíveis no sistema”, explica Paulo Godoy, presidente da Abdib, que trabalha nos detalhes da negociação.

Hoje, para conseguir a licitação de uma obra, é necessário desenvolver um estudo de engenharia. Quando ele não existe, um projeto pronto para entrar em fase de licitação é adiado por cerca de dois anos, o tempo necessário para que a documentação seja providenciada. A medida tornaria essa etapa mais rápida e barata – o estudo custa em média 3% do valor total da obra. Como o sistema estaria disponível para todos os tipos de empresas, mas por meio de recursos públicos, as companhias que utilizarem o banco deverão devolver ao BNDES o valor do estudo realizado.

Outra iniciativa das entidades está na criação de medidas para que o próprio BNDES possa realizar empréstimos-ponte. “As empresas de infra-estrutura não precisariam passar por tantas financeiras para conseguir recursos”, diz Godoy.

Para acelerar o empréstimo, empresas que tivessem rating elevado teriam prioridade na análise.O BNDES já aprovou o orçamento de R$ 197,9 bilhões para desembolsos na área de infra-estrutura entre 2007 e 2010, valor 60% acima do montante liberado nos quatro anos anteriores. Desse total, R$ 88,2 bilhões serão em projetos na área de energia, R$ 58,8 bilhões em telecomunicações, R$ 11 bilhões em ferrovias até 2010, R$ 38,1 bilhões em saneamento e R$ 1,9 bilhão em portos.A estimativa do presidente do banco, Luciano Coutinho, é de que o setor demande até o final do ano investimentos de 17,6% do Produto Interno Bruto (PIB).

Para fomentar as pesquisas no setor, o governo criou no último dia 8 os cargos de Analista de Infra-estrutura e Especialista em Infra-estrutura Sênior.

Fonte: Estadão

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Céticos sobre a maior hidroelétrica do mundo estão sendo justificados

Um tremor na vila de Miahoe colocou mais uma vez em dúvida a viabilidade da construção da maior hidroelétrica do mundo. A possibilidade de deslizamento na área de Wild Cat, afeta os moradores da vila. Fontes oficiais têm sublinhado os benefícios da hidroelétrica, como a geração de energia livre de carbono e a criação de 660km de navegação em represa, mas especialistas alertam que freqüentes desastres geológicos, como deslizamentos, estão colocando vidas em perigo.

Fonte: Estadão

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Futebol retorna ao Brasil depois de 64 anos

Para o Brasil, ganhar uma Copa do Mundo é normalmente simples, mas receber uma, pode-se provar um pouco mais difícil. A Copa de 2014 dá ao Brasil a chance de se nivelar a outras grandes economias emergentes, já que a China abrigará as Olimpíadas no próximo ano, a Índia receberá os Jogos da Comunidade Britânica em 2010, e a Rússia terá as Olimpíadas de Inverno de 2014. O Brasil, mesmo com a vantagem de já possuir diversos estádios de futebol, pode ser prejudicado por sua política burocrática, já exemplificada pela presença de 12 governadores, durante o anúncio da escolha da FIFA, que irão certamente demandar uma parcela das verbas para a Copa. Além disso, outros grandes problemas podem ser garantir a segurança dos turistas, o funcionamento dos aeroportos e evitar o congestionamento do trânsito.

Fonte: Estadão

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JCB lança novo produto no Brasil

A escavadeira hidráulica JS 200 LC, de 21 t, fabricada na Inglaterra e lançada neste mês de novembro no Brasil, vem complementar a linha de equipamentos da JCB disponíveis no mercado nacional, que já incluía retroescavadeiras, empilhadeiras, manipulador telescópio e pá-carregadeira.

Com a introdução desse novo equipamento, a JCB pretende consolidar, em curto prazo, sua participação no atendimento de 15% do mercado brasileiro de máquinas e equipamentos, como aliás já acontece com sua linha de retroescavadeiras (3C), fabricadas na unidade da empresa localizada em Sorocaba (SP).

A JS 200 LC, que incorpora o que há de mais avançado em tecnologia, destina-se a empreiteiros, locadores, construção rodoviária, construção civil, mineração e órgão públicos, prefeituras, batalhões de engenharia. Hoje, segundo a empresa, o Exército um grande consumidor de máquinas desse porte para recuperação e construção de estradas. Cerca de 80% do mercado brasileiro consome esse tipo de equipamento.

“Essa escavadeira amplia nossa gama de produtos na América Latina. Com ela, esperamos proporcionar aos nossos clientes mais opções de atuação e, assim, intensificar nossas vendas. A empresa está sendo vista e reconhecida pelo mercado nacional e internacional, o que é muito gratificante para nós”, conclui Carlos Hernández, diretor-geral da JCB para América Latina.

Entre os investimentos feitos para esse lançamento destaca-se também a preocupação da empresa com o suporte ao pós-venda, disponibilizando tanto peças de reposição como desenvolvendo programas de treinamento de mão-de-obra especializada para manutenção.

Fonte: Estadão

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