Consultoria mostra relevância dos estudos e planos ambientais

A Pró-Ambiente Assessoria Ambiental, empresa com sede em Campinas (SP), realiza trabalhos na área de consultoria ambiental, tanto para companhias privadas quanto para órgãos públicos. Entre os serviços prestados pela empresa, destacam-se estudo de impacto ambiental, laudos de fauna e vegetação, licenciamento ambiental, inventário de carbono, plano de resíduos e auditoria ambiental.

O estudo de impacto ambiental, um dos itens mais relevantes no âmbito de qualquer projeto hoje, é tratado pela empresa de forma integrada. “É possível traçar estratégias e ações para minimizar os impactos negativos e potencializar os positivos”, conta o diretor da Pró-Ambiente, Tairi Gomes. Ele acrescenta que é preciso analisar os impactos de maneira qualitativa e quantitativa, “deixando claro para o órgão ambiental os benefícios do empreendimento”.
Tairi descreve os laudos de fauna e vegetação também como de suma importância, pois eles orientam o projeto de compensação ambiental a partir de uma supressão a ser realizada. “Dependendo do estágio que essa vegetação estiver, o órgão ambiental solicita também a elaboração de um laudo de fauna. Esse laudo identifica quais espécies habitam aquele fragmento de vegetação”, expõe.
O executivo ressalta a importância da busca pelo desenvolvimento sustentável. Porém, ele afirma que ao se tentar banalizar a questão ambiental na implantação de empreendimento, corre-se o risco de deixar uma herança muito negativa para o País. “Entendo que o desenvolvimento econômico deve seguir em frente, ainda mais num ambiente de crise, mas a resposta não pode ser negligenciar o meio ambiente. O órgão ambiental realmente coloca diversos questionamentos e barreiras a alguns empreendimentos. Mas isso não pode ser a desculpa para a não observação das variáveis ambientais”, afirma.
Sobre inventário de carbono, ferramenta de contabilização do impacto ambiental que uma instituição tem na questão das emissões, para possível comercialização de créditos de carbono, segundo o diretor da Pró-Ambiente, ele carece de regulamentação. “Já a elaboração dos planos de gerenciamento de resíduos têm aumentado muito, com a instituição da Politica Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010)”, conclui.

Fonte: Revista O Empreiteiro

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