Concrejato projeta faturamento de R$ 250 mi

A Concrejato Engenharia teve o melhor quarto trimestre da história no ano passado. Ainda assim, não foi suficiente para o faturamento de 2018 superar 2017, que foi de R$ 180 milhões.

Ano passado o faturamento alcançou R$ 155 milhões. “Em 2018, muitas decisões foram sendo adiadas, depois de recebermos muitas consultas e pedidos de proposta. No fim, os contratos começaram a sair”, explica Rommel Curzio, presidente executivo da Concrejato Engenharia.

Em 2019, o executivo afirma que tem sido muito bom para a empresa e a projeção é chegar a um faturamento de R$ 250 milhões.

O valor faz a empresa se aproximar de sua meta dentro do chamado plano Rota 22, quando espera alcançar um faturamento de R$ 400 milhões ao ano. “Nesse ritmo, pode ser que consigamos antecipar esse resultado”, afirma.

Vários projetos estão em andamento pela empresa, como o retrofit da área interna do Museu da Língua Portuguesa, depois de a empresa executar obras na fachada e cobertura; a restauração e recuperação (em consórcio com a Engeform) do edifício-garagem Alfredo Issa, também na capital paulista, e o restauro do Mercado Municipal de Itu (SP).

Dois projetos se destacam hoje na empresa. Um é a reforma e modernização interna do Palácio Gustavo Capanema, no centro do Rio de Janeiro – a construtora já havia trabalhado na fachada da edificação. O trabalho foi contratado pelo Iphan ao custo de R$ 58 milhões.

O outro projeto importante da Concrejato é a obra de extensão da Linha 9 – Esmeralda da CPTM na direção sul de São Paulo.

Trata-se do maior contrato da Concrejato hoje: R$ 77 milhões. Os trabalhos se iniciaram no final do ano passado e devem durar 18 meses.

O escopo desse projeto envolve a construção da linha permanente de cerca de 2 km, tração aérea e obras de arte.

De acordo com Rommel, esse projeto é muito importante por que mostra a empresa avançando em segmentos além de restauro, reforma, revitalização e reforço estrutural.

O executivo conta ter mais de 20 obras com envolvimento da empresa no país.

“Estamos mirando fortemente em ampliar a carteira na área de construção industrial, para realizar trabalho na parte civil”, revela.

A Concrejato é bastante competitiva em contratos médios e pequenos. “Nosso ciclo de obras é relativamente pequeno. A nossa preocupação maior é performar”, diz.

Ele explica que alguns fatores favorecem em avançar no mercado, como a equipe multidisciplinar, os processos internos e o investimento em tecnologia. (Augusto Diniz)

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