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Estatal estrutura programa de melhorias para era pós-concessões

 

Não foi desta vez, nos preparativos para o Mundial, que todas as obras de melhoria aeroportuária e de acessos previstas puderam ser concluídas. Mas cabe ao governo aprimorar a gestão para que elas prossigam sem interrupção e custos adicionais depois do megaevento

 

Nildo Carlos Oliveira

 

A responsabilidade pelo legado das obras aeroportuárias está nas mãos do governo. E não deve ser a frase infeliz de um ex-presidente da República – “É babaquice chegar aos estádios de metrô” – que venha a desestimular os esforços para que a sociedade seja privada do legado de mobilidade prometido com pompa e circunstância.

 

Nesse sentido, precisam ser intensificadas, depois da Copa do Mundo, as medidas de gestão para que a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) dê continuidade aos trabalhos de modernização dos aeroportos que ela está administrando; avance no plano de outorgas e dê andamento, em bases consistentes, a uma nova política comercial dentro dos limites em que foi colocada.

 

A concessão de cinco dos seus maiores aeroportos – Guarulhos (SP), Brasília (DF), Galeão (RJ), Confins (MG) e Viracopos (SP) – tirou-lhe 44,23% do movimento de passageiros e naturalmente de sua receita. Se, em 2012, sua receita bruta com ganhos operacionais e comerciais somou R$ 4,36 bilhões, no ano seguinte, com as concessões de Guarulhos, Brasília e Viracopos, eles decresceram para R$ 3,09 bilhões.

 

Com a concessão posterior de Galeão e Confins, a situação da empresa se agravou. Contudo, ela pode contar com recursos do Tesouro e de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Além disso, está se reestruturando e adotando uma nova política comercial. Não deverá, portanto, deixar de continuar a investir nos 60 terminais que restaram sob a sua administração.

 

Gustavo do Vale aposta nos aeroportos regionais

 

O próprio ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Moreira Franco, reconhece que a estatal já utiliza recursos do Tesouro e que “não será um bom negócio retirá-la dos 49% que possui nas concessões”.

 

Moreira Franco reconhece a perda de receita da estatal

 

O caminho é voo para o futuro

Gustavo do Vale, presidente da empresa, diz que, nessas novas condições operacionais e comerciais, o futuro da Infraero está na administração de aeroportos regionais e na prestação de serviços aos aeroportos que permanecem sob sua responsabilidade. E a reforma dos aeroportos é o primeiro passo para tornar viável o crescimento da aviação regional.

 

Apesar da perda de receita, a estatal liberou R$ 5,2 bilhões para obras nos aeroportos para a Copa do Mundo, em especial investindo nos chamados módulos operacionais provisórios (MOPs), a exemplo do “puxadinho” do Aeroporto Pinto Martins, em Fortaleza (CE), orçado em R$ 3,5 milhões.  Além disso, destinou R$ 1,76 bilhão para 19 aeroportos, dentre eles os de Santarém (PA), Macapá (AM), Parnaíba (PI), Teresina (PI), Ilhéus (BA), Vitória (ES), Santos Dumont (RJ), Congonhas (SP), Joinville (SC), Florianópolis (SC), Foz do Iguaçu (PR) e Goiânia (GO).

 

A experiência acumulada pela Infraero (exemplos de Brasília e Guararapes) pode ser repassada aos aeroportos que ela administra em sua nova fase

 

Mas um dado importante diz respeito a um patrimônio que a Infraero tem acumulado desde que foi criada em 1972. Ao longo desse período ela reuniu notável experiência de campo com a expansão dos aeroportos no território do País; experiência operacional, com sua massa de recursos humanos, e experiência do ponto de vista da engenharia e da concepção de aeroportos, quando contratou importantes escritórios de arquitetura e empresas projetistas e construtoras para melhorar o espaço construído, a exemplo do que fez nos aeroportos de Brasília, em sua primeira e segunda expansão;  no aeroporto dos Guararapes (Recife) e no aeroporto de Belém e outros mais.

 

Essa experiência pode ser aproveitada, agora, nos planos em andamento para dotar o País de aeroportos regionais modernos, compatíveis com as cidades médias que estão se expandindo e se fortalecendo por conta dos atrativos e crescimento das novas fronteiras econômicas.  Será a Infraero voltada para a expansão das cidades brasileiras.  Um voo, portanto, para o futuro.

 

Fonte: GTA

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Segurança de pistas

A Trade, empresa brasileira de tecnologia, vem trabalhando com soluções que conseguem identificar quaisquer movimentos estranhos que aconteçam em pistas de aeroportos.

“Várias das soluções que a Trade oferece são úteis para aeroportos e algumas delas já são usadas, como sistemas de monitoramento de vídeo e softwares de análise de vídeo, que tornam o sistema de monitoramento inteligente, de forma a conseguir identificar movimentos estranhos nos aeroportos, reconhecer pessoas pela face, encontrar objetos abandonados, entre outros”, explica Antonio Klodzinski, diretor de mercado da empresa.

O executivo conta que a empresa também fornece solução específica de detecção de objetos, que pode evitar acidentes com peças soltas de um avião que acabou de pousar ou decolar, por exemplo. O aparelho funciona de forma que as unidades interligadas “escaneiem” constantemente a superfície da pista utilizando duas tecnologias combinadas: um radar de alta sensibilidade e uma câmera de alta resolução.

Fonte: Revista O Empreiteiro

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Soluções de led geram 40% de economia

Terceiro mais movimentado do Reino Unido, o aeroporto de Manchester substituiu parte da iluminação de lâmpadas fluorescentes por lâmpadas led, gerando economia acima de 250.000 kWh/ano.

O terminal aeroportuário impôs metas de economia de energia. A Osram, multinacional alemã especializada em iluminação, forneceu soluções de led para substituir lâmpadas fluorescentes tubulares nas áreas de chegada e partida do terminal 2. A atualização do sistema de iluminação, que levou quatro meses para ser concluída, proporciona redução de 40% no consumo energético e impressiona pelo design e durabilidade.

No projeto foram utilizados aproximadamente 1,2 km da fita de Led Linearlight Power Flex, da empresa. A combinação desse produto com a funcionalidade fornecida pelo reator Optotronic permitiu alcançar impressionantes níveis anuais de economia.

Fonte: Revista O Empreiteiro

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4.500 t de estruturas metálicas no terminal de Viracopos

A EMTEC Construções Metálicas deverá concluir, até o final deste ano, a cobertura e o fechamento lateral do novo terminal de passageiros (TPS-1) do Aeroporto de Viracopos. O volume de estruturas metálicas, distribuído numa área de 32.200 m², é de 4.500 t. E a execução e o fornecimento dos elementos metálicos correspondem a um investimento da ordem de R$ 50 milhões. Atualmente, com a fabricação das peças praticamente concluída, a empresa começa a avançar nos serviços de montagem.

Com a ampliação representada pelo novo TPS-1, a capacidade de atendimento do aeroporto passa a ser de 14 milhões de passageiros/ano. O terminal atual recebe 8,8 milhões de passageiros/ano.

A EMTEC vem desenvolvendo diversos projetos na área de infraestrutura e nos segmentos de mineração e siderurgia.

Fonte: Revista O Empreiteiro

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Um avançado sistema de manuseio de bagagens

A subsidiária do Beumer Group no Brasil foi contratada pelo Consórcio Construtor Viracopos para o fornecimento do sistema de manuseio de bagagens a ser instalado naquele aeroporto internacional.

O sistema faz parte da fase 1 do projeto de ampliação do terminal e tem capacidade para processar 4.200 bagagens/hora e atender a 14,5 milhões de passageiros/ano. Segundo a direção do grupo, esse volume de atendimento representa um aumento de mais de 60% na capacidade do aeroporto e inclui suporte para uma futura expansão planejada, destinada a beneficiar 15 milhões de passageiros/ano na próxima década. A fase 1 deverá estar concluída em 2014, antes da Copa do Mundo.

Além do contrato de Viracopos, a Beumer Latinoamericana Equipamentos Ltda., junto com a empresa dinamarquesa Crisplant (integrante do Beumer Group e centro de competência de aeroportos), estarão instalando também os sistemas de manuseio de bagagens nos terminais internacional e doméstico do aeroporto El Dorado, Bogotá, Colômbia.

Fonte: Revista O Empreiteiro

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Veículo de resgate e salvamento atende 36 aeroportos

O Daily 55S17W com tração 4 x 4, da Iveco, será em breve utilizado em 36 aeroportos das principais cidades do País – alguns já o têm, como o Salgado Filho, em Porto Alegre (RS). A gaúcha Triel-HT, empresa especializada em implementos e viaturas especiais, preparou os veículos para trabalhos de atendimento a emergências nos terminais aeroportuários.

Os veículos, importados da Itália, foram adaptados atendendo os requisitos da National Fire Protection Association (NFPA), entidade internacional criada em 1896. As normas da NFPA são seguidas em aeroportos de todo o continente americano.

O Daily 4×4 não sofreu nenhuma modificação em sua configuração de fábrica. A Triel-HT instalou somente o equipamento projetado para as operações de resgate e salvamento, um sistema para o transporte de equipamentos e acessórios que auxiliam a equipe de resgate a realizar atendimentos. A capacidade do CRS é de cinco passageiros.

O Daily 4×4 foi lançado em 2007, continuando uma tradição que remonta a 1985, quando a Iveco apresentou seu primeiro Daily com tração nas quatro rodas. Produto de linha da Iveco na Itália, a Daily 55S17W 4×4 é movido por um motor diesel Common Rail F1CE3481C da FPT Industrial, que entrega 170 cavalos de potência e 400 Nm de torque. O propulsor é Euro 5 e utiliza a tecnologia EGR, que dispensa o uso de Arla para reduzir as emissões de poluentes. Além de ser usado como carro de atendimento a emergências, o veículo também pode ser aplicado em canteiros de obras e por órgãos de segurança pública.

Seu chassi robusto é derivado do mesmo projeto utilizado em caminhões, com longarinas sendo feitas com aço especial com 5 mm de espessura, o que o torna ideal para operações de transporte em terrenos irregulares. Sua transmissão é a FPT 2840.6, da FPT Industrial, e oferece 24 marchas à frente e 4 rés.

Existem duas versões do 4×4: a de 3,5 t (35S17W) e a de 5,5 t (55S17W),na configuração chassi-cabine, com a opção da cabine dupla. ATriel-HT adquiriu a de 5,5 t com cabine dupla, usada para transportar passageiros e equipamentos.

A tração nas quatro rodas oferece três possibilidades de bloqueio de diferencial: dianteiro, traseiro e central. A suspensão é feita com molas parabólicas. A distribuição de torque (32% no eixo dianteiro e 68% no eixo traseiro) foi projetada para oferecer o máximo de aderência em qualquer terreno.

Fonte: Revista O Empreiteiro

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Sensores biométricos no Baltimore-Washington

O Aeroporto Internacional Baltimore-Washington (EUA) instalou sensores biométricos nas áreas interna e externa. Em 2012, mais de 22 milhões de passageiros voaram a partir daquela base que conta com 9.700 funcionários já cadastrados no sistema de identificação biométrica com tecnologia de imagem multiespectral da Lumidigm, empresa norte-americana especializada em soluções globais de autenticação.

Os sensores Série-V estão integrados em leitores Rhino, da Innometriks. A empresa informa que a vantagem desses leitores, que controlam inclusive o acesso à pista através de unidades implantadas ao ar livre, é a capacidade de permitir o uso de cartões inteligentes e pins, tornando a transição à nova tecnologia muito mais fácil e sem comprometimento da segurança. Quando o sensor biométrico é tocado, a imagem captada é comparada à fornecida por grande banco de dados. Na sequência, o controle de acesso é liberado ou não.

Um dos diferenciais que contribuíram para a adoção dessa tecnologia disponibilizada pela Innometriks, em parceria com a Lumidigm, foi o fato de alguns sensores serem implantados em áreas abertas, sujeitas a intempéries. Daí a importância de poder contar com um leitor robusto e com um sensor biométrico baseado em imagem multiespectral, que permite identificar qualquer impressão digital, ainda que o dedo esteja sujo, molhado, desgastado pelo tempo ou pelas condições de trabalho.

Bill Spence, vice-presidente comercial da Lumidigm para América do Norte, Europa e Austrália, informa que o sistema “é capaz de ler rapidamente as impressões digitais de qualquer pessoa e sob quaisquer condições – chuva, neve ou calor intenso”.

Fonte: Revista O Empreiteiro

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Biometria auxilia a identificação de passageiros desde o estacionamento

Na medida em que os aeroportos e as companhias aéreas aperfeiçoam o atendimento ao cliente, cresce também a necessidade de sistemas de proteção dos dados pessoais coletados e armazenados. Em alguns grandes aeroportos, por exemplo, viajantes podem fornecer dados biométricos ou detalhes pessoais de voo com o objetivo de tornar mais rápida sua passagem pelo local.

No entanto, aeroportos e companhias aéreas devem oferecer proteção a esses dados, visando garantir a segurança e privacidade dos clientes. “Nossa experiência internacional mostra que os aeroportos têm trabalhado em cooperação com as companhias aéreas, para desenvolver e testar processos automatizados para o fluxo de pessoas e outras maneiras inovadoras para oferecer serviços personalizados aos passageiros”, afirma o diretor para a prática de Transportation da Unisys para América Latina, Clóvis Chiaravalloti.

O Aeroporto de Gatwick, em Londres, desenvolveu um aplicativo móvel para proporcionar atendimento personalizado aos passageiros. O aplicativo identifica biometricamente o passageiro na entrada do estacionamento do aeroporto e, então, fornece automaticamente informações sobre o trajeto do viajante no aeroporto, desde o local do balcão de check in até ofertas de varejo personalizadas. Gatwick é o segundo maior e mais movimentado aeroporto da Inglaterra, por onde circulam mais de 34 milhões de passageiros por ano.

Um outro exemplo desse trabalho de cooperação é a parceria entre o Aeroporto de Heathrow e a South African Airways, que testaram juntas uma solução de portão de autoembarque para ajudar os passageiros a entrar em seus voos com maior rapidez e eficiência. O sistema compara varreduras faciais no portão de “autoembarque” com os dados biométricos coletados durante a fase de check in. Se as varreduras corresponderem aos dados reais do passageiro, ele poderá embarcar em seu voo diretamente. Com essa tecnologia, a identidade de um passageiro precisa ser verificada somente uma vez pelos funcionários da companhia aérea.

“Trata-se de uma grande mudança, já que agora os próprios aeroportos podem se encarregar da coleta e do armazenamento de dados pessoais, diferentemente do que acontecia até então, com a coleta sob responsabilidade apenas das companhias aéreas e agências de controle de fronteiras. Porém, os aeroportos terão que demonstrar como estão protegendo os dados de passageiros para que sejam realmente efetivos”, afirma Chiaravalotti.

Fonte: Revista O Empreiteiro

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Balanço mostra avanço variado das obras

Aeroporto de São Luís – Marechal Cunha Machado

O aeroporto Internacional de São Luís está passando por obras de ampliação destinadas a elevar sua capacidade dos atuais 3,4 milhões de passageiros por ano para 5 milhões de embarques e desembarques anuais. Isto é, um aumento de 1,6 milhão de possíveis passageiros a cada 12 meses. As obras em andamento para redimensionamento do terminal de passageiros incluem a instalação de novos módulos operacionais. Os investimentos somam R$ 14,7 milhões.

O prazo previsto de execução dos trabalhos, iniciados em agosto, é de doze meses. Serão implantados quatro módulos: de embarque (a ser instalado ao lado do antigo prédio da administração); de desembarque (ao lado do atual terminal de passageiros); de check-in (em frente ao antigo prédio administrativo); e de check-out (atrás do antigo prédio da administração).

Entre as melhorias das novas estruturas estão incluídos sanitários adicionais e duas novas esteiras de restituição de bagagem. Com o acréscimo dos módulos, a área do terminal de passageiros passará dos atuais 6,2 mil m² para 11,1 mil m².

Em 2012, o aeroporto maranhense recebeu também obras de reforma no terminal de passageiros, nas quais foram investidos R$ 13,1 milhões. Com as reformas, o terminal teve um aumento de 491 m² na área de embarque, 118 m² na sala de desembarque e 2.115 m² na área da fachada do terminal.

Voltado a atender especialmente à tradição turística e de negócios da capital maranhense, o Aeroporto Marechal Cunha Machado dispõe de duas pistas para pousos e decolagens, sendo a principal de 2.385 m de extensão, por 45 m de largura, e a de apoio com 1.464 m comprimento e os mesmos 45 m de dimensão lateral.

Aeroporto de Aracaju – Santa Maria

Por intermédio da Infraero, que administra o Aeroporto Internacional de Aracaju, está em andamento o processo de licitação para contratação de empresas interessadas em realizar obras de reforma e ampliação de sua pista de pousos e decolagens, assim como do sistema de pátio de aeronaves do terminal aeroportuário.

Entre as melhorias previstas com as intervenções estão a ampliação da cabeceira da pista, a construção de uma nova pista de manobras para aumentar a fluidez na movimentação de aeronaves, a revitalização completa do sistema de balizamento e o recapeamento da pista e das áreas dos pátios.

A licitação, feita pelo Regime Diferenciado de Contratações (RDC), na modalidade eletrônica, foi aberta em 30 de agosto passado. Após a conclusão do processo licitatório e assinatura do contrato, o prazo de realização dos trabalhos é de 630 dias corridos.

O Aeroporto de Aracaju foi inaugurado em 1952, estando localizado na zona sul da capital sergipana, distante 12 km do centro da cidade. Sua vocação principal está voltada ao atendimento a executivos e turistas que visitam Sergipe para negócios e lazer.Outro segmento explorado são as operações diárias de helicópteros para transporte de funcionários que trabalham nas plataformas de petróleo localizadas no litoral de Sergipe e Alagoas.

Contando com capacidade de operação estimada em 2,6 milhões de passageiros por ano, em 2012, 1,373 milhão de pessoas passou pelos portões de embarque e desembarque do aeroporto, com a circulação de 26.033 voos no período. Agora em 2013, de janeiro a julho, foram 753.312 passageiros, que viajaram pelos 13.484 voos ali operados. A única pista do aeródromo tem 2.200 m de extensão e 45 m de largura. O terminal dispõe de 11 áreas para estacionamento de aeronaves.

Aeroporto de João Pessoa – Presidente Castro Pinto

Apesar de conhecido como Aeroporto Internacional de João Pessoa, o aeródromo que atende à capital paraibana não fica naquela cidade. Ele está localizado, de fato, em uma área entre os municípios de Bayeux e Santa Rita, na região metropolitana, distante 11 km do centro da capital.

É interessante perceber que, por exemplo, os passageiros aterrissam em Santa Rita e desembarcam em Bayeux. A curiosidade gerou inclusive um recente acordo entre as prefeituras dos dois municípios definindo áreas das instalações do aeroporto que pertencem a cada uma das cidades. Segundo o entendimento, 56% dos 389 ha da área total do aeroporto pertencem a Bayeux, com os restantes 44% sendo pertencentes a Santa Rita.

Atualmente, o aeroporto passa por obras de ampliação da área de check-in, com investimentos da ordem de R$ 626 mil. Os trabalhos contemplam melhorias e readequações no layout do espaço, assim como a instalação de dez novos balcões de check-in. O serviço tem conclusão prevista para o final de 2013.

O Castro Pinto é um aeroporto de porte médio, internacional, de utilidade pública e militar. Dispõe de 11 posições de estacionamento de aeronaves e conta com uma pista de 2.515 m por 45 m. Seu terminal de passageiros, com capacidade de atender até 2,3 milhões de viajantes por ano, possui mais de 9 mil m² de área construída.

O terminal aeroportuário opera longe de sua capacidade-limite, já que, em 2012, foi atendido 1,252 milhão de passageiros, que embarcaram ou desceram de aviões envolvidos em 12.883 pousos e decolagens. É interessante perceber que o aeroporto é também bastante ativo no transporte de cargas, com 4.033 t movimentadas no ano passado. De janeiro a julho deste ano, o total de passageiros já soma 721 mil, com 7.549 voos registrados e um movimento de cargas que chega a 1.861 t.

Aeroporto de Macapá – Alberto Alcolumbre

Em maio deste ano, foi concluída a instalação dos módulos operacionais do Aeroporto Internacional de Macapá, nos quais foram investidos R$ 8,25 milhões. Com as novas estruturas, a área total do terminal de passageiros passou a ter 5,4 mil m².

Os módulos funcionam como salas de embarque e de desembarque, contando com infraestrutura para atender aos usuários, tais como climatização, isolamento termoacústico, sistemas de informação e de som, sanitários, além de espaços para lanchonete e loja de conveniência. O módulo de embarque tem área de 1,3 mil m², enquanto que o de desembarque possui 1,2 mil m², este contando com duas novas esteiras de restituição de bagagens.

Além disso, o principal aeroporto do Amapá passa no momento por obras de adequação do terminal de passageiros para uma melhor integração dos módulos. Os trabalhos envolvem melhorias, como reforma da área de entrada do terminal de passageiros, com substituição do piso na área da calçada frontal e as entradas de acesso, instalação de forro de PVC, substituição das luminárias e montagem de três novos espaços para operação de órgãos de segurança pública, como Polícia Militar e Companhia de Trânsito de Macapá. Os trabalhos foram iniciados em maio, com prazo de conclusão previsto em cinco meses.

A história do Aeroporto de Macapá começou a ser escrita na década de 1930, durante a Segunda Guerra Mundial, quando o governo dos Estados Unidos construiu, com autorização do Brasil, bases aéreas militares em diferentes pontos da Amazônia.

Sua única pista tem 2.100 m de extensão, por 45 m de largura. Apesar de ter capacidade para atender a 3 milhões de passageiros ao ano, segundo a administradora Infraero, em 2012 o aeroporto recebeu 573.560 passageiros e 12.572 voos. Nos sete primeiros meses de janeiro, foram 354.038 passageiros e 7.600 voos.

Aeroporto de Rio Branco – Plácido de Castro

Inaugurado em novembro de 1999, o Aeroporto Internacional de Rio Branco está localizado a 18 km do centro da capital acreana, às margens da rodovia BR-364. Possui uma única pista de 2.158 m de comprimento, por 45 m de largura. Seu terminal de passageiros ocupa 4.292 m² de área construída, dispostos em dois pavimentos.

As atuais instalações, que contam com uma sala de embarque de 283 m² e uma área de desembarque de 352 m², garantem ao terminal aéreo uma capacidade para atender a 1.219.500 passageiros por ano. As atuais instalações têm uma boa perspectiva de atendimento às necessidades da capital do Acre, já que, em 2012, por exemplo, suas pistas receberam 12.749 voos, sendo que passaram pelo Aeroporto de Rio Branco 384.877 passageiros. No ano passado, o terminal movimentou 1.372 t de cargas. Agora em 2013, de janeiro a julho, foram 219.026 passageiros transportados por 5.983 voos. A movimentação de cargas somou 555 t nos sete primeiros meses deste ano.

Sua pista atende a aeronaves das principais companhias aéreas do País, além de acolher a operação de empresas de táxi aéreo e de transportes. Já o pátio destinado às aeronaves possui 38.400 m² e tem quinze posições para aviões de pequeno porte, cinco para aeroplanos de médio porte e outras seis para aparelhos de grande porte. A maior aeronave que opera no Aeroporto de Rio Branco é a Airbus A-320, que tem capacidade para mais de 180 passageiros, dependendo da configuração.

O terminal de passageiros dispõe, também, de lojas comerciais, áreas de conveniência, lanchonetes, locadoras de veículos e serviços de táxi, restaurante, terminais de autoatendimento bancário, instalações de órgãos oficiais e espaço cultural.

No momento, Rio Branco não passa por obras de expansão ou de reforma de seu terminal de passageiros.

Aeroporto de Porto Velho – Gov. Jorge Teixeira de Oliveira

O Aeroporto Internacional de Porto Velho passou por obras de ampliação e reforma de seu terminal de passageiros, concluídas no primeiro semestre de 2013. As intervenções foram realizadas com o investimento de R$ 8,2 milhões.

Com as obras, o terminal foi expandido, e conta agora com uma área total de 10,7 mil m². Foram ampliadas as salas de embarque e de desembarque; a praça de alimentação; a área operacional e praça de manuseio de bagagem; e a área destinada às empresas de auxílio à aviação, com a construção de refeitórios e sanitários.

A intervenção incluiu outras melhorias, como: a substituição do forro da marquise da área pública; a modificação das fachadas; inclusão de recursos de acessibilidade, como a implantação de faixa elevada para travessia de pedestres e piso tátil, melhorias na pavimentação das vagas acessíveis do estacionamento e criação de novas vagas no meio-fio de embarque e desembarque; além da substituição de equipamentos eletroeletrônicos das esteiras do check-in.

O Aeroporto de Governador Teixeira de Oliveira está localizado a 7 km do centro da capital de Rondônia, tendo como acessos principais as avenidas Governador Jorge Teixeira de Oliveira e Lauro Sodré. Localmente, é conhecido como Aeroporto de Belmont, nome do bairro onde está instalado. Possui uma única pista, de 2.400 m de comprimento, por 45 m de largura. O terminal opera também com voos da Base Aérea de Porto Velho.

Em 2012, o terminal operou 20.944 voos, com a movimentação de 1,05 milhão de passageiros e 2.986 t de cargas. Agora em 2013, de janeiro a julho, 529 mil pessoas utilizaram o aeroporto para embarcar ou desembarcar de 10.302 voos. Em relação à carga movimentada, foram 1.189 t nos sete primeiros meses de 2013.

Aeroporto de Boa Vista – Atlas Brasil Cantanhade

Inaugurado em fevereiro de 1973, o Aeroporto Internacional de Boa Vista recebeu no ano passado 336.530 passageiros, sendo que sua pista foi utilizada para viabilizar 12.344 voos. O setor de cargas movimentou em 2012 1.363 t. Já o movimento de pessoas neste ano de 2013 tem sido proporcionalmente maior, pois, somente entre janeiro e julho, 204.932 passageiros cruzaram os portões de embarque e desembarque do Atlas Brasil Cantanhede.

No ano passado, o principal terminal aéreo de Roraima recebeu um novo prédio para a Seção contra Incêndio, obra que contou com investimentos de R$ 1,6 milhão. A edificação dispõe de academia, dormitórios, sala de comando e de monitoramento eletrônico de televisão, secretaria e copa, atendendo aos padrões de excelência exigidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), além de oferecer conforto, segurança e infraestrutura aos bombeiros que atuam ativa e preventivamente no aeroporto.

Localizado a apenas 3,5 km do centro de Boa Vista, sua única pista de pousos e decolagens tem 2.700 m de extensão, por 45 m de largura. Possui ainda duas pontes de embarque, além de outras três posições de aeronaves no Pátio 1, e 109 no Pátio 2. Atendido pelas empresas aéreas do País, além de companhias de táxi e de transportes aéreos, o terminal de passageiros dispõe de 4.978 m² de área útil construída, e o estacionamento tem capacidade para 242 veículos.

Entre os serviços disponíveis no terminal de passageiros estão: terminais eletrônicos bancários, loja de artesanato, agência de turismo, locadora de veículos, serviço de táxi, banca de revistas, guarda-volumes e praça de alimentação. Tem operação 24 horas por dia para pousos e decolagens, mas a maior concentração de voos se dá entre as 11h e as 15h, e das 23h às 3h.

Aeroporto de Palmas – Brigadeiro Lysias Rodrigues

Localizado a 26 km do centro da planejada cidade de Palmas, capital do mais novo estado da União, o Aeroporto Brigadeiro Lysias Rodrigues foi inaugurado em outubro de 2001. Projetado para atender até 2,1 milhões de embarques e desembarques ao ano, o terminal de passageiros possui mais de 12 mil m² de área construída. Já a pista para pousos e decolagens tem 2.500 m de comprimento, por 45 m de largura.

A operação atual do terminal aeroportuário ainda está distante do estrangulamento, já que em 2012 foram atendidos 579.395 passageiros, transportados por 18.266 diferentes voos. Vale destacar que o volume de cargas movimentadas é proporcionalmente significativo, tendo chegado a 3.101 t no ano passado. Entre janeiro e julho de 2013, passaram pelo terminal 334.260 passageiros, com a operação de 11.203 voos e 1.307 t de cargas transportadas.

Estão em andamento desde o mês de abril as obras de construção do terminal de logística de carga (Teca) do aeroporto. Com investimentos de R$ 3,55 milhões, os serviços têm prazo de conclusão previsto em 300 dias. A construção do complexo logístico, que operará inicialmente com a movimentação de cargas nacionais, contempla a instalação de uma edificação modular com 500 m² de área de armazenamento, que poderá ser alterada e ampliada dependendo da demanda. Além disso, o armazém contará com sala de atendimento ao cliente, alojamentos para funcionários e espaços administrativos e estacionamento de caminhões com seis vagas.

O terminal de passageiros dispõe de praça de alimentação, espaço cultural, 25 lojas no conceito de aero shopping, 12 balcões de check-in, terraço panorâmico, além do ambiente inteiramente climatizado. No segmento de atendimento ao transporte aéreo, sua área externa possui 18 posições para estacionamento de aeronaves.

Aeroporto de Campo Grande – Antônio João

O Aeroporto Internacional de Campo Grande está localizado a 7 km de distância do centro da capital sul-mato-grossense. Atualmente, passa por obras de reforma dos sanitários do terminal de passageiros e de sua sala de desembarque. Ao todo, R$ 1,3 milhão será investido na intervenção, sendo que as melhorias nos banheiros, incluindo a substituição de divisórias, louças e torneiras, além de troca de piso e nova pintura, já foram concluídas.

A área de desembarque doméstico, por sua vez, passará de 326 m², para 580 m², enquanto que o desembarque internacional será ampliado de 261 m², para 462 m². O setor receberá ainda mais duas esteiras de restituição de bagagens, além de novos banheiros. O prazo de conclusão dos serviços é fevereiro de 2014.

No ano passado, 1,655 milhão de passageiros transitou pelos portões de embarque e desembarque do aeroporto. Foram registrados 30.250 voos e movimentadas 2.530 t em cargas. Agora em 2013, já foram registrados 911 mil passageiros entre os meses de janeiro e julho, que se deslocaram em 15.404 voos. O total de cargas embarcadas ou desembarcadas somou este ano 1.254 t.

O aeroporto oferece suporte para a aviação regular regional, aviação geral, e apoio para operações militares (devido ao uso compartilhado com a Base Aérea de Campo Grande), além de ser uma alternativa privilegiada à aviação internacional no Cone Sul.

Inaugurada em 1953, sua pista principal possui 2.600 m de extensão, por 45 m de largura. O aeroporto conta ainda com uma segunda pista, de 2.500 m de comprimento, por 23 m de largura.

Sua estrutura de atendimento ao transporte aéreo inclui 11 posições para aeronaves de grande ou médio porte, além de outras 12 destinadas a equipamentos de pequeno até médio porte no pátio de estadia.

Fonte: Revista O Empreiteiro

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