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Ampliação da Fibria tem solução pioneira na execução da ETE

O projeto Horizonte 2 de ampliação da unidade da Fibria, em Três Lagoas (MS), tornou a planta uma das maiores do mundo de produção de celulose.
A fim de atender as empresas envolvidas na execução da obra, como a Fortes Engenharia, HTB, Afonso França Engenharia, Cesbe, A. Yoshii Engenharia e Construções, Tucumann Engenharia e Lavita Engenharia Civil, a SH, empresa de locação de fôrmas e escoramento, forneceu algumas soluções nos diversos trechos, gerando aumento de produtividade e qualidade de obra.
Entre essas soluções, incluem-se os equipamentos Concreform SH, Tekko, Topec SH, LTT, LTT Extra, andaime Modex, andaime fachadeiro, escada modular, Lumisystem, além de tubos e braçadeiras. Carlos Batalha, gerente comercial da SH, conta que a obra é pioneira no Brasil no uso de paredes pré-moldadas na execução da estação de tratamento de efluentes (ETE).
“Estudamos a seis mãos com a empresa Fortes Engenharia uma solução de estroncamento de placas de quase 11 m de altura com pesos que chegam a mais de 27 t. Como solução de escoramento dessa estrutura, utilizamos um dos equipamentos maissofisticados da SH, o Lumisystem escoras de alumínio com 10 m de comprimento contraventadas com frames para dar rigidez ao conjunto”, explica o gerente comercial.
A previsão é que a nova linha de produção da Fibria entre em operação até o final deste ano.

Fonte: Revista O Empreiteiro

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Votorantim Cimentos abre planta industrial na Bolívia

Augusto Diniz
A Votorantim Cimentos, junto com seus parceiros na Itacamba Cemento, inaugurou este mês (fevereiro) uma fábrica em Yacuses, região de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia. De acordo com Fred Fernandes, diretor de participações na América do Sul da empresa brasileira, essa é a primeira unidade integrada – da extração de matéria-prima à produção final – da Votorantim Cimentos naquele país. O investimento na unidade foi de US$ 220 milhões.
O executivo explica que a empresa já detém na Bolívia participação em uma unidade de moagem em Puerto Quijarro (na fronteira Brasil-Bolívia), também em Santa Cruz de La Sierra, desde 1997, por meio da Itacamba Cemento.
Hoje, a Itacamba Cemento é formada por uma parceria entre Votorantim Cimentos, Companhía de Cemento Camba, do grupo boliviano Coceca, e a espanhola Cementos Molins.
A nova unidade terá capacidade de produção de 950 mil t/ ano de cimento, o equivalente a cerca de 58.000 sacos de 50kg/ dia. De acordo com a Votorantim, a fábrica será responsável em elevar a capacidade de produção total da Itacamba a 1,2 milhão de t/ano na Bolívia, considerando as 250 mil t/ano da moagem de Puerto Quijarro. “Os planos para a nova planta tiveram início em 2010. Yacuses é a primeira unidade integrada de cimento na Bolívia, com capacidade para realizar o processo completo de fabricação de cimento, desde o processamento das matérias-primas ao processamento do clínquer e a produção do cimento, além do ensacamento e distribuição”, conta Fred Fernandes.
O diretor explica ainda que o cimento está em conformidade com a NB-011 do Instituto Boliviano de normas e qualidade (Ibnorca), que garante os padrões de qualidade, podendo ser utilizado em todas as fases da construção. “Atualmente, a marca está presente nas principais obras de Santa Cruz de La Sierra, o que inclui a aplicação em estradas, edifícios e obras em geral”, diz.
A Bolívia representa um mercado estratégico na América Latina para a Votorantim Cimentos, por conta do alto potencial de crescimento. “Parte significativa da demanda por cimento naquele país era suprida por importações até a inauguração de Yacuses”, lembra ele. Com a nova operação, a Bolívia passa a ser autossuficiente no fornecimento do insumo. Pela sua localização geográfica, Yacuses deve garantir o fornecimento de cimento para o departamento de Santa Cruz, o maior mercado nacional, que equivale a um terço da demanda. Além disso, será possível apoiar o fornecimento a outras regiões, principalmente Cochabamba, Beni e a região leste de Tarija, informa a Votorantim.
A Turquia será o próximo país onde a Votorantim Cimentos inaugurará um empreendimento. Neste território, ela adquiriu os ativos da Cimpor. O startup da fábrica de Sivas, na região central da Turquia, está previsto para o primeiro semestre deste ano. O investimento na unidade é de 140 milhões de euros para
um forno de 4.500 TPD.
Com mais esse novos negócios, a Votorantim Cimentos passa a atuar em 13 países, além do Brasil: Argentina, Bolívia, Canadá, Chile, China, Espanha, Estados Unidos, Índia, Marrocos, Peru, Tunísia, Turquia e Uruguai.
No Brasil, a empresa não tem previsão de novas inaugurações. A unidade de produção mais recente aberta no País foi a de ano passado.

 

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MRS quer renovar concessão de sua malha ferroviária

A MRS pediu a prorrogação antecipada da concessão, a vencer em 2026, e recebeu do governo os termos que servirão de referência para o aditivo contratual. A MRS pretende montar o seu projeto de novos investimentos até meados de 2017, visando obter mais 30 anos de concessão.
A malha ferroviária da MRS de 1.643 km atravessa 110 cidades nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, com 500 pontes e 140 túneis. Em dezembro, a empresa fechou duas décadas de operação da sua rede. O programa de investimentos é estimado em alguns bilhões de reais — considerando que sua
malha é o dobro do tamanho da concessionária ferroviária Rumo, outra que também tenta a prorrogação do prazo de concessão.

Fonte: Revista O Empreiteiro

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EDP pretende ampliar atuação na área de transmissão

Ao estrear no segmento de transmissão em outubro passado, ao ganhar um lote de 113 km de linha de transmissão no Espírito Santo, a EDP Energias do Brasil avalia participar de novos leilões neste segmento em 2017, para consolidar sua posição. Ao mesmo tempo, a empresa prioriza antecipar a conclusão da UHE São Manoel, no rio Teles Pires, na divisa entre os Estados de Mato Grosso e Pará, cujas obras estão 80% executadas, sendo comissionadas as primeiras máquinas geradoras até o final de 2017.
Em distribuição, EDP não tem interesse nas distribuidoras que a Eletrobras pretende privatizar. A prioridade aqui é melhorar o desempenho da EDP Escelsa, elevando os investimentos em distribuição para R$ 400 milhões a R$ 500 milhões em 2017.

Fonte: Revista O Empreiteiro

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Consultoria mostra relevância dos estudos e planos ambientais

A Pró-Ambiente Assessoria Ambiental, empresa com sede em Campinas (SP), realiza trabalhos na área de consultoria ambiental, tanto para companhias privadas quanto para órgãos públicos. Entre os serviços prestados pela empresa, destacam-se estudo de impacto ambiental, laudos de fauna e vegetação, licenciamento ambiental, inventário de carbono, plano de resíduos e auditoria ambiental.
O estudo de impacto ambiental, um dos itens mais relevantes no âmbito de qualquer projeto hoje, é tratado pela empresa de forma integrada. “É possível traçar estratégias e ações para minimizar os impactos negativos e potencializar os positivos”, conta o diretor da Pró-Ambiente, Tairi Gomes. Ele acrescenta que
é preciso analisar os impactos de maneira qualitativa e quantitativa, “deixando claro para o órgão ambiental os benefícios do empreendimento”.
Tairi descreve os laudos de fauna e vegetação também como de suma importância, pois eles orientam o projeto de compensação ambiental a partir de uma supressão a ser realizada. “Dependendo do estágio que essa vegetação estiver, o órgão ambiental solicita também a elaboração de um laudo de fauna. Esse laudo identifica quais espécies habitam aquele fragmento de vegetação”, expõe.
O executivo ressalta a importância da busca pelo desenvolvimento sustentável. Porém, ele afirma que ao se tentar banalizar a questão ambiental na implantação de empreendimento, corre-se o risco de deixar uma herança muito negativa para o País. “Entendo que o desenvolvimento econômico deve seguir em frente, ainda mais num ambiente de crise, mas a resposta não pode ser negligenciar o meio ambiente. O órgão ambiental realmente coloca diversos questionamentos e barreiras a alguns empreendimentos. Mas isso não pode ser a desculpa para a não observação das variáveis ambientais”, afirma.
Sobre inventário de carbono, ferramenta de contabilização do impacto ambiental que uma instituição tem na questão das emissões, para possível comercialização de créditos de carbono, segundo o diretor da Pró-Ambiente, ele carece de regulamentação. “Já a elaboração dos planos de gerenciamento de resíduos têm aumentado muito, com a instituição da Politica Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010)”, conclui.

Fonte: Revista O Empreiteiro

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FDE deve fazer primeira licitação com projeto entregue em BIM

A Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), órgão do governo do Estado de São Paulo que tem a competência de realizar obras, manutenção e fornecimento de mobiliários e equipamentos às cerca de 5.400 escolas da rede pública, deverá em breve fazer a sua primeira licitação de projeto entregue em BIM, provavelmente para adequação de acessibilidade ou reforma.
Segundo o arquiteto Ricardo Grisolia Esteves, chefe do departamento de Especificações Técnicas, ligado à Diretoria de Obras do FDE, a medida significará na prática o uso da metodologia BIM (Building Information Modeling) no órgão.
O primeiro contato do FDE com o BIM foi 2008. No ano seguinte foram feitas as primeiras simulações e, depois, os estudos de viabilidade iniciais. Efetivamente, o processo de implantação começou em 2014, culminando esse ano com uma audiência pública sobre a implementação da tecnologia, que promete dar
mais transparência e controle de custos ao órgão.
Para transformar o processo na metodologia BIM, a Fundação adotou o Building Design Suit da Autodesk, incluindo as soluções Revit (utilizada para desenvolver projetos de arquitetura e estrutura), Inventor (execução de modelagem de mobiliário para fabricação) e o Navisworks (para compatibilização das disciplinas de projeto, incluindo arquitetura, estrutura, hidráulica, elétrica).
“O projeto BIM foi proposto pela área técnica do FDE e não uma adoção de cima para baixo. Isso criou expectativas sobre o futuro do projeto”, conta Ricardo. “A audiência pública foi importante para consolidar a iniciativa. Para ratificar e tornar público o projeto. Deu publicidade ao que o FDE estava fazendo. Isso foi
um alívio para nós”.
O FDE chega a fazer por ano a contratação de 3 mil projetose execuções de obras novas, ampliações, acessibilidade, proteção contra incêndio de acordo com as normas vigentes, manutenção
e restauro.
De acordo com a arquiteta Mônica Geraes Duran, da área de Especialização e Desenvolvimento de Mobiliário e Equipamentos do FDE, o BIM trará racionalização de informações e processos, a partir de uma coordenação modular, com padronização de componentes, serviços, mobiliários e equipamentos.
A primeira fase de implantação do BIM na FDE envolveu reuniões técnicas, modelagem de dois edifícios existentes como iniciativa piloto, confecção de bibliotecas, modelagem de mobiliário, elaboração de manuais, capacitação e consulta a escritórios e profissionais de arquitetura e engenharia nas mais variadas disciplinas.
“Além das barreiras técnicas, existem a resistência humana e a necessidade de aculturamento interno ao uso da nova tecnologia.
Assim, a capacitação no FDE foi um desafio e tanto”, afirma Ricardo. Ele explica que o BIM tem sido implantado de forma paulatina, e nesse primeiro momento os softwares aderidos à tecnologia têm trabalhado na identificação de interferências de disciplinas e inconsistências, na extração de quantitativos e nos
estudos de implantação de projetos.
“Vamos agregando mais competência ao BIM ao longo do tempo”, diz Ricardo. Segundo o arquiteto, a rede de ensino é muito grande e o maior desafio sempre foi saber as mudanças sofridas nas escolas ao longo do tempo, pois não existe nenhum cadastro disso. “Temos tentado ganhar experiência do BIM em operação e manutenção, por que 80% dos recursos do FDE são destinados para isso. A metodologia provisionará recursos de maneira eficaz às práticas”, finaliza. (Augusto Diniz)

Fonte: Revista O Empreiteiro

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Geração simultânea de eletricidade e água quente ganha prêmio

A tecnologia que permite gerar energia elétrica e água quente com um único painel fotovoltaico recebeu o Prêmio Odebrecht para o Desenvolvimento Sustentável 2016. De autoria de Henrique Luís Hipólito, com orientação do professor Sérgio Colle, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o trabalho foi desenvolvido a partir da constatação de que um painel fotovoltaico convencional converte apenas 15% da radiação solar em eletricidade, e todo o resto é perdido sob a forma de calor.
Com essas considerações, se estudou a viabilidade econômica de se produzir um painel solar híbrido para uso em casas populares.
A ideia era aproveitar esse calor desperdiçado e utilizá-lo para aquecer água até uma temperatura ideal para o consumo doméstico. Dessa forma, cerca de 80% da radiação passa a ser convertida em energia útil, que pode ser utilizada para atender à demanda de casas populares, aproveitando os níveis de insolação do território brasileiro, um dos mais elevados do mundo.
Após vários estudos, um protótipo experimental do painel solar híbrido foi construído no laboratório da UFSC. Com o modelo, segundo o professor Colle, foi possível realizar uma série detestes. “Medimos simultaneamente a quantidade de água quente produzida diariamente e o total de energia elétrica gerada, entre outros testes”, conta.
A conclusão é de que o painel solar híbrido mostra-se como ótima alternativa para a geração de energia distribuída no Brasil.
O sistema integra as características de duas tecnologias conhecidas em uma nova mais eficiente, mais barata e que ocupa menos espaço.
A tecnologia capaz de gerar eletricidade e água quente com um só painel tem um grande impacto ambiental positivo, pois integra duas tecnologias de geração de energia limpa em uma só. Com isso, ainda se eliminam gastos dobrados com projeto, logística e instalação.
De acordo com Hipólito, um reconhecimento como esse da Odebrecht é muito importante para o estudante. “Quando se chega ao final do projeto e se vê que esse esforço valeu a pena, há um incentivo muito grande para continuar esse desenvolvimento”, diz. Na opinião de Colle, “a Odebrecht realiza um excelente trabalho
para disseminar no Brasil o Prêmio para Inovação Tecnológica”.

Fonte: Revista O Empreiteiro

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Grupo multinacional quer crescer no mercado de bombas

A Aro chegou ao Brasil em 2014. Agora, quer avançar mais no mercado de bombas. A empresa conta com o prestígio do grupo norte-americano Ingersoll Rand para alcançar seu objetivo.
A companhia especializada em bombas diafragma e de pistão é uma das empresas da Ingersoll Rand, grupo com faturamento acima de US$ 13 bilhões anuais e que mantém outras marcas, como a Thermo King, especializada em refrigeração em transportes de produtos.
“O mercado hoje de bombas diafragma no Brasil é de US$ 20 milhões, e o de bomba de pistão chega a US$ 25 milhões. É um negócio em crescimento”, avalia Cristian Drewes, diretor comercial da Aro para a América Latina. A sede da Aro fica em Barueri, na Grande São Paulo, onde encontram-se o estoque de produtos
e peças e área de serviços.
As aplicações das bombas incluem transferência e circulação de materiais, distribuição, enchimento, acabamento, formulação, limpeza de alta pressão, lubrificação e acondisetorescionamento. Há segmentos com forte potencial da Aro, como as industrias de mineração, química, produtos acabados e
bebidas. “As características de nossas bombas são a mobilidade e a versatilidade”, afirma Cristian. As bombas de diafragma pneumáticas operam fluidos limpos de baixa viscosidade a fluidos corrosivos, abrasivos e de grandes partículas. A capacidade de variação de saída de fluxo e pressão de descarga vai desde 1 l/ mim até 1.040 l/min.
As bombas diafragma podem ter sua estrutura em metal, como alumínio, ferro fundido, aço inox e Hastelloy (liga metálica), ou não metal a base de polipropileno, acetal e PVDF. Os tipos de bomba vão desde compactas até sob medida de grandes dimensões.
Já as bombas de pistão, também em vários formatos, trabalham tanto em fluidos de baixa viscosidade como de alta viscosidade, a longas distâncias. (Augusto Diniz)

Fonte: Revista O Empreiteiro

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Votorantim Cimentos lança guia de boas práticas em exploração de calcário

A Votorantim Cimentos, em parceria com a Sociedade Brasileira de Espeleologia e Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, lançou o Guia de Boas Práticas Ambientais na Mineração de Calcário em Áreas Cársticas e o Plano de Gestão Territorial Sustentável (PGTS). A primeira publicação busca contribuir para a preservação de cavernas, e a segunda é voltada a auxiliar no manejo sustentável do patrimônio ambiental.
O projeto começou a ser criado em 2011, em Ribeirão Grande (SP). De acordo com Patrícia Montenegro, gerente global de Relações Ambientais da Votorantim Cimentos, foi feito a partir dessa época um levantamento na área onde se localiza a unidade industrial do grupo com ativos minerais, e se identificou importantes remanescentes de Mata Atlântica, além de nascentes e cavernas.
“A empresa decidiu então criar uma área de proteção ao invés de simplesmente explorar esses ativos”, conta ela. A região de Ribeirão Grande, onde a Votorantim possui lavra de calcário, ficano sul do Estado de São Paulo, com extensos parques estaduais reconhecidos pelas suas cavernas. Patrícia explica que cerca de
70% de locais com cavernas possui predominância calcária.
Atualmente, em oito áreas de unidades industriais da companhia no Brasil já se detectaram cavernas. “Trata-se de uma oportunidade reputacional à empresa”, avalia a executiva pela opção da Votorantim em preservar áreas próprias. “As cavernas têm espécies da fauna e da flora que só se desenvolvem nelas”,
complementa.
Outro projeto que estimulou a empresa ao lançamento das publicações de boas práticas ambientais e do PGTS ocorre em Laranjeiras (SE), onde a Votorantim possui também planta industrial. Lá, será feita uma trilha de 5 km em sua área, que passará por um mangue, chegando a um antigo engenho e igreja – ambos
prédios históricos serão restaurados para visitação.
Recentemente, a Votorantim Cimentos adquiriu, por meio do sistema internacional Environmental Product Declarations (EPD), declarações ambientais para cinco produtos de seu portfólio. As declarações avaliam os impactos ambientais dos produtos ao longo de todo seu ciclo de vida, desde a extração da matéria-prima,
fabricação, transporte, distribuição e uso até o destino final.
A empresa passou a ser a primeira do setor no Brasil a obter esse tipo de certificação. (Augusto Diniz)

Fonte: Revista O Empreiteiro

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JLG tem novo vice-presidente para América Latina

A norte-americana JLG, de fabricação de plataformas de trabalhos aéreos e manipuladores telescópicos de materiais, anunciou Mike Brown como novo vice-presidente de Vendas e Desenvolvimento de Mercado para a América Latina. Sua tarefa inclui supervisão de vendas e suporte de serviços a clientes na região. “Nossos atuais esforços são para maximizar nossos recursos e atender às mudanças na dinâmica do mercado, visto que queremos dar o melhor suporte. A JLG continua empenhada em apoiar e fornecer aos nossos clientes o melhor em produtos, serviços e treinamento, mesmo durante momentos desafiadores”, afirma Mike.
Sobre o Brasil, ele afirma que a marca pretende trabalhar mais próximos aos revendedores e distribuidores, fornecendo-lhes serviços e treinamentos. “Como os clientes estão buscando expandir a vita útil de seus equipamentos atuais, é essencial focar nossos esforços em lhes dar suporte com os recursos necessários, para a manutenção e serviços de seus equipamentos”, conta.
Com relação a outros mercados na América Latina, Mike aponta potencial de crescimento de longo prazo, variando de acordo com cada País. “No Peru e no Chile, o mercado de mineração é um dos principais pilares das economias. No México, a indústria automotiva mostra sinais de crescimento, visto que alguns fabricantes pretendem abrir unidades de fabricação. Os acondisetores da construção e infraestrutura no Chile, Peru e Colômbia irão crescer de forma constante, uma vez que estes países estão construindo e expandindo aeroportos e rodovias”, exemplifica.
Outro setor de crescimento é o de energia. “Os países mais atraentes para este segmento são México, Brasil, Chile, Panamá, Nicarágua e Peru”, diz ele. “O setor industrial está se tornando uma oportunidade em muitos mercados e o agrícola mostra um potencial de crescimento a longo prazo”, complementa.
Mike Brown está na JLG desde 2011. Algumas de suas realizações na empresa incluem o aumento da equipe de trabalho para suporte de vendas, serviços e peças na América Central, Caribe, México, Colômbia e Panamá. O executivo é membro da Associação dos Fabricantes de Equipamentos (AEM) e do Comitê de Gerenciamento Regional de Equipamentos de Construção na América Latina (CELARMC), e foi o último presidente do conselho da Associação Mexicana dos Distribuidores de Máquinas (AMDM).

Fonte: Revista O Empreiteiro

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