Mills: liderança do show business à construção pesada

Depois de obter, em 2006, crescimento de 21% sobre o ano anterior, no volume de seus negócios, o que se traduziu em receita bruta de R$ 175 milhões, a Mills do Brasil Estruturas e Serviços prepara-se para conseguir, ao longo de 2007, resultado ainda mais favorável, tendo em vista as expectativas geradas pelo Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) e pelo fato de o Rio de Janeiro, estado onde a empresa tem sua matriz, viver um momento de aquecimento da economia, com a execução de empreendimentos nos setores da indústria naval, petroquímico e siderúrgico. Se isso não bastasse, é o ano dos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, o que sem dúvida permitirá a captação de um grande número de contratos para a divisão de Eventos da Mills. A expectativa da empresa é de um crescimento, em 2007, da ordem de 25%, englobando suas três divisões: Construção, Manutenção e Montagem Industrial e Eventos. Especificamente na área de Construção, a empresa projeta um crescimento de 20%. Para fazer frente à demanda, a empresa pretende investir, até o final deste ano, cerca de R$ 20 milhões em equipamentos, como fôrmas metálicas para aplicação na construção de projetos de infra-estrutura e material para escoramento. Erik Wright Barstad, diretor da divisão de Construção, conta que para trazer ao Brasil o que há de mais moderno em tecnologia, a Mills constituiu parcerias internacionais com empresas líderes de mercado, como a Mills francesa e a GKN Kwikform inglesa, além da joint-venture no Brasil com a Aluma Systems Inc., do Canadá. Com o tempo, reestruturou-se, passando a atuar através de três subdivisões: Construção, com foco no fornecimento de andaimes, fôrmas e escoramentos; Eventos, voltada para infra-estruturas para entretenimento e lazer como palcos, arquibancadas, arenas esportivas, tendas e galpões; e Manutenção e Montagem, especializada em acessos, mão-de-obra e serviços de pintura industrial e isolamento térmico. “A separação em divisões foi um processo natural”, explica Ricardo Montalvão, diretor da divisão de Eventos.
Fonte: Estadão

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