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2 de dezembro de 2021

Uma história inspiradora de dedicação pela construção civil

Giovani Aparecido da Silva

Com 30 anos de Camargo, Giovani Aparecido da Silva se formou em Administração de Empresas e, hoje, é Supervisor de Produção das obras do Tramo III do metrô de Salvador.

“Eu me lembro até o dia: 19 de junho de 1991. Essa data não sai da minha memória. Eu tinha apenas 20 anos e quase nenhuma bagagem do segmento da construção civil, mas foi o primeiro dia em que pisei numa obra como funcionário da Camargo. Passaram-se mais de três décadas e, desde então, já carrego 11 obras no meu currículo profissional, sendo que já passei por nove Estados do país contribuindo para grandes projetos.

Comecei como ajudante de serviços diversos. Depois virei sinaleiro. Alguns anos depois, me tornei técnico de segurança e, hoje, estou na Camargo Corrêa Infra como supervisor de produção nas obras do Tramo III do metrô de Salvador. Nesse período, procurei me qualificar e me manter atualizado. Fiz cursos técnicos de segurança do trabalho e de meio ambiente, até sentir a necessidade de fazer um curso de ensino superior, que foi administração de empresas com habilitação em gestão ambiental.

São muitas as responsabilidades para quem supervisiona a área de produção de uma obra complexa de mobilidade urbana, que impõe diversos desafios no dia a dia. Além do conhecimento técnico, uma das habilidades essenciais é saber se comunicar de forma eficiente com profissionais de todas as pontas para garantir que as ordens de serviço cheguem corretas e sejam bem executadas conforme o planejado.

Está entre minhas atividades garantir a integração entre os times de planejamento, engenharia e segurança com a equipe de produção, que é aquela que está, efetivamente, com a mão na massa. Custos, metas, planejamento, cronograma, segurança…Todos esses temas chegam aos encarregados de campo sob minha supervisão e, para isso, é importante ter um cuidado especial com cada detalhe por meio de alinhamentos recorrentes.

Para trabalhar com obras civis é preciso ter paixão. Costumo dizer que o ‘sangue amarelo’ da Camargo corre em minhas veias. Aqui eu visto a camisa com um amor absurdo e não me imagino trabalhando sem essa dedicação que aplico em tudo que faço. Hoje estou numa obra em Salvador, mas nasci no interior de São Paulo, em Bariri. Estou acostumado a mudanças de cidades e isso se tornou rotina na minha vida.

Minha primeira obra na Camargo foi a duplicação da Rodovia Marechal Rondon, no interior de São Paulo. Passei quase seis anos neste projeto e depois fui para as obras de uma barragem na Bacia Porto Primavera, também em São Paulo, onde passei mais de 16 anos da minha trajetória na empresa. Foi um período enriquecedor e que significou muito para mim, pois definiu o meu crescimento e evolução como profissional.  Fui um dos últimos profissionais a deixar o canteiro de obras deste projeto e isso me orgulha muito.

Posso citar várias outras obras que ajudei a tirar do papel e ocupam um lugar especial para mim, como o mineroduto em Minas Gerais, a estrada de ferro Carajás, o anel viário João Paulo II no Pará e as obras de despoluição na Represa Billings, em São Paulo. Antes de vir para o Tramo III de Salvador, passei um período integrando o time que está tocando a construção dos túneis no Contorno de Florianópolis.

A adrenalina de estar diariamente num canteiro de obras é algo que me motiva. Tenho muitos amigos na construção civil e a Camargo Corrêa Infra é vista por todos como um lugar de referência, onde qualquer profissional de engenharia e construção quer estar. Ter ao meu lado pessoas qualificadas, com know-how naquilo que fazem e que trabalham com paixão é algo que faz a diferença”.

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