Votorantim lança um cimento para cada tipo de obra

A Votorantim resolveu fazer uma grande inovação em seu portfólio – segundo a empresa, a maior já realizada em toda sua história. Trata-se do lançamento de um cimento para cada tipo de obra.

Os produtos oferecidos no varejo agora estão assim divididos: cimento para obras estruturais – destinado às fundações, pilares, lajes e vigas; todas as obras – adequado para rebocos e contrapisos; obras básicas – ideal para assentamentos; obras especiais – direcionado para pré-moldados e artefatos; e obras especiais em meios agressivos – preparado para tubulações e outros em contato com líquidos. Basicamente, os graus de secagem e resistência definem o tipo de cimento.

A empresa afirma que fez uma grande pesquisa no mercado, envolvendo profissionais da construção (pedreiros, varejistas e construtoras) para desenvolver a linha de produtos.

A principal dificuldade detectada foi dos profissionais entenderem as diferenças do uso entre os cimentos.

Assim, além de desenvolver o produto para variados tipos de obra, a Votorantim criou uma comunicação visual de fácil entendimento na embalagem explicando as funcionalidades de cada cimento.

De acordo com Maurício Russomano, diretor Comercial, Marketing e Operações de Concreto da Votorantim, a empresa estudou por dois anos o novo portfólio, já que além da busca da classificação do cimento, foi necessário mudar desde o processo de produção na fábrica até a forma de abordagem comercial. “Mudou-se o que se vende, o que se compra e o que se utiliza”, diz.

A Votorantim Cimentos está presente em 13 países, além do Brasil: Argentina,Bolívia, Canadá, Chile, China, Espanha, Estados Unidos, Índia, Marrocos, Peru, Tunísia, Turquia e Uruguai. A empresa afirma que está mantido o plano de investimentos com relação às novas unidades industriais. No final do ano passado, começou a operar comercialmente a nova planta de Edealina (GO). No final deste semestre, a Votorantim inaugura a fábrica de Primavera (PA). No exterior, a empresa está abrindo unidades industriais na Bolívia e Turquia, e ampliando a planta dos Estados Unidos. (Augusto Diniz)

Fonte: Revista O Empreiteiro

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *