Autopista Fluminense (320,1 km) – Niterói – Campos dos Goytacazes (RJ)

As intervenções na BR-101-RJ/Norte se dividem em três: ampliação da Avenida do Contorno, em Niterói (RJ), duplicação em trecho de 90 km e a construção do Contorno de Campos dos Goytacazes. 

 

Na Avenida Contorno, entre o acesso à ponte Rio-Niterói e o trevo do Barreto, em trecho de 2,4 km, a obra deveria terminar em dezembro, mas, de acordo com a Arteris, por conta de uma interferência de uma rede elétrica e um ajuste em um trevo com a construção de uma alça próxima à orla, o prazo final passou a ser fevereiro de 2015. Os trabalhos incluem a implantação de duas faixas de rolamento por sentido, e a construção de um viaduto de 357 m e outro de 52 m, além de duas passarelas.

 

Na duplicação de 90 km da BR-101-RJ/Norte falta ainda um trecho para liberação de licenciamento ambiental, entre o km 140 e o km 190 – o trecho passa por área de reserva ambiental e o licenciamento apresenta condições diferenciadas. “O restante da duplicação já está sendo trabalhado”, ressalta Angelo. De acordo com a Arteris, o projeto no segmento envolve implantação de 18 trevos em desnível de acesso e retorno, 18 pontes e correção de traçado na pista existente entre os km 83,4 e km 100,7.

 

O Contorno de Campos será construído na bacia do rio Paraíba do Sul, na zona rural do município de Campos dos Goytacazes. Segundo a Arteris, há pouco tempo foi liberada pela ANTT a realização dos projetos básico e executivo. O traçado está definido. “O projeto está dentro do contrato de concessão, mas foi ampliado. Ele era de pista simples, agora será de via dupla”, afirma.

 

O Contorno de Campos irá cruzar três rios (Paraíba do Sul, Muriaé e Ururaí) e uma linha ferroviária. A ponte sobre o rio Paraíba do Sul será a mais extensa e terá 1,2 km. A previsão é que o projeto do contorno seja aprovado em 2015 e as obras comecem efetivamente em 2016.

 

Do fim do contorno até a divisa RJ/ES, pelo contrato de concessão, deve-se manter o segmento em pista simples, mas poderá ser duplicada por meio de aditivo – são cerca de 50 km de trecho. “Não tem sentido manter pista simples, se tanto para baixo quanto para cima (ela encontra com a BR-101/ES, sob concessão da EcoRodovias) estão sendo realizados trabalhos de duplicação”, afirma. 

 

Fonte: Revista O Empreiteiro

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