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Nona Rodada tem arrecadação recorde de R$ 2,109 bilhões

A Nona Rodada de licitação da Agência Nacional do Petróleo (ANP) arrecadou um recorde de R$ 2.109.408.831. Apesar de previamente planejados dois dias de leilões, todos os lotes foram negociados em apenas um dia.

No último lote ofertado, de blocos de águas rasas na Bacia de Santos, o consórcio Petrobras, Petrogal e Queiroz Galvão ficou com três blocos: S-M-1162, 1163 e 1227. A Petrobras arrematou ainda o S-M-1476, em sociedade com a colombiana Ecopetrol.

A australiana Karoon ficou com o S-M-1101, 1165 e 1166. A Norse Energy e a Brasoil dividiram o S-M-1035 e o S-M-1100. Por fim, a indiana ONGC levou o bloco S-M-1413.

Fonte: Estadão

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MPX Energia pode angariar mais de R$ 2,43 bilhões com oferta de ações

A empresa do grupo EBX do empresário Eike Batista, a MPX Energia, apresentou os termos de uma oferta de ações que pode resultar na captação de mais de R$ 2,43 bilhões. De acordo com o prospecto, serão ofertas inicialmente 41.882.352 ações ordinárias com preço de emissão estimado entre R$ 42,50 e R$ 50,50. O montante ainda pode ser acrescido de lote suplementar de 15%. A distribuição é coordenada pelos bancos UBS Pactual, Merrill Lynch, Itaú BBA e Santander.

O controle da MPX é de Eike Batista, com 99,99% da ações ON, participação que cai para 71,6% com a oferta. A oferta será destinada apenas a investidores qualificados e as ações serão alocadas prioritariamente aos atuais acionistas da companhia, incluindo o controlador. Pelo cronograma estimado, o período de reserva vai do dia 5 ao dia 10 de dezembro e as ações começam a ser negociadas dia 14 de dezembro no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), sob o código MPXE3.

Fonte: Estadão

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Leilão de usina do Madeira é confirmado para 10/12

Nelson Hubner, ministro interino das Minas e Energia, confirmou a realização da licitação da hidrelétrica de Santo Antônio, no rio Madeira, para o dia 10 de dezembro. A usina de Santo Antônio terá potencial de gerar cerca de 3.150 MW quando operar a plena capacidade. A previsão do governo é de que as primeiras turbinas comecem a funcionar em 2012.

Fonte: Estadão

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WTorre assina contrato de US$ 1 bilhão para construir cidade das flores nos Emirados Árabes

A construtora WTorre assinou contrato de US$ 1 bilhão para a construção de uma mini-cidade em Sharjah, nos Emirados Árabes Unidos. O empreendimento chamado Desert Rose – The green city será construído pela recém-criada joint venture WTorre Emirates Constructions LLC, cujo controle é dividido em partes iguais pela empresa brasileira e por um grupo de investidores liderados pelo sheik Naijeb Khoory.

Segundo Remy, o projeto deve ser entregue em 2010 e prevê a construção de edifícios comerciais e residenciais, pavilhões, instalações de recreação e centros de treinamento em produção de plantas e flores. Também está incluída toda a parte de infra-estrutura, como ruas, praças, iluminação pública e tratamento de água e esgoto. Distribuído em uma área de 1 milhão de metros quadrados, o complexo será voltado à produção de plantas e flores, setor que recebe cerca de 30% de tudo o que é investido em construção civil nos Emirados Árabes.

Segundo a WTorre, a estratégia da joint venture é buscar novos negócios no Oriente Médio, sendo que já há um pré-acordo para a construção de pelo menos mil casas nos Emirados Árabes. Existe também a intenção de atrair investidores árabes para projetos da WTorre no Brasil, a primeira dessas parcerias deve ser anunciada em janeiro próximo.

Fonte: Estadão

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Indústria garante que não haverá escassez de cimento

Sérgio Maçães, presidente do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento, garantiu, em audiência com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que a demanda de cimento será atendida e que o preço não deve subir a curto prazo.

A preocupação do governo com a recente escassez do produto é resultado da forte expansão da construção civil e de obras previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para 2008.

Fonte: Estadão

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Produção nacional de aço cresce 4,4% em outubro

SÃO PAULO – A produção brasileira de aço bruto somou 2,9 milhões de toneladas em outubro deste ano, o que representa um crescimento de 4,4% sobre o mesmo mês do ano passado. No caso dos laminados, a expansão foi de 5,3%, com 2,25 milhões de toneladas produzidas, volume recorde para este ano.

As vendas para o mercado interno também alcançaram recorde, com 1,81 milhão de toneladas, volume 23,3% maior que o registrado em outubro de 2006. O recorde anterior pertencia a agosto deste ano, quando o mercado doméstico absorveu 1,76 milhão de toneladas.

A comercialização de aços planos atingiu 1,08 milhão de toneladas, o que representa um avanço de 22,9% sobre outubro de 2006. Segundo o Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), responsável pelos números, a alta reflete os seguidos recordes de produção registrados pelos setores automotivo, de máquinas agrícolas e de petróleo e gás.

Já as vendas de aços longos cresceram 23,9%, para 727,3 mil toneladas, puxadas pelo crescimento do setor de construção civil.

Fonte: Estadão

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Petrobras não terá poder de veto sobre Braskem e Petroquímica do Sudeste

SÃO PAULO – Sócia estratégica das duas maiores petroquímicas do país, a Petrobras não poderá vetar nenhum projeto futuro da Braskem, onde passou a ter 25% do capital total, ou da recém-nascida Companhia Petroquímica do Sudeste (CPS), onde a estatal tem fatia de 40%. Pelos acordos de acionistas assinados hoje, Braskem e CPS terão liberdade total para tocar a suas respectivas estratégias de crescimento, desde que sempre focadas na indústria petroquímica.

“Um dos pontos importantes é preservar a liberdade de competir. Não há nenhuma restrição ou interferência no processo de competitividade das empresas”, disse hoje o presidente da Petroquisa, braço petroquímico da Petrobras, José Lima de Andrade. “Porém, queremos foco na petroquímica. Se quiserem investir em outro setor, terão que nos consultar”, completou.

Há, no entanto, um conjunto de situações em que a decisão deverá ser tomada por meio de consenso, segundo informou o presidente da Braskem, José Carlos Grubisich. A Petrobras deverá ser ouvida sempre que sua participação no capital votante da Braskem estiver acima dos 18%. Atualmente, está em 30%. O número de cadeiras que a estatal vai ocupar no conselho de administração da Braskem também poderá variar conforme a fatia no capital votante. No momento, a estatal terá três dos 11 assentos.

Entre os principais temas que terão de passar por consenso estão a emissão de novas ações ou de debêntures conversíveis em ações, eventual fechamento do capital, alterações no número de conselheiros, entre outros.

Lima sinalizou que a Petrobras não pretende perder cadeiras nos conselhos de Braskem e CPS. “Nossa participação nessas empresas está no planejamento estratégico. Queremos ficar e crescer junto. Temos garantia de não sermos diluídos”, disse.

O executivo garantiu ainda que a venda de matéria-prima para as duas empresas será feita em condições similares, descartando possíveis favorecimentos de uma ou outra empresa. “Temos interesse tanto como acionistas quanto como fornecedores”, disse o presidente da Petroquisa.

Fonte: Estadão

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Petrobras e Unipar anunciam sociedade para companhia petroquímica do Sudeste

SÃO PAULO – Por meio de comunicado a Petrobras e a Unipar confirmaram hoje a formação de uma Sociedade Petroquímica, conforme antecipado pelo jornal Valor Econômico. Também hoje, a Petrobras anunciou negócio com a Braskem, transferindo seus ativos petroquímicos para a companhia.

Para a formação da sociedade com a Unipar, que vem sendo chamada informalmente de Companhia Petroquímica do Sudeste (CPS), a estatal entrará com os ativos da Suzano Petroquímica, adquirida recentemente. E a participação na Petroquímica União (PQU), detida pela Petroquisa.

Já a Unipar entra com sua participação de 33% na Rio Polímeros (Riopol) e R$ 380 milhões que serão utilizados para a aquisição das participações da Petroquisa e da Suzano na Riopol.

A Unipar também cede sua participação de 51,35% na PQU, todos os seus bens, direitos e obrigações da Unipar Divisão Química e a sua participação de 99% na Polietilenos União S.A.

Ainda de acordo com o comunicado, o controle desta nova sociedade será da Unipar, com 60% das ações ordinárias. Os 40% restantes serão de titularidade da Petrobras, que terá direitos assegurados em Acordo de Acionistas que será implementado.

” A Petrobras e a Unipar compartilham da necessidade de se promover a consolidação do setor petroquímico brasileiro de forma a se ter empresas com maiores escalas, com tecnologia e gestão capazes de torná-las competitivas em termos mundiais ” , indica o comunicado.

Fonte: Estadão

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Ações da Braskem avançam com notícia de integração de ativos da Petrobras e Petroquisa

SÃO PAULO – As ações da Braskem subiram mais de 7% no começo dos negócios na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) após a divulgação de fato relevante sobre a integração de ativos petroquímicos detidos pela Petrobras e pela Petroquisa na Braskem.

O documento informa que serão aportados na empresa petroquímica 37,30% do capital votante e total da Copesul, 40% da Ipiranga Petroquímica SA e 40% da Ipiranga Química, além de até 100% do capital votante e total da Petroquímica Triunfo e 40% do capital da Petroquímica Paulínia.

Com a integração, a fatia conjunta da Petrobras e da Petroquisa no capital votante da Braskem sairá de 8,1% para 30% e passará de 6,8% para 25% no capital total.

Fonte: Estadão

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OGX, de Eike Batista, desembolsa R$ 1,479 bi em leilões da Nona Rodada de petróleo

RIO – A OGX foi a grande vencedora da Nona Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) ao desbancar a Petrobras do posto de líder no valor gasto para arrematar blocos exploratórios. A empresa de Eike Batista desembolsou R$ 1,479 bilhão para ficar com 21 blocos exploratórios, dos quais cinco em parceria com a franco-britânica Petrenco e dois com a dinamarquesa Maersk.

A companhia arrematou blocos de águas profundas na bacia do Espírito Santo e blocos de águas rasas nas bacias de Santos, Pará-Maranhão e Campos. A OGX foi responsável ainda pelo maior bônus pago na história das rodadas, ao desembolsar, sozinha, R$ 344,090 milhões pelo bloco S-M-270, em águas rasas na Bacia de Santos e próximo ao campo de gás de Mexilhão.

A Petrobras se manteve como a companhia que mais blocos arrematou, com 27, e desembolso de R$ 195,5 milhões. A Companhia Vale do Rio Doce também se destacou ao arrematar nove blocos nas bacias do Parnaíba, Santos e Pará-Maranhão, com gasto de R$ 88,426 milhões, entrando na conta também o desembolso dos sócios.

O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Haroldo Lima, afirmou que o valor de R$ 2,109 bilhões arrecadado na Nona Rodada de Licitações não ficou aquém do esperado, apesar de, durante o dia, ter afirmado que a expectativa era de uma arrecadação de até R$ 4 bilhões.

” Havia certas dúvidas antes de iniciar a Nona Rodada e alguns chamavam a atenção para que a Rodada estaria esvaziada e nós dizíamos que não estava. Quando ela começou, chegamos a dizer que poderíamos chegar a R$ 4 bilhões. Chegamos a R$ 2 bilhões, uma coisa expressiva, pois mais do que dobramos o recorde anterior, que era da Sétima Rodada ” , disse Lima.

Lima também ponderou que a retirada de 41 blocos exploratórios decidida no início do mês pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) comprometeu a participação das grandes empresas mundiais do setor. ” Acho que as maiores se prepararam especificamente para aqueles 41 blocos. Quando o governo federal determinou a retirada dos blocos, elas provavelmente tiveram dificuldade e desinteresse em se jogar em novos pleitos ” , afirmou.

Para o diretor da ANP Vítor Martins, a rodada teve como pontos positivos a forte participação das empresas nacionais, o sucesso da nova fronteira da Bacia do Rio do Peixe, na Paraíba, e a manutenção da Petrobras como a empresa que mais arrematou blocos, com 27 sozinha e em parcerias, com gasto de R$ 195 milhões. ” Em essência, a rodada fortaleceu o modelo existente ” , afirmou Martins.

Outro diretor da agência, Nelson Narciso, lembrou que 34 empresas arremataram blocos, sozinhas ou em parcerias e o investimento mínimo previsto em exploração superou os R$ 6 bilhões. ” Ao contrário do que se pensava, o processo não ficou prejudicado, embora pudesse ter sido melhor se tivesse seguido como foi desenhado ” , ressaltou.

Fonte: Estadão

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