Evento com alta de vendas

Os termômetros das vendas na M&T Eexpo 2009 – 7ª Feira Internacional de Equipamentos para Construção e Mineração foram de temperatura elevada.
“Tivemos crescimento de 56% em relação a última edição, com 425 expositores e mais de 500 marcas, destacam-se empresas como Caterpillar, Volvo, Komatsu, Hyundai, Case, New Holland, Terex, Scania, Dynapac, Goodyear, Cummins, Metso Minerals, Ciber e Randon”, comemora Afonso Mamede, presidente da Sobratema – Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção, entidade realizadora da feira.

De acordo com ele, o otimismo vem das obras de infraestrutura que não foram paralisadas pela crise e cita exemplos como o Trecho Sul do Rodoanel e ampliação do metrô, em São Paulo. “Nos próximos três anos, a feira deve gerar vendas de aproximadamente R$ 3 bilhão”.

A frase “aquilo que era símbolo de subdesenvolvimento, hoje é sinal de crescimento”, foi a afirmação do diretor comercial da New Holland, Gino Cucchiari, sobre o Brasil e América Latina. A marca aumentou sua participação no mercado latino americano e em 2008 vendeu 4.300 equipamentos.
Segundo Paulo Oliveira, diretor comercial e marketing da Hyundai Brasil, em dois dias foram vendidas 67 máquinas, somando um valor aproximado de R$ 34 milhões e a meta é chegar a um montante de 50 milhões até o fim da feira. “Além do ótimo momento em que a economia brasileira passa em relação a outros países, temos uma parceria com o Banco De Lage Landen, Holandês, em que fazemos financiamento com taxa 0% (zero) de juros e também nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro em que chove e o proprietário das máquinas trabalha menos e a parcela da prestação abaixa significantemente”, afirma Paulo.

A New Holand comemora, Gino Cucchiari, ainda brinca: “vendemos até agora só 87 máquinas, sobre números ainda não fechamos, mas imagino uma média de R$ 26 milhões”. Outra marca de peso que está otimista é a Caterpillar com 176 máquinas comercializadas e que o número fica anotado em um quadro logo na entrada do stand sempre atualizada, mas o valor dos números movimentados são guardados a sete chaves. A mesma estratégia é adotada pela Dynapac que vendeu 170 máquinas leves e 30 pesadas e também não divulga o movimento de caixa.
A Case teve 113 máquinas vendidas o que corresponde a um terço de vendas, 30% a mais da expectativa para o mesmo período.

Fonte: Estadão

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