Posts Tagged 'Construção Imobiliária'

CEF registra aumento de 22,5% no crédito imobiliário

A Caixa Econômica Federal (CEF), que detém 67% do mercado de crédito imobiliário, teve 22,5% de expansão na contratação de crédito imobiliário no primeiro trimestre, comparado ao ano anterior.

Se continuar esse ritmo, CEF deve fechar o ano entre R$ 90 bilhões a R$ 100 bi­lhões, superior ao orçamento previsto de R$ 84 bilhões.No programa Minha Casa Minha Vida, a maior demanda vem das faixas 2 e 3, que atendem famílias com renda ente R$ 3,6 mil a R$ 9 mil. Nestas faixas, está prevista a contratação de 400 mil habitações este ano.

Fonte: Redação OE

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Bueno Netto estima lançar R$ 500 mi/ano, 60% na MCMV

A Benx Incorporadora programa lançamentos nesse total em 2017 e igual montante em 2018, com 60% deles para atender o programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) — onde a demanda é maior do que a oferta e há crédito disponível, segundo sua direção. O chamado projeto Viva Benx atua na faixa 3 do MCMV, com unidades no máximo de R$ 225 mil. A empresa tem estoques prontos valendo R$ 23 milhões. Em 2016, os lançamentos vão totalizar R$ 433 milhões e estima-se que as vendas atinjam R$ 360 milhões esse ano.

Fonte: Redação OE

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Sistema construtivo a seco levanta casa em 8 dias

Modelo tradicional leva 40 dias noprograma Minha Casa, Minha Vida

Augusto Diniz – Ponta Grossa (PR)

Algumas construtoras têm apostado no programa Minha Casa, Minha Vida para crescer no mercado. Isso tem impulsionado o surgimento de sistemas construtivos para atender a iniciativa, como o de casas pré-fabricadas.

O grupo francês Saint-Gobain, com presença em 64 países e quase 200 mil funcionários, foi além e combinou produtos que já oferece às construtoras para criar um sistema construtivo a seco, para montagem das unidades habitacionais do programa.

O novo sistema levou três anos para ser desenvolvido e reúne placas cimentícias sem amianto, produtos para isolação térmica e acústica de lã de vidro e placas de drywall. Todos esses produtos são aplicados em um sistema estrutural constituído por perfis leves de aço.

Chamado também de steel frame, o sistema já é conhecido na Europa, só que lá se utiliza em residências de médio e alto padrão. No Brasil, ele foi adaptado para atender ao programa Minha Casa, Minha Vida – voltado para população de baixa renda, com base em estudos realizados pela empresa junto com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

“O apelo do sistema é a racionalização, com geração pequena de resíduos, custo semelhante ao de uma casa de alvenaria, sem exigir equipamentos especiais, e rapidez na entrega”, explica Paulo Perez, diretor de Projetos Habitacionais da Saint-Gobain no Brasil. As placas standard do sistema, para montagem da casa, já vêm com facilidades para instalações elétricas e hidráulicas, e mantêm isolamento térmico e acústico como qualquer outra casa. A empresa oferece treinamento a operários para montagem das unidades.

*Casas construídas no sistema steel frame

Benoir d’Iribarne, delegado-geral para Brasil, Argentina e Chile da Saint-Gobain, complementa que “otimização de mão de obra” é outro item importante do produto.

A primeira experiência da empresa com o novo sistema foi no conjunto Amália II, em Ponta Grossa (PR), inaugurado no fim de agosto. Na localidade, foram erguidas 40 casas utilizando o sistema a seco das 339 entregues. Todas as unidades habitacionais possuem dois quartos, medindo 38 m² e custo médio de R$ 43 mil. Foram beneficiadas 1.500 pessoas.

O engenheiro Rodrigo Remer, sócio da construtora RCM, responsável pela obras no conjunto Amália II, conta que “o sistema a seco permitiu montar a casa em 8 dias, após as fundações feitas”. Um sistema convencional de alvenaria leva 40 dias, de acordo com ele.

*Topografia irregular faz Ponta Grossa ter númeromaior de pessoas vivendo em área de risco

“Sistemas construtivos mais rápidos têm sido adotados pela CEF, como este projeto de steel frame”, diz Carlos Viriato, gerente-geral de Construção Civil da Caixa Econômica Federal (CEF) na região de Ponta Grossa. A Saint-Gobain já tem autorização para construir mais 2 mil unidades habitacionais utilizando o sistema e aguarda autorização definitiva da Caixa – financiadora do programa Minha Casa, Minha Vida – para oferecer largamente o produto no mercado, levando em conta as diretrizes do Sistema Nacional de Avaliação Técnica (Sinat) da construção civil brasileira. “A Caixa vai precisar de todas as tecnologias para atender ao programa, e o sistema é um deles”, avalia Carlos.

Ponta Grossa é destaque do programa

O município de Ponta Grossa, a pouco mais de 100 km de Curitiba, é uma das cidades brasileiras que mais implementa o programa Minha Casa, Minha Vida no País. Por conta disso, a CEF criou há 8 meses uma superintendência específica para a região.
“Ponta Grossa é a cidade que mais constrói casas na faixa 1 (até R$ 1.600) do programa, proporcionalmente ao número de habitantes no Brasil. Essa faixa é de gente que mora com os pais, mas quer sair de casa para construir sua família”, explica Herivelto Benjamin, diretor-presidente da Prolar, órgão de desenvolvimento habitacional da prefeitura de Ponta Grossa.
A topografia irregular de Ponta Grossa, com fundos de vale e vários riachos, faz com que muitas pessoas vivam em área de risco na cidade. Assim, de acordo com a prefeitura, o programa Minha Casa, Minha Vida passou a ser uma opção para remover essas pessoas dessas áreas.
Apesar de terem sido inaugurados, desde 2011, mais seis conjuntos habitacionais em Ponta Grossa dentro do programa, beneficiando 2.300 famílias e representando investimento de R$ 78 milhões, há ainda 15 mil famílias na fila por uma casa em Ponta Grossa, segundo a prefeitura. Mais 8 conjuntos habitacionais na cidade devem ser inaugurados até 2013. Ponta Grossa tem hoje 400 mil habitantes.

Fonte: Padrão

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Contenção emprega painel pronto

O empreendimento residencial Anauá Panamby, da incorporadora Parque do Morumbi, em São Paulo, utilizou técnica otimizada para os trabalhos de contenção no terreno. A construtora BKO Engenharia, responsável pela obra, escolheu executar toda a contenção em cortina com painel pronto, num total de 971 m².
Com esse sistema, a contenção é realizada com mais rapidez e dispensa o uso de formas, gerando economia tanto de material como de mão de obra. O emprego dos painéis se efetivou em conjunto com perfis de aço, que foram cravados ao longo dos planos das faces laterais do terreno, antes da escavação.
A edificação do empreendimento precisou escavar 14 mil m3 de terra e empregou 4 mil m3 de concreto e 17 mil m2 de alvenaria, composta de blocos de concreto de 9 cm, 14 cm e 19 cm.

O residencial Anauá Panamby recobre uma área total de 4,8 mil m², com área construída de 16,4 mil m². São apartamentos de andar inteiro, de 440 m² privativos, com plantas de 3, 4 ou 5 suítes. O projeto também estrutura de lazer, com bosque privativo, piscinas adulto e infantil, espaço fitness e gourmet.

A previsão de término das obras é dezembro deste ano.

Fonte: Padrão

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Morumbi Corporate usa mesas voadoras na concretagem

O empreendimento Morumbi Corporate, em São Paulo, que está sendo construído pela Racional Engenharia, terá duas torres comerciais: com 18 e 26 andares e 36,5 mil m² e 36,9 mil m² de área bruta locável, respectivamente, e trinta e quatro elevadores no total. A área construída será de 135,2 mil m², sobre um terreno com 13,4 mil m². O projeto corporativo também reserva área para restaurantes e lojas de conveniência, chamada de Plaza Gourmet. Essa área estará situada numa praça elevada de 2 mil m², com pé direito de 14,7 m e área bruta locável de 810 m².
A obra encontra-se na segunda fase de execução, que inclui a construção das torres A e B e de áreas comuns, e está 30% pronta. No empreendimento, serão utilizados 44 mil m³ de concreto e 4,4 t de aço, 38 mil m² de vidro e 256 mil kg de caixilhos de alumínio. Na primeira fase, segundo a Racional, a execução de parede diafragma com equipamento de hidrofresa, para romper a rocha do terreno, reduziu o tempo estimado e melhorou a qualidade do trabalho. Outra solução que contribuiu para o andamento da obra foi o emprego do sistema de mesas voadoras na execução de estrutura/lajes (forma para lajes e vigas).

O projeto do Morumbi Corporate segue padrões internacionais de sustentabilidade e eficiência energética, que deverão lhe assegurar a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design). Tem entrega prevista para o segundo semestre do ano que vem.

Fonte: Padrão

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Condomínio em BH adota tecnologia a favor do ambiente

A Habitare Construtora e Incorporadora vai executar o projeto do Condomínio Paraíso Monte Castelo, em Belo Horizonte (MG), com área construída de 62 mil m². Situado no bairro Santa Efigênia, na região leste, em terreno de 20 mil m², o Monte Castelo será composto de duas torres com 120 unidades cada. Os apartamentos, de 2 e 3 dormitórios, possuem sala para 2 ambientes, suíte, varanda e 1 ou 2 vagas de garagem. Haverá, entre outros itens de lazer, playground, espaço fitness, salão de festas, espaço kids, churrasqueira e espaço gourmet, além de quadra poliesportiva e piscinas adulto e infantil.

O empreendimento também tem preocupações com o meio ambiente e conta com estruturas para a reutilização de água da chuva; aquecimento solar da água dos chuveiros; coletores de óleo de cozinha; válvulas inteligentes para vasos sanitários; entre outros equipamentos e serviços. O projeto destaca também a construção de um bicicletário com 100 vagas e implementação de coleta seletiva desde o início das obras.
O Condomínio Paraíso Monte Castelo, que ainda se encontra na planta, deve estar pronto em dezembro de 2015.

Fonte: Padrão

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Edifício comercial no centro antigo do Rio

A W.Torre Engenharia e Construção optou por um sistema misto de estrutura metálica e concreto na construção do Centro Empresarial Senado, no centro histórico do Rio de Janeiro, de propriedade da BR Properties. O empreendimento se estende por uma área de 18 mil m², com 187 mil m² de área construída. A estrutura mista escolhida se deveu a restrições de logística, como falta de espaço de armazenamento no terreno, e à velocidade necessária para a execução do projeto, com data para entrega em outubro deste ano. Com o emprego da estrutura metálica, a empresa estima que houve uma redução de pelo menos 40% do volume de concreto exigido, isto é, de 80 mil m³ para 52 mil m³. A estrutura metálica da obra totalizou 7,4 mil t.
No Centro Empresarial Senado, foram empregados especificamente pilares metálicos incorporados ao concreto, para proporcionar rapidez na montagem da estrutura. O vigamento também se compôs de peças mistas. Para estabilização, foram utilizados núcleos de concreto, também com pilares metálicos incorporados. O steel deck serviu como forma e armação para as lajes do edifício, num total de 187 mil m². Nos subsolos, a laje também foi o elemento de distribuição dos esforços horizontais devidos ao empuxo do solo, funcionando como um grande diafragma.

Com padrão triple A, o empreendimento é um complexo para escritórios de alto padrão, com dois edifícios de quatro blocos, localizado num ponto histórico e estratégico do Rio de Janeiro: o quadrilátero formado pela avenida Henrique Valadares, a rua dos Inválidos, a rua do Senado e a travessa Dídimo.
Terá estacionamento com 1,7 mil vagas, distribuídas em cinco subsolos. Seu primeiro inquilino já está definido: a Petrobras, que concentrará ali operações hoje dispersas, por um período inicial de 18 anos.

Fonte: Padrão

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Solução mista acelera construção de complexo comercial

Um edifício comercial, com mais de 100 mil m² de área construída, está sendo erguido sobre terreno de 9 mil m² na rua das Marrecas, no centro do Rio de Janeiro. O empreendimento, que tem a assinatura da Dominus Engenharia e deve ficar pronto até agosto de 2014, assume o lugar de sobrados e pequenos edifícios que existiam no local.
Com obras iniciadas em agosto do ano passado, o empreendimento encontra-se na fase das fundações e deverá consumir, até sua conclusão, 35 mil m³ de concreto, 3,2 mil t de aço e 25 mil m² de vidros.
De acordo com a empresa, a contenção dos terrenos vizinhos se realiza por meio de parede diafragma e a fundação se executa com estacas escavadas e estacas raiz. Uma solução construtiva permitirá que a montagem da estrutura do edifício acima do piso térreo aconteça ao mesmo tempo em que se concluem as fundações e lajes dos subsolos. As fachadas do empreendimento serão executadas em pele de vidro, através do sistema unitizado.

O empreendimento pertence ao fundo Opportunity e deverá receber a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), que atesta sua sustentabilidade.

Fonte: Padrão

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Primeira fase de conjunto habitacional em Manaus

A primeira etapa das obras do conjunto habitacional Meu Orgulho, do programa Minha Casa, Minha Vida, em Manaus (AM), está praticamente pronta. Nessa fase, serão entregues mais de 3 mil unidades, para famílias com renda de até três salários mínimos. A segunda fase das obras, com a entrega de mais 5 mil unidades, está ainda no começo e sua conclusão está prevista para setembro do ano que vem. O conjunto Meu Orgulho se localiza no bairro Etelvina, na zona norte da capital amazonense, e está instalado num terreno de 1,695 milhão m², com área construída de 741 mil m². O projeto é da Direcional Engenharia, empresa sediada em Belo Horizonte.

A construtora optou pelo uso de formas de alumínio, na hora de construir as paredes e lajes de concreto das edificações. Isso proporcionou padronização e racionalizou os processos, com produção em larga escala, prazo menor de execução e economia no orçamento.

Fonte: Padrão

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Minha Casa, Minha Vida terá 2 mil unidades em Goiânia

A Brookfield Incorporações anunciou seu plano para desenvolvimento do bairro planejado no Jardins do Cerrado, com área de 5 milhões m², em Goiânia (GO). A previsão da incorporadora é construir no local 10 mil unidades populares, que atenderão 40 mil pessoas. Esses números fazem do projeto, que integra o programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, o maior conjunto habitacional popular da região Centro-Oeste.
Com um valor geral de vendas estimado em R$ 600 milhões, o Doce Lar Jardins do Cerrado cita diferenciais, como o projeto urbanístico que será integrado ao sistema macroviário da cidade, de autoria do arquiteto Luiz Fernando Teixeira. O empreendimento é formado por casas e apartamentos de 2 ou 3 dormitórios, que variam de 42 m² a 65 m².
Desde setembro de 2010, já foram lançados 1.808 apartamentos voltados para famílias com renda de até três salários mínimos, 440 lotes comerciais e aproximadamente mil unidades de casas para um público com renda de três a seis salários mínimos. A previsão agora é lançar 10 mil unidades até 2016, divididas em diversas fases. “Serão mais de 4.500 unidades com diversas tipologias de plantas nos próximos três anos enquadradas no programa Minha Casa, Minha Vida e o restante das unidades para completar 10 mil até 2016”, afirma Paulo Humberto Guimarães, superintendente da Brookfield no Centro-Oeste.

As unidades voltadas para o público com renda de até três salários mínimos são comercializadas pela Caixa Econômica Federal, baseada em pesquisa da Prefeitura de Goiânia, que escolhe os contemplados em um processo de seleção de pessoas residentes há pelo menos três anos na capital goiana e que não possuem imóveis. As unidades para um público com renda acima de três salários mínimos serão comercializadas por imobiliárias parceiras da Brookfield.
Segundo a empresa, o Jardins do Cerrado é seu primeiro grande projeto de urbanização no segmento econômico. Para construí-lo, foram analisados hábitos de convivência, arquitetura, conceitos modernos de urbanismo e preservação ambiental. A companhia destaca, no projeto, o sistema de tratamento de esgoto, que remove por agentes químicos os microrganismos, além de clarear a água e retirar dela os resíduos sólidos.
Goiânia foi um dos primeiros municípios a aderir ao programa Minha Casa, Minha Vida. De acordo com a Secretaria Municipal de Habitação, o déficit habitacional da capital goiana é de 59 mil moradias.

Fonte: Padrão

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