Os investimentos previstos pela Engie Brasil somam R$ 5,5 bilhões entre 2026 e 2028, de acordo com o balanço da empresa divulgado na última quarta, dia 25. A companhia atua nas atividades de geração, comercialização, trading e transmissão, além de transporte de gás natural, por meio da TAG.
A Engie prevê direcionar esse ano R$ 2,42 bilhões em investimentos. Em 2027, de acordo com o plano da empresa, o capex subirá para R$ 2,94 bilhões. Em 2028, até o momento, o aporte será de cerca de R$ 300 milhões.
Os principais projetos em construção da empresa são de transmissão. O Asa Branca, com construção de 1.000 km de linha, passando pelos municípios da Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo, com data de finalização em março de 2029.
Já o Graúna, com extensão de 732 km, percorre cinco estados das regiões Sul e Sudeste. A entrega está prevista para dezembro de 2029.
A Engie tem cinco projetos em desenvolvimento – ou seja, ainda em estudo de viabilidade, engenharia e licenciamento – que somam 1,38 gigawatts (GW).
Esses projetos são de geração eólica e fotovoltaica: Conjunto Eólico Santo Agostinho (fase 2) de 279 megawatts (MG), no Rio Grande do Norte; Conjunto Fotovoltaico Santo Agostinho de 509 MW, no Rio Grande do Norte; Conjunto Eólico Umburanas (fase 2) de 250 MW, na Bahia; Conjunto Eólico Campo Largo (fase 3) de 250 MW, na Bahia; Conjunto Fotovoltaico Campo Largo de 250 MW, na Bahia, e Conjunto Fotovoltaico Alvorada de 100 MW, na Bahia.
Segundo ainda o balanço da Engie, o investimento em 2025 somou R$ 6 bilhões. A Engie é sócia da UHE Jirau, de 3,76 GW, com 40% – o restante é dividido entre Axia Energia (ex-Eletrobras), com 40%, e Mitsui, com 20%.

