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Braskem e Pequiven criam empresas para projeto de US$ 3,5 bilhões na Venezuela

SÃO PAULO – Após um longo período de negociações, a Braskem e a estatal venezuelana Pequiven formalizaram hoje a criação de duas unidades petroquímicas no país comandado por Hugo Chávez, que vão consumir investimentos da ordem de US$ 3,5 bilhões. Batizado de Complexo Industrial de Jose, o projeto foi anunciado em Caracas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo colega venezuelano.

Uma das empresas criadas é a Polipropileno Del Sur (Propisur), que será destinada à produção de 450 mil toneladas anuais do insumo que dá nome à companhia. Com investimentos de US$ 900 milhões, a planta deve entrar em operação no segundo semestre de 2010.

Já a Polietilenos de America, com estréia prevista para a segunda metade de 2012, receberá aporte de US$ 2,6 bilhões para a fabricação de 1,3 milhão de toneladas de eteno e 1,1 milhão de toneladas de polietileno por ano.

As duas empresas terão seu controle dividido em partes iguais por Braskem e Pequiven. A produção será destinada ao atendimento do mercado venezuelano e também a exportações para Europa, Estados Unidos e oeste da América do Sul.

Segundo a Braskem, a instituição financeira contratada para providenciar o financiamento do projeto já iniciou os contatos com agências multilaterais, bancos de fomento e bancos privados. Do total a ser investido no complexo, 70% virão dessas linhas de crédito, enquanto os 30% restantes ficarão por conta das duas empresas.

Fonte: Estadão

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Norse Energy faz primeiro IPO de 2008

SÃO PAULO – A Norse Energy do Brasil, empresa controlada pela norueguesa Norse Energy Corp. ASA, fará a primeira oferta pública inicial (IPO) de 2008. A companhia, que atua no setor de petróleo e gás, pode levantar até R$ 529 milhões com a distribuição primária.

Está em andamento também uma oferta de ações da Copasa, já listada, e ao menos outras 30 empresas aguardam autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para ir a mercado. No ano passado, 64 novas empresas chegaram à Bovespa, levantando R$ 55,5 bilhões junto ao mercado.

De acordo com o prospecto, serão ofertadas 23 milhões de ações ordinárias da Norse Energy. Tomando por base o teto da estimativa de preços, que oscila entre R$ 16 e R$ 20, a distribuição movimentará R$ 460 milhões. Considerando o exercício do lote suplementar de 15%, o montante chega a R$ 529 milhões. Os bancos UBC Pactual e Unibanco coordenam a operação.

O investidor pessoa física interessado em participar da oferta terá do dia 24 ao dia 29 de janeiro para fazer seu pedido de reserva junto a uma corretora consorciada. O desembolso mínimo é de R$ 3 mil. Pelo cronograma estimado, o preço de emissão será fixado dia 30 e os papéis começam a ser negociados dia 1º de fevereiro no Novo Mercado na Bovespa.

O prospecto indica que 80% dos recursos levantados serão destinados ao desenvolvimento de blocos exploratórios, e os 20% restantes podem ser destinados à aquisição de campos ou blocos de exploração no Brasil.

O controle da companhia é da Norse Energy Corp. ASA, com 99,9% do capital. Tal participação será reduzida para 60,34% com a realização da oferta. O free float será de aproximadamente 40%.

Presente no Brasil desde 1999, a companhia foi uma das primeiras a atuar na produção de óleo depois da flexibilização do monopólio no setor. Os ativos de produção estão situados na Bacia de Santos, Camamu-Almada e Recôncavo. Além destes, a companhia possui blocos exploratórios “onde foi identificado potencial de futuras descobertas”.

Na Nona Rodada de Licitação, ocorrida em novembro de 2007, a Norse adquiriu três novos blocos em consórcio com a Brasoil, localizados na Bacia de Santos, nos quais detém participação de 50%.

Atualmente, a companhia indica ter dois ativos em produção: o campo de Manati, onde se produz gás natural e condensado, e o campo de Coral, que se encontra em fase de produção avançada e tem sido responsável por toda a produção de petróleo da Norse até o presente momento, sendo que seu abandono está previsto para ocorrer durante o exercício de 2008.

Nos primeiros nove meses de 2007, a petrolífera produziu 360 mil barris de petróleo, 72,9 milhões de metros cúbicos de gás natural e 7,2 mil barris de condensado.

Fonte: Estadão

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Reservas provadas da Petrobras no Brasil crescem em 2007

RIO – As reservas provadas de petróleo e gás natural da Petrobras no Brasil cresceram 1,2% em 2007, pelo critério da Society of Petroleum Engineers (SPE), e 2,3%, pelo critério da Securities and Exchange Commission (SEC). Pelo critério da SPE, utilizado também pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), as reservas sob concessão da empresa no país atingiram 13,92 bilhões de barris de óleo equivalente (boe) em 31 de dezembro do ano passado.

No ano passado, a companhia notificou à ANP 53 novas descobertas de petróleo e gás natural, enquanto havia outras 24 áreas em avaliação em 2007, ainda sem declaração de comercialidade.

Durante o ano passado foram incorporados, pelo critério da SPE, 875 milhões de boe às reservas no país, contra produção acumulada de 708 milhões de boe, o que significa que, para cada barril de petróleo equivalente extraído foi apropriado 1,236 barril de óleo equivalente. O resultado significa um índice de reposição de reservas (IRR) de 123,6%.

Pelo critério da SEC, as reservas provadas no Brasil, em 31 de dezembro de 2007, foram de 10,818 bilhões de boe, representando um aumento de 2,3%, contra os 10,573 bilhões de boe, em relação a 2006. No ano passado, por este critério, foram apropriados 953 milhões de boe de reservas provadas contra uma produção de 708 milhões de boe, o que corresponde a um índice de reposição de reservas – IRR de 134,6 %. Ou seja, para cada barril de óleo equivalente produzido, o Brasil apropriou 1,346 barril. Por este mesmo critério a relação reserva/produção (R/P) ficou em 15,3 anos.

As principais diferenças entre as estimativas SEC e ANP/SPE para reservas no Brasil acontecem devido às distintas características dos critérios (prazo de concessão e reservas de gás), e a não contabilização de projetos em estágio inicial de concepção para desenvolvimento da produção.

Entre as descobertas em blocos exploratórios marítimos no Brasil está Xerelete, na Bacia de Campos. Além disso houve descobertas de novas acumulações em campos de produção já existentes, como em Marlim Sul, no Rio de Janeiro; Baleia Azul, Baleia Franca e Cachalote, no Espírito Santo; e Canto do Amaro, Guamaré e Macau, no Ceará. A empresa também revisou campos já existentes, como Roncador e Albacora, na Unidade de Negócio do Rio de Janeiro; Carapeba, Marlim e Congro, na Unidade de Negócio da Bacia de Campos; e Mexilhão, na Unidade de Negócios da Bacia de Santos.

Nas concessões internacionais da Petrobras, as reservas provadas atingiram 1,09 bilhão de boe, uma queda de 14,2% em relação a 2006. De acordo com o critério SPE a relação reserva/produção na área internacional ficou em 12,7 anos.

” Durante o ano de 2007, a apropriação de reservas provadas foi suplantada pela produção do período aliada à revisão dos contratos existentes na Bolívia, e revisões técnicas ocorridas no Equador e nos Estados Unidos, resultando na redução de reservas de 180 milhões de boe ” , diz a nota divulgada pela estatal.

Segundo o critério da SEC, as reservas provadas no exterior fecharam 2007 em 886 milhões de boe, baixa de 0,11% em relação à estimativa de 885 milhões de boe do ano anterior. Por este mesmo critério, a relação reserva/produção ficou em 10,6 anos.

As principais diferenças entre os critérios da SPE e da SEC para incorporação das reservas internacionais acontecem porque para a SEC apenas os volumes de gás cobertos por contratos comerciais vigentes podem ser declarados como reservas provadas (e na Bolívia parte do volume de gás descoberto não está ainda comercializado) e porque na Nigéria, por causa do estágio de desenvolvimento dos campos descobertos, apenas uma parcela dos volumes pode ser declarado como reserva pelo critério SEC.

Fonte: Estadão

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Por que o Brasil está melhor posicionado do que de costume para lidar com uma desaceleração global

A economia brasileira cresceu uma estimativa de 6% no último semestre do ano passado. A Bovespa aumentou 60% em valor durante 2007. E mesmo que a história recente brasileira aconselhe cautela, existem razões para acreditar que a economia deve lidar melhor com o que quer que o mundo jogue sobre ela. Então o que mudou? Em primeiro lugar, a demanda interna está forte e em segundo, o Brasil está bem integrado no mercado mundial.

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Fonte: Estadão

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Governo paulista pretende privatizar a EMAE

SÃO PAULO – Após anunciar que irá privatizar a Cesp ainda no primeiro trimestre, o governo de São Paulo deve vender também a Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE).

De acordo com comunicado enviado pela empresa à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o governo estadual deu ordem de serviço, no último dia 15 de janeiro, para que o Citibank inicie os trabalhos de consultoria para “avaliação, modelagem e execução de venda da participação acionária” detida pelo Estado de São Paulo no capital da EMAE.

A empresa possui unidades hidráulicas e de geração de energia na região metropolitana de São Paulo, Médio Tietê e Vale do Rio Paraíba do Sul.

A capacidade instalada da empresa é de 1.396 MW, segundo informações do site da companhia.

Nos nove primeiros meses de 2007, a empresa teve receita líquida de R$ 67 milhões e prejuízo de R$ 76 milhões.

Com base na cotação da ação PN da empresa (já que a ON não é negociada) é possível estimar o valor de mercado da EMAE em cerca de R$ 400 milhões.

Diretamente, o governo paulista possui 51,44% das ações ordinárias da empresa. Por meio da Cesp, o Estado detém ainda outros 46,17% do capital votante.

Fonte: Estadão

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Areva compra 70% da brasileira Koblitz e aposta em fonte renovável

SÃO PAULO – A busca por novas fontes de energia, o alto preço do barril de petróleo no mundo e as crescentes emissões de carbono na atmosfera deram à energia obtida de fontes renováveis o atual status de estrela. Hoje, é praticamente impossível encontrar um fabricante de equipamentos ou uma geradora de megawatts que não tenha algum projeto na área. E a onda é tão forte que tem seduzido diversas multinacionais, como a francesa Areva.

A gigante do setor, reconhecida globalmente por sua tecnologia de energia nuclear, tem apostado pesado no assunto no Brasil e no mundo. Tanto que sua mais recente tacada é no país. Por um valor não revelado, a companhia arrematou 70% da brasileira Koblitz, que ficou conhecida no cenário local por realizar projetos integrados de geração de energia usando o bagaço da cana-de-açúcar como matéria-prima e por executar algumas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs).

A julgar pelas declarações de John McNeill Ingham, diretor-geral da Areva Bioenergia para América do Sul, a ofensiva francesa na região está só no início. ” Não descartamos outras aquisições e buscamos fontes de energia que completem a matriz nuclear, que tem baixa emissão de carbono ” , afirma Ingham ao Valor. A Areva Bioenergia é uma divisão global do grupo que reúne as iniciativas da corporação neste segmento.

Com essa operação, a Areva deseja mesmo é aumentar drasticamente a receita do negócio advindo da energia renovável no Brasil. Se em 2006, a Bioenergia, que ainda era uma unidade de negócios do grupo e não uma empresa, registrou vendas de ? 32 milhões no país, em 2011 a meta dos novos controladores é alcançar um faturamento de R$ 500 milhões por ano. E para isso é fundamental contar com os cerca de R$ 163 milhões de vendas da Koblitz em 2007 e com a previsão de faturamento da companhia para 2008, que é R$ 230 milhões localmente.

Os últimos dados da Koblitz já mostram que atingir a meta é possível. Em 2006, por exemplo, a receita da companhia nacional foi de R$ 88 milhões, quase metade do montante de vendas registrado no ano passado. E esse crescimento só foi possível porque a Koblitz acabou abocanhando parcela significativa dos projetos de PCHs e biomassa inscritos no Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa). Do programa, 41% das PCHs e 59% das usinas de biomassa terão a marca Koblitz.

Com essa fotografia à mesa, ficou fácil para Areva perceber que a compra podia ser um grande negócio, mas não de fácil entendimento. Tanto que a negociação entre os grupos levou quase nove meses. Mas valeu a pena, assegura o executivo do grupo francês. ” No Brasil, energia renovável a partir de bagaço é um mercado tradicional que exige uma marca reconhecida. E acredito que também conseguimos isso com o negócio ” , diz.

De fato, a costura da operação levou algum tempo, porque a montagem também foi engenhosa. Além de assumir 70% do negócio, a multinacional ainda poderá contar com o fundador da Koblitz à frente da operação. Luiz Otávio Koblitz, que ficará com os 30% restantes da empresa, assumirá a presidência do grupo no país. E Ingham, além de presidir a Areva Bioenergia na América do Sul, que com o negócio vai funcionar muito mais como holding, também terá um cargo na diretoria da Koblitz.
Só para se ter idéia de como as negociações se estenderam entre as partes, o acordo também precisou receber o crivo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Acionista com 24%, o BNDES entrou no capital da Koblitz em 2003 e possuía ainda mais 6,5% em debêntures conversíveis, que não chegaram a ser convertidas.

O Valor apurou que os planos, antes da negociação com a Areva, passavam por uma oferta pública de ações na bolsa. E esse movimento também serviria para que o BNDES deixasse o negócio.

Marcelo Cabrera, chefe do departamento de pequenas e médias empresas do BNDES, afirmou que a oferta da multinacional francesa foi considerada boa e isso foi determinante para que o banco aceitasse a venda, já que receberia por suas ações a mesma quantia paga aos controladores (o tag along).

Mas existiram outras razões que motivaram Luiz Otávio Koblitz a vender parte da companhia. Para o empresário estava ficando claro que a empresa havia crescido muito e precisaria de um sócio mais forte.

Apesar de ter ficado minoritário na empresa que montou há 33 anos, Koblitz não vendeu tudo que a empresa abrigava à Areva. Ficou com as participações que mantém em cinco PCHs e em duas térmicas movidas a restos de madeiras, que vão ser alocadas em uma nova empresa. Juntas, essas cinco PCHs são capazes de gerar 150 MW e Koblitz possui 10% em cada uma delas. Já as usinas térmicas conjuntamente têm capacidade para gerar 19 MW e Koblitz detém 90% em uma e 10% em outra.

Fonte: Estadão

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Trecho de obra do São Francisco está sub judice

SÃO PAULO – Está sub judice o resultado da licitação do lote 9 das obras civis de transposição do rio São Francisco. Por meio de liminar, o consórcio liderado pela construtora mineira Santa Bárbara conseguiu apresentar sua proposta – que acabou sendo a menor entre as ofertas apresentadas – para o primeiro trecho de obras no eixo Leste do projeto.

O valor apresentado pelo consórcio liderado pela Santa Bárbara, que inclui as empresas Enterpa/SPA/Rodominas/DP Barros/CMS, foi de R$ 196,4 milhões, um deságio de cerca de 25% em relação ao preço máximo estabelecido pelo Ministério de Integração Nacional e R$ 30 milhões inferior à proposta da segunda colocada, a construtora Camargo Corrêa.

A liminar foi concedida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (Distrito Federal). O consórcio Santa Bárbara havia sido desqualificado do processo pela comissão de licitação do ministério por falta de comprovação de capacidade técnica para a realização das obras. A Camargo Corrêa ainda não se manifestou sobre a liminar judicial.

As propostas foram abertas na última quinta-feira. O lote 9 foi o segundo a ser licitado pelo ministério. Os 14 lotes serão licitados alternando os eixos Leste e Norte das obras de transposição. O vencedor do lote 9 dará início à primeira fase das obras que prevêem a captação no lago da barragem de Itaparica, em Floresta (PE), seguindo 220 quilômetros até o rio Paraíba. Parte da vazão será transferida nas bacias do Pajeú, do Moxotó e da região agreste de Pernambuco.

Também participaram da licitação os consórcios Construtor Águas do São Francisco/Carioca/S.A. Paulista/Serveng, o Camter/Egesa e o OAS/Galvão Engenharia/Barbosa Melo/Coesa.

O cronograma do ministério prevê a assinatura do contrato após um mês do anúncio do vencedor da licitação. A partir daí, as empresas envolvidas estão liberadas para iniciar as obras. O projeto de transposição do Rio São Francisco está orçado entre R$ 4,5 bilhões e R$ 5 bilhões.

De acordo com a assessoria da Secretaria de Infra-Estrutura Hídrica do ministério, apenas a apresentação da menor proposta financeira não dá a vitória ao consórcio; aspectos técnicos têm peso importante na escolha.

O primeiro lote das obras de transposição do São Francisco foi licitado em dezembro do ano passado. O vencedor foi o consórcio Águas do São Francisco, composto pelas empresas Serveng, Carioca e S.A. Paulista.

O grupo será responsável pelas obras da primeira parte do eixo Norte, que prevê obras numa extensão de 39 quilômetros, com sistema de drenagem interna das seções dos canais, 12 tomadas d ? água de uso difuso ao longo dos canais, pontes nos cruzamentos com estradas vicinais, além da instalação de equipamentos. As obras no lote 1 devem começar ainda neste mês. Até então, as obras da transposição do São Francisco – construção de canais e terraplenagem – eram realizadas apenas pelo Batalhão de Engenharia do Exército. O chamado eixo Norte tem início em Cabrobó (PE) e corta 400 quilômetros dos Estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

Fonte: Estadão

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Volkswagen Caminhões e Ônibus anuncia investimento de R$ 1 bilhão no País

Entre 2008 e 2012, a Volkswagen Caminhões e Ônibus irá investir R$ 1
bilhão na ampliação da sua capacidade produtiva, no desenvolvimento de novos produtos e novas tecnologias que otimizem o consumo de combustível e preservem o meio ambiente. É o maior investimento anunciado por uma montadora de veículos comerciais no Brasil este ano. Os recursos serão totalmente aplicados no Brasil, onde a montadora é hoje a maior fabricante de caminhões. O anúncio foi feito hoje (19/12) em Brasília (DF) a LuiInácio Lula da Silva, presidente da República, por Roberto Cortes, presidente da Volkswagen Caminhões e Ônibus.

Fonte: Estadão

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A inflação do aço conquista os EUA enquanto os preços saltam

Compradores de aço, que foram pacientes antes dos feriados de fim de ano, pagaram o preço da inatividade na última quarta-feira, quando checaram o mercado de aço norte-americano. Os negócios foram fechados por no mínimo 30/st dólares a mais do que de costume. Na opinião de compradores, o mercado está desgovernado e algumas previsões indicam que a situação pode se tornar pior no futuro.

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Fonte: Estadão

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