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Leilão de aeroportos reduz outorga para R$ 3 bilhões

O leilão de concessão dos aeroportos de Salvador (BA), Fortaleza (CE), Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS), marcado para 16 de março de 2017, teve o valor de outorga reduzido a pedido dos investidores, com pagamentos a vista de 25% e carência de 5 anos para iniciar o desembolso do restante, além da ausência da Infraero nas empresas concessionárias a serem formadas. Para esquentar mais esse setor, volta-se a falar da concessão do aeroporto de Congonhas (SP), de onde parte a Ponte Aérea Rio-São Paulo, o trajeto mais lucrativo em transporte aéreo.

Fonte: Redação OE

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Obras de modernização do aeroporto de Aracaju

A ampla linha de produtos Ammann estava presente na modernização do aeroporto de Aracaju, em Sergipe. Quatro equipamentos da marca suíça foram usados na reforma e ampliação da pista de pouso e decolagem do complexo aeroportuário. As melhorias, segundo a Infraero, possibilitaram que novos voos fossem incorporados às 20 viagens diárias. Os trabalhos foram iniciados em 2013 e encerrados no primeiro semestre de 2016.

O aeroporto de Aracaju é o único aeródromo público do Estado que recebe voos regulares. Distante 12 km do centro da cidade, o complexo tem movimento diário de cerca de 6 mil pessoas. De acordo com a empresa pública, que administra o aeródromo desde 1975, mais de 1 mil profissionais trabalham no local para atender principalmente executivos e turistas. Também se destacam as operações diárias de helicópteros, que fazem o transporte de funcionários às plataformas de petróleo no litoral de Sergipe e Alagoas.

As obras, realizadas pelo consórcio das empresas Alves Ribeiro Construtora e Conenge, contaram com investimento de R$ 64,2 milhões. Na primeira fase, segundo o diretor de equipamentos da Alves Ribeiro, Rui Sousa, foi refeita a camada asfáltica do sistema de pátio de aeronaves. “Houve melhorias na estrutura e fizemos o recapeamento de 3,5 mil m da pista”, descreve.

No processo de pavimentação, conforme Rui Sousa conta, foram usadas uma usina de asfalto Prime 140 da Ammann, para a produção de mistura asfáltica, uma vibroacabadora AFT500G e três rolos AV110X, AP240 e ARX26, da mesma marca, que executaram os trabalhos de compactação. “Tive conhecimento dos produtos Ammann na Europa. A usina de asfalto da Ammann é mais avançada que a da concorrência”, elogia o diretor de equipamentos.

Segundo ele, uma das principais vantagens da Prime 140 Ammann refere-se aos queimadores, que possibilitam a economia de energia. “O misturador permite uma boa textura, deixando o produto mais homogêneo”, afirma, citando que o maquinário atingiu satisfatoriamente a produção de 140 t de asfalto por hora. “Tanto a vibroacabadora quando os rolos compactadores atenderam perfeitamente as necessidades das obras. Não tivemos problemas técnicos com nenhum deles”, garante.

Obras tiveram auxílio de vibroacabadora

Fonte: Redação OE

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Alojamentos voltados ao conforto, higiene e segurança

A Domus presta serviços de alojamentos e hospedagens voltados ao mercado corporativo, especialmente para empresas de engenharia nos setores de montagem, construção civil e infraestrutura. Com sede em São Paulo (SP), tem atendimento nacional.

O diferencial da empresa está na preparação dos alojamentos e hospedagens de maneira personalizada para cada empreendimento, iniciando pela análise das necessidades específicas, passando pela montagem e preparação das instalações, culminando em uma gestão eficiente que proporciona conforto, higiene e segurança aos alojados.

A empresa foi responsável pelo alojamento no projeto de expansão da Samarco, conhecido como P4P, em Mariana (MG). Foram alojadas mais de 1.300 pessoas em uma cidade com perfil histórico e com escassez de estruturas para alojar. No total, mais de 80 repúblicas foram estabelecidas, em uma logística complexa. Com o projeto, foi obtido alto índice de satisfação, com a Domus sendo submetida a rigorosos e sistemáticos procedimentos de fiscalização durante o contrato.

Fonte: Redação OE

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A engenharia aplicada para solucionar conflitos

Os projetos atuais têm cada vez mais limitações de tempo e recursos, o que torna usual a realização de suas fases de forma concomitante. E é neste novo e dinâmico cenário que surge a pactuação de negócios por meio de instrumentos contratuais, os quais tentam especificar e impor um número imenso de regras aos acordos. Entretanto, é impossível prever-se tudo o que irá ocorrer no transcurso de um projeto. Situações inesperadas podem surgir durante a execução dos trabalhos, descaracterizando o negócio e causando, para uma das partes, um desequilíbrio que obriga a mesma a apresentar uma reivindicação (ou claim).

O mercado ainda não assimilou esse novo cenário, e as questões relacionadas à administração de contratos, que devem permear toda e qualquer atividade de engenharia, ficam em segundo e terceiros planos, contribuindo para o fracasso de muitos projetos. Nesse contexto, enquanto em países como Inglaterra e Estados Unidos os assuntos de desvios de contratos são tratados no dia a dia por engenheiros experientes, no Brasil esse tema ainda é abordado de forma amadora, e o profissional de engenharia focado na avaliação dos desvios de contrato e nas suas correções ainda não é participante comum nos empreendimentos.

A brasileira Hormigon tem estudado esse fenômeno no País. Para oferecer expertise nessa área, ela firmou aliança estratégica com a Navigant Consulting, empresa norte-americana com expertise global na engenharia aplicada à solução de conflitos.

A Hormigon foi fundada em 2003, e tem em seu currículo mais de 500 contratos de engenharia avaliados, no Brasil e no exterior, seja com foco preventivo ou corretivo. Do ponto de vista preventivo, a empresa acompanha empreendimentos desde seu início, com foco em assegurar que esses projetos sejam eficientemente geridos e tenham seus riscos controlados. As análises centram principalmente em indicadores econômicos do contrato (dados de proposta x reais), e na qualidade dos registros elaborados, essenciais em caso de reivindicações ou na defesa delas. Já no aspecto corretivo, a empresa avalia os desvios de contrato, e calcula os danos econômicos por meio de exercícios que possibilitam opiniões objetivas e sólidas a respeito de causas de atrasos, de perda de produtividade e de outros danos.

A experiência dos profissionais da Hormigon em ambientes de mediação, arbitragens e negociações de conflitos colaboram na formação de suas opiniões. Atualmente a empresa participa de arbitragens envolvendo engenharia, principalmente nos setores de mineração, siderurgia, energia, infraestrutura, imobiliário, óleo e gás e manutenção.

Fonte: Redação OE

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Aeródromos a serem concessionados devem receber R$ 6 bi em obras

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informa que o investimento estimado nos quatro aeroportos a serem concessionados neste segundo semestre deve chegar a R$ 6 bilhões. Boa parte do recurso terá que ser usado nos primeiros anos de concessão.

O Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre (RS), receberá investimentos de R$ 1,6 bilhão. Já o Aeroporto Internacional Hercílio Luz, de Florianópolis (SC), tem recursos previstos de R$ 887 milhões.

O Aeroporto Internacional Deputado Luís Eduardo Magalhães, de Salvador (BA), deverá alcançar R$ 2,2 bilhões; e o Aeroporto Internacional Pinto Martins, de Fortaleza (CE), os investimentos chegam a R$ 1,3 bilhão.

O prazo de concessão será de 30 anos, com exceção do aeroporto de Porto Alegre, que terá prazo de 25 anos.

De acordo com proposta do edital, obras imediatas deverão ser feitas pelas concessionárias que assumirem os aeroportos, incluindo banheiros, sinalização, iluminação, estacionamentos, climatização, escadas e esteiras rolantes, elevadores e esteiras de restituição de bagagens, além de melhorias nas edificações.

No aeroporto de Porto Alegre, as obras envolvem ainda construção de novo terminal de passageiros e reforma do existente, expansão da pista de pouso e decolagem, ampliação do pátio de aeronaves, aumento do estacionamento de veículos e melhoria no terminal de cargas.

No de Florianópolis, as intervenções concentram-se no sistema de pista, pátio de aeronaves, terminal de passageiros, estacionamento e terminal de cargas.

O aeroporto de Salvador terá que construir nova pista de pouso e decolagem, ampliação da área de pátio de aeronaves e do terminal de passageiros, além de aumento do estacionamento e terminal de cargas.

Por fim, no aeroporto de Fortaleza, pelo edital de concessão, existem obras a serem realizadas na pista, pátio de aeronaves, terminal de passageiros, estacionamento e terminal de cargas.

Fonte: Programa de Aceleração do Crescimento

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