Financiamento de R$ 471,5 milhões contempla dez PCHs com potência instalada total de 137 MW e investimentos de R$ 774,2 milhões.
O BNDES aprovou financiamento de R$ 471,5 milhões para a construção de dez pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) em Minas Gerais e Santa Catarina, controladas pela Empresa de Investimento em Energias Renováveis S/A (Ersa).
A construção das usinas vai gerar cerca de 4 mil empregos diretos e indiretos, segundo o banco.
Investimentos nas pequenas centrais hidrelétricas chegam a R$ 774,2 milhões
A participação do BNDES equivale a 60,9% do investimento total de R$ 774,2 milhões e inclui as instalações de transmissão necessárias à interligação das usinas ao sistema elétrico brasileiro.
O BNDES tem em carteira 83 projetos de PCHs, que somam 1,6 mil MW de potência. Os financiamentos chegam a R$ 4,6 bilhões e possibilitam investimentos de aproximadamente R$ 7,5 bilhões.
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Dez PCHs terão potência instalada de 137 MW
As dez pequenas centrais hidrelétricas possuem capacidade individual instalada inferior a 30 MW e área de reservatório menor que 3 km².
Em conjunto, as usinas terão 137 MW de potência instalada. Segundo estimativa divulgada pelo BNDES, a energia gerada será suficiente para abastecer uma população de aproximadamente 1,4 milhão de pessoas.
As usinas contempladas pelo financiamento são:
- Aiuruoca;
- Arvoredo;
- Barra da Paciência;
- Cocais Grande;
- Corrente Grande;
- Ninho da Águia;
- Paiol;
- São Gonçalo;
- Varginha;
- Várzea Alegre.
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Os empreendimentos já possuem contratos de compra e venda de energia de longo prazo firmados.
PCH Cocais Grande será a primeira a entrar em operação
A primeira usina a entrar em operação será a PCH Cocais Grande, localizada em Minas Gerais.
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Com 10 MW de potência instalada, a pequena central hidrelétrica tem início de operação previsto para dezembro de 2008.
O financiamento das dez PCHs amplia a carteira de projetos apoiados pelo BNDES no segmento de geração hidrelétrica e contempla também a infraestrutura necessária para conectar os empreendimentos ao sistema elétrico brasileiro.
Fonte: Estadão



