A empresa norueguesa Golar e o fundo Stonepeak tinham em seu pipeline mais duas termelétricas movidas a Gás Natural Liquefeito (GNL) no Brasil.
Os projetos, estimados em US$ 1 bilhão, estavam planejados para os estados de Santa Catarina e Pará, ampliando a atuação do consórcio no segmento de geração de energia a partir do GNL.
Complexo termelétrico em Sergipe chega a quase 90% das obras
O primeiro complexo desse tipo em construção pelo consórcio era a CELSE, em Sergipe, com capacidade instalada de 1.500 MW.
Na ocasião da publicação, o empreendimento apresentava avanço de quase 90% nas obras.
O projeto em Sergipe e as termelétricas planejadas para Santa Catarina e Pará demonstravam o avanço dos investimentos em infraestrutura para geração de energia a partir do gás natural no Brasil.






A matéria é sobre projetos de termelétricas de GNL, no entanto colocam uma foto de uma termelétrica a carvão de Candiota-RS.