Fábrica da Aché atende conformidade global para fármacos

A construção da fábrica da Aché Laboratórios, no Complexo Industrial Portuário de Suape (PE), tem atendido um conjunto de normas internacionais GMP (Good Manufacturing Practices), que define e padroniza processos de produção em conformidade com as melhores práticas. Isso determina ao Grupo Rio Verde, responsável pela obra, atenção ainda maior nas execuções desse empreendimento com cerca de 94 mil m² de área construída.

“O Grupo Rio Verde tem grande orgulho em ser o parceiro da Aché Laboratórios, para a construção completa desse empreendimento tão importante, gerador de progresso e transformação para
toda uma região”, afirma Daniel Peres, vice-presidente de operações da empresa.

Neste projeto, a Rio Verde tem como escopo de serviços a execução do canteiro de obras, infraestrutura civil, infraestrutura e execução das instalações prediais elétricas, hidráulicas e de incêndio,
instalações eletromecânicas, além de construção civil das fundações, superestrutura de concreto, pisos, estruturas metálicas, revestimentos, coberturas e fechamentos. Além disso, as disciplinas que são contratadas diretamente pela Aché, têm a gestão de interfaces realizada pela Rio Verde.

Todos os painéis isotérmicos dos ambientes internos, característica fundamental em um empreendimento desse tipo, possuem sistemas Good Manufacturing Practices. “As práticas são obrigatórias e reconhecidas nos meios de produção mundial de medicamentos, visando atingir os padrões de qualidade requeridos”, ressalta Mauro Eduardo Bisca, diretor de Contratos do Grupo Rio Verde.

A obra, iniciada em junho do ano passado, tem a fase 1 sendo concluída no final de agosto. A primeira etapa consiste na execução da infraestrutura, portaria e prédios de apoio, expedição, utilidades e de produção de sólidos, de recebimento e embalagem.

A fase 2 compreende a ampliação do prédio de produção, execução do prédio de estéreis, prédio administrativo, assim como prédios de apoio para utilidades que atenderão as demandas dessa etapa, como caldeiras e inflamáveis. As obras dessa fase devem terminar em setembro de 2020.

Na fase 1, foram adotados, em geral, sistemas construtivos convencionais para as estruturas do empreendimento, com aplicação de fundações em estacas hélice contínua e cravação de perfis metálicos.

Nos prédios principais a solução construtiva adotada foi de estruturas pré-moldadas; e os prédios de apoio foram moldados in loco. De acordo com a Rio Verde, o sistema de cobertura consiste em
estruturas metálicas com telhas zipadas, que proporcionam maior segurança no requisito de estanqueidade. Uma particularidade das estruturas pré-fabricadas foi a necessidade de emenda dos pilares em função do pé-direito do prédio de produção e recebimento ser superior a 30 metros.

Uma especificidade do projeto será a construção de um armazém vertical totalmente automatizado.

A Rio Verde executou o piso com altos índices de planicidade e nivelamento. Para garantir as premissas de projeto, foram feitos estudos detalhados das cargas atuantes, paginação das juntas e método construtivo mais adequado.

Além dos cuidados na concepção de projetos, foram tomadas providências para execução, tais como a definição de períodos de concretagem em horários alternativos (evitando impactos com da
forte incidência solar na região), desenvolvimento de traço do concreto específico, com simulações em laboratório, e execução de placas teste antes da execução definitiva.

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