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NR-18 normatiza o uso de plataformas

Foi publicada no Diário Oficial da União, em sua edição de 04/07/2007, a aprovação do anexo 1 da Norma Regulamentadora nº 18 do Ministério do Trabalho, que regulamenta o uso das plataformas de trabalho aéreo no Brasil. Trata-se de um manual de normas técnicas que estabelece os parâmetros de segurança desse tipo de equipamento e especifica os responsáveis por todos os procedimentos de manutenção e operação. A NR-18, em seu artigo 2º, é bastante clara: “É proibido o transporte de pessoas por equipamento de guindar não projetado para este fim”. Este é um importante avanço para o mercado, pois a partir de agora ficou claro que não há mais espaço para improvisações nas obras. Só poderão ser utilizados equipamentos apropriados, dotados de dispositivos de segurança que garantam uma operação segura e eficiente. Segundo a norma, cabe ao operador da plataforma, devidamente capacitado pelo empregador, realizar todos os procedimentos de inspeção e manutenção do equipamento, certificando-se do perfeito ajuste e funcionamento de todos os seus sistemas. Toda a operação da plataforma, desde sua velocidade de deslocamento até a sinalização da área de trabalho, está minuciosamente descrita na NR-18. Ela é clara quanto à obrigatoriedade do uso de cintos de segurança e proíbe que a capacidade nominal de carga definida pelo fabricante seja ultrapassada. A norma exige que o proprietário da plataforma mantenha um programa de manutenção preventiva, executado por pessoa qualificada e que siga as recomendações do fabricante. Além disso, o operador também deve ser treinado, de acordo com o conteúdo programático estabelecido pelo fabricante, sobre os princípios básicos de segurança, inspeção e operação. A NR-18 certamente impulsionará o mercado brasileiro, e contribuirá para que todas as operações sejam realizadas com muito mais segurança e responsabilidade. Para mais informações acesse: www.terexla.com www.jlg.com www.haulotte.com

Fonte: Estadão

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Mills Rental muda razão social

Ao completar 10 anos a Mills Rental – empresa que atua no mercado nacional em locação de plataformas aéreas, manipuladores telescópicos de carga e locação de geradores de energia – muda sua razão social para Solaris Equipamentos e Serviços. A alteração estava prevista há quatro anos, quando a Mills do Brasil vendeu sua participação para a Sullair Argentina, empresa líder em locação de equipamentos, no país vizinho. Com faturamento de US$ 24 milhões em 2006 e previsão de US$ 35 milhões em 2007, um crescimento de 45%, a Solaris mantém o seu quadro dirigente, o mesmo desde a fundação, em 1997. A mudança do nome sinaliza uma série de inovações: novo site (www.solarisbrasil.com.br), serviço de teleatendimento 0800, implantação do Sistema de Gerenciamento de Relacionamento com os Clientes (CRM) e início do processo de certificações ISO 9001, 14001, 18001. Este ano a empresa está investindo US$ 17 milhões em 180 novas plataformas, 20 manipuladores e 23MW de potência em geradores que serão somados ao parque atual cerca de mil máquinas. Segundo o presidente da Solaris, Ramon Vazquez, as plataformas aéreas de trabalho, um dos produtos da empresa, ainda são pouco conhecidas no Brasil, embora seu uso intensivo seja uma tendência mundial. A plataforma aérea de trabalho é um produto que substitui andaimes, oferecendo segurança, produtividade e agilidade nos serviços em altura para manutenção industrial, recuperação estrutural, instalações elétricas, pintura, montagem de estruturas etc. A plataforma de maior alcance chega a 43 metros de altura, podendo carregar até três pessoas. Já os manipuladores de carga substituem, durante a construção, o elevador, a grua, o guindaste, o caminhão munk, a empilhadeira e a pá carregadeira.

Fonte: Estadão

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Mostra de casas populares

Uma casa popular construída na Expo Construção Bahia tem quarto, sala, cozinha e banheiro, numa área de 25m2. O sistema utilizado foi o steel phrame, que consiste de perfis de aço estrutural, cujo lado interno tem revestimento em dry wall e o lado externo, em placa cimentícia. A casa demorou 12 horas para ser construída, mas esse tempo mínimo pode chegar a 8 horas. Nesse ritmo, seria possível construir 1 milhão de casas por ano, solucionando o déficit habitacional brasileiro. Apesar disso, o sistema só é utilizado para residenciais de alto padrão. De acordo com Roberto Monay, engenheiro idealizador do projeto, o sistema steel phrame se tornará viável quando ele for homologado pela Caixa Econômica. “O custo ainda é alto. Precisamos acordar para isso. Afinal, é uma solução para o problema da habitação popular”, pontua ele. O objetivo de construir a casa dentro da Expo Construção Bahia é, justamente, o de mostrar uma tecnologia de ponta como solução rápida para um dos maiores problemas brasileiros. Além da velocidade construtiva, o sistema steel phrame tem outras características, como a versatilidade e o fato de não deixar resíduos, sendo responsável ecologicamente. A solução habitacional acaba ensejando outras soluções internas mais econômicas para o usuário final, como o papel de parede biológico e o sistema PEX de encanamento, que substitui canos sem precisar quebrar paredes. Isso tudo também é possível acompanhar na casa modelo montada na Expo Construção Bahia. De acordo com a Associação Drywall no Brasil, a venda de placas de gesso vem aumentando 400% a cada ano, mas o País ainda está muito atrasado quando comparado a outros. No Japão, 85% da construção imobiliária já é feita em drywall. Outro exemplo é o do México, que veio para o Brasil aprender o que é o BNH e, no entanto, através do uso do drywall, já está conseguindo resolver boa parte do seu déficit, que era maior do que o brasileiro. Na América Latina, o Brasil é o país que menos utiliza o drywall. Custo atual: R$ 12 mil Curiosidade O sistema steel phrame nasceu nos Estados Unidos, durante o período do pós-guerra, para suprir a falta de moradia. Hoje, também nos Estados Unidos, existem museus da construção, que mostram blocos e cimento – algo que, para eles, já faz parte do passado, enquanto para o Brasil ainda é a realidade. Casa de gesso Uma outra casa popular construída na Expo Construção Bahia é a de gesso. Em apenas uma semana, uma casa pronta e de qualidade pode ser entregue com segurança, desenvolvida de acordo com a elaboração do projeto arquitetônico. As paredes externas são construídas com placas cimentícias, estruturadas em aço galvanizado de alta resistência. As paredes internas são de drywall, com espessuras variadas que proporcionam maior conforto térmico e acústico, além de serem contra incêndio. Para os fabricantes da casa de gesso, construir a seco significa ter uma obra limpa, rápida, dinâmica e com maior custo benefício. A preocupação ecológica também é fator importante, e aparece na reciclagem dos produtos e na economia de água. Custo atual: R$ 7 mil

Fonte: Estadão

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Equipo MultiConstrução

Iniciou dia 11 de setembro, em Sorocaba, a Equipo MultiConstrução, evento de demonstrações de máquinas ao vivo em condições reais de operação. A solenidade de abertura contou com a presença de autoridades e dos organizadores.

Fonte: Estadão

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500 Grandes – Por um Projeto de Nação

Cerca de 600 pessoas, dentre as quais os principais líderes setoriais da Engenharia e da Construção do País, participaram, na noite de 7 de agosto, no Clube Monte Líbano, em São Paulo, de um dos eventos mais esperados do ano para o setor: a divulgação do Ranking da Engenharia Brasileira, edição 2007, elaborada com exclusividade pela Revista O Empreiteiro, com a diplomação das empresas que mais se destacaram nos seus segmentos, no ano passado. Paralelamente à premiação, aconteceu o lançamento da edição especial 500 Grandes da Construção. O ranking foi elaborado com base na pesquisa realizada todos os anos, que revelou um crescimento de 17,36% na receita bruta consolidada de 2006tomando como referência as 190 maiores empresas dos quatro segmentos da engenharia, construção, projeto e consultoria, montagem industrial e serviços especiais de engenharia, cujas receitas, somadas, alcançaram o patamar de R$ 33 bilhões. O crescimento obtido deveu-se, sobretudo, aos clientes privados, com atuação nos pólos da mineração, metalurgia e siderurgia, nos agronegócios, papel e celulose, petroquímica; às obras desenvolvidas por governos estaduais e ao programa de investimentos da Petrobras nas áreas de petróleo e gás. Setor luta por mais espaço Mais do que uma noite de comemoração, o evento foi uma oportunidade para a reflexão sobre a realidade do setor que, devido à falta de um projeto claro de desenvolvimento para a Nação, tem alcançado taxas de crescimento bem abaixo do seu potencial. Levantamento realizado pela O Empreiteiro mostra que a Engenharia e a Construção cresceram apenas 55% nos últimos 12 anos, considerando o período 2006-1995, atravessando três períodos de governo. De acordo com Joseph Young, diretor editorial da O Empreiteiro, em seu discurso de abertura da solenidade, o tema tem se tornado recorrente. “Parece um círculo vicioso. Mas não há como deixar de voltar, sistematicamente, ao tema comum, que é uma reivindicação de todos: o crescimento do País.” Para ele, as empresas de Engenharia e da Construção, nos últimos 25 anos, vêm sofrendo as conseqüências da falta de um planejamento de longo prazo, consolidado em um projeto de Nação. O crescimento de 17,36% em 2006 é um indício positivo, mas que nos remete à constatação de que, considerando o período dos últimos 12 anos, o crescimento do conjunto das empresas do setor continua muito aquém daquele que poderia ter sido, se o País tivesse um Projeto de Nação e viesse cuidando de suas estradas, projetos energéticos, portos, hidrovias e de outras áreas vitais de sua infra-estrutura. Cresceu apenas 55% naquele período, numa média medíocre de 4,75%ao ano, em um País onde tudo está para ser construído”, lamentou o editor. Ele lembrou que, não fossem as iniciativas de alguns governos estaduais, da iniciativa privada – sobretudo nos pólos da mineração, metarlurgia, siderurgia e as fronteiras abertas com os agronegócios, petroquímica, papel e celulose – e a Petrobras, com seus programas de petróleo e gás, o setor não estaria saindo do lugar. “E talvez até nem soubéssemos para onde ir”, alertou Young. Ele conclamou os líderes setoriais presentes ao encontro a se articularem, para evitar que cheguemos a 2022, ano do Bicentenário da Independência, sem um Projeto de Nação. Falando ao final da cerimônia, Luiz Fernando dos Santos Reis, presidente do Sindicato Nacional da Construção Pesada (Sinicon), corroborou os números do ranking e salientou que o governo insiste em dizer que quer fazer. Contudo, acaba não fazendo, o que, em seu entender, caracteriza a falta de planejamento e de gestão da atual administração do País. Representando todas as entidades representativas do setor, presentes ao evento, Luiz Fernando entregou a Joseph Young uma placa comemorativa em homenagem aos 45 anos da revista O Empreiteiro, celebrados também naquela noite. O dirigente destacou “o importante trabalho que a publicação vem realizando em prol do setor, como fórum de discussão das suas necessidades e seu esforço pelo desenvolvimento”. As melhores do ano Dentre as empresas que mais se destacaram em 2006, no segmento da Construção, foram agraciadas a Construtora Norberto Odebrecht S.A; Construtora Andrade Gutierrez S.A.; WTorre Engenharia e Construção S.A; Schahin Engenharia S.A. Galvão Engenharia S.A; Via Engenharia S.A.; Norcon – Sociedade Nordestina de Construção S.A; Planar S.A. Engenharia e Equipamentos; Serpal Engenharia Construtora Ltda; Método Engenharia Ltda e Oriente Construção Civil Ltda Já na área de Montagem Mecânica e Elétrica as escolhidas foram a UTC Engenharia S.A.; Tomé Engenharia e Transportes Ltda; IESA Óleo & Gás S.A; Daltec Construções e Montagens Industriais Ltda; e Milplan Engenharia, Construção e Montagem Ltda A Engevix Engenharia S.A; Tecnosolo S.A; Cobrape – Cia. Brasileira de Projetos e Empreendimentos; PCE Projetos de Consultorias e Engenharia Ltda e a Time Now Engenharia S.A. foram escolhidas as melhores no segmento de Projetos e Consultoria. E na área de Serviços Especiais de Engenharia foram destacadas a Metasa S.A. – Indústria Metalúrgica; Mills do Brasil e Fundsolo Serviços Geotécnicos e Fundações Ltda A organização do evento abriu espaço para destacar os programas de interesse comunitário desenvolvidos pelas entidades de engenharia. Este ano, foi homenageado o Projeto Ampliar do SECOVI, de São Paulo, representado pela sua presidente, Maria Helena Mauad. Também recebeu o reconhecimento dos presentes o engenheiro Sérgio Palazzo, que há 40 anos vem batalhando para difundir a tecnologia do Método Não-Destrutivo para as travessias subterrâneas.

Fonte: Estadão

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O estado da arte do setor em Sorocaba

Apresentar ao mercado a evolução e os aperfeiçoamentos em máquinas, equipamentos e materiais adotados nos segmentos da Construção, Montagem e Manutenção Industrial e de Infra-estrutura Urbana. Este é o foco da Equipo MultiConstrução, edição 2007 do maior evento de demonstração ao vivo dedicado ao mercado de Construção no País. Promovido e organizado pela Lithos Editora, que publica as revistas O Empreiteiro e Minérios & Minerales, o evento acontecerá de 11 a 14 de setembro, no Distrito Industrial de Sorocaba (SP). Durante quatro dias, profissionais das diversas áreas da Construção, Montagem e Manutenção Industrial poderão encontrar o que há de mais moderno em tecnologias da estrutura metálica e dos pré-moldados; coberturas para grandes vãos; pisos industriais, pré-fabricação de tubulação, redes de utilidades, uso de plataformas aéreas e guindastes etc. Já os que militam no segmento de Infra-estrutura Urbana, terão acesso às novidades nas áreas de manutenção viária, drenagem, saneamento, habitações, resíduos sólidos, e técnicas de perfuração não-destrutiva, entre outras. O evento também será uma vitrine para as inovações em Tecnologia da Informação. Serão exibidas as novidades do mercado em tecnologia wireless para a transmissão de dados, imagens e voz, aplicadas ao gerenciamento de projetos e obras. Localização estratégica Expositores e público contarão com 40 mil m2 de área total, na Rua 28 de Outubro, bairro Éden (ao lado do Fórum de Sorocaba), com áreas para demonstração, espaços para palestras técnicas e circuito off-road para testes de utilitários e veículos com tração 4×4. A localização de Sorocaba é estratégica: situada a 120 km de São Paulo e Campinas, a cidade fica perto dos aeroportos de Congonhas, Guarulhos e Viracopos. Daniel de Jesus Leite, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico de Sorocaba e diretor regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP), lembra que a cidade é o quarto maior pólo de desenvolvimento de São Paulo e a oitava cidade do País em Índice Potencial de Desenvolvimento, cujo PIB vem crescendo a uma média de 5.6%, nos últimos quatro anos, bem acima da média nacional. “Nosso Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é comparável ao de vários países da Europa”, orgulha-se o secretário. Segundo ele, a Equipo MultiConstrução 2007 fomentará a vocação da cidade para se tornar um pólo de grandes congressos, feiras e eventos do setor da construção pesada. Além disso, a escolha da cidade como base para a versão 2007 da Equipo poderá ter bons reflexos sobre o volume de negócios a serem fechados durante o evento. “Somos hoje um importante centro industrial, que reúne mais de 1.800 indústrias, com grande poder de captação de novas tecnologias e equipamentos”, salienta. Para Adilson Cesar Justo, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon), regional de Sorocaba, a realização do evento na cidade dará grande impulso às empresas do setor, com base na região. “A construção civil ainda é uma das poucas atividades econômicas no país que absorve contingente de mão-de-obra não qualificada e tem grande potencial para absorver tecnologias de industrialização. Eventos como a Equipo nos aproximam dos novos equipamentos e novas tecnologias, acelerando esse processo de industrialização e especialização do setor, o que é, na verdade, a sua evolução natural”. Ele observa ainda que a indústria da construção industrial encontra-se em fase de expansão e aprimoramento acelerados em Sorocaba, e ganha novo fôlego com a Equipo MultiConstrução 2007. “A cidade de São Paulo já cresceu o que era possível, nessa área, chegando ao seu limite. Está na hora de descentralizar esse desenvolvimento, levando-o às regiões vizinhas. Nesse contexto, Sorocaba tem muito que crescer”, conclui o dirigente sindical. Público qualificado Para este ano, a expectativa é de comparecimento de cerca de 10 mil pessoas – uma média de 2,5 mil por dia – um público altamente qualificado, em sua maioria, composto por empresários, engenheiros e outros profissionais dos segmentos de Construção e Engenharia, das 10 mil industrias localizadas no Estado de S.Paulo e as maiores industrias brasileiras, empresas que prestam serviços ao setor , fabricantes e distribuidores de equipamentos, máquinas e sistemas para construção, e outros formadores de opinião. Esse público mobilizado mediante mala direta de 100 mil convites, campanhas de outdoors e radio, é formado majoritariamente por representantes do setor da construção (45%), seguidos por profissionais da indústria (40%), fabricantes (10%) e de outros setores (5%). Na edição de 2006, a Equipo recebeu mais de 9,4 mil visitantes e gerou aproximadamente R$ 260 milhões em negócios. Renovação constante A Equipo a cada ano se renova e se amplia. No ano passado o evento, batizado de Equipo Mining, foi realizado em Ouro Preto (MG), e teve como foco os segmentos de mineração e tratamento mineral. Agora, sem quebrar a tradição de ser o maior evento de demonstração ao vivo de máquinas e equipamentos do País, consolidada desde a primeira edição, em 1999, a Equipo se reinventa, adotando como enfoque as diversas vertentes da construção. A oitava edição da Equipo MultiConstrução tem o apoio da Prefeitura de Sorocaba, da Diretoria Regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp-Sorocaba), do Sindicato das Indústrias da Construção Civil (SindusCon-SP), e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Também apóiam o evento a Associação Brasileira da Construção Metálica (ABCEM), o Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon), a Associação Brasileira de Tecnologia Não Destrutiva (Abratt) e a Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet (Assespro).

Fonte: Estadão

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Primeiro pólo alcoolquímico do mundo

A Dow Chemical Company (Dow) e a Crystalsev assinaram um memorando de entendimento visando a criação de uma joint venture que deverá resultar na criação do primeiro pólo alcoolquímico integrado do mundo. A unidade terá capacidade inicial de produção de 350 mil toneladas/ano de polietileno a base de etanol obtido a partir da cana-de-açúcar. A joint venture vai unir a expertise da Dow em tecnologia e na produção de polietileno, mercado em que é líder global e na América Latina, e o know-how da Crystalsev na indústria sucroalcooleira, visando desenvolver matérias-primas para a produção de polímeros a partir do etanol. As duas empresas atuarão integradas em todo o processo, do plantio da cana até a fabricação e a comercialização do plástico. Ao substituir matérias-primas de fontes fósseis, como o gás natural e a nafta, o projeto reduz a dependência brasileira de nafta petroquímica importada, permitindo o futuro crescimento da demanda de polietileno e utilizando um recurso renovável. A execução desse projeto proporcionará captura de uma quantidade considerável de toneladas métricas de carbono. A parceria prevê ainda a criação de uma unidade de co-geração de energia elétrica. O Memorando estabelece prazo de um ano para estudo técnico-econômico de produção, obtenção de aprovações, diligências e aprovações corporativas usuais. As partes envolvidas estimam que a joint venture seja formada em 2008 e que o início da produção se dê a partir de 2011. O local para a instalação do pólo alcoolquímico será definido após a conclusão de estudos, que levarão em consideração a disponibilidade de terras agriculturáveis, aspectos ambientais e agrícolas, logística, proximidade de outras usinas e ainda a infra-estrutura da região.

Fonte: Estadão

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Gerenciamento reduz consumo 15%

O novo sistema de gerenciamento de combustível da carregadeira de rodas CAT 988H proporciona produtividade e economia de combustível de até 15 % no carregamento de caminhões – e até mais nas operações de carga e transporte. Ao diminuir o regime de giros do motor durante todo o ciclo, exceto no período de escavação, o sistema minimiza os impactos sobre a produtividade enquanto proporciona economia significativa de combustível. Ele já está disponível nas novas carregadeiras 988H e pode ser incorporado nas carregadeiras 988H já em operação no campo. Para maior flexibilidade, o sistema oferece três modos diferentes de operação: força total, regime equilibrado e economia máxima de combustível. O sistema permite ajustes rápidos para enfrentar demandas e mudanças de produção, acionando-se um simples interruptor montado na cabine. O modo força total mantém o desempenho tradicional do equipamento. O modo equilibrado oferece economia de combustível de 10 % a 15 % nas operações de carregamento de caminhões e mantém a produção dentro de uma pequena porcentagem abaixo do máximo. O modo economia máxima de combustível abaixa a velocidade do motor ainda mais durante todos os segmentos de um ciclo, exceto no de escavação. A 988H produz 475 HP líquidos (354 kW) e trabalha com uma carga operacional de 25.000 libras (11.340 kg). As caçambas para pedras e terra da 988H variam dentro de uma faixa de capacidade de 6,3 a 7 m3. A carregadeira é adequada para aplicações em pedreiras, terraplenagens de grande porte, manuseio de materiais em grandes volumes e pequenas operações de mineração.

Fonte: Estadão

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Acessos ao maior vulcão ativo da Europa são liberados

Durante o mês de julho, três equipamentos New Holland trabalharam a 3,3 mil m de altitude na boca do vulcão Etna, na Sicília, Itália. Eles abriram caminho entre camadas de lavas sedimentadas, que nos últimos anos cobriram os acessos do maior vulcão ativo da Europa. A estrada até o vulcão foi coberta por lava durante a última erupção de 2006. Trata-se de uma ligação que permite alcançar em poucos minutos as duas vertentes do Etna, sendo a única via de escape para quem faz o monitoramento do vulcão.
Duas escavadeiras – E485 e E215B – e uma pá-carregadeira W190B trabalharam em uma atmosfera quase lunar. A E485 foi utilizada para as operações de terraplanagem, enquanto que a E215B atuou nas obras de acabamento e eliminação dos detritos presentes sobre as rochas. Nivelar as pistas de esqui existentes no local e levar o material de acabamento a 2.500 m de altitude foi o trabalho da W190B. O empreendimento faz parte de um importante projeto que a New Holland iniciou no fim de junho em colaboração com o “Ente Parco”, órgão que administra o parque e o teleférico do Etna.

Fonte: Estadão

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