Paranasa entrega obras da Suzano Papel e Celulose

A Paranasa finalizou em julho as obras civis da linha de fibras e pátio de madeiras da Suzano Papel e Celulose, dentro do pacote de investimentos que vai possibilitar a ampliação da produção de celulose, atualmente de 400.000 toneladas/ano, para 1.400.000 toneladas/ano. A empresa foi contratada pela Andritz Brasil Ltda, responsável pelo fornecimento integral da Linha de Fibras e do Pátio de Madeiras do empreendimento da Suzano. Durante o pico das obras, a Paranasa empregou cerca de 750 funcionários, sendo grande parte moradores da região. O superintendente de obras da Paranasa, engenheiro Geraldo Dias, informou que a entrega total da Linha de Fibras foi antecipada em 15 dias em relação ao contrato.”É um importante diferencial, já que o cliente vai poder antecipar sua produção”, afirma. Um serviço que fez parte da unidade do pátio de cavacos e merece ser destacado, por ser o primeiro deste modelo a ser executado no Brasil e pela sua alta complexidade na execução e dimensão, foi o pilar central do Stacker, pilar este que é o único ponto de apoio para a sustentação do equipamento stacker-reclaimer.

Fonte: Estadão

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Belgo anuncia nova identidade visual

A Belgo-Arcelor Brasil, empresa do grupo siderúrgico ArcelorMittal passa a chamar-se ArcelorMittal Belgo. A definição do novo nome ocorre pouco mais de um mês depois do lançamento, em Cannes, na França, da nova marca mundial da ArcelorMittal e representa a conclusão de mais uma etapa de integração entre os grupos Arcelor e Mittal, cujo processo de fusão foi iniciado no ano passado. Junto com sua nova denominação, a ArcelorMittal Belgo já iniciou o trabalho de comunicação a seus empregados, clientes e fornecedores sobre a nova identidade, que será atualizada gradativamente. A ArcelorMittal Belgo atua nos setores de Siderurgia e Trefilarias. Com 9.800 empregados, opera um conjunto de usinas no Brasil, localizadas em Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Bahia, além de manter unidades na Argentina e Costa Rica. A capacidade instalada de produção é de 5,1 milhões de toneladas de laminados por ano e de 1,4 milhão de trefilados por ano. A ArcelorMittal Belgo oferece a mais completa linha de produtos para Construção Civil e Indústria, é líder na América Latina na produção de arames para aplicações industriais e agropecuárias e uma das três principais produtoras mundiais de fio-máquina para steel cord, produto utilizado no reforço de pneus. Desenvolve também atividades nas áreas florestal e de carvoejamento, de geração de energia elétrica e de serviços.

Fonte: Estadão

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Construindo cidadania

A cadeia da construção civil tem se voltado para o desenvolvimento de projetos sociais e ações de responsabilidade social, preocupadas com o bem estar dos seus colaboradores, e conscientes de que uma equipe feliz se desdobra para garantir bons resultados para a companhia. Dentro desse espírito, a Incorporadora e Construtora Even S.A. aderiu ao programa Construção da Cidadania, do SindusCon-SP, com uma atividade chamada “Projeto Escola”, em que mais de 400 operários aprendem a ler e a escrever, no local de trabalho ou na obra. São fornecidos pela empresa todos os materiais escolares, incluindo óculos de grau, quando necessário, e lanche para os alunos.

Fonte: Estadão

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Prêmio Master Imobiliário 2007

A incorporadora Rossi é uma das vencedoras da 13ª edição do Prêmio Master Imobiliário, organizado pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) e pela Federação Internacional das Profissões Imobiliárias (Fiabci/Brasil). Dos 17 projetos vencedores, dois são da empresa. Um deles, na categoria “empreendimento”, ficou para o Villa Flora – primeira bairro planejado construído há oito anos em Sumaré, na Região Metropolitana de Campinas, em São Paulo. A outra premiação foi para a categoria “profissionais e comercialização”, representada pelo sucesso de vendas do empreendimento Victoria Bay, localizado na Enseada do Suá, no Espírito Santo. É o segundo ano consecutivo que a empresa tem os seus projetos classificados. Villa Flora Voltado para a classe média, o Villa Flora é um bairro planejado dentro dos princípios do Novo Urbanismo, que resgata a qualidade de vida encontrada apenas em vilarejos, pequenas cidades e comunidades construídas ao longo dos séculos. Está implantado em uma área de 800 mil m² com mais de 3 mil casas que formam 49 condomínios. Por conta deste conceito inovador, vem conquistando muita gente desde o seu lançamento. Cerca de 2 mil famílias, distribuídas em 41 condomínios, já moram no local e desfrutam de toda infra-estrutura oferecida pelo empreendimento. Victoria Bay Em 45 dias de comercialização, a Rossi, em parceria com a Liga Imobiliária, comercializou 100% das unidades do Victoria Bay. Localizado na Enseada do Suá, o empreendimento atraiu os capixabas pelo conceito inovador de Club & Residences. A construtora disponibilizará para os moradores uma área de lazer e jardins com mais de quatro mil metros quadrados, com espaços projetados, decorados e equipados para atender as diversas faixas etárias. O empreendimento terá duas torres com 269 unidades – de dois e três quartos com suítes.

Fonte: Estadão

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NR-18 normatiza o uso de plataformas

Foi publicada no Diário Oficial da União, em sua edição de 04/07/2007, a aprovação do anexo 1 da Norma Regulamentadora nº 18 do Ministério do Trabalho, que regulamenta o uso das plataformas de trabalho aéreo no Brasil. Trata-se de um manual de normas técnicas que estabelece os parâmetros de segurança desse tipo de equipamento e especifica os responsáveis por todos os procedimentos de manutenção e operação. A NR-18, em seu artigo 2º, é bastante clara: “É proibido o transporte de pessoas por equipamento de guindar não projetado para este fim”. Este é um importante avanço para o mercado, pois a partir de agora ficou claro que não há mais espaço para improvisações nas obras. Só poderão ser utilizados equipamentos apropriados, dotados de dispositivos de segurança que garantam uma operação segura e eficiente. Segundo a norma, cabe ao operador da plataforma, devidamente capacitado pelo empregador, realizar todos os procedimentos de inspeção e manutenção do equipamento, certificando-se do perfeito ajuste e funcionamento de todos os seus sistemas. Toda a operação da plataforma, desde sua velocidade de deslocamento até a sinalização da área de trabalho, está minuciosamente descrita na NR-18. Ela é clara quanto à obrigatoriedade do uso de cintos de segurança e proíbe que a capacidade nominal de carga definida pelo fabricante seja ultrapassada. A norma exige que o proprietário da plataforma mantenha um programa de manutenção preventiva, executado por pessoa qualificada e que siga as recomendações do fabricante. Além disso, o operador também deve ser treinado, de acordo com o conteúdo programático estabelecido pelo fabricante, sobre os princípios básicos de segurança, inspeção e operação. A NR-18 certamente impulsionará o mercado brasileiro, e contribuirá para que todas as operações sejam realizadas com muito mais segurança e responsabilidade. Para mais informações acesse: www.terexla.com www.jlg.com www.haulotte.com

Fonte: Estadão

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Mills Rental muda razão social

Ao completar 10 anos a Mills Rental – empresa que atua no mercado nacional em locação de plataformas aéreas, manipuladores telescópicos de carga e locação de geradores de energia – muda sua razão social para Solaris Equipamentos e Serviços. A alteração estava prevista há quatro anos, quando a Mills do Brasil vendeu sua participação para a Sullair Argentina, empresa líder em locação de equipamentos, no país vizinho. Com faturamento de US$ 24 milhões em 2006 e previsão de US$ 35 milhões em 2007, um crescimento de 45%, a Solaris mantém o seu quadro dirigente, o mesmo desde a fundação, em 1997. A mudança do nome sinaliza uma série de inovações: novo site (www.solarisbrasil.com.br), serviço de teleatendimento 0800, implantação do Sistema de Gerenciamento de Relacionamento com os Clientes (CRM) e início do processo de certificações ISO 9001, 14001, 18001. Este ano a empresa está investindo US$ 17 milhões em 180 novas plataformas, 20 manipuladores e 23MW de potência em geradores que serão somados ao parque atual cerca de mil máquinas. Segundo o presidente da Solaris, Ramon Vazquez, as plataformas aéreas de trabalho, um dos produtos da empresa, ainda são pouco conhecidas no Brasil, embora seu uso intensivo seja uma tendência mundial. A plataforma aérea de trabalho é um produto que substitui andaimes, oferecendo segurança, produtividade e agilidade nos serviços em altura para manutenção industrial, recuperação estrutural, instalações elétricas, pintura, montagem de estruturas etc. A plataforma de maior alcance chega a 43 metros de altura, podendo carregar até três pessoas. Já os manipuladores de carga substituem, durante a construção, o elevador, a grua, o guindaste, o caminhão munk, a empilhadeira e a pá carregadeira.

Fonte: Estadão

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Mostra de casas populares

Uma casa popular construída na Expo Construção Bahia tem quarto, sala, cozinha e banheiro, numa área de 25m2. O sistema utilizado foi o steel phrame, que consiste de perfis de aço estrutural, cujo lado interno tem revestimento em dry wall e o lado externo, em placa cimentícia. A casa demorou 12 horas para ser construída, mas esse tempo mínimo pode chegar a 8 horas. Nesse ritmo, seria possível construir 1 milhão de casas por ano, solucionando o déficit habitacional brasileiro. Apesar disso, o sistema só é utilizado para residenciais de alto padrão. De acordo com Roberto Monay, engenheiro idealizador do projeto, o sistema steel phrame se tornará viável quando ele for homologado pela Caixa Econômica. “O custo ainda é alto. Precisamos acordar para isso. Afinal, é uma solução para o problema da habitação popular”, pontua ele. O objetivo de construir a casa dentro da Expo Construção Bahia é, justamente, o de mostrar uma tecnologia de ponta como solução rápida para um dos maiores problemas brasileiros. Além da velocidade construtiva, o sistema steel phrame tem outras características, como a versatilidade e o fato de não deixar resíduos, sendo responsável ecologicamente. A solução habitacional acaba ensejando outras soluções internas mais econômicas para o usuário final, como o papel de parede biológico e o sistema PEX de encanamento, que substitui canos sem precisar quebrar paredes. Isso tudo também é possível acompanhar na casa modelo montada na Expo Construção Bahia. De acordo com a Associação Drywall no Brasil, a venda de placas de gesso vem aumentando 400% a cada ano, mas o País ainda está muito atrasado quando comparado a outros. No Japão, 85% da construção imobiliária já é feita em drywall. Outro exemplo é o do México, que veio para o Brasil aprender o que é o BNH e, no entanto, através do uso do drywall, já está conseguindo resolver boa parte do seu déficit, que era maior do que o brasileiro. Na América Latina, o Brasil é o país que menos utiliza o drywall. Custo atual: R$ 12 mil Curiosidade O sistema steel phrame nasceu nos Estados Unidos, durante o período do pós-guerra, para suprir a falta de moradia. Hoje, também nos Estados Unidos, existem museus da construção, que mostram blocos e cimento – algo que, para eles, já faz parte do passado, enquanto para o Brasil ainda é a realidade. Casa de gesso Uma outra casa popular construída na Expo Construção Bahia é a de gesso. Em apenas uma semana, uma casa pronta e de qualidade pode ser entregue com segurança, desenvolvida de acordo com a elaboração do projeto arquitetônico. As paredes externas são construídas com placas cimentícias, estruturadas em aço galvanizado de alta resistência. As paredes internas são de drywall, com espessuras variadas que proporcionam maior conforto térmico e acústico, além de serem contra incêndio. Para os fabricantes da casa de gesso, construir a seco significa ter uma obra limpa, rápida, dinâmica e com maior custo benefício. A preocupação ecológica também é fator importante, e aparece na reciclagem dos produtos e na economia de água. Custo atual: R$ 7 mil

Fonte: Estadão

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Equipo MultiConstrução

Iniciou dia 11 de setembro, em Sorocaba, a Equipo MultiConstrução, evento de demonstrações de máquinas ao vivo em condições reais de operação. A solenidade de abertura contou com a presença de autoridades e dos organizadores.

Fonte: Estadão

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500 Grandes – Por um Projeto de Nação

Cerca de 600 pessoas, dentre as quais os principais líderes setoriais da Engenharia e da Construção do País, participaram, na noite de 7 de agosto, no Clube Monte Líbano, em São Paulo, de um dos eventos mais esperados do ano para o setor: a divulgação do Ranking da Engenharia Brasileira, edição 2007, elaborada com exclusividade pela Revista O Empreiteiro, com a diplomação das empresas que mais se destacaram nos seus segmentos, no ano passado. Paralelamente à premiação, aconteceu o lançamento da edição especial 500 Grandes da Construção. O ranking foi elaborado com base na pesquisa realizada todos os anos, que revelou um crescimento de 17,36% na receita bruta consolidada de 2006tomando como referência as 190 maiores empresas dos quatro segmentos da engenharia, construção, projeto e consultoria, montagem industrial e serviços especiais de engenharia, cujas receitas, somadas, alcançaram o patamar de R$ 33 bilhões. O crescimento obtido deveu-se, sobretudo, aos clientes privados, com atuação nos pólos da mineração, metalurgia e siderurgia, nos agronegócios, papel e celulose, petroquímica; às obras desenvolvidas por governos estaduais e ao programa de investimentos da Petrobras nas áreas de petróleo e gás. Setor luta por mais espaço Mais do que uma noite de comemoração, o evento foi uma oportunidade para a reflexão sobre a realidade do setor que, devido à falta de um projeto claro de desenvolvimento para a Nação, tem alcançado taxas de crescimento bem abaixo do seu potencial. Levantamento realizado pela O Empreiteiro mostra que a Engenharia e a Construção cresceram apenas 55% nos últimos 12 anos, considerando o período 2006-1995, atravessando três períodos de governo. De acordo com Joseph Young, diretor editorial da O Empreiteiro, em seu discurso de abertura da solenidade, o tema tem se tornado recorrente. “Parece um círculo vicioso. Mas não há como deixar de voltar, sistematicamente, ao tema comum, que é uma reivindicação de todos: o crescimento do País.” Para ele, as empresas de Engenharia e da Construção, nos últimos 25 anos, vêm sofrendo as conseqüências da falta de um planejamento de longo prazo, consolidado em um projeto de Nação. O crescimento de 17,36% em 2006 é um indício positivo, mas que nos remete à constatação de que, considerando o período dos últimos 12 anos, o crescimento do conjunto das empresas do setor continua muito aquém daquele que poderia ter sido, se o País tivesse um Projeto de Nação e viesse cuidando de suas estradas, projetos energéticos, portos, hidrovias e de outras áreas vitais de sua infra-estrutura. Cresceu apenas 55% naquele período, numa média medíocre de 4,75%ao ano, em um País onde tudo está para ser construído”, lamentou o editor. Ele lembrou que, não fossem as iniciativas de alguns governos estaduais, da iniciativa privada – sobretudo nos pólos da mineração, metarlurgia, siderurgia e as fronteiras abertas com os agronegócios, petroquímica, papel e celulose – e a Petrobras, com seus programas de petróleo e gás, o setor não estaria saindo do lugar. “E talvez até nem soubéssemos para onde ir”, alertou Young. Ele conclamou os líderes setoriais presentes ao encontro a se articularem, para evitar que cheguemos a 2022, ano do Bicentenário da Independência, sem um Projeto de Nação. Falando ao final da cerimônia, Luiz Fernando dos Santos Reis, presidente do Sindicato Nacional da Construção Pesada (Sinicon), corroborou os números do ranking e salientou que o governo insiste em dizer que quer fazer. Contudo, acaba não fazendo, o que, em seu entender, caracteriza a falta de planejamento e de gestão da atual administração do País. Representando todas as entidades representativas do setor, presentes ao evento, Luiz Fernando entregou a Joseph Young uma placa comemorativa em homenagem aos 45 anos da revista O Empreiteiro, celebrados também naquela noite. O dirigente destacou “o importante trabalho que a publicação vem realizando em prol do setor, como fórum de discussão das suas necessidades e seu esforço pelo desenvolvimento”. As melhores do ano Dentre as empresas que mais se destacaram em 2006, no segmento da Construção, foram agraciadas a Construtora Norberto Odebrecht S.A; Construtora Andrade Gutierrez S.A.; WTorre Engenharia e Construção S.A; Schahin Engenharia S.A. Galvão Engenharia S.A; Via Engenharia S.A.; Norcon – Sociedade Nordestina de Construção S.A; Planar S.A. Engenharia e Equipamentos; Serpal Engenharia Construtora Ltda; Método Engenharia Ltda e Oriente Construção Civil Ltda Já na área de Montagem Mecânica e Elétrica as escolhidas foram a UTC Engenharia S.A.; Tomé Engenharia e Transportes Ltda; IESA Óleo & Gás S.A; Daltec Construções e Montagens Industriais Ltda; e Milplan Engenharia, Construção e Montagem Ltda A Engevix Engenharia S.A; Tecnosolo S.A; Cobrape – Cia. Brasileira de Projetos e Empreendimentos; PCE Projetos de Consultorias e Engenharia Ltda e a Time Now Engenharia S.A. foram escolhidas as melhores no segmento de Projetos e Consultoria. E na área de Serviços Especiais de Engenharia foram destacadas a Metasa S.A. – Indústria Metalúrgica; Mills do Brasil e Fundsolo Serviços Geotécnicos e Fundações Ltda A organização do evento abriu espaço para destacar os programas de interesse comunitário desenvolvidos pelas entidades de engenharia. Este ano, foi homenageado o Projeto Ampliar do SECOVI, de São Paulo, representado pela sua presidente, Maria Helena Mauad. Também recebeu o reconhecimento dos presentes o engenheiro Sérgio Palazzo, que há 40 anos vem batalhando para difundir a tecnologia do Método Não-Destrutivo para as travessias subterrâneas.

Fonte: Estadão

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O estado da arte do setor em Sorocaba

Apresentar ao mercado a evolução e os aperfeiçoamentos em máquinas, equipamentos e materiais adotados nos segmentos da Construção, Montagem e Manutenção Industrial e de Infra-estrutura Urbana. Este é o foco da Equipo MultiConstrução, edição 2007 do maior evento de demonstração ao vivo dedicado ao mercado de Construção no País. Promovido e organizado pela Lithos Editora, que publica as revistas O Empreiteiro e Minérios & Minerales, o evento acontecerá de 11 a 14 de setembro, no Distrito Industrial de Sorocaba (SP). Durante quatro dias, profissionais das diversas áreas da Construção, Montagem e Manutenção Industrial poderão encontrar o que há de mais moderno em tecnologias da estrutura metálica e dos pré-moldados; coberturas para grandes vãos; pisos industriais, pré-fabricação de tubulação, redes de utilidades, uso de plataformas aéreas e guindastes etc. Já os que militam no segmento de Infra-estrutura Urbana, terão acesso às novidades nas áreas de manutenção viária, drenagem, saneamento, habitações, resíduos sólidos, e técnicas de perfuração não-destrutiva, entre outras. O evento também será uma vitrine para as inovações em Tecnologia da Informação. Serão exibidas as novidades do mercado em tecnologia wireless para a transmissão de dados, imagens e voz, aplicadas ao gerenciamento de projetos e obras. Localização estratégica Expositores e público contarão com 40 mil m2 de área total, na Rua 28 de Outubro, bairro Éden (ao lado do Fórum de Sorocaba), com áreas para demonstração, espaços para palestras técnicas e circuito off-road para testes de utilitários e veículos com tração 4×4. A localização de Sorocaba é estratégica: situada a 120 km de São Paulo e Campinas, a cidade fica perto dos aeroportos de Congonhas, Guarulhos e Viracopos. Daniel de Jesus Leite, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico de Sorocaba e diretor regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP), lembra que a cidade é o quarto maior pólo de desenvolvimento de São Paulo e a oitava cidade do País em Índice Potencial de Desenvolvimento, cujo PIB vem crescendo a uma média de 5.6%, nos últimos quatro anos, bem acima da média nacional. “Nosso Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é comparável ao de vários países da Europa”, orgulha-se o secretário. Segundo ele, a Equipo MultiConstrução 2007 fomentará a vocação da cidade para se tornar um pólo de grandes congressos, feiras e eventos do setor da construção pesada. Além disso, a escolha da cidade como base para a versão 2007 da Equipo poderá ter bons reflexos sobre o volume de negócios a serem fechados durante o evento. “Somos hoje um importante centro industrial, que reúne mais de 1.800 indústrias, com grande poder de captação de novas tecnologias e equipamentos”, salienta. Para Adilson Cesar Justo, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon), regional de Sorocaba, a realização do evento na cidade dará grande impulso às empresas do setor, com base na região. “A construção civil ainda é uma das poucas atividades econômicas no país que absorve contingente de mão-de-obra não qualificada e tem grande potencial para absorver tecnologias de industrialização. Eventos como a Equipo nos aproximam dos novos equipamentos e novas tecnologias, acelerando esse processo de industrialização e especialização do setor, o que é, na verdade, a sua evolução natural”. Ele observa ainda que a indústria da construção industrial encontra-se em fase de expansão e aprimoramento acelerados em Sorocaba, e ganha novo fôlego com a Equipo MultiConstrução 2007. “A cidade de São Paulo já cresceu o que era possível, nessa área, chegando ao seu limite. Está na hora de descentralizar esse desenvolvimento, levando-o às regiões vizinhas. Nesse contexto, Sorocaba tem muito que crescer”, conclui o dirigente sindical. Público qualificado Para este ano, a expectativa é de comparecimento de cerca de 10 mil pessoas – uma média de 2,5 mil por dia – um público altamente qualificado, em sua maioria, composto por empresários, engenheiros e outros profissionais dos segmentos de Construção e Engenharia, das 10 mil industrias localizadas no Estado de S.Paulo e as maiores industrias brasileiras, empresas que prestam serviços ao setor , fabricantes e distribuidores de equipamentos, máquinas e sistemas para construção, e outros formadores de opinião. Esse público mobilizado mediante mala direta de 100 mil convites, campanhas de outdoors e radio, é formado majoritariamente por representantes do setor da construção (45%), seguidos por profissionais da indústria (40%), fabricantes (10%) e de outros setores (5%). Na edição de 2006, a Equipo recebeu mais de 9,4 mil visitantes e gerou aproximadamente R$ 260 milhões em negócios. Renovação constante A Equipo a cada ano se renova e se amplia. No ano passado o evento, batizado de Equipo Mining, foi realizado em Ouro Preto (MG), e teve como foco os segmentos de mineração e tratamento mineral. Agora, sem quebrar a tradição de ser o maior evento de demonstração ao vivo de máquinas e equipamentos do País, consolidada desde a primeira edição, em 1999, a Equipo se reinventa, adotando como enfoque as diversas vertentes da construção. A oitava edição da Equipo MultiConstrução tem o apoio da Prefeitura de Sorocaba, da Diretoria Regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp-Sorocaba), do Sindicato das Indústrias da Construção Civil (SindusCon-SP), e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Também apóiam o evento a Associação Brasileira da Construção Metálica (ABCEM), o Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon), a Associação Brasileira de Tecnologia Não Destrutiva (Abratt) e a Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet (Assespro).

Fonte: Estadão

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