Notícias

Laboratório Móvel Aran

A Dynatest Engenharia Ltda., em parceria com a Siproma Argentina S.A., está trazendo para o Brasil.o equipamento Automatic Road Analyser – ARAN 4900, uma inovação no mercado.

O equipamento ARAN permite avaliar o estado de superfície dos pavimentos e realizar um inventário de superfície, sem interferir no fluxo de tráfego, a uma velocidade entre 40 km/h e 100 km/h.

O equipamento ARAN também permite a aquisição de outros parâmetros importantes dos pavimentos, como a irregularidade longitudinal (IRI) e transversal, o perfil transversal, o raio das curvas, as flechas em trilhas de roda entre outros dados geométricos da rodovia.

O sistema é composto por sensores, como refletores a laser, sensores ultrasônicos, acelerômetros, GPS (sistema de posicionamento global), giroscópios, além de um sistema de registro de imagens por câmeras de vídeo captam e armazenam informações que permitem a determinação de uma série de parâmetros da rodovia, tais como: Irregularidade longitudinal; os pavimentos (IRI); Irregularidade e perfil transversal do pavimento; Textura do pavimento; Afundamentos das trilhas de roda.

Fonte: Estadão

0

TPI participa da Brasvias 2007 e apresenta empresas em Cyber Café

A Triunfo Participações e Investimentos – TPI fez parte da 5ª Exposição Internacional de Produtos para Rodovias – Brasvias 2007, ocorrida em Campinas no The Royal Plaza Hotel Resort, de 4 a 6 de outubro do corrente.
Com promoção da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias e da Associação de Sistemas Inteligentes de Transporte do Brasil, além da International Forum for Road Transport Technology, o evento reuniu o setor de infra-estrutura de transportes do Brasil, apresentando 34 estandes de novas tecnologias. Paralelo à feira, ocorreu o 5º Congresso Brasileiro de Rodovias e Concessões – CBR&C, onde os mais de 800 participantes discutiram o futuro das concessões no Brasil e as novas tecnologias existentes. Além disso, houve apresentação de trabalhos elaborados por integrantes de instituições de ensino superior e centros de pesquisas públicos e privados.
No local, a Triunfo Participações e Investimentos – TPI apresentou as empresas da holding em um Cyber Café temático, especialmente preparado para receber clientes, fornecedores e parceiros. Entre as empresas apresentadas, estavam as atuantes em operações de rodovias – Concer, Concepa Free way, Econorte e Ecovale; na área de geração de energia, a Usina Hidrelétrica Rio Verde e, em administração de portos, a Portonave – Terminais Portuários de Navegantes S/A. Com localização estratégica, o bom atendimento dos baristas e a conveniência do acesso à internet, o Cyber Café da TPI tornou-se um dos points do evento, confirmando a qualidade característica dos negócios administrados pelo grupo.

Fonte: Estadão

0

TPI participa da Brasvias 2007 e apresenta empresas em Cyber Café

A Triunfo Participações e Investimentos – TPI fez parte da 5ª Exposição Internacional de Produtos para Rodovias – Brasvias 2007, ocorrida em Campinas no The Royal Plaza Hotel Resort, de 4 a 6 de outubro do corrente. Com promoção da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias e da Associação de Sistemas Inteligentes de Transporte do Brasil, além da International Forum for Road Transport Technology, o evento reuniu o setor de infra-estrutura de transportes do Brasil, apresentando 34 estandes de novas tecnologias. Paralelo à feira, ocorreu o 5º Congresso Brasileiro de Rodovias e Concessões – CBR&C, onde os mais de 800 participantes discutiram o futuro das concessões no Brasil e as novas tecnologias existentes. Além disso, houve apresentação de trabalhos elaborados por integrantes de instituições de ensino superior e centros de pesquisas públicos e privados. No local, a Triunfo Participações e Investimentos – TPI apresentou as empresas da holding em um Cyber Café temático, especialmente preparado para receber clientes, fornecedores e parceiros. Entre as empresas apresentadas, estavam as atuantes em operações de rodovias – Concer, Concepa Free way, Econorte e Ecovale; na área de geração de energia, a Usina Hidrelétrica Rio Verde e, em administração de portos, a Portonave – Terminais Portuários de Navegantes S/A. Com localização estratégica, o bom atendimento dos baristas e a conveniência do acesso à internet, o Cyber Café da TPI tornou-se um dos points do evento, confirmando a qualidade característica dos negócios administrados pelo grupo.

Fonte: Estadão

0

Laboratório móvel Aran

Discutir as possíveis soluções para a melhoria do tráfego nas estradas brasileiras é fundamental num País que dispõem de fabricantes de produtos e soluções viárias compatíveis com o que de mais moderno e eficiente é fabricado no mundo, mas que, em contrapartida, mas possui de 70% de sua malha rodoviária com algum tipo de imperfeição, segundo dados da ABCR (Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias).

Para a diretora executiva da Hot Line, Áurea Rangel, o evento não foi apenas um encontro para trocas de informações de profissionais que atuam na linha de frente do setor de infra-estrutura viária, mas, principalmente, uma necessidade para empresas e dirigentes que querem mostrar que o desenvolvimento viário do País é possível. “A quinta edição do CBR&C 2007 e da BRASVIAS 2007 foi a prova de que existem dirigentes e empresas verdadeiramente preocupados não só com a atual realidade de nossas estradas, mas também com o futuro delas”, diz Áurea. Durante o evento, a diretora realizou a palestra Novos Materiais e Tecnologias para Sinalização Horizontal.

“Com base em um levantamento da ABCR, seriam necessários R$ 20 bilhões para que as rodovias do País se tornassem trafegáveis. Os programas do Governo Federal para socorrer esta situação se apresentam pouco eficientes”, afirma Áurea. Segundo a diretora executiva da Hot Line, ao trafegar por rodovias administradas por concessionárias, o motorista ganha uma estrada bem pavimentada, com sinalização horizontal e vertical que prima pela qualidade e com serviços de socorro e manutenção constantes. “Estes ganhos podem ser traduzidos por segurança. E segurança pode ser traduzida por não-acidentes, não-feridos e, primordialmente, não-mortos.”

BRASVIAS 2007

No estande de 30 metros quadrados da Hot Line na Brasvias 2007, o visitante conheceu novidades recém-lançadas, como as tachas de canalização de tráfego Diamond. Este produto marca a recente parceria entre a empresa e a 3M do Brasil. Confirma os principais produtos da Hot Line no evento:

MEGALINE® – O Megaline é um material conhecido como plástico a frio e não necessita ser aquecido para a aplicação. Pode ser utilizado tanto em asfalto como em pavimentos de concreto. Desenvolvido a partir de resinas importadas da Alemanha, não agride o meio ambiente. Além disso, proporciona o que há de mais seguro e moderno em demarcação viária horizontal: alta visibilidade à noite ou em condições de chuva e neblina, com secagem ultra-rápida, liberando rapidamente o local para tráfego.

ACQUAROAD® – A tinta acrílica a base de água Acquaroad possui ótima resistência à abrasão e secagem rápida. É ecologicamente correta porque utiliza água no lugar de solventes químicos. O produto é indicado para a pintura de linhas divisórias de pistas em estradas ou para sinalização de acostamento, entre outras funções. A Acquaroad é fabricada pela Sherwin-Williams graças à parceria da empresa com a Hot Line, que assina pelo desenvolvimento e comercialização deste produto.

TACHA DIAMOND® – Trata-se de um produto inédito no mercado em termos de resistência e retrorrefletância. As tachas funcionam como canalizadores de tráfego e, por isso, sofrem com o impacto dos pneus. Por isso Hot Line criou um material diferenciado de tudo que existe no segmento, garantindo resistência superior, com flexibilidade adequada para suportar o tráfego em rodovias e cidades, graças ao plástico de engenharia utilizado em sua composição. Mais leve que as peças tradicionais em resina, a Tacha Diamond tem corpo de menor altura e menor ângulo de inclinação. Sua retrorrefletância acima da média atende com vantagens a norma ABNT NBR 14636. Marcando mais uma parceria da Hot Line, a Tacha Diamond é produzida com refletivo da 3M do Brasil, que oferece visibilidade superior, mesmo em condições adversas como chuva e neblina.

MEGALAN® – Esta linha de produtos para demarcação é ideal para sinalizar concreto e excelente em asfalto, graças a sua capacidade de adesão. O Megalan é produzido a partir de uma resina metacrílica monocompotente. Trata-se de uma tinta de alta resistência a intempéries, sendo ideal para regiões com incidências de chuvas ou calor intenso.

PAVICOR® – O Pavicor é um revestimento asfáltico colorido desenvolvido pela Ipiranga Asfaltos e comercializado pela Hot Line. As opções de cores aliadas à resistência fazem do Pavicor uma solução ideal para revestir pistas de atletismo, ciclovias, caminhos de campo de golfe, parques, estacionamentos, corredores de ônibus, áreas de carga e descarga, travessias de pedestres, ente outros.

ECOTRAFFIC® – Ecotraffic é uma tinta a base de água de alto desempenho e ecologicamente correta porque não utiliza solventes químicos. Além disso, atende com superioridade a solicitação da ABNT. Possui altíssima resistência à abrasão, secagem rápida, fácil aplicação e excelente retrorrefletividade graças às microesferas de vidro adicionadas em sua formulação.

Fonte: Estadão

0

Hot Line no CBR&C 2007 e Brasvias 2007

Discutir as possíveis soluções para a melhoria do tráfego nas estradas brasileiras é fundamental num País que dispõem de fabricantes de produtos e soluções viárias compatíveis com o que de mais moderno e eficiente é fabricado no mundo, mas que, em contrapartida, mas possui de 70% de sua malha rodoviária com algum tipo de imperfeição, segundo dados da ABCR (Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias).

Para a diretora executiva da Hot Line, Áurea Rangel, o evento não foi apenas um encontro para trocas de informações de profissionais que atuam na linha de frente do setor de infra-estrutura viária, mas, principalmente, uma necessidade para empresas e dirigentes que querem mostrar que o desenvolvimento viário do País é possível. “A quinta edição do CBR&C 2007 e da BRASVIAS 2007 foi a prova de que existem dirigentes e empresas verdadeiramente preocupados não só com a atual realidade de nossas estradas, mas também com o futuro delas”, diz Áurea. Durante o evento, a diretora realizou a palestra Novos Materiais e Tecnologias para Sinalização Horizontal.

“Com base em um levantamento da ABCR, seriam necessários R$ 20 bilhões para que as rodovias do País se tornassem trafegáveis. Os programas do Governo Federal para socorrer esta situação se apresentam pouco eficientes”, afirma Áurea. Segundo a diretora executiva da Hot Line, ao trafegar por rodovias administradas por concessionárias, o motorista ganha uma estrada bem pavimentada, com sinalização horizontal e vertical que prima pela qualidade e com serviços de socorro e manutenção constantes. “Estes ganhos podem ser traduzidos por segurança. E segurança pode ser traduzida por não-acidentes, não-feridos e, primordialmente, não-mortos.”

BRASVIAS 2007

No estande de 30 metros quadrados da Hot Line na Brasvias 2007, o visitante conheceu novidades recém-lançadas, como as tachas de canalização de tráfego Diamond. Este produto marca a recente parceria entre a empresa e a 3M do Brasil. Confirma os principais produtos da Hot Line no evento:

MEGALINE® – O Megaline é um material conhecido como plástico a frio e não necessita ser aquecido para a aplicação. Pode ser utilizado tanto em asfalto como em pavimentos de concreto. Desenvolvido a partir de resinas importadas da Alemanha, não agride o meio ambiente. Além disso, proporciona o que há de mais seguro e moderno em demarcação viária horizontal: alta visibilidade à noite ou em condições de chuva e neblina, com secagem ultra-rápida, liberando rapidamente o local para tráfego.

ACQUAROAD® – A tinta acrílica a base de água Acquaroad possui ótima resistência à abrasão e secagem rápida. É ecologicamente correta porque utiliza água no lugar de solventes químicos. O produto é indicado para a pintura de linhas divisórias de pistas em estradas ou para sinalização de acostamento, entre outras funções. A Acquaroad é fabricada pela Sherwin-Williams graças à parceria da empresa com a Hot Line, que assina pelo desenvolvimento e comercialização deste produto.

TACHA DIAMOND® – Trata-se de um produto inédito no mercado em termos de resistência e retrorrefletância. As tachas funcionam como canalizadores de tráfego e, por isso, sofrem com o impacto dos pneus. Por isso Hot Line criou um material diferenciado de tudo que existe no segmento, garantindo resistência superior, com flexibilidade adequada para suportar o tráfego em rodovias e cidades, graças ao plástico de engenharia utilizado em sua composição. Mais leve que as peças tradicionais em resina, a Tacha Diamond tem corpo de menor altura e menor ângulo de inclinação. Sua retrorrefletância acima da média atende com vantagens a norma ABNT NBR 14636. Marcando mais uma parceria da Hot Line, a Tacha Diamond é produzida com refletivo da 3M do Brasil, que oferece visibilidade superior, mesmo em condições adversas como chuva e neblina.

MEGALAN® – Esta linha de produtos para demarcação é ideal para sinalizar concreto e excelente em asfalto, graças a sua capacidade de adesão. O Megalan é produzido a partir de uma resina metacrílica monocompotente. Trata-se de uma tinta de alta resistência a intempéries, sendo ideal para regiões com incidências de chuvas ou calor intenso.

PAVICOR® – O Pavicor é um revestimento asfáltico colorido desenvolvido pela Ipiranga Asfaltos e comercializado pela Hot Line. As opções de cores aliadas à resistência fazem do Pavicor uma solução ideal para revestir pistas de atletismo, ciclovias, caminhos de campo de golfe, parques, estacionamentos, corredores de ônibus, áreas de carga e descarga, travessias de pedestres, ente outros.

ECOTRAFFIC® – Ecotraffic é uma tinta a base de água de alto desempenho e ecologicamente correta porque não utiliza solventes químicos. Além disso, atende com superioridade a solicitação da ABNT. Possui altíssima resistência à abrasão, secagem rápida, fácil aplicação e excelente retrorrefletividade graças às microesferas de vidro adicionadas em sua formulação.

Fonte: Estadão

0

Novos produtos da New Holland!

Novos modelos de pás-carregadeiras, escavadeiras hidráulicas, carregadeiras compactas e um inédito produto que passa a ser ofertado, o telehandler (manipulador telescópico) chegam ao Brasil para complementar a frota New Holland. “Vamos disponibilizar os mais avançados equipamentos que existem no mundo num momento muito favorável, pois os setores em que serão utilizados estão em franco crescimento. A construção civil deixa claro que terá muito fôlego. A cultura da cana se expande vertiginosamente em São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas e Goiás. O mercado do mármore e granito também. Em 2006, apenas o Espírito Santo apurou cerca de R$ 1,5 bilhão em sua exportação de rochas ornamentais, número que deverá crescer em 2007”, afirma o diretor comercial da New Holland na América Latina, Gino Cucchiari. Niemeyer faz parte da festa Para a festa de lançamento, a New Holland está trazendo a mostra “Oscar Niemeyer 360º – 100 anos de encantamento”. A exposição fotográfica propõe uma visão panorâmica das obras do arquiteto exaltando detalhes grandiosos de sua arquitetura e revelando paisagens marcantes. A festa de lançamento ocorre dia 23 de outubro, às 20 horas, no Transamérica Expo Center, Pavilhão A, que fica à Rua Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, nº 387, em Santo Amaro – São Paulo.

Fonte:

0

Caterpillar lança equipamentos

Ao lançar sua mais recente linha de equipamentos para construção pesada, obras civis e mineração, que inclui a Série M de motoniveladoras, a escavadeira hidráulica 320D L e o trator de esteiras D6T, a Caterpillar Brasil prevê para este ano um crescimento de 5% a 10%, em relação a 2006, o que vai representar receita de US$ 1,8 bilhão. De acordo com o presidente da empresa no Brasil, Natal Garcia, 80% das vendas destinam-se ao mercado externo. Os novos produtos incorporam importantes inovações tecnológicas que buscam atender às demandas detectadas pela empresa. As motoniveladoras da Série M, por exemplo, trazem como principal inovação a substituição das 15 alavancas e do volante de direção por comandos joysticks. Mudança no layout da cabina de comando garantiram maior visibilidade, precisão e conforto para o operador. A escavadeira hidráulica 320D L, de 21,5 t, com desempenho e versatilidade superiores ao modelo anterior, a 320C, proporciona operação mais econômica. A máquina possui maior força de desagregação e levantamento que, combinadas, resultam em melhor produtividade. Sua nova cabine é mais espaçosa para oferecer maior conforto ao operador. O trator de esteiras D6T apresenta novo sistema de direção com velocidades selecionáveis e tem capacidade para efetuar manobras em um raio menor devido à adição de uma segunda bomba hidráulica, exclusiva para os implementos, ou seja, separada da bomba hidráulica que fornece potência à direção. Oferece também o Programa de Multi-Velocidade, um sistema que permite a seleção de cinco faixas de velocidade e faz o controle automático dessas velocidades em diferentes condições. Os motores Caterpillar da Série C com tecnologia Acert que equipam todos os novos produtos são mais potentes e atendem às mais exigentes normas reguladoras de emissões dos Estados Unidos e da União Européia.

Fonte:

0

Leilão de rodovias federais: OHL é a grande vencedora

O grupo espanhol OHL Concessiones foi o grande vencedor do leilão de concessão à iniciativa privada dos sete novos lotes de rodovias federais, realizado ontem, dia 9 de outubro, na Bolsa de Valores de São Paulo. A OHL Brasil, subsidiária do grupo OHL (Obrascon Huarte Lain) arrematou nada menos que cinco trechos, que somam 2.078 quilômetros, passando a ser, em extensão, a maior empresa concessionária de rodovias do País. Outra empresa espanhola, Acciona do Brasil, arrematou um trecho de 200,4 km da BR-393, e o consórcio brasileiro BRVias, integrado pela família Constantino, dona da Gol Linhas Aéreas, ficou com um trecho da BR-153, de 321,6 km. (ver tabela baixo com lotes e empresas vencedoras). As concessões serão por um período de 25 anos, renováveis. Foram considerados vencedores os grupos que se comprometeram a cobrar os menores valores pelo pedágio. Animada com o resultado do leilão, a OHL quer mais. De acordo com Cláudio Carvalho, coordenador de Comunicação da OHL Brasil, a empresa já se prepara para o processo de concessão à iniciativa privada de cinco novos lotes de rodovias no estado de São Paulo, anunciado pela Secretaria de Transportes do Estado. LEILÃO DE RODOVIAS FEDERAIS – QUEM VENCEU

Fonte:

0

Homolagação da Peveduto na AES-Eletropaulo

A Peveduto tornou-se fornecedora homologada pela concessionária de energia AES Eletropaulo. Essa homolagação é resultado dos compromissos da empresa com o crescimento e com a qualidade dos serviços prestados aos clientes. A Pevesol e a Peveduto são empresas alinhadas com diretrizes que valorizam o crescimento com qualidade.

Fonte:

0

Íntegra da NR 18

A SECRETÁRIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO e o DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, no uso de suas atribuições legais, tendo em vista o disposto no artigo 200 da Consolidação das Leis do Trabalho e no artigo 2º da Portaria nº 3.214, de 08 de junho de 1978, RESOLVEM: Art. 1º – Aprovar o Anexo I – Plataformas de Trabalho Aéreo – da Norma Regulamentadora nº 18 (NR 18), com redação da Portaria nº 4, de 04/04/1995, nos termos do Anexo desta Portaria. Art. 2º – O item 18.14.19 da NR 18 passa a vigorar com a seguinte redação: 18.14.19 É proibido o transporte de pessoas por equipamento de guindar não projetado para este fim. Art. 3º – Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação. RUTH BEATRIZ VASCONCELOS VILELA Secretária de Inspeção do Trabalho RINALDO MARINHO COSTA LIMA Diretor do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho ANEXO PLATAFORMAS DE TRABALHO AÉREO 1- Definição 1.1 – Plataforma de Trabalho Aéreo – PTA é o equipamento móvel, autopropelido ou não, dotado de uma estação de trabalho (cesto ou plataforma) e sustentado em sua base por haste metálica (lança) ou tesoura, capaz de erguer-se para atingir ponto ou local de trabalho elevado. 2 – Requisitos Mínimos de Segurança 2.1 – A PTA deve atender às especificações técnicas do fabricante quanto a aplicação, operação, manutenção e inspeções periódicas. 2.2 – O equipamento deve ser dotado de: a) dispositivos de segurança que garantam seu perfeito nivelamento no ponto de trabalho, conforme especificação do fabricante; b) alça de apoio interno; c) guarda-corpo que atenda às especificações do fabricante ou, na falta destas, ao disposto no item 18.13.5 da NR-18; d) painel de comando com botão de parada de emergência; e) dispositivo de emergência que possibilite baixar o trabalhador e a plataforma até o solo em caso de pane elétrica, hidráulica ou mecânica; f) sistema sonoro automático de sinalização acionado durante a subida e a descida. 2.2.1 – É proibido o uso de cordas, cabos, correntes ou qualquer outro material flexível em substituição ao guarda-corpo. 2.3 – A PTA deve possuir proteção contra choques elétricos, por meio de: a)cabos de alimentação de dupla isolação; b)plugs e tomadas blindadas; c)aterramento elétrico; d)Dispositivo Diferencial Residual (DDR). 3 – Operação 3.1 – Os manuais de operação e manutenção da PTA devem ser redigidos em língua portuguesa e estar à disposição no canteiro de obras ou frentes de trabalho. 3.2 – É responsabilidade do usuário conduzir sua equipe de operação e supervisionar o trabalho, a fim de garantir a operação segura da PTA. 3.3 – Cabe ao operador, previamente capacitado pelo empregador na forma do item 5 deste Anexo, realizar a inspeção diária do local de trabalho no qual será utilizada a PTA. 3.4 – Antes do uso diário ou no início de cada turno devem ser realizados inspeção visual e teste funcional na PTA, verificando-se o perfeito ajuste e funcionamento dos seguintes itens: a) Controles de operação e de emergência; b) Dispositivos de segurança do equipamento; c) Dispositivos de proteção individual, incluindo proteção contra quedas; d) Sistemas de ar, hidráulico e de combustível; e) Painéis, cabos e chicotes elétricos; f) Pneus e rodas; g) Placas, sinais de aviso e de controle; h) Estabilizadores, eixos expansíveis e estrutura em geral; i) Demais itens especificados pelo fabricante. 3.4.1 – A inspeção visual deve contemplar a correta fixação de todas as peças. 3.4.2 – É responsabilidade do usuário fornecer ao operador responsável o manual de procedimentos para a rotina de verificação diária. 3.5 – Antes e durante a movimentação da PTA, o operador deve manter: a) visão clara do caminho a ser percorrido; b) distância segura de obstáculos, depressões, rampas e outros fatores de risco, conforme especificado em projeto ou ordem de serviço; c) distância mínima de obstáculos aéreos, conforme especificado em projeto ou ordem de serviço. 3.5.1 – O operador deve limitar a velocidade de deslocamento da PTA, observando as condições da superfície, o trânsito, a visibilidade, a existência de declives, a localização da equipe e outros fatores de risco de acidente. 3.5.2 – A PTA não pode ser deslocada em rampas com inclinações superiores à especificada pelo fabricante. 3.6 – Quando houver outros equipamentos móveis ou veículos no local, devem ser tomadas precauções especiais, especificadas em projeto ou ordem de serviço. 3.7. A PTA não deve ser posicionada junto a qualquer outro objeto que tenha por finalidade lhe dar equilíbrio. 3.8 – O equipamento deve estar afastado das redes elétricas de acordo com o manual do fabricante ou estar isolado conforme as normas específicas da concessionária de energia local, obedecendo ao disposto na NR-10. 3.9 – A área de operação da PTA deve ser delimitada e sinalizada, de forma a impedir a circulação de trabalhadores. 3.10 – A PTA não deve ser operada quando posicionada sobre caminhões, trailers, carros, veículos flutuantes, estradas de ferro, andaimes ou outros veículos, vias e equipamentos similares, a menos que tenha sido projetada para este fim. 3.11 – Antes da utilização da PTA, o operador deve certificar-se de que: a) estabilizadores, eixos expansíveis ou outros meios de manter a estabilidade estejam sendo utilizados conforme as recomendações do fabricante; b) a carga e sua distribuição na estação de trabalho, ou sobre qualquer extensão da plataforma, estejam em conformidade com a capacidade nominal determinada pelo fabricante para a configuração específica; c) todas as pessoas que estiverem trabalhando no equipamento utilizem dispositivos de proteção contra quedas e outros riscos. 3.11.1 – Todas as situações de mau funcionamento e os problemas identificados devem ser corrigidos antes de se colocar o equipamento em funcionamento, devendo o fato ser analisado e registrado em documento específico, de acordo com o item 18.22.11 da NR-18. 3.12 – Durante o uso da PTA, o operador deve verificar a área de operação do equipamento, a fim de certificar-se de que: a) a superfície de operação esteja de acordo com as condições especificadas pelo fabricante e projeto; b) os obstáculos aéreos tenham sido removidos ou estejam a uma distância adequada, de acordo com o projeto; c) as distâncias para aproximação segura das linhas de força energizadas e seus componentes sejam respeitadas, de acordo com o projeto; d) inexistam condições climáticas que indiquem a paralisação das atividades; e) estejam presentes no local somente as pessoas autorizadas; f) não existam riscos adicionais de acidentes. 3.13 – Todos os trabalhadores na PTA devem utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista ligado ao guarda-corpo do equipamento ou a outro dispositivo específico previsto pelo fabricante. 3.14 – A capacidade nominal de carga definida pelo fabricante não pode ser ultrapassada em nenhuma hipótese. 3.15 – Qualquer alteração no funcionamento da PTA deve ser relatada e reparada antes de se prosseguir com seu uso. 3.16 – O operador deve assegurar-se de que não haja pessoas ou equipamentos nas áreas adjacentes à PTA, antes de baixar a estação de trabalho. 3.17 – Quando fora de serviço, a PTA deve permanecer recolhida em sua base, desligada e protegida contra acionamento não autorizado. 3.18 – As baterias devem ser recarregadas em área ventilada, onde não haja risco de fogo ou explosão. 4. Manutenção 4.1 – É responsabilidade do proprietário manter um programa de manutenção preventiva de acordo com as recomendações do fabricante e com o ambiente de uso do equipamento, contemplando, no mínimo: a)verificação de: a1. funções e controles de velocidade, descanso e limites de funcionamento; a2. controles inferiores e superiores; a3. rede e mecanismos de cabos; a4. dispositivos de segurança e emergência; a5. placas, sinais de aviso e controles; b)ajuste e substituição de peças gastas ou danificadas; c)lubrificação de partes móveis; d)inspeção dos elementos do filtro, óleo hidráulico, óleo do motor e de refrigeração; e)inspeção visual dos componentes estruturais e de outros componentes críticos, tais como elementos de fixação e dispositivos de travamento. 4.1.1 – O programa deve ser supervisionado por profissional legalmente habilitado. 4.2 – A manutenção deve ser efetuada por pessoa com qualificação específica para a marca e modelo do equipamento. 4.3 – Os equipamentos que não forem utilizados por um período superior a três meses devem ser submetidos à manutenção antes do retorno à operação. 4.4 – Quando identificadas falhas que coloquem em risco a operação, a PTA deve ser removida de serviço imediatamente até que o reparo necessário seja efetuado. 4.5 – O proprietário da PTA deve conservar, por um período de cinco anos, a seguinte documentação: a) registros de manutenção, contendo: a1. datas; a2. deficiências encontradas; a3. ação corretiva recomendada; a4. identificação dos responsáveis; b) registros de todos os reparos realizados, contendo: b1. a data em que foi realizado cada reparo; b2. a descrição do trabalho realizado; b3. identificação dos responsáveis pelo reparo; b4. identificação dos responsáveis pela liberação para uso. 5. Capacitação 5.1 – O operador deve ser capacitado de acordo com o item 18.22.1 da NR-18 e ser treinado no modelo de PTA a ser utilizado, ou em um similar, no seu próprio local de trabalho. 5.2 – A capacitação deve contemplar o conteúdo programático estabelecido pelo fabricante, abordando, no mínimo, os princípios básicos de segurança, inspeção e operação, de forma compatível com o equipamento a ser utilizado e com o ambiente esperado. 5.2.1 – A comprovação da capacitação deve ser feita por meio de certificado. 5.3 – Cabe ao usuário: a) capacitar sua equipe para a inspeção e a manutenção da PTA, de acordo com as recomendações do fabricante; b) conservar os registros dos operadores treinados em cada modelo de PTA por um período de cinco anos; c) orientar os trabalhadores quanto ao uso, carregamento e posicionamento dos materiais na estação de trabalho da PTA. 5.4 – O usuário deve impedir a operação da PTA por trabalhador não capacitado. 6. Disposições Finais 6.1 – Este Anexo não se aplica às PTA para serviços em instalações elétricas energizadas. 6.2 – Os projetos, especificações técnicas e manuais de operação e serviço dos equipamentos importados devem atender ao previsto nas normas técnicas vigentes no país. 6.3. Cabe ao usuário determinar a classificação de perigo de qualquer atmosfera ou localização de acordo com a norma ANSI/NFPA 505 e outras correlatas 6.3.1. Para operação em locais perigosos, o equipamento deve atender ao disposto na norma ANSI/NFPA 505 e outras correlatas. 6.4 – A PTA deve ser inspecionada e revisada segundo as exigências do fabricante antes de cada entrega por venda, arrendamento ou locação. 6.5 – As instruções de operação do fabricante e a capacitação requerida devem ser fornecidas em cada entrega, seja por venda, arrendamento ou locação. 6.6 – Os fornecedores devem manter cópia dos manuais de operação e manutenção. 6.6.1 – Os manuais de operação e manutenção são considerados parte integrante do equipamento, devendo ser fornecidos em qualquer locação, arrendamento ou venda e ser mantidos no local de uso do equipamento. 6.7 – Os avisos contendo informações de segurança devem ser redigidos em língua portuguesa. 6.8. – É vedado: a) o uso de pranchas, escadas e outros dispositivos que visem atingir maior altura ou distância sobre a PTA; b) a utilização da PTA como guindaste; c) a realização de qualquer trabalho sob condições climáticas que exponham trabalhadores a riscos; d) a operação de equipamento em situações que contrariem as especificações do fabricante quanto a velocidade do ar, inclinação da plataforma em relação ao solo e proximidade a redes de energia elétrica; d) o uso da PTA para o transporte de trabalhadores e materiais não relacionados aos serviços em execução. GLOSSÁRIO Autopropulsão Capacidade de locomoção por meio de fonte de energia e motor próprios. Eixo expansível Eixo provido de rodízios ou esteiras nas extremidades, que permitem sua expansão, com o objetivo de proporcionar estabilidade a um equipamento ou veículo. Estabilizador Barra extensível dotada de mecanismo hidráulico, mecânico ou elétrico fixado na estrutura de um equipamento para impedir sua inclinação ou tombamento. Também conhecido por patola. Botão de parada de emergência Botão elétrico ou mecânico, localizado em ponto estratégico, que permite interromper o funcionamento de um equipamento em situação de perigo iminente. Capacidade nominal de carga Carga máxima admitida para a operação de um equipamento. Área de operação da PTA Espaço que compreende a área onde está instalada a base da PTA, incluindo os estabilizadores, acrescida da área sob a lança e a estação de trabalho em todas as posições necessárias à operação. Distância mínima Distância de segurança necessária para evitar o contato de qualquer parte de um equipamento com outras estruturas. Nivelamento Posicionamento de um equipamento em um plano horizontal. Fornecedor de PTA Aquele que desenvolve atividade de produção, montagem, importação, distribuição ou comercialização de PTA. Proprietário da PTA Aquele que detém o direito de uso, gozo, fruição e disposição do equipamento, por aquisição originária ou derivada. Locador de PTA Aquele que se obriga a ceder, por período determinado ou não, o uso e gozo do equipamento, a outro, mediante retribuição. Usuário da PTA Aquele que detém a responsabilidade sobre a utilização do equipamento.

Fonte:

0
Page 632 of 635 «...600610620630631632633634...»
Optimization WordPress Plugins & Solutions by W3 EDGE