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Prime 140 da Ammann inicia operação nos EUA

Máquina AmmannMaior exportadora de usinas de asfalto do país, a Ammann do Brasil, com fábrica em Gravataí (RS), aposta na versatilidade da Prime 140 para conquistar o mercado norte-americano oferecendo equipamentos com alto desempenho e máxima mobilidade destinados ao exigente segmento de construção de estradas naquele país. Continuar lendo →

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Novas marcas da Coreia e China promovem 2ª onda de globalização

Usuários aplaudem novo leque de opções, mas fabricantes nacionais reclamam do Custo Brasil que

prejudica sua competitividade

Diante do panorama de crescimento sustentável que se vislumbra para a economia do Brasil, instala-se um verdadeiro clima de festa entre as fábricas e representantes do setor de máquinas e equipamentos para a construção. Para eles, tudo indica que o País, logo após a definição eleitoral, terá um final de ano excepcional e um 2011 melhor ainda, do ponto de vista de incremento das vendas e de realização de novos negócios.

Alguns dos players que atuam nesse mercado vão além e profetizam um período de cinco ou seis anos de crescimento, em função da enorme quantidade de obras represadas durante anos e das perspectivas do que será necessário para fazer frente às demandas suscitadas pelos planos do governo federal, como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Minha Casa, Minha Vida, a construção de hidrelétricas, ferrovias e estradas, e pela realização da Copa do Mundo de Futebol 2014 e da Olimpíada 2016.

Números estatísticos da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) mostram que o setor de máquinas e equipamentos vem apresentando crescimento contínuo desde o ano de 2000, na produção e na venda de produtos nacionais e importados, com expressivo incremento a partir de 2003.

O faturamento nominal em crescimento da indústria de máquinas e equipamentos, que alcançou durante os primeiros oito meses de 2010 o montante de R$ 70 bilhões, 14% superior ao mesmo período de 2009, se deve em parte ao Programa de Sustentação dos Investimentos (PSI), implementado desde junho do ano passado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Apesar da política desenvolvimentista a taxas de 5,5% ao ano para financiamentos ter sido fundamental para minimizar os efeitos da crise financeira de 2009, segundo o presidente da Abimaq, Luiz Aubert Neto, nos próximos meses há tendência de queda no aumento do faturamento da indústria de bens de capital mecânico. Essa retração deverá acontecer caso haja a redução dos recursos da Finame no financiamento do setor.

A produção, por exemplo, pulou de 7.087 unidades, em 2000, para 24.671, em 2008. As exportações de máquinas, que cresceram até 2007, apresentaram uma pequena queda em 2008. Mesmo assim, foi de 2.268 unidades exportadas, em 2000, para 11.036, em 2008. (Veja o gráfico)

De acordo com Luiz Aubert Neto, presidente da Abimaq, somente as importações vindas da China cresceram 57% no primeiro semestre de 2010, em comparação com o mesmo período de 2009. Em 2005, a China não aparecia entre os dez principais países de origem das importações brasileiras. Hoje, já é o terceiro colocado e, ainda em 2010, deverá ser o segundo, superandoa Alemanha, o maior fabricante de bens de capital do mundo.

Estudo recente da Abimaq mostra que as importações do setor em geral, de janeiro a agosto deste ano, contabilizaram US$ 15,5 bilhões FOB contra US$ 12,1 bilhoesFOB calculados em 2009.

Aubert argumenta que, até o fim do ano, o setor acumulará um déficit equivalente a US$ 12 bilhões, se não forem tomadas medidas para reverter a entrada de produtos do mercado internacional que concorrem, de maneira desigual, com os do mercado nacional, uma vez que o “Custo Brasil” diminui a competitividade das máquinas e equipamentos produzidos aqui frente aos similares de outros países, principalmente da China.

“Detemos a maior taxa de juros do mundo, maior número de impostos e tributos em um só produto. Isso, comparado aos equipamentos chineses, de menor valor agregado, se torna uma competição predatória. O pior é que o próprio País (Governo) ajuda nesta competição desigual”,

reclama Aubert, apontando para as sucessivas altas dos juros (taxa Selic) promovidas pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, além da falta de normas e medidas para reverter o quadro.

A reportagem da revista O Empreiteiro entrou em contato, pessoalmente, por telefone ou e-mail, com diversos fabricantes e distribuidores que atuam no segmento de máquinas e equipamentos para construção e infraestrutura. O resultado dessa consulta está nesta edição, pelo menos no que se refere aos que puderam ou se dispuseram a responder aos questionamentos apresentados.

Fábrica e nova filial

Entre os entusiastas do mercado brasileiro, está Roberto Mazzutti, diretor comercial da Brasil Máquinas e Equipamentos Pesados (BMC), empresa que representa nacionalmenteas marcas Hyundai, Shantui, XCMG e Zoomlion, entre outras, o que lhe confere uma linha de cerca de 150 tipos de equipamentos.

A coreana Hyundai, por exemplo, já divulgou pela imprensa nacional que planeja investir, até meados de 2011, US$ 150 milhões na implantação de uma fábrica de máquinas e equipamentos para construção, que deverá ter capacidade de produção de cerca de 5 mil unidades por ano, entre escavadeiras, retroescavadeiras e pás-carregadeiras. São quatro os estados que disputam o acolhimento dessa unidade de produção – São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

A BMC também está investindo na ampliação de suas filiais. Segundo Mazzutti, a empresa vai inaugurar uma nova loja no Rio de Janeiro, no Shopping StationMall, na Barra da Tijuca, bem em frente à Cidade Universitária. “Essa é uma iniciativa inédita e inusitada, pois estamos deslocando o eixo de localização de empresas desse setor para uma nova região da capital fluminense”, destaca o diretor comercial.

Essa nova empreitada, segundo ele, “é mais um sinal claro de que a empresa acredita fortemente no crescimento do mercado nacional de máquinas e equipamentos”. A empresa tem, atualmente, 11 distribuidores para equipamentos de construção e 17 para empilhadeiras.

Participação

Com flagrante entusiasmo em relação ao mercado brasileiro, a BMC busca participação de 10% do mercado de pás-carregadeiras e 20% do mix total de escavadeiras (de 5,5 t a 80 t), que hoje responde por 17%. Para o segundo semestre de 2011, a empresa prevê o fornecimento também de retroescavadeiras da montadora Hyundai.

Em relação a outras marcas, Mazzutti avisa que pretende intensificar as vendas com os novos modelos de motoniveladoras da Xuzhou Construction Machinery Group (XCMG), que teve o projeto chinês original modificado, com a ajuda da BMC, para atender às exigências e características do mercado brasileiro. Segundo o diretor da empresa, as fábricas chinesas têm a característica de se adaptarem e de acolherem rapidamente às novas exigências e necessidades de cada mercado.

A Brasil Máquinas acaba de fechar um acordo com a XCMG para a implantação de uma fábrica de motoniveladoras e rolos compactadores no Brasil. A empresa brasileira já distribui os produtos da empresa chinesa desde 2007.

A primeira fase dessa jointventure (com XCMG) será implantada na distribuidora da Brasil Máquinas que já opera no Espírito Santo. O aporte inicial será integralmente da companhia brasileira e deve chegar a US$ 15 milhões. Até o final de 2010, a XCMG terá 20% do negócio e deverá investir outros US$ 10 milhões.

Segundo Rick Ren, representante da XCMG no Brasil, em 2011 um novo local será definido para a instalação definitiva da planta fabril. “Precisamos de um local com, pelo menos, 12 mil m², pois prevemos uma produção anual de 400 rolos compactadores e 400 motoniveladoras, com projeção de faturamento de R$ 160 milhões já para 2011”, comenta o executivo.

Segundo o presidente da Brasil Máquinas, Felipe Cavalieri, o aquecimento do setor de infraestrutura brasileiro, influenciado por obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), e os projetos previstos para atender a Copa do Mundo e as Olimpíadas, foram decisivos para a decisão de parceria. “Temos a oportunidade de trazer ainda mais investimentos externos, beneficiando a indústria nacional como um todo”, salienta.

Outra empresa chinesa que está entrando com força total no Brasil, segundo Mazzutti, é a Zoomlion, oferecendo uma grande variedade de bombas de concreto – estacionárias, embarcadas e rebocáveis, entre outras.

Assistência técnica e peças

Ao ser questionado sobre o que se diz a respeito eventual demora no atendimento de peças e serviço pós-vendas das marcas importadas, como a Hyundai, Mazzutti argumenta que “isso só seria verdade se a sua empresa não estivesse crescendo à razão de 100% ao ano, quando o próprio mercado não está obtendo um crescimento nesse nível”.

Sobre a disponibilidade de peças de reposição, Mazzutti informa que a BMC está investindo pesado nesse quesito: “Estamos prestes a formalizar um pedido, para a Hyundai da Coreia, de US$ 8 milhões”. Com isso, a sua empresa se firmará como a primeira do mundo, em compra de peças da montadora coreana.

No ano passado, a BMC vendeu cerca de 900 máquinas de construção, no Brasil, praticamente o mesmo número obtido em 2008. Em 2010, a previsão é de fechar o ano com a venda de 1,6 mil máquinas e cerca de 450 empilhadeiras:“Isso representa dobrar, tanto em empilhadeiras como em máquinas para construção, os números registrados em 2008, que, como se sabe, já foi um ano excepcional. Eu já estou contando com um incremento de 15%, para 2011”.

Ele acreditaque há muita obra “represada” por questões políticas. Depois da definição das eleições, Mazzutti acha que será desengavetada uma grande quantidade de contratos que estão parados,“o que poderá proporcionar um final de ano totalmente atípico para o setor”.

A partir do ano que vem, Mazzutti espera viver um período de cinco ou seis anos de crescimento. O cronograma de obras para a Copa e para a Olimpíada já está atrasado e tudo o que está previsto para sediar esses importantes eventos esportivos deverá acontecer nos próximos anos.

Reconhecimento do usuário

O desempenho e a qualidade dos equipamentos da Hyundai, cujo atendimento ao clienteé feito pela BMC, podem ser avaliados através do que disseram alguns usuários sobre a marca e os serviços da distribuidora.

Entre essas empresas, está a Penascal Engenharia e Construção que, além das 20 máquinas Hyundai que já possui, está em vias de adquirir outras três, conforme informa o gerente de Manutenção da construtora, Everton dos Santos. A empresa usa, basicamente, escavadeiras hidráulicas de 25t e 35t de capacidade, que são empregadas em limpeza de rios, carregamento de caminhões e em pedreiras.

De acordo com Everton, que trabalha na Penascal há mais de dez anos, “as escavadeiras são muito resistentes e apresentam um bom desempenho nas mais diversas atividades, dentro de uma obra”. Ele enfatiza que dificilmente tem de parar uma operação por problemas de falta de assistência ou de peças. “O fornecimento de peças de reposição da Hyundai é rápido e eficiente. Às vezes, o pessoal da assistência técnica nos orienta até por telefone, para tornar mais ágil o conserto da máquina e evitar o atraso da obra”, destaca o gerente da construtora.

Em outro ramo de atuação, a Pennant Serviços Marítimos, do Rio de Janeiro, que é uma operadora portuária, de armazenagem e movimentação de cargas, também emprega equipamentos da montadora coreana.

Segundo Orlando Kemp, superintendente da empresa, já foram adquiridos 26 empilhadeiras e quatro pás carregadeiras da Hyundai, entre os anos 2005 e 2006. De acordo com Kemp, “a compra desses equipamentos foi decidida pelo fato de serem, na época, as que apresentavam a melhor relação custo-benefício”. A empresa também faz uso de equipamentos da Mitsubishi, Milan, Hyster.

Segundo ele, com bom desempenho no atendimento de suas operações, as empilhadeiras são empregadas em movimentação de carga em armazém coberto e em operações portuárias em pátio ao ar livre; e as pás carregadeiras trabalham em porão de navios para acomodação de carga, movimentação de tubos, em pátio ao ar livre, e em movimentação de granéis sólidos em área coberta.

O atendimento pós-venda, de acordo com Kemp, vem sendo aprimorado com vistas a resolver algumas dificuldades pontuais. Criterioso na sua análise, o superintendente da Pennant acredita que sempre há espaço para se buscar a melhoria do serviço. A empresa planeja a aquisição de novas máquinas e até renovação de frota.

Planos para 2012

O grupo Doosan, um dos quatro maiores fabricantes de escavadeiras hidráulicas e pás carregadeiras, com fábricas na Coreia, China e Bélgica, face ao crescimento da economia brasileira também planeja instalar uma unidade de produção de máquinas no País. “Provavelmente, isso será concretizado em 2012, quando teremos as nossas primeiras escavadeiras feitas no Brasil”, afirma Seil (Augustin) Kwon, diretor da Doosan Infracore do Brasil.

De acordo com ele, a empresa coreana pretende ter 40% de marketshare no País e na América Latina. “Apesar de termos entrado tarde no Brasil com escavadeiras, já que a Hyundai está aqui desde 2003, hoje já temos 10% desse mercado”, analisa Augustin.

Além das escavadeiras, as carregadeiras são outro forte da empresa no mercado nacional. Elas são comercializadas por empresas distribuidoras como Comingersoll, Renco e Romac. O diretor da Doosan destaca que os representantes têm plenas condições de dar suporte necessário aos clientes e mantêm, em estoque próprio, de 85% a 90% de todas as peças das máquinas.

Doosan produz os motores diesel que utiliza nos equipamentos, com tecnologia MAN. A empresa possui uma grande linha de equipamentos, entre os quais estão escavadeiras e carregadeiras de rodas. Ela controla também a marca americana Bobcat, considerada a pioneira das minicarregadeiras skidsteer, que desempenha múltiplas tarefas nos canteiros de obras, mediante a troca rápida de implementos, como rompedores, serras para cortar pavimentos, trados de perfuração, compactadores, vassouras, etc.

Augustin afirma que a Bobcat, embora já bastante conhecida no Brasil, tem amplo espaço para crescer nos segmentos de construção, prefeituras, concessionários de água, gás e rodovias, substituindo a mão de obra que está se tornando escassa e mais cara.

Fábrica no Porto de Suape

Há pouco tempo, chegou ao Porto de Suape, no Recife (PE), um navio da China carregado com máquinas XCMG. O carregamento de máquinas, que se destacou por ter sido, até então, o maior desse tipo já recebido pelo terminal marítimo, era composto por 87 equipamentos da marca chinesa, que também é representada no País pela empresa Êxito Importadora & Exportadora.

Foram 67 guindastes e 20 escavadeiras hidráulicas, num peso total de 3.167 t,que deverão atender à demanda de 22 revendedoras autorizadas distribuídas pelas cinco regiões do Brasil. Os equipamentos importados foram exclusivamente produzidos para o mercado brasileiro e devidamente tropicalizados para trabalhar no País.

A montadora chinesa, tida como a décima maior do mundo nesse do setor, planeja fabricar suas máquinas no País. A empresa já anunciou a construção de uma fábrica e dois centros de distribuição de peças, com a parceria da Êxito e investimento inicial de US$ 15 milhões. Esses empreendimentos estão sendo implantados no Porto de Suape. A empresa pretende, com base nesses empreendimentos, conquistar 8,5% do mercado brasileiro.

A parceria com a Êxito já dura cerca de três anos, sendo que a empresa brasileira informou oficialmente que atua como representante oficial para o mercado nacional e importador exclusivo de pás-carregadeiras e escavadeiras hidráulicas.

Também está em vias de entrar em funcionamento, como parte dos planos das empresas XCMG e Êxito, a criação de um Centro Logístico na capital pernambucana, que visa atender aos clientes em todo o Brasil. O País é o primeiro a receber plantas operacionais da XCMG. Em 2011, São Paulo também terá um centro de peças da montadora chinesa.

Outra novidade da Êxito é a sua chegada ao Estado do Espírito Santo, mais exatamente à capital Vitória. Localizada na BR 101, km 291, Rodovia do Contorno, a revenda vai trabalhar com todos os modelos de máquinas da marca XCMG, além de prestar os serviços ao cliente, da venda ao pós-venda, incluindo assistência técnica.

Segundo Mário Orlandi Júnior, responsável pela nova loja, as expectativas em relação ao mercado capixaba são muito boas. “O estado vem crescendo acima da média nacional. Hoje, vivemos um grande momento de obras e expansão do nosso parque industrial, além de contarmos com muitos investimentos de grandes empresas, como a Petrobras, por exemplo. Pensando nisso tudo, tenho certeza de que a presença da Êxito e da XCMG por aqui não poderia ser em momento mais adequado”, explica.

Componentes de fontes conhecidas

Com foco no segmento de máquinas para construção, a Meggadig, representante de uma das maiores fábricas de equipamentos chineses, a Lonking, está buscando adaptar-se rapidamente ao mercado brasileiro para poder acompanhar o seu crescimento.

A empresa iniciou suas operações no Brasil em junho e, já no final de outubro, deverá ter suas instalações em Recife (PE) em pleno funcionamento. Além disso, a partir de 2011, ainda deverão ser abertas outras filiais – Rio de Janeiro, Minas Gerais, no Sul e no Norte do País.

“O nosso objetivo é estar presente onde as coisas estão acontecendo, com estrutura própria da Meggadig. Para isso, também teremos mais duas filiais em 2011 e vamos completar o nosso plano de expansão, em 2012”, informa Tadeu Buonicore, superintendente da Meggadig, empresa do Grupo Megga. A empresa já investiu US$ 5 milhões e prevê investir em torno de US$ 2 milhões com as novas filiais.

O seu portfólio é composto pelas seguintes linhas de equipamentos para construção da Lonking: escavadeiras, com três modelos disponíveis (máquinas para 7, 14 e 21 t); pás carregadeiras, também em três versões (com caçambas de 1 m3, 1,8 m3 e 3,0 m3); retroescavadeira 4×4, de 100 HP; e rolos compactadores.

“Nossos equipamentos são chineses, mas têm o trem de força de fabricantes internacionais de grande prestígio e totalmente conhecidos do comprador brasileiro. O motor, por exemplo, é da norte-americana Cummins, a transmissão e os eixos são da italiana Carraro, o comando é da japonesa Kawazaki, o câmbio é powershift, similar ao da Clark norte-americana”, explica o superintendente da Meggadig.

Isso, segundo ele, dá à empresa a certeza de que não haverá problemas com reposição de peças, porque são componentes que existem há muito tempo no Brasil e têm serviço de pós-venda assegurado.

Abrangência

Segundo Buonicore, o mais importante é mostrar credibilidade e confiabilidade. Para isso, a empresa se baseia em dois pontos fundamentais. “Primeiro, é importante frisar que o nosso equipamento tem qualidade e é feito com componentes plenamente conhecidos e aprovados pelo mercado mundial.Isso é bom para o cliente, porque passa credibilidade. Além disso,em segundo lugar, temos a melhor relação custo-benefício do mercado. Nossas máquinas são vendidas com preço entre 30% e 40% menores do que as dos fabricantes nacionais e cerca de 10% mais baratas do que as outras chinesas”.

Também faz parte da sua estratégia a venda do equipamento com demonstração ao vivo. Com uma sede em Cabreúva, no interior de São Paulo, além do estoque e da montagem das máquinas, a Meggadig tem um campo de demonstração de equipamentos onde o cliente poder fazer o testdrive com todos os modelos disponíveis no mercado nacional.

A prova de que esse sistema de venda funciona pode ser constatada, por exemplo, com o depoimento de um dos clientes da Meggadig, Mário Eduardo Di Rito, da Itabrás. Ele, que foi o primeiro a comprar uma pá carregadeira Lonking 835, por ocasião do seu lançamentoem Cabreúva, diz: “O que mais me agradou, de início, foi o preço. Foi no testdrive, entretanto, que eu pude perceber claramente que a máquina apresentava boas características de torque e dosistema hidráulico”.

Segundo ele, quando a máquina começou a trabalhar no seu porto de areia, em Jundiaí (SP), ele também pôde confirmar a agilidade no trabalho do equipamento. Os reais resultados positivos obtidos no dia a dia, paraDi Rito, já o animam a pensar em mais uma aquisição – agora uma escavadeira que já está em teste na sua empresa. “Eu já indiquei as máquinas Lonking para os amigos”, diz o diretor da Itabrás.

Seleção natural

Buonicore analisa que, com o boom da construção, “o mercado irá ganhar muitos aventureiros”, e, por isso, “haverá aqueles que, para ganhar dinheiro rápido, poderão buscar uma marca fora para, simplesmente, revendê-la no Brasil”. Mas, o superintendente da Meggadig destaca que isso, se acontecer, “será um engano muito grande”. “Hoje, não se vende apenas a máquina, pois o mercado exige também o atendimento de pós-venda. Para isso, é necessário ter profissionais competentes que, além do conhecimento do mercado e da pós-venda, também saibam qual é o produto adequado para cada cliente. Eu acredito que nós teremos, nos próximos dois ou três anos, uma verdadeira seleção natural dentro do mercado e somente ficarão aqueles que são profissionais e estão preparados tanto para venda como para a assistência posterior”, argumenta.

Hoje, na visão dele, a demanda está maior do que o parque fabril brasileiro pode suportar. “Com os números que estão aparecendo e o boom

Fonte: Estadão

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De plataforma semi-submersível e navios à escavadeira hidráulica

A Hyundai certamente tornou-se conhecido pelo fenômeno de vendas do seu carro global Tucson, que oferece todos aqueles opcionais sem cobrar o sobrepreço típico das marcas alemãs de automóveis. Isso aconteceu nos EUA e repetiu-se no Brasil. Algo similar, guardadas as escalas, esta ocorrendo no mercado de escavadeiras hidráulicas, carregadeiras de rodas e empilhadeiras industriais. Tecnologia na medida certa, sem exageros, a preço competitivo-está conquistando clientes pelo mundo afora.
O grupo industrial coreano iniciou sua trajetória global em 1972 ao ingressar na indústria naval. Como não dispussesse de knowhow, teve que mandar um grupo de engenheiros estagiar num estaleiro da Grécia para construir o primeiro petroleiro encomendado, entregue no prazo. Hoje, sete dos dez maiores estaleiros do mundo estão no Pais, entre eles a Hyundai Heavy Industries, que é líder mundial e produz 48% da receita total nesta atividade.
E ela quer replicar essa historia de sucesso no mercado de plataformas offshore, usinas de energia, plantas industriais-que somam 20% da receita total, motores marítimos(10%) e equipamentos de construção(quase 10%), além dos automóveis (lotados numa divisão a parte).
Alguns destaques recentes: HHI atinge 100 milhões de BHP em motores marítimos entregues; constrói uma planta de energia solar de 175 MW, ao valor de US$ 700 milhões para a empresa Matinee Energy, na Califórnia, EUA; lança ao mar o 1660o navio, para transportar 22500 m3 de GLP-um recorde mundial na industria naval; é contratada para fornecer uma planta termelétrica a gás em Riyadh, Arábia Saudita, de 1727 MW, orçado em US$ 1,6 bilhões; amplia sua parceria com a American Superconductor Corp.-AMSC para desenvolver uma turbina eólica de 5 MW para uso offshore, com a montagem de um protótipo no final de 2011.
A divisão de equipamentos de construção foi fundada em 1985 e desenvolveu 92 modelos diferentes entre escavadeiras, carregadeiras, empilhadeiras e minicarregadeiras skid-steer. Sua capacidade de produção atinge 22 mil unidades/ano na sua fabrica em Ulsan, na Coréia, além de uma planta industrial na Índia e três na China. Uma quarta fábrica nesse país vai produzir carregadeiras em Tayan, província de Shandong, programada para entregar 8 mil unidades de 3 e 5 t ao ano, a partir de maio de 2011.
A Hyundai lançou na Bauma 2010, em abril passado em Munich, Alemanha, as escavadeiras da nova série 9, após um processo direto de consulta aos seus clientes europeus que puderam avaliar e testar os protótipos. São 9 modelos de 1,6 a 52 t, cujo conceito principal esta centrado no operador , que pode ajustar os níveis de desempenho e conforto segundo suas preferências pessoais. Ele faz isso através do painel de controle onde uma tela LCD permite acesso instantâneo a todas as funções de potencia e trabalho, alem de verificações e diagnostico. A cabine dispõe ainda de assento, braços e joysticks ajustáveis, isolamento acústico e de vibrações .
O sistema hidráulico Posi-Nega combina tecnologia descomplicada com alto desempenho, controle sensível, bloco de válvula dotado de solenóide, regeneração de fluxo hidráulico que elimina cavitacão e permite movimentos suaves do braço. Tração hidráulica nas esteiras proporciona deslocamento suave sem trancos.

Fonte: Estadão

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A mais antiga empresa da Coreia

Uma notícia recente sobre a vitoria do consórcio coreano liderado pela estatal Kepco numa concorrência internacional realizada pelos Emirados Árabes, ganhando o contrato para construir quatro usinas nucleares ao valor de US$20 bilhoes, com opção para assumir sua operação por 60 anos, num contrato separado de mesmo valor. Segundo fontes do mercado, a proposta vencedora deixou bilhões de dolares na mesa, com relação as propostas concorrentes da GE, Hitachi e Areva.

O presidente da estatal de energia Kepco-Korea Electric Power, Kevin Kang, declarou apos o resultado que “a engenharia nuclear coreana é mais econômica, durável e confiável”. Ninguém pode criticar seu currículo, que conta com 20 usinas construídas e em operação na Coréia do Sul, com um programa em curso de outras 20 usinas.

Guardadas as proporções, um fenômeno parecido esta’ ocorrendo no mercado de maquinas no Brasil. Um engenheiro de uma fabrica coreana de equipamentos de construção afirmou que “nossa tecnologia esta’ `a altura do Japão, e nossos preços podem competir com a China”. Vale lembrar aqui que todas as marcas ocidentais de escavadeiras foram buscar parceiras japonesas, eximias nos sistemas hidráulicos, exceto Liebherr.

Doosan é a empresa mais antiga da Coréia, fundada em 1896, com 114 anos de atividades. A partir de 2000, centrou os seus negócios em usinas de energia, plantas de dessalinização d’agua e motores marítimos diesel. Sua globalização foi marcada pela aquisição da Mitsui Babcock na Inglaterra e Kvaerner IMGB na Romenia, com tecnologia de caldeiras, fundidos e forjados de grande porte.

Mas foi assumindo o controle da Bobcat americana—um ícone daquele pa’is e considerado como criador da minicarregadeira skid-steer, que ate hoje ‘e chamada de bobcat, não importa sua verdadeiro fabricante. Com uma imensa frota nos EUA, a Doosan Infracore tornou-se o sétima maior fabricante de equipamentos de construção do mundo. Em 2008, incorporou a linha de caminhões fora de estrada da Moxy norueguesa, e no ano seguinte, a Skoda Power checa, especializada em turbinas a vapor, de olho no mercado de energia.

Crescimento exponencial

O grupo registrou uma taxa de crescimento CAGR de 23% entre 2000 e 2009, atingindo receita de W21,51 trilhoes em moeda coreana. A divisão Heavy Industries & Construction obteve taxa CAGR de 15% no mesmo período, incluindo as subsidiarias do exterior. São 36 mil empregados em 35 paises. As 593 instalações de energia concluídas em 40 anos somam 102 GW.

Boa parte das linhas de equipamentos de constru.cao da Doosan ‘e acionada por motor diesel de fabricação própria, usando tecnologia MAN. Sua fabrica de motores na Coréia tem capacidade para 56 mil unidades/ano, de 70 a 1500 HP. Abriu fabrica de motor a gás natural comprimido nos EUA e outro de motor diesel na China, associada a Xuzhou chinesa.

Em 2009, a empresa vendeu 14.584 excavadeiras na China—mercado conhecido pela concorrência agressiva. Sua rede de distribuidores ultrapassa 4 mil localidades no mundo, com fabricas na Coréia, Bélgica, EUA e China – e proximamente, no Brasil.

Fonte: Estadão

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A indústria brasileira precisa recuperar sua competitividade

Joseph Young

Na Equipo Mining 2010, vimos o sucesso das marcas da Coréia e China em equipamentos para movimentação de terra e minério. O aprendizado tecnológico das marcas emergentes é cada vez mais rápido e elas focam com igual prioridade o suporte pós-venda. O usuário é que sai ganhando.

Também aqui as fábricas brasileiras merecem o destaque. Criaram uma plataforma de exportação de modelos de padrão mundial – leia-se americana e européia – que faz sucesso nos quatro continentes. Agora que o custo Brasil tornou-se quase insuportável, acrescido pelo peso inimaginável da valorização do real, elas continuarão a ter preferência dos usuários, porque nada substitui a tradição de frotas imensas de equipamentos formadas ao longo de décadas e o suporte de peças e serviços aperfeiçoados ao longo de anos.

Mas elas devem ter consciência de que o cliente sempre tem razão. Cabe às fábricas brasileiras fazerem a sua parte para encarar essa concorrência da Ásia. As marcas coreanas costumam dizer que têm a tecnologia ao nível do Japão e os preços para concorrer com a China. Pressionar o governo a tomar medidas defensivas em segmentos ameaçados pela valorização cambial do real e massacrados pelo custo Brasil, porque todos os países do mundo o fazem, a exemplo dos Estados Unidos, onde a Câmara dos Deputados aprovou lei que autorizou o governo a sobretaxar as importações predatórias. Até agora, o Brasil esta fazendo papel de parceiro comercial bonzinho (ou bobo?), capitalizando ao mesmo tempo os custos baixos para segurar a inflação. Os usuários não estão se queixando. Mas a plataforma de exportação de máquinas que as empresas criaram durante décadas não pode ser sucateada.

Fonte: Estadão

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Fabricas instaladas no Pais encaram o Custo Brasil

Empresas como Caterpillar, Case, NewHolland, JCB, Terex, Liebherr, Volvo e Komatsu, entre outras, que já atuavam no Brasil, agora enfrentam a nova onda de globalização com investimentos próprios

Ocrescimento econômico brasileiro, resultante principalmente do grande volume de investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e das obras de infraestrutura necessárias para sediar importantes eventos esportivos – Copa 2014 e Olimpíada 2016 –, vem favorecendo, cada vez mais, a entrada de novos fabricantes de máquinas e equipamentos no País, em especial os originários da China e da Coreia.

Mas, um grande número de empresas, que já atuava no mercado brasileiro com fábricas e parceiros comerciais e industriais, procura enfrentar essa segunda onda de globalização e procuram planejar seus investimentos e lançamentos de acordo com as necessidades dos seus clientes.

Presença tradicional

Com mais de 50 anos de atuação no País e detentora de uma extensa e variada linha de máquinas para construção, a Caterpillar, considerada a maior fabricante mundial, vem se mostrando sensível às tendências e mudanças do mercado brasileiro. Recentemente, como exemplo da expansão de suas atividades industriais no País, anunciou a aquisição de fábrica localizada em Campo Largo (PR), que, após remodelação e adequações, terá cerca de 50 mil m2 de área construída, onde serão fabricadas retroescavadeiras e carregadeiras de pequeno porte. Atualmente, esses equipamentos vêm sendo produzidos em Piracicaba (SP) e fazem parte da família de máquinas da Divisão de Produtos de Construção Leve da Caterpillar (BCP – Building Construction Products Division).

“A nova fábrica é um importante investimento para o crescimento de longo prazo e sucesso da BCP, especialmente na medida em que atenderemos a demanda crescente por máquinas versáteis e de menor porte, que vão contribuir para que nossos clientes executem seus trabalhos de forma mais produtiva e lucrativa”, diz Mary Bell, vice-presidente da Divisão de Produtos de Construção Leve.

Além desse investimento, a empresa planeja colocar mais recursos em ambas as unidades (Campo Largo e Piracicaba). Serão investidos US$ 180 milhões nos próximos dois anos, com vistas a expandir ainda mais as operações no Brasil, de acordo com Rich Lavin, presidente de grupo da Caterpillar Inc., responsável pelos mercados em crescimento e produtos tradicionais.

A empresa produz no Brasil mais de 300 tipos de máquinas de construção, para diversas aplicações e com variadas capacidades, entre retroescavadeiras, pás-carregadeiras, motoniveladoras, compactadores, recuperadoras de rodovias, minicarregadeiras, etc.

Destacam-se

Nova fábrica e um moderno CD

O grupo CNH, com as marcas Case e New Holland, inaugurou, em março deste ano, seu novo Complexo Industrial composto por uma fábrica da Case e um moderno Centro de Distribuição e Logística de Peças da CNH, localizado na cidade de Sorocaba (SP), com área total de 160 mil m2 (sendo 104 mil para a fábrica e 56 mil para o CD).

O projeto é resultado de um investimento de R$ 1 bilhão e faz parte dos planos do Grupo Fiat até 2011. O aporte, na ocasião, foi considerado o mais vultoso investimento da indústria de máquinas, realizado num único momento, feito no País.

O Centro de Distribuição de Peças da CNH, maior na América Latina, conta com equipamentos de movimentação e embalagem de última geração e capacidade de estocagem para 180 mil itens.

O empreendimento conta com o que existe de mais eficiente em termos de logística e distribuição, baseado no conceito de World ClassLogistics (Classe Mundial em Logística), no qual se busca atingir os mais altos níveis de excelência. A estrutura foi planejada para alcançar maior rapidez operacional em toda a cadeia logística, desde o fornecedor até o cliente final, em mais de 500 pontos de atendimento na América Latina.

A principal fábrica da CNH em equipamentos de construção está em Contagem (MG), que é uma plataforma de exportação de equipamentos que incorporam padrões mundiais de desempenho, entre escavadeiras, carregadeiras, retro e tratores de esteiras.
Minicarregadeiras sobre esteiras
A Case foi a primeira empresa a fornecer ao mercado brasileiro as minicarregadeiras, skids, sobre esteiras. As máquinas 420CT e 445CT série 3 são mais um lançamento da marca para ampliar o portfólio de produtos, que já chega a 30 modelos em sete linhas diferentes, entre as skids de pneus e de esteiras, pás carregadeiras, motoniveladoras, retroescavadeiras, escavadeiras hidráulicas escavadeiras hidraulicas, cujo modelo de 80t já opera no País.
As skids sobre esteiras são ideais para trabalhos em pequenos espaços e em áreas congestionadas, onde é necessária menor pressão sobre o solo. "Apesar de ser uma máquina com maior peso operacional que a minicarregadeira sobre rodas, ela faz menor pressão porque sua área de contato com o solo é muito maior. É a máquina ideal para trabalhos em terrenos de baixa sustentação", explica o gerente de Marketing do Produto da Case, Edmar de Paula.
Ele explica que essas máquinas também são indicadas para o trabalho em locais onde os pneus estão sujeitos a desgastes excessivos, cortes ou perfuração. As skids sobre esteiras têm grande capacidade de carga operacional, com 1.297 e 1.487 Kg, e maior durabilidade nessas aplicações.
Os modelos 420CT e 445CT série 3 também oferecem alta produtividade, baixo custo operacional e conforto para o operador. Os braços quando recolhidos, com caçamba no nível do solo, apóiam no chassis evitando esforço demasiado sobre os cilindros e reduzindo os esforços estruturais. Bombas hidráulicas acopladas diretamente ao motor ajudam a evitar a perda de potência e eliminam a manutenção das correias.

Comparativo entre uma skid de pneus e uma skid de esteiras

Skid de pneus 420

Skid de de esteiras 420CT

Potência motor (líquida)

69 hp

69 hp

Peso Operacional

2996 kg

3783 kg

Capacidade operacional de carga

839 kg

1297 kg

Velocidade translação

11,6 km/h

9,3 km/h

Pressão sobre solo

superior a 0,37 kg/cm2

0,37 kg/cm2


Fonte: Estadão

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Pagar com a mesma moeda

"A Terex procura oferecer tecnologia e inovação para garantir o melhor desempenho, segurança e alta produtividade aos seus clientes. Além disso, busca fortalecer o seu portfólio de máquinas e equipamentos para o setor de construção no Brasil e vem investindo na ampliação de sua rede de distribuidores", destaca André Freire, presidente da Terex para a América Latina.
A Terex também presta serviços de reposição de peças, dando ampla cobertura de garantia, centros avançados de assistência técnica em todo o Brasil e oferece a linha completa de produtos financeiros e serviços para dar assistênciana aquisição de equipamentos por meio da Terex Financial Services.
A empresatem uma característica especial, pois, ela também produz na China e, segundo seu presidente, "tem interesse em trazer,para o Brasil, já em 2011, alguns dos equipamentos produzidos pelas suas fábricas chinesas". Assim, pode-se concluir que a empresa está sinalizando com a possibilidade de "pagar com a mesma moeda" a ofensiva asiática sobre o mercado brasileiro.
Segundo Freire, o mercado no Brasil está em expansão e deve ser encarado como natural a chegada de novos concorrentes. O mercado, segundo ele, deverá absorver e selecionar os players que ofereçam os melhores produtos e serviçospos venda , no longo prazo, e que sejam capazes de atender ao aumento das exigências de regulamentação ambiental e de segurança para a operação das máquinas no Brasil.
Em 2010, a Terex Latin America lançou no Brasil a sua linha completa de equipamentos compactos importados para construção, composta por carregadeiras, miniescavadeiras e minicarregadeiras de esteira, além de retroescavadeiras, carregadeiras de médio porte e dumpers.

Nova fábrica no Rio Grande do Sul
A empresa já anunciou também que está investindo R$ 150 milhões na construção de uma nova fábrica no Brasil, localizada em Guaíba (RS). Num terreno de 500 mil m2, a nova instalação será dez vezes maior do que a atual, que está localizada no Distrito Industrial de Cachoeirinha, também no Estado do Rio Grande do Sul.
Dedicada, inicialmente, à produção de equipamentos para o segmento de construção e pavimentação de estradas, a nova fábrica gerará, em cinco anos, 650 empregos diretos,e fará com que a expansão da empresa não seja voltada apenas para o Brasil, mas também para a América Latina.
Com a nova fábrica, a empresa prepara-se para atender ao aumento da demanda por equipamentos rodoviários.
A fábrica atual da divisão RoadBuilding, no município de Cachoeirinha (RS), fornece uma ampla gama de máquinas e equipamentos, que inclui usinas de asfalto, de solos e de micropavimentos, vibroacabadoras, fresadoras, espargidoras, e recicladoras.

Fonte: Estadão

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Concorrência saudável

A britânica JCB – que se apresenta como líder mundial na fabricação de retroescavadeiras e manipuladores telescópicos – está presente no Brasil com duas fábricas localizadas na cidade de Sorocaba (SP), onde produz as retroescavadeiras 3C. Possui também um Centro de Distribuição de Peças de Reposição em Guarulhos (SP), que atende distribuidores e clientes de todo território brasileiro, garantindo os serviços de pós-venda.

Sidney Matos, gerente geral da empresa no Brasil, embora não comente pontualmente as ações das demais empresas que atuam no mercado brasileiro, reconhece que “a concorrência é saudável para os negócios”. A JCB, segundo Matos, “respeita todos os principais players presentes no mercado e está atenta para os seus ‘movimentos’, mas, procura trilhar o seu caminho com foco no cliente e nas metas estabelecidas pela companhia”.

Nesse sentido, em junho deste ano, a JCB inaugurou sua segunda fábrica no Brasil, dedicada a produção de escavadeiras JS220 LC, com peso operacional de 20 t, ao lado da fábrica de retroescavadeiras, já existente na cidade de Sorocaba. Para isso, foram investidos mais de US$ 5 milhões. Outro investimento feito foi na própria fábrica de retroescavadeiras, com ampliação de 50% da capacidade de produção e aumento de 15% da sua área construída.

O gerente geral da JCB destaca que os investimentos realizados na estrutura da empresa, no Brasil, visando atender à demanda do mercado, garantiram resultados expressivos, dentre os quais a venda de 2,3 mil unidades da retroescavadeira JCB, posicionando a máquina como a segunda mais vendida no mercado brasileiro.

Novos produtos

A JCB trouxe, recentemente, para comercialização País, mais dois novos modelos de máquinas: a pá carregadeira sobre rodas 436 ZX, voltada ao segmento de terraplenagem e mineração, que apresenta maior força de desagregação e agilidade nos serviços de carregamento, com reduzido ciclo operacional; e a escavadeira hidráulica sobre esteiras JS130LC, que é vista como ideal para os mercados de construção rodoviária, civil, terraplanagem e agrícola, e possui sistema de amortecimento do braço e da lança, que garante redução de impacto nos trabalhos de escavações.

Além disso, em breve, a empresa prevê lançar, no Brasil, mais dois modelos de máquinas, sendo uma pá-carregadeira compacta e um manipulador telescópico.

Um dos focos dos investimentos, segundo seu gerente geral, está na área de pós-venda, para o qual a empresa anuncia a compra de novos equipamentos, a contratação e o treinamento de pessoal, abrangendo não só a produção como também todos os distribuidores.

Com investimentos constantes, a JCB também já anunciou que serão aplicados ainda cerca de US$ 50 milhões no mercado brasileiro, nos próximos anos, para manter o crescimento e diversificar o seu portfólio no País.

A JCB está presente em quatro continentes com 18 fábricas, sendo 11 no Reino Unido, 3 na Índia e as restantes nos EUA, China, Alemanha e Brasil. A empresa fabrica mais de 300 modelos de máquinas diferentes.

Fonte: Estadão

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Fábrica no Brasil

A Liebherr, uma das maiores fabricantes de máquinas para construção do mundo, está no Brasil desde 1974, em Guaratinguetá (SP), e está presente em diversos estados, em cidades como Parauapebas (PA), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Contagem (MG) e Porto Alegre (RS). De acordo com a previsão da empresa, em 2011, será acrescidas as cidades de Cuiabá (MT) e Goiânia (GO).

São fabricadas no Brasil, as escavadeiras hidráulicas sobre esteiras, R944C (41 t), R954C (51 t) e R964C (71 t); a escavadeira hidráulica sobre pneus, A924A (29 t); as pás carregadeiras sobre rodas, L538 (9 t) e L580 (18 t), ambas de carga de tombamento; e as betoneiras hidráulicas de 6 a 12 m3.

A empresa ainda comercializa no mercado nacional os guindastes sobre pneus e sobre esteiras e os guindastes de torre (gruas).

Fonte: Estadão

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35 anos no Brasil

Com o volta do crescimento do mercado brasileiro de mineração e construção, grandes fabricantes de equipamentos pesados veem no país o ambiente ideal para ampliar seus negócios. A exemplo disso se destacam dois fabricantes, ambos há 35 anos com unidades fabris no Brasil, a Volvo Construction Equipment que mantém fábrica em Pederneiras (SP) e a Komatsu em Suzano (SP).
A Volvo Construction Equipment, braço da empresa voltado para produção de carregadeiras, motoniveladoras, caminhões articulados, escavadeiras, minicarregadeiras e compactadores de solo começou a operar no país em 1975, quando ainda funcionava com a marca Clark Michigan.
Atualmente em sua linha de produtos estão modelos como compactadores de solo SD105F e SD105DX e desde 2002 a carregadeira L50, que passou a ser produzida com exclusividade pela unidade de Pederneiras e responsável pelo suprimento desse equipamento para todo e qualquer mercado mundial da marca. A carregadeira L50E possui motor Volvo D4D LA E2, potência máxima de 2.200 rpm e capacidade da caçamba de 1,2 m³ a 3,9 m³, versátil para serviços em mineração e construção.
Segundo a empresa, em 2010 o nível de produção da fábrica brasileira deve dobrar em relação ao ano passado e, apesar da produção em 2009 ter representado apenas metade do registrado em 2008, os volumes voltaram a aumentar sensivelmente desde outubro passado, proporcionando a contratação de mais de 115 funcionários para atender a demanda crescente. Hoje o Brasil representa 70% dos negócios da Volvo CE na América Latina e em 2009, no meio da crise mundial, o país foi responsável por 5% de todos os negócios fechados pela montadora, com volume de vendas equivalente ao da América do Norte.
A Komatsu, a primeira a se instalar fora do Japão, comemorou no dia 23 de maio 35 anos de produção no Brasil. Instalada em uma área de 633.684 m² na cidade de Suzano (SP) a empresa produz atualmente escavadeiras hidráulicas, carregadeiras de rodas, motoniveladoras, além de ser a base de fabricação e distribuição mundial de tratores de esteiras de médio porte para todos os continentes.
Em sua linha de equipamentos produzidos no Brasil estão as escavadeiras PC160, PC200 e PC200LC, os tratores de esteira D51 e D61, carregadeiras WA200 e WA320, entre outros. A Komatsu Brasil destaca a recente produção nacional da escavadeira hidráulica PC350LC-8, que tem alta produtividade e baixo consumo de combustível, aumento na força de escavação em 7% pressionando-se o botão da função de potência máxima, alem do deslocamento em três velocidades .

Fonte: Estadão

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