Em 2026, a Aterpa completa 75 anos. A Construtora fechou o exercício de 2025 com faturamento de R$ 1,5 bilhão e Ebitda de R$ 235 milhões. Mais significativo, porém, é o que o ano plantou para o futuro: mais de R$ 3,2 bilhões em novos contratos conquistados, representando crescimento superior a 30% em relação ao ciclo anterior. Um portfólio que combina grandes obras de infraestrutura e operações nos setores de transportes, mineração e celulose, posicionando o grupo para um ciclo ainda mais robusto nos próximos anos.
É nesse ritmo de expansão que surge uma obra cujo porte e complexidade chegam para comprovar a capacidade de entrega do grupo: as obras de infraestrutura do Projeto Sucuriú, da Arauco, em Inocência (MS). A Aterpa fez parte do consórcio contratado para executar a terraplanagem, o underground e a pavimentação de toda a infraestrutura da planta industrial, implantada numa área de 3.500 hectares às margens do Rio Sucuriú. O Projeto Sucuriú é o maior investimento da história da Arauco — US$ 4,6 bilhões — e será a maior fábrica de celulose do mundo erguida em etapa única, com capacidade de 3,5 milhões de toneladas anuais de celulose de eucalipto.
A obra envolveu mais de 15 milhões de m³ de terraplanagem, mais de 100 km de redes subterrâneas implantadas e cerca de 650 mil m² de pavimentação executados num cronograma rigoroso, com pico de mobilização de mais de 2.000 profissionais. Planejamento minucioso, logística de grande escala e disciplina operacional foram os pilares de uma execução que exigiu o melhor do Grupo.
“Participar dessa obra tão grandiosa, em todos os aspectos, é fazer parte da história não só de uma região, mas do setor industrial do nosso País”, afirmou Daniel Nóbrega, diretor Comercial da Aterpa — palavras que capturam bem o significado e a responsabilidade de ser escolhida para construir, literalmente, as fundações da maior planta industrial de celulose do planeta. “Setenta e cinco anos de estrada. E a sensação de que muito mais ainda está por vir. Não é um número que se celebra com palavras — é um número que se confirma com obras”, enfatizou Nóbrega.



