Posts Tagged 'Energia'

Energia solar pode crescer mais de 300%

A geração de energia solar fotovoltaica no Brasil atingirá o patamar de 1 mil MW de capacidade instalada até o fim do ano, de acordo com projeção da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). O número representa um crescimento de 325% em relação à capacidade atual de 235 MW, suficiente para abastecer cerca de 60 mil residências.

A estimativa feita pelo setor coloca o país entre os 30 principais geradores dessa fonte de energia no mundo, com a expectativa de estar entre os cinco primeiros até 2030 em potência instalada anual. Atualmente, estão contratados, por meio de leilões de energia, cerca de 3.300 MW, que serão entregues até 2018.

Os investimentos até o fim de 2017 deverão somar R$ 4,5 bilhões. Pelos cálculos do setor, para cada MW de energia solar fotovoltaica instalados, são gerados de 25 a 30 postos de trabalho.

Fonte: Redação OE

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Hospital planeja economizar 40% de energia com retrofit

Maior complexo hospitalar do Norte-Nordeste, o Real Hospital Português (RHP), no Recife (PE),conta com mais de 60 clínicas, três laboratórios, 750 leitos e realiza 17 mil atendimentos nas emergências, 2.500 internações e cerca de 1.200 cirurgias eletivas por mês.

O Egas Moniz, inaugurado em 1998, é um dos edifícios do complexo hospitalar e passa por retrofit em seu sistema de climatização. Com nove andares, o prédio conta com central de emergência e urgência em clínica médica, cirurgia geral e vascular, ortopedia e traumatologia, otorrinolaringologia e neurologia. A unidade também tem sala de recuperação pós-anestésica, 28 leitos de UTI, bloco cirúrgico com sete salas e 71 leitos (inclui enfermarias e apartamentos) e, na cobertura, o salão de convenções.

Este edifício era dotado de ar condicionado split com expansão direta. Devido ao alto custo de operação e de manutenção, o RHP precisava de um sistema mais moderno e confiável, energeticamente eficiente e que utilizasse a central de água gelada (CAG) já existente.

A elaboração do projeto de retrofit ficou a cargo da empresa WM Engenharia, que projetou um sistema de climatização utilizando tecnologia de ponta, como válvulas de controle e balanceamento independentes de pressão para todos os equipamentos.

Nesta obra, a instaladora Comtel Engenharia optou pela aplicação das válvulas de controle independente de pressão AB-QM e dos conversores de frequência VLT FC 51 e VLT FC 101 da Danfoss. Com o retrofit do edifício Egas Muniz, o Real Hospital Português espera reduzir o consumo de energia em até 40%.

A CAG existente que atendia apenas o edifício Hospitalar, São João de Deus, com 15 pavimentos, está sendo ampliada e terá capacidade para atender todos os quatro maiores edifícios hospitalares do complexo – Egas Muniz, RHC, São João de Deus e Santo Antônio.

O consultor Francisco Dantas, da Interplan, elaborou o projeto de ampliação da CAG e distribuição de água gelada para todo o complexo. Como a central possui produção de água gelada com temperaturas de 4°C e 10ºC para atender os edifícios hospitalares mais antigos, foi necessária a aquisição e instalação de uma válvula de três vias, do tipo misturadora, diâmetro de 10”, que tem como finalidade fazer a mistura das temperaturas, proporcionando uma água gelada com temperatura de 7ºC, que é a temperatura de projeto para atender os edifícios Egas Muniz e RHC.

Além da central de água gelada e do edifício Egas Muniz, a Comtel Engenharia está executando em paralelo a climatização do novo Edifício Hospitalar Santo Antônio. Para esta edificação, o projetista Francisco Dantas, da Interplan, utilizou também válvulas de controle e balanceamento independente de pressão com atuadores proporcionais para os fancoils e fancoletes, bem como inversores de frequência para todos os fancoils da nova edificação.

“A grande linha de produtos da Danfoss atendeu a toda a necessidade da obra, inclusive o fornecimento do suporte técnico com agilidade sempre que necessário”, explica Davi Vilela Nóbrega, diretor técnico comercial da Comtel Engenharia.

Fonte: Redação OE

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Energia eólica recebe aporte de R$ 1 bi na Votorantim

Dentro do programa de investimentos de R$ 3 bilhões para o Brasil e exterior da Votorantim para este ano, os projetos de energia eólica da companhia vão receber R$ 1 bilhão, concentrado no chamado Ventos de Piauí.

São sete parques eólicos nesse Estado na primeira etapa, capazes de gerar 206 MW, programados para serem comissionados no primeiro trimestre de 2018.

Fonte: Redação OE

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Governo do Amapá apresenta proposta para incentivar a energia solar

As propostas do Governo do Estado do Amapá para incentivar a energia solar fotovoltaica na região, incluindo ações como redução tributária, estruturação de um programa estadual e busca por novas linhas de financiamento, representam um passo estratégico para o setor na região. A afirmação é do presidente executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia.

O governo do Amapá firmou com a entidade compromissos para ampliar o desenvolvimento da energia solar fotovoltaica no Estado.

O primeiro compromisso será a adesão do Estado ao Convênio ICMS nº 16/2015 ainda no primeiro semestre de 2017. Tal convênio autoriza os governos estaduais a isentarem o ICMS sobre a energia injetada na rede e compensada na microgeração e minigeração distribuída, reduzindo custos e democratizando o acesso à energia solar fotovoltaica.

O governo também anunciou que trabalhará junto com a entidade na estruturação de um programa estadual específico para incentivar o uso de energia solar fotovoltaica pela população, empresas e produtores rurais amapaenses, bem como pelo próprio poder público.

Outra iniciativa que contará com uma atuação conjunta do governo do Amapá e da Absolar será a busca pela estruturação de uma linha de financiamento voltada para a microgeração e minigeração distribuída, capaz de apoiar o desenvolvimento da fonte em toda a região Norte do país, a exemplo do que já ocorre na região Nordeste.

Fonte: Redação OE

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Elfe planeja ampliar atuação no setor elétrico

Mais conhecida em manutenção industrial na área de petróleo e gás, com presença em unidades de exploração e produção offshore e e refinarias no País, a Elfe agora está ampliando seus negócios para o setor elétrico. Com cinco clientes no ramo, a empresa afirma querer usar sua expertise em manutenção industrial para expandir seus trabalhos na geração e distribuição de energia elétrica.

Em conjunto com clientes, a Elfe desenvolve, desde 2012, conhecimento em manutenção e montagem de turbogeradores e turbinas. Um dos objetivos da Elfe, segundo seu diretor geral, Mauro Cerchiari, é aproveitar uma de suas bases, em Mossoró, no Rio Grande do Norte, para dar suporte em operação e manutenção de energia eólica, já que a região Nordeste concentra mais de 80% das usinas instaladas no País com essa fonte de geração.

“Temos um trabalho de excelência reconhecido pelos clientes. É essa experiência que pretendemos oferecer em nosso projeto de expansão no setor de energia elétrica”, afirma Cerchiari.

A Elfe tem 15 escritórios regionais e três bases operacionais no País.

Fonte: Redação OE

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Geração distribuída atinge 100 megawatts

A geração distribuída a partir de fontes renováveis no Brasil, chamada de microgeração e minigeração distribuída, acaba de ultrapassar a marca de 100 MW instalados. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), com base em dados oficiais da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os sistemas solares fotovoltaicos instalados em residências, comércios, indústrias, prédios públicos e na zona rural já representam mais de 99% destas instalações de microgeração e minigeração distribuída no país.

O Brasil possui atualmente 8.931 sistemas conectados à rede. Dos 100 MW instalados, 67,7 MW são provenientes da fonte solar fotovoltaica, totalizando 8.832 sistemas, que representam mais de R$ 540 milhões em investimentos no país.

Segundo o presidente da ABSOLAR, Dr. Rodrigo Sauaia, o potencial técnico da geração distribuída solar fotovoltaica, já parcialmente mapeado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), representa mais de 164 GW considerando apenas os telhados de residências. “Isso significa que, se aproveitarmos os telhados de residências brasileiras com geração distribuída solar fotovoltaica, a energia elétrica gerada seria capaz de abastecer 2,3 vezes toda a demanda residencial do país”, comenta Sauaia.

“Se adicionarmos a estes cálculos os edifícios comerciais, industriais, públicos e rurais, o potencial técnico da geração distribuída solar fotovoltaica será multiplicado e crescerá diversas vezes. Ou seja, tanto pelo potencial da geração centralizada quanto da geração distribuída, no que depender da fonte solar fotovoltaica, não ficaremos sem energia elétrica tão cedo”, conclui.

Dentre as unidades consumidoras beneficiadas por sistemas solares fotovoltaicos a maior parcela é de residências, que representam 77,5% do total, seguida de comércios (17%), indústrias (2,2%), consumidores rurais (1,8%) e consumidores do poder público, incluindo iluminação e serviço público (1,5% no total).

Fonte: Redação OE

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Enquanto constrói parques eólicos, Engie coloca à venda duas termelétricas

O grupo controlador da Tractebel, a Engie, é o maior gerador privado de energia do País, operando uma capacidade instalada de 10.212 MW em 28 usinas entre hidrelétricas, termelétricas e centrais eólicas – o que representa cerca de 6% da capacidade do país. O faturamento anual chega a R$ 7 bilhões.Em construção hoje no País estão os parques eólicos Campo Largo (327,7 MW), na Bahia, Estrela (29,7 MW), Ouro Verde (29,7 MW), Cacimbas (18,9 MW), e Santa Mônica (18,9 MW), todos no Ceará, e a termelétrica de carvão Pampa Sul (340 MW), Rio Grande do Sul.Porém, ao mesmo tempo em que adquiri e constrói unidades geradoras no País, o grupo Engie iniciou processo de sondagem de mercado para identificar potenciais compradores para o Complexo Termelétrico Jorge Lacerda, de 857 MW, em Santa Catarina, e para a Usina Termelétrica Pampa Sul, que está em plena construção.descarbonização da Engie em todo o mundo, focada em atividades de baixa emissão de carbono, com geração de energia limpa e renovável de fontes hídrica, eólica, biomassa e solar, além da cadeia do gás natural, infraestrutura e serviços”, justifica em nota o CEO do grupo no Brasil, Mauricio Bähr. Além dessas duas termelétricas a venda, a Engie desativou ano passado a termelétrica de Charqueadas (RS) e mantem em operação a de Willian Arjona (MS) de 190 MW.
A Usina Termelétrica Pampa Sul contava até pouco tempo com mais de 1.500 trabalhadores no canteiro, em diferentes frentes de trabalho, como a montagem eletromecânica da caldeira e a concretagem da chaminé em andamento. Os grandes equipamentos, como a turbina, continuam chegando na planta em Candiota (RS), onde a usina está sendo construída.
A linha de transmissão e a correia transportadora da usina também estão em trabalhos de montagem. A obra da correia transportadora de carvão, que terá 4,17 km de extensão e uma capacidade de transporte de 550 t de carvão por hora, está em fase inicial. O sistema deverá entrar em operação comercial em 2019.
Já os quatro parques do Complexo Eólico de Santa Mônica, em construção desde agosto de 2014, no município cearense de Trairi, entrarão totalmente em operação comercial ainda no primeiro trimestre deste ano. O empreendimento possui 36 aerogeradores com capacidade instalada de 97,2 MW. O projeto tem
características inéditas: torres de 120 m de altura e montagem pelo processo inovador chamado Eolift, um método que permite montar as torres de baixo para cima.
Neste ano, deu-se início na Bahia as obras civis do Complexo Eólico Campo Largo. Ele terá 121 aerogeradores de 2,7 MW, totalizando 326,7 MW de potência instalada. O complexo está em construção na divisa dos municípios de Sento Sé e Umburanas, na região oeste do Estado, se situando num planalto
onde o regime de ventos é provocado pela altitude e não pela condição litorânea.

ENERGIA FOTOVOLTAICA

A energia solar fotovoltaica é outro segmento que a Engie no Brasil investe. Neste ramo, há tanto projetos de energia distribuída como centralizada.
A empresa ainda aguarda autorização plena para dar início às obras da Central Fotovoltaica Assu, no Rio Grande do Norte, com capacidade instalada de 30mw. A sua entrada em operação é prevista para novembro de 2018 e demanda investimento de R$ 220 milhões. o projeto representa a entrada do grupo na geração solar centralizada.
Na área de energia fotovoltaica distribuída, a Engie desenvolve uma iniciativa em parceria com a Celesc, distribuidora de energia de Santa Catarina. O projeto Bônus Eficiente – Linha Fotovoltaica vai subsidiar a instalação de painéis solares em mim residências no Estado.
As inscrições dos interessados começam este mês (fevereiro) mas eles devem comprimir uma série de requisitos técnicos e básicos para participar do programa. O retorno do investimento para o consumidor mas eles devem cumprir uma série de requisitos técnicos e básicos para participa do programa. O retorno de investimento para o consumidor final é de três a quatro anos, coma avida útil de 25 anos para os equipamentos.

JIRAU ATINGIU OPERAÇÃO PLENA EM DEZEMBRO

Representando mais de um terço da capacidade de instalada da Engie no País, a Usina Hidrelétrica Jirau, com 50 turbinas e 3.750 MW, no rio Madeira, em Rondônia, foi finalmente colocada em operação plena em dezembro último. Seu custo total foi de R$ 19,5 bilhões, financiados em sua maior parte pelo BNDES.
Jirau é controlada pelo consórcio ESBR (Energia Sustentável do Brasil), que tem cmo acionistas as empresas Engie (40%); Eletrbrás Eletrosul (20%); Eletrobrás Chesf (20%) e Mizha Participações (20%), uma subsidiária da japoensa Mitsui, Jirau opera a fio d’água. Suas unidades geradoras são do tipo bulbo. 
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Participação na geração elétrica no Brasil deve dobrar até 2023

A participação da força dos ventos no total de energia gerada no sistema nacional deve dobrar nos próximos sete anos. Em 2023, essa matriz energética pode atingir 19% do total do sistema, ante os 6% atuais, de acordo com o Plano Decenal de Expansão de Energia, divulgado pelo Ministério de Minas e Energia. “Atualmente, a capacidade eólica instalada é de 9,77 GW, com 360 usinas. Ao final de 2019, a projeção é que chegue a cerca de 19 GW”, afirma a presidente-executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Elbia Gannoum.
Segundo ela, é importante destacar que esses números referem-se ao montante de potência eólica contratado em todos os leilões dos quais a fonte já participou. “Com novos leilões, essa curva vai continuar subindo”, explica.
De acordo com a entidade, no ano passado, foram investidos cerca de US$ 5 bilhões no setor, e mais de 11 milhões de residências receberam, mensalmente, energia elétrica proveniente de fontes eólicas. “Tivemos 33 milhões de pessoas abastecidas por fonte eólica no ano passado”, calcula. De 2006 a 2015, o investimento acumulado foi de US$ 28,13 bilhões, nas contas da Abeeólica.
Nos últimos anos, o setor vivenciou um salto tecnológico. Também cresceu o número de fabricantes nacionais de aerogeradores e de componentes da cadeia produtiva. Hoje, as máquinas instaladas têm capacidade de 3 MW, contra apenas 1 MW dos primeiros equipamentos. Outro fator de melhoria da eficiência foi o aumento da altura das torres e do comprimento das pás dos aerogeradores. Saltaram de 80 m para até 150 m de altura, e de 50 m para até 65 m de comprimento. “Torres mais altas captam vento mais uniforme e constante para a geração de eletricidade”, explica a executiva. E com pás mais longas, a captação do vento é ainda mais eficiente.
Elbia Gannoum ressalta que o problema no passado recente de parques eólicos aptos a operar, mas sem interligação com o sistema nacional de energia, está quase superado.
Ela aponta o descompasso entre cronograma de obras dos parques eólicos e as linhas de transmissão como o motivo do problema. “Parte da solução desta questão se deve a um adequado planejamento das obras de infraestrutura e também à inclusão do assunto ‘conexão’ no edital de alguns leilões, de forma que os projetos vencedores destes certames tenham conexão em áreas próximas geograficamente”, menciona. Atualmente, apenas 15 parques estão ainda sem conexão, representando 377,5 MW, informa a Abeeólica.

 

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CPFL Energia instala painéis solares em Campinas

A CPFL Energia concluiu a instalação de placas solares em 100 residências em Campinas (SP). A iniciativa faz parte do projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) Telhados Solares.

Com investimento de R$ 14,8 milhões e previsto para ser concluído em novembro de 2017, o projeto Telhados Solares contempla a instalação de placas fotovoltaicas em 231 consumidores.

Para execução do projeto de P&D, a Diretoria de Estratégia e Inovação selecionou um trecho da rede elétrica da CPFL Paulista em Barão Geraldo que atende a aproximadamente 5 mil clientes. Por conta das suas características técnicas, essa parte do sistema foi considerada ideal para a realização dos testes de inserção de um número expressivo de usinas de geração distribuição na rede.

“A intenção do projeto é estudar o impacto da inserção massiva de geração solar distribuída na qualidade do fornecimento de energia para os demais clientes que não possuem os painéis solares”, explica o diretor de Estratégia e Inovação da CPFL Energia, Rafael Lazzaretti. As placas solares terão capacidade de 850 kWp, volume suficiente para gerar 20% do consumo de energia dos 5 mil clientes do ramal.

Além de estudar os impactos da inserção massiva da microgeração na rede elétrica, o projeto Telhados Solares também permitirá que a CPFL desenvolva conhecimento técnico para atuar como prestadora do serviço de instalação e operação dos painéis solares para os seus clientes.

“Com este projeto, preparamos nossas distribuidoras para o futuro, capacitando-as para realizar a operação e a manutenção da rede com inserção massiva de geração distribuída, e também avançamos nos estudos de modelos de negócio na área para atuação do Grupo CPFL Energia”, avalia Lazzaretti. A companhia disponibilizou uma página na internet (www.cpfl.com.br/telhados-solares) sobre o projeto de P&D, no qual os clientes selecionados e demais interessados podem conhecer a iniciativa.

Fonte: Redação OE

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