A RGS Engenharia celebrou sua posição entre as maiores empresas de engenharia do Sul do Brasil no prestigiado Ranking da Engenharia Brasileira 2025, realizado pela revista O Empreiteiro.
Para o Diretor Presidente da companhia, Rafael Sacchi, o reconhecimento vai além do tamanho da empresa. O foco central é o impacto social e econômico gerado através do desenvolvimento da infraestrutura nacional.
O Impacto Social e a Redução do “Custo-Brasil”
De acordo com Sacchi, o trabalho árduo da engenharia pesada é fundamental para:
- Garantir o crescimento econômico sustentável.
- Reduzir o “custo-Brasil”, tornando o país mais competitivo.
- Gerar empregos massivos, especialmente para a população com menos acesso à educação.
“A construção pesada movimenta aproximadamente 100 cadeias produtivas. Tem potencial de geração de 4 a 6 empregos indiretos para cada emprego direto”, ressalta o diretor.
Investimento em Infraestrutura: Brasil vs. Cenário Mundial
Um dos pontos críticos abordados pelo executivo é a disparidade entre o investimento brasileiro e a média global. Segundo dados apresentados por Sacchi, o investimento em infraestrutura é o parâmetro mais representativo do desenvolvimento de uma nação.
| Indicador | Porcentagem do PIB |
| Média Global de Investimento | 3,8% |
| Investimento no Brasil (2024) | 2,22% |
| Origem do Orçamento Público (BR) | 27,8% do total investido |
Desafios: Insegurança Jurídica e Continuidade Pública
O presidente da RGS Engenharia aponta que a falta de uma política de Estado perene prejudica o setor. A dependência de políticas de governos gera descontinuidades nos investimentos, resultando em quebras na atividade econômica.
Somado a isso, a insegurança jurídica é descrita como uma batalha diária para o empresariado, que busca produzir riquezas e viabilizar o desenvolvimento de outros setores vitais, como o agronegócio, a indústria, o comércio e os serviços.
Expectativas para 2026
Apesar dos desafios previstos para 2026, por ser um ano eleitoral, a mobilização do setor continua forte. Rafael Sacchi destaca o papel essencial de sindicatos, associações e federações na luta para que a infraestrutura receba a atenção devida dos poderes Executivo, Legislativo e demais instâncias não eleitas.
O objetivo permanece claro: colocar a infraestrutura no lugar de destaque que ela merece para o pleno desenvolvimento da economia brasileira.




