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23 de janeiro de 2021

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Custo da construção acumula alta de 6,74% em 12 meses

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<p> O Índice Nacional de Custo da Construção do Mercado (INCC-M) atingiu 0,7% em janeiro, superior ao resultado de dezembro, que havia ficado em 0,25%. O índice, calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre–FGV)</p

O Índice Nacional de Custo da Construção do Mercado (INCC-M) atingiu 0,7% em janeiro, superior ao resultado de dezembro, que havia ficado em 0,25%. O índice, calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre–FGV), foi puxado pelos aumentos registrados nos preços de materiais, equipamentos e serviços (de 0,27% para 0,62%), além da mão de obra (de 0,24% para 0,77%). A coleta de preços foi feita no período entre 21 de dezembro de 2014 e o último dia 20.

 

Nos últimos 12 meses, o índice acumula alta de 6,74%. Em um ano, os materiais, equipamentos e serviços tiveram aumento de 5,71% e a mão de obra, de 7,68%.

 

A pesquisa do Ibre–FGV mostra, ainda, que em janeiro a contratação de serviços foi um dos componentes que contribuíram para encarecer as obras da construção civil no País com alta de 0,99% ante 0,19%. Esse acréscimo foi puxado pelo vale-transporte, corrigido em 5,64%, na comparação com o mês anterior, quando o índice havia ficado estável.

 

O aumento no custo também teve influência dos preços referentes a instalações elétrica e hidráulica, que passaram de 0,24% para 1,55%.

 

No que se refere à mão de obra, o Ibre–FGV atribui o avanço ao reajuste salarial em Belo Horizonte (MG) e à antecipação de 2,5% do reajuste salarial esperado para Porto Alegre (RS).

 

Das sete capitais pesquisadas, apenas Recife (PE) apresentou elevação de preços em ritmo mais lento, com variação do INCC-M em 0,34% ante 2,44%. Em Salvador (BA), a taxa passou de 0,09% para 0,35%; em Brasília (DF), de 0,02% para 0,23%; em Belo Horizonte, de 0,17% para 3,62%; no Rio de Janeiro (RJ), de 0,13% para 0,39%; em Porto Alegre, de 0,25% para 0,53%, e em São Paulo (SP), de 0,13% para 0,3%.

 

As cinco maiores influências, segundo o Ibre–FGV, vieram dos itens ajudante especializado (de 0,23% para 0,82%), servente (de 0,24% para 0,72%), tubos e conexões de PVC (de -0,35% para 3,94%), vale-transporte (de 0% para 5,64%) e carpinteiro (de 0,25% para 0,85%).

 

Em sentido oposto, colaboraram para enfraquecer os aumentos os seguintes itens: aluguel de máquinas e equipamentos (de -0,01% para -0,24%), cimento portland comum (de 0,08% para -0,08%), vergalhões e arames de aço ao carbono (de -0,47% para -0,06%), portas e janelas de madeira (de 0,64% para -0,07%) e rodapé de madeira (de 0,02% para -0,07%).

Fonte: Agência Brasil

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