Posts Tagged 'Concessões'

Governo prepara novo pacote de concessões

O conselho do Programa de Parceria de Investimentos (PPI) deve formalizar a lista de concessões que o governo pretende anunciar até o final de agosto, que inclui portos e uma leva de aeroportos, incluindo os terminais de Viracopos (SP), Cuiabá (MT) e Santos Dumont (RJ).

Serão incluídas a terceira rodada de blocos de exploração no pré-sal, com potencial para gerar R$ 4,4 bilhões em outorga, cujo leilão será em 27 de outubro; e a usina de Jaguara e outras três hidrelétricas da Cemig, cujo leilão em 22 de setembro pode render R$ 11 bilhões em outorga.

Fonte: Redação OE

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Linha 13 da CPTM pode entrar no pacote de concessões

Depois de lançar as concessões para as linhas 5-Lilás do Metrô e 17-Ouro da CPTM, o governo paulista anunciou estudos para conceder a linha 13 da CPTM que liga a capital até o aeroporto de Guarulhos.

São 12,2 km de linha que deverão ser entregues em março de 2018, após três adiamentos. A linha contará com três estações e finalmente o aeródromo terá uma segunda opção de modal de transporte – a única maneira hoje de chegar ao aeroporto e por meio rodoviário.

Fonte: Redação OE

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Fortalecer o relacionamento com clientes

A Link-Belt optou por fortalecer o relacionamento com os distribuidores, intensificando os esforços nos pós-vendas, no momento de estagnação econômica. “Fizemos um trabalho conjunto para capacitação dos profissionais de campo, e aumentamos a disponibilidade de peças para garantir que os equipamentos pudessem operar plenamente. Em caso de paradas não programadas, a reposição de peças teria que ser feita com urgência”, conta Matheus Fernandes, gerente da Operação Brasil da LBX.

Escavadeira 210×2 da Link Belt

Ponte Itapaiúna

A Hidropav Construção e Pavimentação adquiriu uma escavadeira Link-Belt 210X2, no final de 2015. Logo após a entrega técnica, a escavadeira foi alocada na obra da ponte Itapaiúna, na Marginal Pinheiros, em São Paulo, que deverá ficar pronta no segundo semestre desse ano.

A Hidropav foi contratada pela Odebrecht Realizações para executar escavações diversas, como taludes, fundação da ponte, aterros de conquista e caixas de pavimentação, empregando a escavadeira 210X2.

“É a primeira Link-Belt em nossa frota. Estamos muito satisfeitos porque tudo o que foi prometido na venda está se concretizando no campo”, elogiou o proprietário da Hidropav, Sinésio de Freitas Ferreira. Outro fator de satisfação com a escavadeira é o consumo de combustível. “Por hora, ela tem consumido 18% menos combustível que os modelos similares”, acrescenta.

Especializada em obras para infraestrutura de saneamento e pavimentação, a Hidropav foi fundada, em 2001, por Sinésio de Freitas Ferreira e o irmão dele, Eric de Freitas Ferreira.

A ponte de Itapaiúna é parte do projeto do Complexo Chucri Zaidan, que engloba a construção de um novo sistema viário e duas novas pontes na Marginal Pinheiros (Laguna e Itapaiúna). A estrutura já está em fase de acabamento. A escavadeira, que foi utilizada desde o início para escavações durante a fase de infraestrutura da ponte, hoje está apoiando nos serviços do sistema viário de saneamento, terraplenagem e pavimentação do entorno da ponte.

Fonte: Redação OE

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Caminhamento sobre vias para identificar melhorias

A Rumo iniciou um plano de investimento em material de transporte, operação e infraestrutura da via permanente até 2019, condicionado à negociação de renovação do contrato de concessão junto à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Com esse investimento, vislumbra-se um aumento significativo no transporte de carga pela ferrovia.

Dentro desse cenário, destaca-se a ferrovia EF-364 (Rondonópolis/MT – Campinas/SP), principal corredor de escoamento de grãos oriundos do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, e de açúcar do Estado de São Paulo. O projeto executivo da extensão Alto Araguaia (MT) à Rondonópolis, com 256 km, foi desenvolvido pela Egis (antiga Vega Engenharia) no ano de 2010. Essa ferrovia representa também a principal ligação da malha ferroviária paulista ao Porto de Santos, onde através de um terminal de carregamento exclusivo, a Rumo almeja ter maior competitividade no valor do seu frete perante os demais concorrentes.

A Egis está participando desse processo de desenvolvimento e modernização da Rumo, desde janeiro de 2016, com a elaboração dos projetos básico e executivo de duplicação da Ferrovia EF-364, entre as cidades de Campinas e Itirapina (SP), além da ampliação e/ou implantação de pátios de cruzamento distribuídos na rede concessionada nos Estados de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina. Além das etapas dos projetos, a equipe técnica da Egis está percorrendo os 318 km da malha, com o intuito de obter maior sensibilidade da situação existente, projetar as melhores soluções de engenharia e suprir as atuais necessidades operacionais. Essa fase foi denominada “caminhamento”. O prazo para a conclusão dos serviços contratados é dezembro de 2017.

Fonte: Redação OE

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Rumo programa aplicar R$ 9,4 bilhões

A concessionária Rumo, responsável pela administração de 12 mil km de malha ferroviária nos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, informa que nos próximos cinco anos pretende investir R$ 9,4 bilhões em sua rede.

Os investimentos se concentram principalmente para atender o mercado agrícola. A empresa não detalha os projetos, mas há pelo menos dois com a empreendedora logística TRX.

Um de transporte de fertilizantes para diversas fronteiras agrícolas do País, a partir de um galpão de armazenamento na região portuária de São Francisco do Sul (SC) – este projeto está previsto de terminar até o final do ano.

O outro é a construção de um terminal na região do porto de Paranaguá, para recepcionar grãos e açúcar, com capacidade de 3 milhões t/ano. O investimento nesse projeto é de R$ 200 milhões.

Além disso, a Rumo está em fase final das obras de duplicação da ferrovia Campinas-Santos (SP), iniciadas em 2011. Com investimentos que somam R$ 730 milhões, o principal corredor ferroviário de exportação do País terá sua capacidade ampliada a partir deste ano. A empresa opera a linha.

Este projeto de duplicação resultou na construção de segunda via em 204 km dos 264 km existente da ferrovia. De acordo com a Rumo, cerca de 19 km cortam regiões de relevo acidentado e continuarão sendo percorridos em linha simples.

A última fase da duplicação ferroviária refere-se a 38 km distribuídos em dois trechos: de Embu-Guaçu a Evangelista (próximo à cidade de São Paulo) e de Paratinga a Perequê (na região de Cubatão). A ferrovia Campinas-Santos corta 16 municípios e, para a duplicação, foram construídos um túnel e 35 pontes e viadutos.

A Rumo vem se preparando para expandir o transporte ferroviário até o porto de Santos, principalmente no escoamento da produção de soja e milho da região Centro-Oeste e de açúcar do interior de São Paulo.

 

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Obras de modernização do aeroporto de Aracaju

A ampla linha de produtos Ammann estava presente na modernização do aeroporto de Aracaju, em Sergipe. Quatro equipamentos da marca suíça foram usados na reforma e ampliação da pista de pouso e decolagem do complexo aeroportuário. As melhorias, segundo a Infraero, possibilitaram que novos voos fossem incorporados às 20 viagens diárias. Os trabalhos foram iniciados em 2013 e encerrados no primeiro semestre de 2016.

O aeroporto de Aracaju é o único aeródromo público do Estado que recebe voos regulares. Distante 12 km do centro da cidade, o complexo tem movimento diário de cerca de 6 mil pessoas. De acordo com a empresa pública, que administra o aeródromo desde 1975, mais de 1 mil profissionais trabalham no local para atender principalmente executivos e turistas. Também se destacam as operações diárias de helicópteros, que fazem o transporte de funcionários às plataformas de petróleo no litoral de Sergipe e Alagoas.

As obras, realizadas pelo consórcio das empresas Alves Ribeiro Construtora e Conenge, contaram com investimento de R$ 64,2 milhões. Na primeira fase, segundo o diretor de equipamentos da Alves Ribeiro, Rui Sousa, foi refeita a camada asfáltica do sistema de pátio de aeronaves. “Houve melhorias na estrutura e fizemos o recapeamento de 3,5 mil m da pista”, descreve.

No processo de pavimentação, conforme Rui Sousa conta, foram usadas uma usina de asfalto Prime 140 da Ammann, para a produção de mistura asfáltica, uma vibroacabadora AFT500G e três rolos AV110X, AP240 e ARX26, da mesma marca, que executaram os trabalhos de compactação. “Tive conhecimento dos produtos Ammann na Europa. A usina de asfalto da Ammann é mais avançada que a da concorrência”, elogia o diretor de equipamentos.

Segundo ele, uma das principais vantagens da Prime 140 Ammann refere-se aos queimadores, que possibilitam a economia de energia. “O misturador permite uma boa textura, deixando o produto mais homogêneo”, afirma, citando que o maquinário atingiu satisfatoriamente a produção de 140 t de asfalto por hora. “Tanto a vibroacabadora quando os rolos compactadores atenderam perfeitamente as necessidades das obras. Não tivemos problemas técnicos com nenhum deles”, garante.

Obras tiveram auxílio de vibroacabadora

Fonte: Redação OE

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Alojamentos voltados ao conforto, higiene e segurança

A Domus presta serviços de alojamentos e hospedagens voltados ao mercado corporativo, especialmente para empresas de engenharia nos setores de montagem, construção civil e infraestrutura. Com sede em São Paulo (SP), tem atendimento nacional.

O diferencial da empresa está na preparação dos alojamentos e hospedagens de maneira personalizada para cada empreendimento, iniciando pela análise das necessidades específicas, passando pela montagem e preparação das instalações, culminando em uma gestão eficiente que proporciona conforto, higiene e segurança aos alojados.

A empresa foi responsável pelo alojamento no projeto de expansão da Samarco, conhecido como P4P, em Mariana (MG). Foram alojadas mais de 1.300 pessoas em uma cidade com perfil histórico e com escassez de estruturas para alojar. No total, mais de 80 repúblicas foram estabelecidas, em uma logística complexa. Com o projeto, foi obtido alto índice de satisfação, com a Domus sendo submetida a rigorosos e sistemáticos procedimentos de fiscalização durante o contrato.

Fonte: Redação OE

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A engenharia aplicada para solucionar conflitos

Os projetos atuais têm cada vez mais limitações de tempo e recursos, o que torna usual a realização de suas fases de forma concomitante. E é neste novo e dinâmico cenário que surge a pactuação de negócios por meio de instrumentos contratuais, os quais tentam especificar e impor um número imenso de regras aos acordos. Entretanto, é impossível prever-se tudo o que irá ocorrer no transcurso de um projeto. Situações inesperadas podem surgir durante a execução dos trabalhos, descaracterizando o negócio e causando, para uma das partes, um desequilíbrio que obriga a mesma a apresentar uma reivindicação (ou claim).

O mercado ainda não assimilou esse novo cenário, e as questões relacionadas à administração de contratos, que devem permear toda e qualquer atividade de engenharia, ficam em segundo e terceiros planos, contribuindo para o fracasso de muitos projetos. Nesse contexto, enquanto em países como Inglaterra e Estados Unidos os assuntos de desvios de contratos são tratados no dia a dia por engenheiros experientes, no Brasil esse tema ainda é abordado de forma amadora, e o profissional de engenharia focado na avaliação dos desvios de contrato e nas suas correções ainda não é participante comum nos empreendimentos.

A brasileira Hormigon tem estudado esse fenômeno no País. Para oferecer expertise nessa área, ela firmou aliança estratégica com a Navigant Consulting, empresa norte-americana com expertise global na engenharia aplicada à solução de conflitos.

A Hormigon foi fundada em 2003, e tem em seu currículo mais de 500 contratos de engenharia avaliados, no Brasil e no exterior, seja com foco preventivo ou corretivo. Do ponto de vista preventivo, a empresa acompanha empreendimentos desde seu início, com foco em assegurar que esses projetos sejam eficientemente geridos e tenham seus riscos controlados. As análises centram principalmente em indicadores econômicos do contrato (dados de proposta x reais), e na qualidade dos registros elaborados, essenciais em caso de reivindicações ou na defesa delas. Já no aspecto corretivo, a empresa avalia os desvios de contrato, e calcula os danos econômicos por meio de exercícios que possibilitam opiniões objetivas e sólidas a respeito de causas de atrasos, de perda de produtividade e de outros danos.

A experiência dos profissionais da Hormigon em ambientes de mediação, arbitragens e negociações de conflitos colaboram na formação de suas opiniões. Atualmente a empresa participa de arbitragens envolvendo engenharia, principalmente nos setores de mineração, siderurgia, energia, infraestrutura, imobiliário, óleo e gás e manutenção.

Fonte: Redação OE

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Aeródromos a serem concessionados devem receber R$ 6 bi em obras

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informa que o investimento estimado nos quatro aeroportos a serem concessionados neste segundo semestre deve chegar a R$ 6 bilhões. Boa parte do recurso terá que ser usado nos primeiros anos de concessão.

O Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre (RS), receberá investimentos de R$ 1,6 bilhão. Já o Aeroporto Internacional Hercílio Luz, de Florianópolis (SC), tem recursos previstos de R$ 887 milhões.

O Aeroporto Internacional Deputado Luís Eduardo Magalhães, de Salvador (BA), deverá alcançar R$ 2,2 bilhões; e o Aeroporto Internacional Pinto Martins, de Fortaleza (CE), os investimentos chegam a R$ 1,3 bilhão.

O prazo de concessão será de 30 anos, com exceção do aeroporto de Porto Alegre, que terá prazo de 25 anos.

De acordo com proposta do edital, obras imediatas deverão ser feitas pelas concessionárias que assumirem os aeroportos, incluindo banheiros, sinalização, iluminação, estacionamentos, climatização, escadas e esteiras rolantes, elevadores e esteiras de restituição de bagagens, além de melhorias nas edificações.

No aeroporto de Porto Alegre, as obras envolvem ainda construção de novo terminal de passageiros e reforma do existente, expansão da pista de pouso e decolagem, ampliação do pátio de aeronaves, aumento do estacionamento de veículos e melhoria no terminal de cargas.

No de Florianópolis, as intervenções concentram-se no sistema de pista, pátio de aeronaves, terminal de passageiros, estacionamento e terminal de cargas.

O aeroporto de Salvador terá que construir nova pista de pouso e decolagem, ampliação da área de pátio de aeronaves e do terminal de passageiros, além de aumento do estacionamento e terminal de cargas.

Por fim, no aeroporto de Fortaleza, pelo edital de concessão, existem obras a serem realizadas na pista, pátio de aeronaves, terminal de passageiros, estacionamento e terminal de cargas.

Fonte: Programa de Aceleração do Crescimento

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