Metrô de São Paulo inicia estudos para Linha 19-Celeste até Guarulhos

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Projeto estudado previa 17,6 km de extensão entre São Paulo e Guarulhos e investimento estimado, à época, em R$ 20 bilhões.

O Metrô de São Paulo iniciou estudos para novas linhas de expansão da rede metroviária, incluindo a Linha 19-Celeste, projetada para conectar a região central da capital paulista a Guarulhos.

Em entrevista concedida ao jornal Valor, o então presidente do Metrô-SP, Silvani Pereira, informou que a Linha 19-Celeste era estudada com 17,6 km de extensão e investimento estimado em aproximadamente R$ 20 bilhões.

Naquele momento, o projeto básico tinha conclusão prevista para 2023. O governo paulista ainda avaliaria o modelo de implantação e operação da futura linha, incluindo a possibilidade de concessão ou Parceria Público-Privada (PPP).

Linha 19-Celeste foi projetada para ligar São Paulo a Guarulhos

A Linha 19-Celeste fazia parte dos estudos de expansão da infraestrutura metroviária da Região Metropolitana de São Paulo.

A ligação com Guarulhos ampliaria a integração de um dos municípios mais populosos da região metropolitana à rede de transporte sobre trilhos.

O projeto encontrava-se, naquele período, em fase de estudos e ainda dependia do desenvolvimento das etapas técnicas e da definição do modelo de contratação.

Os 17,6 km e o investimento de R$ 20 bilhões, portanto, correspondiam às estimativas apresentadas naquele estágio do planejamento e não devem ser interpretados como os números definitivos do empreendimento.

Metrô também estudava receitas não tarifárias nas estações

Paralelamente aos estudos de expansão da rede, o Metrô-SP avaliava formas de aumentar as chamadas receitas acessórias ou não tarifárias.

Uma das possibilidades era explorar o potencial imobiliário e comercial associado às estações.

O modelo busca gerar receitas além daquelas provenientes diretamente da venda de passagens, aproveitando a circulação de passageiros e a valorização das áreas conectadas à infraestrutura de transporte.

A Estação Santa Cruz era citada como exemplo dessa integração, por possuir conexão com um empreendimento comercial.

A estratégia mostrava que o planejamento de novas linhas começava a considerar não apenas os investimentos necessários para construir e operar a infraestrutura metroviária, mas também o potencial econômico e imobiliário associado às estações.


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