Estruturar as operações para voltar a crescer é a prioridade na construção

Levantamento realizado com mais de 3.000 profissionais e empresários da construção revela desejo de recuperação por meio de organização e gestão.

Colocar a casa em ordem. Esse é o anseio de 52,05% das empresas da construção civil, que estão estruturando as próprias operações, organizando os negócios e realizando um rearranjo das obras em andamento para voltar a crescer.

Essa foi uma das conclusões do levantamento realizado no mês de maio pelo Sienge, plataforma desenvolvida para atender às necessidades de gestão e operações das empresas que atuam no segmento de construção civil. O estudo contou com a participação de mais de 3.000 profissionais e empresários do setor, que atuam em construtoras, incorporadoras e escritórios de engenharia e arquitetura.

O levantamento mostrou, ainda, que também estão entre as maiores preocupações dos players do setor a redução de custos (30,80%) e o aumento nas vendas (15,39%). Outro indicador importante diz respeito ao uso de tecnologia da informação: 74,15% dos respondentes ainda contam com planilhas para gerenciar o negócio, enquanto uma pequena parcela de 16,74% utiliza algum tipo de software de gestão para estruturar suas operações.

“As conclusões do estudo realizado pelo Sienge demonstram que as empresas da construção estão preocupadas em organizar-se para voltar a crescer, no entanto, em sua maioria, ainda não contam com as ferramentas de gestão necessárias para isso”, explica Guilherme Quandt, gerente de Marketing do Sienge.

Ele ressalta que o atual momento, apontado pelo levantamento, pode resultar no aumento dos investimentos em tecnologia por parte de construtoras, incorporadoras e escritórios especializados.

“Atualmente, contar com uma solução que possibilite a gestão completa das obras, incluindo os aspectos financeiros, é fundamental para qualquer empresa que queira se manter competitiva no setor”, completa.

 

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