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Vermeer apresenta instalador de estacas na Intersolar

A Vermeer participa entre os dias 22 e 24 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo, da Intersolar South America, maior feira mundial para o setor de energia solar. Durante o evento, a marca pretendeapresentar o instalador de estacas PD10 projetado para operar nas instalações de painéis solares em usinas fotovoltaicas.

A solução da Vermeer foi projetada para atuar com baixo custo operacional além de contar com o sistema de monitoramento remoto fleet. Isto possibilita um alto nível de gerenciamento de informação quanto ao desempenho. O PD10 é o único equipamento da categoria no qual o operador realiza seu serviço sentado ou com opção de acionamento por controle remoto.

A versatilidade é uma das principais características do PD10, segundo a empresa. Ele é capaz de instalar estacas de diferentes tamanhos: 3 m, 4,6 m ou 6,1 m de altura. A alta performance do equipamento deve-se em parte ao martelo hidráulico, com potência de 1.350 joules, o que o torna um dos mais rápidos do mercado na categoria de instaladoras de estacas.

Fonte: Redação OE

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Sinecesp quer democratizar participação de empresas em obras

Recém-empossado na presidência do Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo(Sinecesp), o engenheiro Luiz Albert Kamilos, da Construtora Kamilos, relaciona as iniciativas à frente da entidade. Entre elas, maior velocidade da contratação de obras e melhores condições para que mais empresas participem de licitações.

A seguir, veja entrevista do novo presidente do Sinicesp à revista OEmpreiteiro.

Qual sua proposta de trabalho à frente do Sinicesp?

A proposta da atual diretoria é colaborar com os órgãos contratantes para a celeridade dos processos de contratações, através de atualizações de projetos, preços e liberações ambientais. Defendemos uma maior interatividade da entidade junto a estes órgãos bem como com as entidades financiadoras de infraestrutura. Em outra frente, já ativa junto ao governo do Estado, queremos ressaltar a importância dos programas de obras apresentarem condições que possibilitem democraticamente a participação de maior número de empresas.

Como superar o momento delicado vivido pelo setor?

Nós estamos preparados para absorver as mudanças necessárias que a crise nos traz. Temos grande vivência e experiência em nosso setor. A criatividade e a união de forças sempre dará mais chances de sucesso do que uma ação individual.

Como a entidade encara a entrada de empresas estrangeiras no mercadobrasileiro de construção e engenharia?

Não vemos nenhum problema, pois as empresas brasileiras podem e devem participar em outros países das licitações, pois há reciprocidade. A atividade das empresas, independente de onde esteja a sua sede, representa uma parte relevante do sistema que fortalece a infraestrutura, gera empregos e permite o desenvolvimento de muitos outros setores.

Qual a expectativa da entidade com relação ao setor no médio e longoprazos?

Estamos esperançosos. Defendemos que os órgãos contratantes coloquem em licitação obras públicas que contenham também o financiamento do tesouro e não apenas as estruturadas com linhas de financiamentos externos. Não podemos deixar que a crise do momento impossibilite investimento com recursos do Tesouro.

Fonte: Redação OE

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Fundo britânico quer linhas de transmissão

O escritório Buffara Bueno Advogados está prestando assessoria ao fundo britânico Iron que se dispõe a aplicar até 1 bilhão de libras esterlinas nos ativos de linhas de transmissão da Eletro­bras.

A banca já participou de importantes negociações no setor elétrico brasileiro, como as que envol­veram a Eletrosul com a Shangai Electric da China. Seus titulares afirmam que os fundos globais interessados nos ativos de infraestrutura não estão preocupados com a crise política — mas sim com as agências reguladoras.

Fonte: Redação OE

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Sustentabilidade concreta aplicada em uma construção antiga

A pesquisa por novos materiais e a utilização de fontes renováveis na construção civil é constante, tanto entre os fabricantes dos insumos como também na utilização de novas técnicas de produção e aplicação.

Um exemplo de processo que já vem sendo realizado com muito sucesso, para a economia de materiais e de custos é o retrofit. Este termo de origem inglesa, que pode ser traduzido como reforma, na verdade ultrapassa este velho conceito, ao agregar o sentido de customização e redefinição de uso de ambientes ou do imóvel como um todo. Além de adequar o local à uma nova utilização, essa estratégia acrescenta valor, conforto, comodidade e melhoria das instalações como um todo, inclusive ampliando em muitos casos as possibilidades de um imóvel antigo.

Esta tendência em voga entre arquitetos e construtores, tem sido usada para atualizar espaços antigos, porém mantendo suas características próprias de identidade. Neste sentido o retrofit também colabora para o renascimento e a redescoberta da história que cada espaço carrega.

Além das novas possibilidades de uso para os imóveis antigos, outra vantagem que o retrofit oferece é o aumento da vida útil das construções, bem como a redução de seu custo de manutenção. Todo este conceito de sustentabilidade e inovação intrínsecos ao retrofit encontrou consonância com a Concresteel, fabricante de pisos e revestimentos em microconcreto de alto desempenho, que atendem as mais rigorosas normas do mercado de forma ecologicamente correta, com equipamentos de baixo consumo de CO², água de reuso e a otimização de seus insumos.

A Concresteel foi parceira em um importante processo de retrofit aplicado no espaço criado para estimular novas startups do Campus de Cowork de São Paulo (SP) da Google.O edifício de seis andares e mais de 2,6 mil m², era uma construção antiga, que utilizava matérias tradicionais e clássicos, como o granito acinzentado, que não condizia com a sua nova utilização como um espaço de estímulo à inovação da empresa símbolo de tecnologia.

O projeto deveria ter como pilares os conceitos de sustentabilidade, tecnologia e inovação, característicos da identidade do cliente. Era necessário substituir este material por outro que apresentasse um visual mais moderno, fosse sustentável, antiderrapante e de alta durabilidade e fácil manutenção. Partindo de uma estratégia inovadora de Logística Reversa, a Concresteel retirou todo o piso antigo, colocou dentro de caçambas e enviou para a sua fábrica, onde o material foi britado, os resíduos foram tratados e finalmente a partir daí reaproveitado como matéria-prima na fabricação de um novo piso de concreto, atendendo a demanda exigida pelo arquiteto responsável pelo projeto.

Os resultados para o cliente foram um aumento na sua pontuação para obtenção do selo verde conferido pelo Green Building Council, que valoriza o uso de práticas sustentáveis na construção e demais fases do empreendimento, graças ao reaproveitamento dos pisos e resíduos da obra, a redução de custos de produção e de manutenção, além de um material com um visual mais moderno.

Fonte: Revista O Empreiteiro

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Prédio do Cine Plaza triplicou área construída

O prédio em estilo art déco do Cine Plaza, datado de 1936 e pertencente ao conjunto histórico da Cinelândia, no Rio de Janeiro (RJ), teve sua estrutura modernizada e transformou-se em um edifício comercial denominado BVEP Nigri Plaza, inaugurado em abril – as obras começaram em 2013.

Na reforma, a fachada externa e o foyer foram restaurados de acordo com a planta original, e a antiga sala de projeção, onde de fato funcionava o Cine Plaza, deu lugar a um auditório multifuncional com capacidade para 220 pessoas, mantendo alguns ornamentos do teto de acordo com o projeto original. O resto da estrutura do prédio foi toda recuperada, com novas instalações hidráulicas e elétricas, além da adição de três pavimentos ao edifício.

Foram investidos R$ 150 milhões no projeto, desenvolvido pela BVEP, empresa de empreendimentos e participações do Banco Votorantim, e pela incorporadora carioca Nigri Engenharia. A obra foi conduzida pela construtora Lafem Engenharia e atingiu um efetivo com cerca de 250 pessoas no pico das obras.

Por conta da intervenção, o edifício do Cine Plaza passou a ter 17,3 mil m² de área construída e 16 andares de escritórios, além de estacionamento e bicicletário no subsolo. O antigo Cine Plaza fcava no térreo e o p rédio mais 13 andares. Com a reforma e completa revitalização da estrutura o edifício ganhou mais três andares.

Basicamente, a obra foi feita com fundação em radier, lajes protendidas e concreto armado. O prédio antigo tinha originalmente uma área construída de 6.000 m². Segundo Raphael Nigri, diretor executivo da Nigri Incorporadora, a construção antiga recebeu reforço estrutural metálico e foi conectada com a edifcação nova através de “grampos” para compor uma laje única e totalmente nivelada. “Além disso, reforçamos vigas e pilares existentes. A laje corporativa fcou sem nenhum pilar intermediário, resultado de solução estrutural adotada”, conta.

“Todo o projeto era muito desafador, pois envolvia o retroftde uma edifcação preservada e a construção de um novo bloco, através de metodologias diferenciadas”, relata Raphael. “A partir dessa premissa, um dos grandes desafos foi o restauro da fachada e foyer que demandavam a preservação integral de todos os elementos e materiais utilizados à época”. O prédio conquistou a certifcação Leed Gold. A edifcação possui hoje sistemas de uso racional de água e energia e seis elevadores panorâmicos inteligentes, que armazenam energia para uso próprio.

A logística da obra atendeu também o padrão de certifcação Leed de sustentabilidade, adotando critérios de descarte de materiais em relação a sua destinação e metodologia. De acordo coma Nigri, a restrição de tráfego na Cinelândia foi contornada com amplo planejamento entre horário, fornecedores e tarefas para que o impacto fosse extremamente reduzido.

O terreno do prédio fca em área aterrada no século 18. Assim, durante as escavações foram encontrados louças, moedas e objetos de uso pessoal datados daquele período. Em parceria com os empreendedores, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico

Nacional (Iphan) recolheu, catalogou e armazenou cerca de cinco mil peças e achados arqueológicos.

“Uma difculdade oculta se apresentou no momento de escavação do terreno, onde foi diagnosticada a necessidade de realizar serviço de arqueologia. Esta etapa demandou sete meses de interferência na obra e investimentos aproximados de R$ 1,5 milhão”, lembra o executivo.

De acordo com Raphael Nigri, a opção pelo retroft do prédio do Cine Plaza benefciou o retorno do investimento. “O Plaza é um empreendimento completo, com localização privilegiada, ampla rede de transportes, vista privilegiada, e preocupação com a sustentabilidade e modernidade em conjunto com o resgate histórico”, diz.

No mercado desde 1979, a Nigri Engenharia começou a atuar em empreendimentos corporativos na década de 1990. No seu portifólio estão várias sedes de empresas nacionais e estrangeiras no Rio.

Fonte: Revista O Empreiteiro

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Palácio dos Correios resgatou características originais

O Palácio dos Correios de Niterói (RJ) é um edifício em estiloart nouveau localizado no centro da cidade. Foi inaugurado em 1914 e é composto de três pavimentos, possuindo dois torreões que ostentam cúpulas metálicas.

O monumental edifício foi o primeiro grande prédio a abrigar uma repartição pública civil do governo federal na cidade. O pré- dio histórico dos Correios, após passar por reforma e restauro, foi reaberto em 21 de março de 2014, no ano de seu centenário. As obras de reforma e restauro foram iniciadas em 2011 e fcaram a
cargo da Dimensional Engenharia.

Foram restauradas as características originais do prédio, com a recuperação de todas as fachadas e esquadrias. O prédio recebeu iluminação monumental, climatização e circuito interno e externo de câmeras.

O Palácio dos Correios possui área construída de 4.501,74 m² e é tombado pelo patrimônio histórico. O projeto manteve a destinação pública do prédio, inserindo elementos modernos de segurança, controle de ?uxo, monitoramento, acessibilidade e tecnologia da informação; porém, respeitando o ritmo, as modulações, os vãos e os espaços monumentais do projeto original.

A maior difculdade enfrentada pela engenharia no trabalho de restauração, segundo a Dimensional, foi a sucessão de reformas que foram realizadas no prédio ao longo de seus 100 anos de existência que não respeitaram as características originais do prédio.

Assim, a arquitetura do Palácio sofreu diversas agressões, como o emassamento e pintura de elementos de cobre e de mármore e a substituição de elementos decorativos e ornatos de época por materiais não compatíveis de todas as espécies.

Reverter essa situação demandou a utilização de técnicas específcas de restauração, inclusive com o apoio de pesquisadores e historiadores ao resgatar informações valiosas sobre as características originais do Palácio. Algumas técnicas específcas foram desenvolvidas in house na obra, como a forma de reprodução de
mosaicos com o auxílio de modelagem computacional.

No canteiro de obras foi montado um atelier de restauração com a capacidade de se criar formas especiais para fundição in loco de elementos metálicos, execução de serviços de funilaria, além de recuperação e moldagem de elementos em gesso ou em argamassa armada.

Para garantir a durabilidade e confabilidade do desempenho do prédio, todas as instalações hidráulicas, sanitárias, elétricas e mecânicas foram substituídas por novas, inclusive com a montagem de uma subestação transformadora. A impermeabilização e os telhados também foram completamente refeitos.

Em relação à estrutura, foram desenvolvidos estudos com a colaboração de consultores especializados para efetuar um diagnóstico completo de seu estado, com proposição de reforços e reconstruções de pontos específcos que não possuíam resistência compatível com as novas cargas atuantes.

Nesse item, metade da laje do segundo pavimento, cujo modelo construtivo era uma argamassa armada apoiada sobre estrado metálico, teve que ser completamente substituída. A solução adotada foi a substituição da subestrutura metálica conjugada com a utilização de painel-wall, que proporcionou simultaneamenteuma maior resistência da laje e um alívio no peso próprio da estrutura do prédio, diminuindo as cargas atuantes na fundação.

A edifcação foi adaptada às atuais exigências da legislação e novas necessidades de uso do prédio sem, contudo, descaracterizar os aspectos essenciais da construção. Desta forma, os acessos e circulações de serviço, banheiros, vestiários de funcionários e sanitários acessíveis foram acomodados em um único salão aos fundos, com o objetivo de minimizar a descaracterização dos grandes espaços.

No prédio, atualmente funciona a principal agência dos Correios na cidade e a sede da Região de Negócios que atende Niterói, São Gonçalo e Região dos Lagos. Passou a abrigar também o Espaço Cultural Correios Niterói.

Intervenções

Dentre as inúmeras intervenções, destaca-se a restauração das cúpulas de cobre do prédio com a reforma e reconstrução das subestruturas de madeira bastante degradadas devido à existência de infltrações, cupins e ações das intempéries. Em relação às pétalas de cobre que formam as cúpulas, é importante destacar que são 3.520 elementos por domo, totalizando 7.040 peças queforam individualmente numeradas, retiradas, embaladas, jateadastratadas, desempenadas, embaladas novamente e remontadas.

Como as cúpulas haviam sido pintadas, ao limpar as pétalas foi descoberto que várias delas tinham sido substituídas por elementos de ferro. Assim, se tornou necessário a criação de um molde para fundição de novas pétalas de cobre para reprodução das peças faltantes. Para a recolocação, cada peça foi posicionada
em seu lugar original, seguindo o projeto contendo a numeração de cada elemento, produzido antes da desmontagem.

Além das cúpulas, toda a cobertura do prédio precisou ter aestrutura reformada e restaurada. Parte das estruturas laterais da cobertura, constituída de peças metálicas, apresentava oxidação e precisou ser substituída, bem como a estrutura do telhado, que era constituída de peças de madeira que apresentavam problemas de desgaste devido às inúmeras infltrações e pragas. As telhas foram limpas e trocadas aquelas que apresentavam problemas de integridade.

Todas as fachadas foram restauradas. As fachadas, originalmente em argamassa pigmentada, receberam pintura na cor da pigmentação original, que foi descoberta através da prospecção estratigráfca das camadas de tintas aplicadas ao longo do tempo. Foram mantidos os ornatos conforme a construção original.

Nas paredes internas do prédio também foram feitas prospecções estratigráfcas de modo a revelar a pintura original das salas. Uma gratifcante surpresa foi a descoberta de desenhos decorativos tipo afrescos em diversos cômodos. Como a restauração de todas essas pinturas seria inviável fnanceiramente, devidoao budget do empreendimento,a solução vislumbrada pela Dimensional foi a recuperação de uma amostra da pintura em cada sala de 50 cm x 50 cm, tipo uma janela histórica, e a restauração total de uma sala, que se tornou um marco cultural, recompondo a pintura decorativa dos tetos, roda tetos, sancas, cambotas, roda meios e rodapés conforme a concepção original da edifcação. Para realizar este trabalho a equipe da obra contou com artistas plásticos especializados em restauração de pinturas.

O piso hidráulico da varanda foi removido cuidadosamente uma peça de cada vez, restaurada, sendo as peças faltantes reproduzidas e posteriormente reassentadas. Os mosaicos em pastilha foram restaurados com o auxílio computacional. Os elementos decorativos foram fotografados, recompostos com o auxílio de PhotoShop, posteriormente modelados em Autocad e plotados em tamanho real. Em cima das plantas em escala 1:1 foram coladas as pastilhas, uma a uma, de forma invertida, e por trás das mesmas foi aplicada uma argamassa, criando placas de cimento que foram assentadas nos lugares originais, como se fossem um piso comum.

Todas as trincas das paredes estruturais da edifcação foram reforçadas com manta de fbra de carbono e resina epóxi, aumentando a resistência das mesmas sem, contudo, comprometer a arquitetura do prédio.

As esquadrias de madeira existentes, as fechaduras, dobradiças e cremonas foram restauradas e as faltantes substituídaspor réplicas. Os pisos em peroba rosa e peroba do campo também foram restaurados.

O piso do primeiro pavimento, onde iria funcionar a agência, foi revestido com granito, assim como na cafeteria do segundo pavimento e nos sanitários. A claraboia na cobertura também foi totalmente restaurada.

As fachadas receberam uma iluminação monumental para durante a noite destacar a beleza da arquitetura do prédio, projetada com o auxílio de software computacional de modelagem luminotécnica fsicamente fundamentado, e não através de uma simples renderização tridimensional. Essa ferramenta foi fundamental
para a obtenção do efeito visual fianl.

Fonte: Revista O Empreiteiro

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BR-493 no Rio de Janeiro recebe tubulação da Tigre-ADS

Os tubos corrugados de polietileno de alta densidade (PEAD) da Tigre-ADS foram selecionados para a implantação de nova rede de drenagem da rodovia BR-493, que liga os municípios do norte Fluminense à capital do Estado.

As obras, realizadas em um trecho de 25 km, fazem parte do projeto do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para duplicar a rodovia e, também, solucionar o escoamento da água – que provoca alagamentos em alguns pontos da via.As obras foram iniciadas em dezembro de 2016 e tem conclusão prevista para maio de 2018.

A Tigre-ADS foi contratada pela construtora para fornecer e instalar tubos DENPRO, corrugados na parte exterior – que garante a resistência mecânica do tubo – e lisos na parte interior – que proporciona bom desempenho hidráulico. Além disso, por ser leve facilita a logística de transporte durante a obra. O PEAD também possui um tempo de vida útil superior aos sistemas tradicionais de tubulação.

“Para a Tigre-ADS é muito importante ter sido escolhida para a instalação da rede de drenagem de uma rodovia tão importante quanto a BR-493. Nesse caso específico, é necessário ser ágil e isso reforça as características do nosso produto, que são rápidos e fáceis de instalar, gerando economia no tempo e no custo da obra”, afirma José Cattani, gerente geral da Tigre-ADS.

Fonte: Redação OE

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Ganhadores dos lotes de LT preveem custos menores

Nos quatro lotes de linhas de transmissão, leiloados pela Aneel no final de abril, vencidos pela EDP Energias do Brasil, com custos estimados pela agência em R$ 3,6 bilhões, a empresa calcula poder concluir os projetos com cerca de R$ 3 bilhões — 20% a menos.

No lote em Santa Catarina, a parceria com Celesc e WEG trouxe vantagens fiscais. Já no lote ganho pela Alupar, a empresa espera reduzir os custos em 30% sobre os R$ 900 milhões orçados. A Energisa, que venceu dois lotes de 864 km em Goiás e Pará, orçados em R$ 625 milhões, espera reduzir esse valor em 15% graças a um contrato de pré-construção já assinado.

Fonte: Redação OE

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Empresa atuante em PPPs de hospitais busca associação com construtoras

Vivante, empresa sediada na capital paulista composta pelo fundo de private equity Axxon Group, que
detém 92% de seu capital, e mais dois executivos, Philippe Enaud e Kléber Lima, busca parcerias com construtoras médias.
“O nosso interesse em parcerias com as empreiteiras de médio porte, em grande parte é por decorrência da
operação Lava-Jato, que afetou as maiores construtoras brasileiras”, explica Philippe Enaud, presidente da Vivante. O foco é ter essas empresas para ampliar sua atuação em áreas potenciais de concessão ou parcerias público-privadas (PPPs).
A Vivante já participa no Brasil de quatro PPPs no setor de saúde: Hospital do Subúrbio, em Salvador (BA); Hospital Novo Metropolitano, em Belo Horizonte (MG); Hospital Zona Norte, em Manaus (AM); e Hospital Regional Metropolitano, em Maracanaú (CE) – este último – e com previsão de inauguração em 2018.
“As PPPs no setor de saúde fazem todo o sentido. É uma das respostas mais eficientes às necessidades prementes da população.
A dificuldade atual é orçamentária. Um hospital de 400 leitos custa de R$ 250 milhões a R$ 300 milhões para ser construído. Depois, de R$ 200 milhões a R$ 250 milhões para funcionar”, conta, ressaltando em seguida as dificuldades do poder público assumir tal despesa.
A atuação da Vivante nas PPPs se dá desde o começo do projeto, incluindo estruturação de Sociedade de Propósito Específico (SPE), com participação minoritária no capex. “Em geral, uma construtora regional encabeça o projeto. Aplicamos todo o nosso know how nos serviços não assistenciais e gestão macro do empreendimento, visando à otimização no uso dos recursos”, explica Philippe.
“São desenvolvidos benchmarkings com foco na busca do melhor custo-benefício para o empreendimento,
com monitoramento de indicadores – só se pode melhorar aquilo que é mensurado”.
A empresa trabalha nas atividades de manutenção multitécnica e serviços de facilities. E não só nas PPPs que participa: “Além de hospitais, atuamos com shopping centers e prédios comerciais, além de operações
volantes”.
A estimativa conservadora do mercado de facilities brasileiro é de cerca de 1,5% do PIB, avalia Philippe. “Não há um consenso de quais atividades estão envolvidas neste grupo. Tradicionalmente, estão incluídas atividades classificadas em duas grandes categorias: hard, que é a manutenção multitécnica, e
soft, que são os serviços de apoio”, diz.
A categoria hard envolve serviços de elétrica, mecânica, hidráulica, refrigeração, sistemas de automação, sistemas de combate de incêndio, civil, predial, equipamentos de linha de produção industrial, equipamentos clínicos e engenharia clínica; e gestão e operação de sistemas de utilidades, como ar comprimido, vácuo, energia elétrica, água quente e gelada e vapor. Já a categoria soft inclui serviços de apoio, como conservação e limpeza, jardinagem, mensageria, recepção, higienização hospitalar, controle de pragas etc.
“Há uma janela de oportunidades abertas com a ‘crise’ do Estado brasileiro – essencialmente inchado e muito pouco eficiente se comparado com o de outros países”, afirma.
“O empreendedor privado tem em sua essência a busca pela racionalização: fazer mais com menos, eficiência e eficácia, além da maior dinâmica na busca de inovações e melhorias incrementais e estruturais.
Mas existe a necessidade de ser exigente no que tange às garantias e a segurança jurídica, além de avaliar minuciosamente a viabilidade financeira de cada projeto.”

Fonte: Revista O Empreiteiro

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Pöyry anuncia novo presidente para América Latina

A Pöyry,multinacional finlandesa de consultoria e serviços de engenharia, anunciou que Fábio Bellotti da Fonseca assume a presidência da empresa para a América Latina.Fábio substitui Marcelo Cordaro, que se desliga da Pöyry para se dedicar a projetos pessoais após oito anos no cargo.

"É com entusiasmo que assumo o desafio para liderar a Pöyry na América Latina. Em linha com a nossa estratégia, de ser uma empresa conectada, focada no cliente e que estimula a cooperação global entre as diversas unidades de negócios, cresceremos ainda mais os nossos serviços para otimizar e reduzir os custos operacionais dos nossos clientes”, afirma Fábio.

Bacharel em Administração de Empresas pela PUC-SP e com MBA em Administração e Negócios pela Fundação Getúlio Vargas, Fábio iniciou sua trajetória na Pöyry em 2013, ao assumir a diretoria de Químicos e Biorrefinarias, que estava sendo criada. Anteriormente, o executivo ocupou posições de destaque no Brasil e no exterior na Basf e na Lanxess.

Fonte: Redação OE

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