Posts Tagged 'Saneamento'

Aegea Saneamento apresenta alta de 18,1% em receita líquida

O segundo trimestre de 2017 permaneceu positivo, em termos financeiros e operacionais, para a Aegea, holding de saneamento básico com atuação em 48 municípios brasileiros, informa a empresa. A companhia registrou variação positiva de 18,1% na receita líquida e de 13,6% no EBITDA, atingindo R$ 285,9 milhões e R$ 149,6 milhões, respectivamente.

Dentre os fatores que colaboraram para o crescimento está o aumento no número de domicílios atendidos com serviços de água e esgotamento sanitário, que foi 8,9% e 27%, respectivamente, maior do que o apresentado no segundo trimestre de 2016, de acordo com a empresa. As concessionárias novas representam 69,4% desse crescimento. No âmbito das concessões entrantes da Aegea, este trimestre foi marcado pelo início das operações da companhia em Vila Velha (ES) e Teresina (PI).

No acumulado de 12 meses, a companhia realizou R$ 404,0 milhões em investimentos, R$ 44,0 milhões mais do que no segundo semestre de 2016.

Fonte: Redação OE

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Saneamento privado deve aplicar R$ 12,74 bi até 2020

O investimento total contratado pelas operações com a iniciativa privada é de R$ 34,82 bilhões, dos quais R$ 12,74 bilhões estão previstos para ser aplicados até 2020. A informação consta no “Panorama da Participação Privada no Saneamento – Brasil 2017”, produzido pela Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e esgoto (Abcon) e Sindicato Nacional de Concessionárias Privas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Sindcon).

De acordo com o relatório, a presença da iniciativa privada vem se consolidando no setor de saneamento no Brasil e ela não se restringe apenas às maiores cidades. Concessionárias privadas estão presentes em 322 municípios (em 18 estados) e atingem mais de 30 milhões de pessoas. Dos municípios atendidos pela iniciativa privada, 72% são de pequeno porte, com população até 50 mil habitantes.

Esses contratos podem ser realizados de acordo com diferentes modalidades: concessões plenas, concessões parciais e as parcerias público-privadas (PPPs).

Nos últimos três anos, os investimentos da iniciativa privada no saneamento giraram em torno de 20% do total investido no setor, apesar de a presença do capital privado estar restrita a 5% dos municípios e 15% da população.

Hoje, os prestadores privados representam a minoria do mercado (5%), tendo os prestadores regionais públicos (companhias estaduais) bem à frente, com 70%, e prestadores locais públicos responsáveis pelos demais 25%. Mas o setor crê que haja enorme espaço para ampliar sua presença na prestação do serviço público de saneamento.

Fonte: Redação OE

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Investimento em saneamento cai para R$ 10 bi/ano

Levantamento feito pela consultoria GO Associados, presidida por Gesner Oliveira, que foi presidente da Sabesp, indica que o nível de investimentos no setor atingiu algo em torno de R$ 6,69 bilhões em 2007, quando foi editada a Lei Nacional de Saneamento Básico.

Em 2014, chegou a R$ 13,29 bilhões. A partir de 2015 começou a cair.

A estimativa da consultoria para 2016 e 2017 projeta ordem de R$ 10 bilhões/ano em investimentos para água e esgoto.

Fonte: Redação OE

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Suez assina novo contrato com a Sabesp

Consórcio liderado pela Suez Brasil acaba de assinar contrato com a Sabesp no âmbito do Programa de Uso Racional de Água e começa a prestar serviços de engenharia e realizar intervenções para redução do consumo de água em 98 escolas estaduais da Região Metropolitana de São Paulo. O contrato prevê a aplicação de campanhas ambientais com o objetivo de formar gestores e multiplicadores de ações de conscientização e estimulando mudança de hábitos com foco no uso racional da água.

O contrato com Sabesp tem dois focos distintos. O primeiro, de engenharia, engloba intervenções técnicas de pesquisa e correção de vazamentos, instalação de equipamentos economizadores nos pontos de consumo, remanejamento de redes, testes de estanqueidade em reservatórios, troca dos hidrômetros convencionais por equipamentos ultrassônicos e implantação de telemetria para gestão do consumo à distância. A meta estabelecida é de redução em pelo menos 10% do consumo das unidades beneficiadas pelo programa.

O outro foco, de conscientização ambiental, está centrado em ações para estimular o uso racional por meio do engajamento de todos os usuários do espaço público da escola de forma proativa. A Suez é responsável pela capacitação de pessoas chaves para atuar no planejamento, acompanhamento dos resultados, alcance das metas, e em ações para a multiplicação delas de forma que as crianças e adolescentes compartilhem-nas com seus familiares.

A Suez já desenvolve parceria com a Sabesp no âmbito do Programa do Uso de Racional de Água com fornecimento de equipamentos economizadores e implantação de ações para redução do consumo de água em imóveis públicos.

Fonte: Redação OE

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Acciona identifica oportunidade na área de saneamento

O diretor presidente da Acciona no Brasil, André Clark Juliano, em evento de saneamento realizado pela Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB), em São Paulo (SP), disse que "oBrasil apresenta diversas oportunidades de investimento, com novos projetos greenfield e um grande mercado para expandir, atraindo o interesse de empresas como a Acciona, que detém expertise no setor e atua em diversos países, em ambientes de regulações diversas”, afirmou Clark.

Segundo ele, há muito capital internacional disponível, o que pode acelerar essa interação entre o setor público e o privado, no contexto das Leis das Estatais e do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos).Contudo, segundo Clark, os desafios para os investidores incluem a governança heterogênea e fragmentada da gestão da água, a falta de planejamento e de transparência, a estrutura tarifária, a regulação difusa, a ineficiência do setor, a falta de projetos básicos e de definição das prioridades e respectivos prazos, além da ausência de garantia de prazo para liberação dos recursos (Caixa Econômica, BNDES) e a própria estrutura dos editais. Na visão de Clark, uma tarefa primordial do BNDES é estruturar as transações para o setor de saneamento de forma que contemplem mais municípios em cada projeto, como forma de atrair investimentos de maior porte.

“Para investir, precisamos de clareza nas responsabilidades e na regulação do setor, projetos mais estruturados, mais garantias e um melhor entendimento entre os setores público e privado. Os investidores estrangeiros deste setor interessam-se por ativos maiores do que apenas disputar uma única concessão”, ressaltou o diretor presidente da Acciona no Brasil. “A lei das Estatais melhora as parcerias, mas muitas chamadas para as empresas participarem dão apenas dois meses para se avaliar o investimento, quando este deve ser muito bem analisado, por se tratarem de projetos de 40 anos”, exemplificou.

Entre as demandas prioritárias, o diretor presidente da Acciona no Brasil citou a necessidade de planejamento estratégico das bacias, de se olhar a questão do esgotamento sanitário como matéria-prima, a necessidade de melhoria da eficiência na distribuição da água, com controle de perdas e exploração de novos mananciais;a importância de diversificação da matriz para solucionar a crise hídrica a partir de uma visão de médio e longo prazo; os projetos waste to energy, bem como a possibilidade de se investir em tecnologia, cuja aplicação ainda é limitada no País. “O Brasil tem muitas oportunidades, e o BNDES está conduzindo bem a questão, com seu programa de desestatização, mas é importante que haja clareza das regras e segurança para o investidor”, concluiu Clark.

Fonte: Redação OE

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Brasil apresenta condições lamentáveis de saneamento

A Lei 11.445, conhecida como a Lei do Saneamento Básico, completa 10 anos este mês com pouco a comemorar. Estudo realizado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) demonstra que houve melhora na situação do saneamento no país, porém, movida por avanços tímidos em algumas regiões.

A Lei estabelece as diretrizes nacionais e a política federal para o setor. Seu advento gerou grandes expectativas quanto à melhoria da prestação e gestão desses serviços e a tão desejada universalização. Dez anos depois, os indicadores monitorados anualmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) por meio da PNAD (Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios) apontam um grande contingente de pessoas ainda sem acesso aos serviços.

O estudo “Situação do Saneamento Básico no Brasil – uma análise com base na PNAD 2015”,analisa os principais indicadores de saneamento no Brasil.

A publicação contempla os indicadores de abastecimento de água, esgotamento sanitário, coleta de lixo e, adicionalmente, estatísticas sobre o uso de filtro de água nos domicílios, indicador significativo nesse contexto por guardar relação com a percepção dos consumidores quanto à qualidade da água.

Segundo a PNAD, a cobertura de abastecimento de água no país aumentou de 83,9% em 2008 para 85,4% em 2015, o que significa que o acesso foi ampliado para mais 10 milhões de residências aproximadamente, das quais só o Sudeste foi responsável por cerca de 4 milhões. Em 2015, 58 milhões de domicílios contavam com o acesso aos serviços.

No esgotamento sanitário por rede, a cobertura avançou 6% nesse intervalo de 7 anos, passando de 59,3% para 65,3%, estendendo o acesso à 44,4 milhões de residências, após o atendimento de 10,3 milhões no período. Mais uma vez, o Sudeste acrescentou o maior contingente de domicílios à cobertura: 4,5 milhões.

A coleta de lixo apresentou uma variação absoluta bastante similar ao abastecimento de água e ao esgotamento sanitário – 10,5 milhões de residência passaram a ser atendidas com esse serviço no período, ampliando-se a cobertura de 87,9% para 89,8%. E novamente o Sudeste despontou a maior variação absoluta do período – 4,2 milhões de domicílios passaram a dispor do serviço no período.

A despeito dos avanços obtidos no período, 29 milhões de pessoas permanecem sem acesso ao abastecimento geral de água, 69,2 sem acesso ao esgotamento sanitário por rede e 20,5 sem coleta de lixo.

“Apesar de sua irrefutável importância, infelizmente o saneamento é um dos segmentos mais atrasados da infraestrutura brasileira. Em uma escala de desenvolvimento e competitividade, o saneamento só ganha do segmento dos portos, perdendo para rodovias, ferrovias, aeroportos, energia e telecom”, ressalta o presidente da ABES, “Roberval Tavares de Souza.

Fonte: Redação OE

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