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28 de janeiro de 2021

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Crônicas da vida lindeira

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<p> Saiu pela DBA Doréa Books and Art, como iniciativa da Camargo Corrêa e CNEC Eng.</p>

Nildo Carlos Oliveira

Saiu pela DBA Doréa Books and Art, como iniciativa da Camargo Corrêa e CNEC Engenharia, o livro Crônicas da vida lindeira, com textos de Ignácio Loyola Brandão e fotos de Eduardo Simões, Luciano Candisani e Rômulo Fialdini.

O livro é belo e registra a visão atual de empreendimentos energéticos em funcionamento. E, mais do que os empreendimentos, anota a vida que eles criaram, estimularam ou desenvolveram no entorno. Presentes: pessoas, animais, cidades, a vida em movimento, onde antes houve apenas canteiro de obras, serviços de engenharia, alteração da paisagem pelas máquinas.

O retrato do presente trata das obras que foram construídas em diversas fases do passado: as hidrelétricas de Água Vermelha, Ilha Solteira, Itaipu, Itaúba, Jupiá, Machadinho, Porto Primavera, Salto Santiago, Serra da Mesa e Tucuruí.

São obras que o cronista enxerga como valores proporcionados pela engenharia a partir dos valores, transformados, da natureza. Consequência: nas regiões onde as usinas foram instaladas surgiram lagos, cidades e uma “nova dinâmica sócioeconômica”.

O cronista, contudo, revolve a história. Fala de Minas, que reclama a paternidade dos primeiros empreendimentos instalados para gerar energia, a exemplo das máquinas Grame, movidas pelas águas do Ribeirão do Interno, afluente do Jequetinhonha. E do autoditada Bernardo Mascarenhas, um pioneiro da eletricidade.

As histórias e estórias são muitas e foram aproveitadas pela veia do cronista, com um pormenor: a primazia do registro dessas obras em revista técnica coube, dentre outros, a este jornalista, que ora redige as mal traçadas linhas deste blog.

Texto:Nildo Carlos Oliveira

Fonte: Padrão

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