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Evento no RJ debate retomada dos investimentos em infraestrutura

O tema retomado dos investimentos em infraestrutura será discutido pelos ministros do Planejamento, Dyogo de Oliveira; de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho; pelo presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro; por empresários e especialistas, durante o Seminário Internacional “Infraestrutura: A Engenharia na Retomada dos Investimentos”, no Rio de Janeiro (RJ). O evento, que acontece no dia 14 de setembro, é uma realização da Associação Brasileira de Consultores de Engenharia (ABCE), da Federação Panamericana de Consultores (Fepac) e da Apex Brasil. Continuar lendo →

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Linha 4 do Rio ganha prêmio internacional de túneis

Engenheiros da Odebrecht,líder do consórcio responsável pela obrada linha 4 do metrô carioca venceram nesta semana o ITA Tunnelling Awards 2016 em Singapura. A obra foi a única brasileira que disputou o prêmio em 2016.

O prêmio é um reconhecimento do trabalho dos engenheiros Júlio Pierri, Alexandre Mahfuz, Carlos Henrique Turolla, além dos consultores Marc Comulada e Ulrich Maidl, que fizeram várias pesquisas no laboratório da obra para adaptar o tatuzão híbrido para escavação em rocha e areia, numa área densamente povoada como é a Zona Sul do Rio.

O ITA Awards premiou a inovação tecnológica da obra com o inédito sistema de escavação utilizado. Para construir 5,2 km de túnel da Linha 4 do Metrô no subsolo de Ipanema e Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro, a engenharia brasileira precisou desenvolver novos métodos que permitissem a execução das obras com menor impacto possível na superfície e sem desapropriar imóveis. Uma das inovações foi a utilização do tatuzão híbrido, um sistema inédito que permite a escavação em solo arenoso e em áreas densamente povoadas.

Com a utilização do tatuzão híbrido foi possível cruzar uma geologia complexa. O terreno dos túneis incluía uma longa extensão de areia de praia cercada por dois trechos de rocha altamente abrasiva. A máquina foi fabricada sob medida para o solo carioca pela alemã Herrenknecht. Ela contou com um diferencial inédito que foi o sistema adicional específico para preparação do solo, como conta Julio Pierri, engenheiro da Construtora Norberto Odebrecht, responsável pela área de engenharia do projeto da Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro.

“Para realizar nosso trabalho, criamos um sistema interno para injetar diversos tipos de material para preparar o solo durante a escavação. Um deles foi uma espuma com polímero especial, feita sob medida para o subsolo da Zona Sul do Rio. Isso ampliou a capacidade da máquina em operar na areia, dando maior segurança”, explicou.

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O tatuzão híbrido possibilitou trabalhar com controle da pressão na frente da máquina e minimizar a possibilidade de abalo na superfície ou nas edificações do entorno, além de proporcionar uma considerável redução no volume de materiais usados na preparação do solo e no consumo de energia. A aplicação desta tecnologia permitiu ainda reduzir o apoio à operação do equipamento, o que era extremamente necessário nesta região completamente urbanizada da cidade.

Fonte: Redação OE

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Empresa avalia proteção de estrutura

A MC, fabricante de produtos químicos e tecnologias para a construção, foi uma das fornecedoras de soluções especiais para o Museu do Amanhã. A empresa avalia que sua participação contribuiu para dar destaque à obra no âmbito da engenharia.

 

José Roberto Saleme Jr.

 

“Desde o começo, estivemos em constante contato com os responsáveis, cuidando de todos os detalhes e buscando oferecer sistemas diferenciados que atendessem as diversas necessidades técnicas e estéticas do projeto”, conta José Roberto Saleme Jr., gerente executivo da MC para Infraestrutura e Indústria no Brasil.

 

De acordo com ele, o destaque foi o MC-DUR 2496 CTP, um sistema à base de poliuretano modificado, consagrado na Europa, utilizado para proteção e impermeabilização dos bancos em concreto pré-moldado que circundam o espelho d’agua. “A solução foi utilizada pois, além de impermeabilizar e garantir a proteção contra a ação de cloretos, tem um ótimo acabamento estético.”

 

A empresa forneceu ainda impermeabilização para grande parte da estrutura enterrada. Segundo José Roberto, nesse caso, foi utilizado o Xypex Admix, um sistema de impermeabilização por cristalização, que é adicionado no momento da mistura do concreto, trazendo diversos benefícios. 

Fonte: Revista O Empreiteiro

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Prefeitura entregará trecho de passeio público

Trecho do passeio público, próximo ao Museu do Amanhã, será também entregue à população neste final de ano. Ele integra a Orla Prefeito Luiz Paulo Conde, que percorre do Armazém 8 do Cais do Porto à praça da Misericórdia, próxima ao Aeroporto Santos Dumont, em percurso de 3,5 km – somente no primeiro semestre do ano é que a nova orla requalificada estará totalmente aberta ao público.

 

A parte a ser inaugurada liga a praça Barão de Ladário, ao lado da entrada do Túnel Rio450, a praça Mauá, e envolve o contorno do Morro de São Bento, área restrita do 1° Distrito Naval, que terá acesso aberto à população.

 

A Seel Serviços Especiais de Engenharia é responsável pela construção de passarela de estrutura metálica, incluindo serviços de fundação, na passagem do passeio público por debaixo de ponte, de uso exclusivo da Marinha, que liga o Distrito Naval ao Arsenal da Marinha, na Ilha das Cobras.

 

A Orla Prefeito Luiz Paulo Conde será voltada à circulação de pedestres e ciclistas e integra o projeto Porto Maravilha de revitalização da zona portuária do Rio de Janeiro.

 

De acordo com a prefeitura, o paisagismo presente na praça Mauá, replicado por toda extensão do passeio público, unificará os 215 mil m² de área de convivência e os 27 centros culturais da região central da cidade

Fonte: Revista O Empreiteiro

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Impermeabilização garante integridade

A Denver Impermeabilizantes forneceu soluções às obras do Museu do Amanhã. De acordo com a empresa, eles atendiam requisitos e conceitos de qualidade e sustentabilidade do projeto.

 

Flavio de Camargo

 

Um produto aplicado foi o Denvercril Reflective, como solução de membrana de impermeabilização branca e acabamento externo e interno do concreto. “O sistema proporcionou excelente acabamento estético, além de atender os critérios da certificação Leed e contribuir com a eficiência energética externa e luminotécnica interna, devido a seu alto índice de refletividade”, conta Flavio de Camargo, gerente técnico da Denver.

 

A aplicação da solução com airless possibilitou atender ao prazo. “A prática garantiu um acabamento sem marcas de rolo e pincéis”, conta. Segundo Flavio, manter a integridade do museu é fundamental “para proteger a estrutura da névoa salina e de infiltrações presentes nesta área agressiva, que é muito próxima ao mar da baía de Guanabara”.

 

Fonte: Revista O Empreiteiro

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Obra de Santiago Calatrava fica pronta depois de vencer desafios de engenharia

Projeto de museu no Rio concebido pelo arquiteto espanhol é considerado emblemático pelas incomuns curvas de concreto

Augusto Diniz – Rio de Janeiro (RJ)

 

Quando o arquiteto espanhol Santiago Calatrava projetou o Museu do Amanhã, num antigo píer de 300 m na baía de Guanabara, em frente à Praça Mauá, na zona portuária do Rio de Janeiro, as discussões sobre o encaminhamento das obras foram intensas, já que a estrutura de concreto não possuía seções lineares, e a estrutura metálica da fachada e da cobertura exigia complexa montagem.

 

Projetistas e construtoras, portanto, estavam diante de uma obra incomum. No entanto, foram em frente, completando as execuções com sucesso cinco anos depois.

 

A edificação de linhas ousadas de Calatrava tem 15,3 mil m² de área construída, com 340 m de comprimento de uma extremidade a outra – o corpo do edifício possui 205 m de comprimento, com pé-direito de 17 m; o restante da cobertura, em vão livre, avança para os lados sul (70 m, em direção à praça Mauá) e norte (65 m, em direção à baía de Guanabara).

 

Para elaborar o projeto, Santiago Calatrava inspirou-se em elementos da fauna e da flora brasileira. O alto grau de exigência do arquiteto, que esteve uma dezena de vezes no Rio para acompanhar as obras, é uma unanimidade de quem participou da execução do projeto. Segundo relatos, até rejunte de piso foi observado por ele.

 

As obras, iniciadas em 2010, foram conduzidas pelo consórcio construtor Porto Rio, formado pela Odebrecht Infraestrutura, OAS e Carioca Engenharia.

 

Composto por formas curvas e inclinadas, nenhuma igual à outra, exigiu soluções pouco convencionais na obra. Na concretagem, nenhuma fôrma de madeira utilizada foi semelhante à outra. Foram usados 15 mil m³ de concreto para erguer a edificação.

 

Edificação erguida sobre píer na zona portuária do Rio de Janeiro
 
 
Fôrmas diferentes para concretagem de cada seção, nenhuma igual a outra
 
Estruturas metálicas na cobertura e fachada, apoiadas sobre estrutura concretada in loco
 

Há vitrais nas faces laterais de estrutura metálica da edificação. São 908 peças de vidro, irregulares e com tratamento especial, cada uma ocupando específico lugar na fachada. Alguns pesando 400 kg e medindo até 3 m x 2,8 m, sofreram intensos testes de arrancamento e estanqueidade. Foram mais de 3.100 m² de vidros aplicados, destinados a controlar a entrada da luz do sol no ambiente.

 

Estruturas

As estruturas metálicas tubulares da cobertura de alta resistência possuem asas metálicas móveis que acompanham o movimento do sol. São inúmeras aletas instaladas nas asas no topo da edificação.

 

As aletas possuem painéis fotovoltaicos – sua capacidade de deslocamento ao longo do dia permite ampliar sua eficiência de captação solar. São mais de 6 mil placas de células fotovoltaicas, capazes de gerar 200 KW. O conjunto da estrutura metálica tem 4,3 mil t, tratado contra corrosão, devido à proximidade com o mar.

 

A montagem da superestrutura metálica teve auxílio de pontes rolantes sobre trilhos, de 30 m de altura, e cimbramento. A estrutura foi colocada em partes, sendo elas mantidas apoiadas até a sua total acomodação. O pórtico usado para colocação da estrutura tinha 450 t e foi retirado por uma balsa especial pelo mar, uma vez concluído seu trabalho.

 

As fachadas laterais, também de estrutura metálica, são responsáveis por sustentar a cobertura do prédio. No total, 12 grandes peças, cada uma pesando 80 t, 50 m de comprimento e 14 m de altura, foram instaladas – em etapas individuais de dois dias, em média. As peças metálicas das fachadas estão apoiadas na estrutura de concreto.

 

No canteiro, foi montado pipe shop para auxiliar a instalação da estrutura metálica, que depois também teve que sair pelo mar da baía de Guanabara. Devido ao limitado espaço de onde foi erguido o museu, os barracões do canteiro chegaram a mudar quatro vezes de lugar.

 

No final da obra, 30 plataformas aéreas articuladas ainda estavam checando os últimos detalhes da cobertura e fachadas laterais. O seu alto grau de detalhes e emendas exigiu checagem de cada item.

 

A fundação do museu teve 2.500 estacas metálicas, tipo raiz e secantes, executadas independentes do píer existente, onde foi construído o museu.

 

Sustentabilidade

Há pelo menos 20 sistemas prediais instalados na edificação, entre eles: água de reúso, captação de água do mar, refrigeração e ar condicionado, incêndio (combate e detecção), CFTV, automação, elétrica e outros.

 

Além do aproveitamento da luz solar na cobertura da estrutura, há outros recursos sustentáveis. No subsolo do espaço, chamado de galeria técnica, há reservatórios de água do mar, pluvial, de reúso e potável.

 

A água de reúso será utilizada para irrigação e os sanitários. Já o sistema de ar condicionado empregará as águas da baía de Guanabara para o seu resfriamento, fornecidas por um sistema de captação. As águas da baía serão usadas também nos espelhos d’água que cercam o museu.

 

As obras seguiram metas de controle da saída de sedimentos, organização e limpeza, além de controle de erosão, sedimentação e poluição. As medidas visavam buscar certificação Leed ao empreendimento.

 

Oito espelhos d’água do mar, jardins e ciclovias circundam o museu, em área de 30 mil m² – parte está em espaços cobertos nos lados sul e norte da cobertura.

 

Diversos sistemas de sustentabilidade foram implementados, incluindo captação de água de mar para resfriamento do ar condicionado
 

O local possui ainda auditório de cerca de 400 lugares no piso térreo, com área de exposição temporária no mesmo piso; no segundo andar, encontra-se a área de exposição permanente sobre o futuro da humanidade, com curadoria do físico e doutor em cosmologia Luiz Alberto Oliveira. São, no total, 6 mil m² de área de exposição. Os dois pisos são conectados por rampas.

 

Cerca de 1 mil pessoas trabalharam no pico das obras, no meio do ano. O investimento foi de mais de R$ 200 milhões.

 

 

 

Formas curvas e inclinadas de concreto, características no interior do Museu do Amanhã, explicitam a difícil execução do projeto
 

Ficha Técnica – Museu do Amanhã no Rio de Janeiro (RJ)

 

– Proprietário – Prefeitura do Rio de Janeiro

– Projeto – Santiago Calatrava (concepção) / Ruy Rezende Arquitetura    (desenvolvimento do projeto de arquitetura e gerenciamento)

– Cálculo estrutural – Flavio D’Alemberg (Projeto Alpha Engenharia)

– Detalhamento e projeto BIM – Fernandes Arquitetos Associados

– Consórcio construtor – Odebrecht Infraestrutura, OAS
   e Carioca Engenharia (Consórcio Porto Novo)

– Sondagens e percussão – ICS Brasil Consultoria

– Fundações – Brasfond

– Soluções de impermeabilização e proteção – Denver e MC

– Estrutura metálica (fabricação e montagem) – Martifer 

– Estrutura de concreto – Engeti 

Fachadas – QMD

– Formas – Peri

    – Vidros – Tivitec

Fonte: Revista O Empreiteiro

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Retrofit transforma edifício residencial em hotel

 

Localizada no bairro de Botafogo, obra segue tendência de modernização de prédios existentes nas regiões centrais das grandes cidades

Augusto Diniz – Rio de Janeiro (RJ)

 

A incorporadora belga Pylos e a rede de hotéis Intercity entraram no Rio de Janeiro (RJ) seguindo uma tendência nos grandes centros urbanos: a realização de retrofit em edificação. Com investimento de R$ 120 milhões, elas inauguram no início do ano que vem o primeiro hotel da marca Yoo2 (4 estrelas) no mundo, localizado em frente à enseada de Botafogo, com vista tanto para o Pão de Açúcar quanto para o Corcovado.
 

A façanha só foi possível graças à transformação, por meio de retrofit, de um edifício residencial de cerca de 60 anos, antes ocupado por diplomatas, em hotel de 12 andares e 140 quartos. O Yoo2 é uma das marcas do grupo hoteleiro Yoo, ligado ao renomado designer francês Phillipe Stark, que também deu seu toque ao projeto carioca a ser aberto antes dos Jogos Olímpicos 2016. A rede de hotéis Intercity já atua no País e, com este empreendimento, marca sua entrada na cidade do Rio.

 

Renato Lopes: Rigorosa programação de entrega de material
 

A obra está sendo conduzida pela construtora Somague MPH, que responde ainda pelas áreas de planejamento e gestão dos trabalhos. A construção se iniciou em março de 2014 e hoje possui mais de 70% de avanço.

 

A área construída na operação de retrofit é de 6.900 m². De acordo com o engenheiro civil Renato Lopes, responsável pelos trabalhos, processam-se atualmente na obra as instalações hidráulicas, elétricas e de ar-condicionado, além de arremates da parte civil, com um total de aproximadamente 150 operários envolvidos.

 

Renato explica que a maior intervenção na estrutura foi a demolição do bloco central do prédio, que possuía um vão ao seu lado, entre os blocos da frente e de trás. A parte demolida foi substituída por uma estrutura metálica, ocupando todo o perímetro do terreno, possibilitando ao empreendimento ganhar mais nove quartos por andar, além dos três projetados (por andar) em cada um dos dois blocos que permaneceram de pé.

 

O processo de demolição, seguindo o projeto, inicialmente removeu a parte de alvenaria da edificação, mantendo vigas e pilares. Depois, demoliu-se a estrutura de concreto.

 

No caso em que os dois blocos foram aproveitados, manteve-se a estrutura (pilares e vigas), sendo que a alvenaria foi demolida. Ambas as estruturas que permaneceram de pé receberam reforço estrutural.

 

Uma escavadeira cravou estacas para contenção onde se ergueu o bloco novo. Para colocá-la no centro da obra para realização do trabalho, foi preciso fazer escavação de 1,1 m no solo para a passagem da máquina pelo térreo do bloco remanescente na frente do prédio, já que a área do entorno do empreendimento é toda ocupada.

 

A escavadeira também deu apoio (assim como um caminhão munk) ao içamento das peças metálicas da estrutura até o terceiro andar. Depois disso, duas minigruas foram usadas para erguer as peças metálicas a partir daí.

 

“Montada a estrutura metálica, unificaram-se os prédios”, conta Renato. A laje da nova estrutura é pré-fabricada, recebendo capa de concreto in loco.

 

A fachada nas quatro faces do prédio é de pele de vidro com perfil de alumínio, ancorado tanto na estrutura antiga quanto na nova – uma faixa em cada lateral do prédio é coberta por placas cimentícias, onde se posicionam os banheiros dos quartos. Uma estrutura rolante no topo da edificação faz o posicionamento dos módulos da fachada de vidro.

 

“Temos intensificado a colocação da pele de vidro para dar estanqueidade ao prédio. Isso é primordial, para evitar que intempéries alcancem o interior da edificação, danificando o acabamento”, afirma o engenheiro.

 

No interior, placas de drywall, inclusive nos banheiros, dividem os ambientes dos apartamentos e também compõem a fachada coberta de pele de vidro – houve serviços de alvenaria somente nos pavimentos de serviços e cobertura.

 

Nos quartos de luxo, o piso é cerâmico. Nos quartos standard, o piso é ladrilho hidráulico. A cobertura terá piscina, bar e academia. Há dois pavimentos de garagem no fundo do prédio.

 

O canteiro está montado em uma antiga edificação de três andares em um terreno ao lado do empreendimento, que no futuro será incorporada como área de apoio ao hotel.

 

“A logística foi crucial o tempo todo. Tinha só uma entrada para acesso de material (além da criada exclusivamente para acesso da escavadeira). Foi necessário seguir uma rigorosa programação de entrega. Não tinha espaço para armazenagem. Tudo necessitava ser muito bem agendado”, relata Renato, lembrando que a obra recebeu (e ainda recebe) insumos aos sábados e domingos, inclusive à noite.

 

Os materiais da obra tiveram a seguinte ordem de recebimento na obra: estrutura metálica, estrutura de contenção, lajes pré-fabricadas, aço (armação), blocos, pele de vidro, alvenaria, material de acabamento e instalações.

 

O Botafogo é um dos bairros mais antigos e adensados do Rio de Janeiro. De um lado do empreendimento, encontra-se um viaduto; do outro, o Consulado da Argentina; e em frente, as movimentadas vias da praia de Botafogo.

 

Giani Pfister, engenheira civil e diretora comercial da Somague MPH, acredita na expansão do segmento de retrofit. Segundo ela, a empresa tem analisado outros projetos na área.

 

“As regiões centrais das grandes cidades têm potencial para o modelo, já que não possuem áreas livres disponíveis, mas são ocupadas por antigas edificações”, argumenta.

 

Criada há quatro anos, a Somague MPH é fruto da associação entre o grupo português Somague e as brasileiras Halna, JBens e EWP. 

 

A Somague MPH fechou o ano de 2014 com R$ 180 milhões em obras realizadas. Para este ano, a previsão é chegar a R$ 200 milhões em contratos. 

 

 

Ficha Técnica – Hotel Yoo2 Botafogo, no Rio de Janeiro (RJ)

– Projetistas: SG Sergio Gattas Arquitetos Associados, Melina Romano e Yoo2 Hotels

– Construtora: Somague MPH

– Climatização (projeto): Contractors

– Climatização (execução): BMS Engenharia em Climatização e Automação

– Forma, armação e lançamento de concreto: Laureano Construções  e Meta Formas e Escoramentos

– Rebaixamento do lençol d’água: Tengel

– Projeto de instalações: AQ Projetos

– Projeto de automação: Bettoni

– Formas, andaimes e escoramento: SH, ROHR, Metax e Brascon

– Aço: Gerdau

– Volumes: estrutura metálica: 182 t, pele de vidro no entorno da fachada: 3.100 m²,
  pré-laje: 2.400 m², placas de drywall: 12.800 m²

 

Segurança reforçada
 

No novo hotel que surge em frente à praia de Botafogo, no Rio de Janeiro, a BMS Engenharia em Climatização e Automação trabalha intensamente para concluir o fornecimento e instalação do sistema de HVAC.

O trabalho inclui a pressurização de escadas, ventilação, renovação de ar externo com filtragem G3+F5, e exaustão dos sanitários e da cozinha com coifas e lavadores. No empreendimento hoteleiro Yoo2, a empresa fornece e instala ainda sistema de CFTV, sonorização ambiente, detecção e alarme de incêndio, cabeamento estruturado e alarme perimetral.

 

Fonte: Revista O Empreiteiro

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Arena consome 1.778 t de aço estrutural

A Brafer, que já executou as estruturas metálicas dos principais estádios onde aconteceram a Copa do Mundo – Arena Corinthians, Maracanã e Arena da Baixada -, continua presente nas grandes obras destinadas à Olimpíada 2016, no Rio de Janeiro.

 

Uma dessas obras é a da Arena Deodoro, bem ao lado da avenida Brasil, que receberá as modalidades de esgrima, basquete, entre outros esportes. No empreendimento, a Brafer utilizou 1.778 t de aço estrutural e finaliza a montagem da estrutura.

 

O engenheiro José Augusto Silva, diretor da Brafer, informa que a empresa é a responsável por fornecer não só as estruturas metálicas para a arquibancada e para a cobertura da Arena Deodoro, como também para os vestiários e a arquibancada do Estádio de Hóquei, para os estandes do Centro de Tiro e para a rampa e prédio de apoio do Circuito BMX.

 

“A fabricação das estruturas teve início em março e a montagem deverá ser finalizada em agosto. Os prazos são bastante desafiadores, mas houve um grande trabalho de planejamento e envio das peças metálicas na sequência correta, a partir da nossa fábrica do Rio, o que está possibilitando a execução da montagem num ritmo acelerado”, explica.

 

A Arena Deodoro é uma das principais obras da carteira atual da Brafer. “Com esta construção, a empresa se tornou responsável por alguns dos principais projetos em estruturas metálicas para os jogos. Além da participação no chamado Complexo Deodoro, a Brafer executou a estrutura metálica da Arena de Handebol, no Parque Olímpico, com aproximadamente 2 mil t de aço, e forneceu peças metálicas de grande complexidade para o reforço da estrutura do estádio do Engenhão”, relata o engenheiro.

 

A Brafer Construções Metálicas começou a ter grande participação nas obras no Estado do Rio de Janeiro a partir de 2008, quando inaugurou uma nova fábrica de estruturas metálicas no bairro de Campo Grande. 

Fonte: Redação OE

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Modelo específico para gerenciar obras olímpicas

Ao longo de 2014, a Concremat Engenharia ajudou a impulsionar os trabalhos de gerenciamento da construção do Parque Olímpico da Barra da Tijuca e do Complexo Esportivo de Deodoro, os dois principais locais de competição dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Estes locais concentram 44 obras, distribuídas em mais de 3,5 milhões de m².

 

Para realizar esse trabalho, a Concremat Engenharia desenvolveu um modelo de gerenciamento específico para as necessidades do contexto olímpico e criou um portal de gerenciamento que integra alguns dos principais softwares de gerenciamento de projetos, como o Microsoft Project Enterprise, além de funcionalidades da plataforma colaborativa Sharepoint, especialmente customizadas para o projeto olímpico, para monitoramento e controle de prazo, mudanças, ocorrências e documentação, entre outras informações.

 

Estas ferramentas de gerenciamento integradas proporcionam colaboração, acesso rápido e seguro às informações e comunicação entre os múltiplos parceiros envolvidos, e ainda fazem parte do legado de conhecimento e tecnologia de gerenciamento que a empresa deixará após os jogos.  

 

A participação da Concremat Engenharia na preparação dos Jogos Olímpicos inclui ainda a elaboração dos projetos de instalações temporárias para a Olimpíada, em consórcio com a canadense ES Global e a inglesa Mott McDonald. O consórcio CME investiga necessidades de infraestrutura de água, esgoto e energia para a construção das estruturas provisórias que receberão atletas, imprensa e público durante a competição. E, assim, garantir seu perfeito funcionamento.

Fonte: Redação OE

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