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Sustentabilidade concreta aplicada em uma construção antiga

A pesquisa por novos materiais e a utilização de fontes renováveis na construção civil é constante, tanto entre os fabricantes dos insumos como também na utilização de novas técnicas de produção e aplicação.

Um exemplo de processo que já vem sendo realizado com muito sucesso, para a economia de materiais e de custos é o retrofit. Este termo de origem inglesa, que pode ser traduzido como reforma, na verdade ultrapassa este velho conceito, ao agregar o sentido de customização e redefinição de uso de ambientes ou do imóvel como um todo. Além de adequar o local à uma nova utilização, essa estratégia acrescenta valor, conforto, comodidade e melhoria das instalações como um todo, inclusive ampliando em muitos casos as possibilidades de um imóvel antigo.

Esta tendência em voga entre arquitetos e construtores, tem sido usada para atualizar espaços antigos, porém mantendo suas características próprias de identidade. Neste sentido o retrofit também colabora para o renascimento e a redescoberta da história que cada espaço carrega.

Além das novas possibilidades de uso para os imóveis antigos, outra vantagem que o retrofit oferece é o aumento da vida útil das construções, bem como a redução de seu custo de manutenção. Todo este conceito de sustentabilidade e inovação intrínsecos ao retrofit encontrou consonância com a Concresteel, fabricante de pisos e revestimentos em microconcreto de alto desempenho, que atendem as mais rigorosas normas do mercado de forma ecologicamente correta, com equipamentos de baixo consumo de CO², água de reuso e a otimização de seus insumos.

A Concresteel foi parceira em um importante processo de retrofit aplicado no espaço criado para estimular novas startups do Campus de Cowork de São Paulo (SP) da Google.O edifício de seis andares e mais de 2,6 mil m², era uma construção antiga, que utilizava matérias tradicionais e clássicos, como o granito acinzentado, que não condizia com a sua nova utilização como um espaço de estímulo à inovação da empresa símbolo de tecnologia.

O projeto deveria ter como pilares os conceitos de sustentabilidade, tecnologia e inovação, característicos da identidade do cliente. Era necessário substituir este material por outro que apresentasse um visual mais moderno, fosse sustentável, antiderrapante e de alta durabilidade e fácil manutenção. Partindo de uma estratégia inovadora de Logística Reversa, a Concresteel retirou todo o piso antigo, colocou dentro de caçambas e enviou para a sua fábrica, onde o material foi britado, os resíduos foram tratados e finalmente a partir daí reaproveitado como matéria-prima na fabricação de um novo piso de concreto, atendendo a demanda exigida pelo arquiteto responsável pelo projeto.

Os resultados para o cliente foram um aumento na sua pontuação para obtenção do selo verde conferido pelo Green Building Council, que valoriza o uso de práticas sustentáveis na construção e demais fases do empreendimento, graças ao reaproveitamento dos pisos e resíduos da obra, a redução de custos de produção e de manutenção, além de um material com um visual mais moderno.

Fonte: Revista O Empreiteiro

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