Inicialmente, a usina seria feita em parceria com a chinesa Baosteel, que desistiu do investimento, alegando problemas com licenciamento e também com a escolha do local para instalação da unidade.
Sem parceiros, a Vale já anunciou a intenção de tocar sozinha toda a estrutura inicial da obra e só após essa etapa buscar um sócio.
“Vamos fazer o projeto até o final porque a gente acredita que é viável”, afirmou o presidente da Vale, Roger Agnelli, que esteve hoje pela manhã, em Vitória, em um evento para tratar da implantação nas minas operadas pela companhia no Estado de um sistema de dispersão de pó de minério de ferro.
O executivo ressaltou que é objetivo da companhia discutir com o governo e com a sociedade todas as questões ambientais referentes a siderúrgica de Ubu.
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“O apoio da sociedade é fundamental para operar. Não adianta começar uma coisa, que não esteja em sintonia com a sociedade, porque você vai ter um passivo para o futuro.
Então é melhor entregar o passivo já. Se todo mundo estiver confortável com aquilo que está sendo proposto, aí, vamos em frente”, disse. E completou: “cabe a nós convencer e a gente vai ter que convencer. Esse trabalho é um trabalho nosso.”
Com orçamento estimado em US$ 3 bilhões, a Companhia Siderúrgica de Ubu (CSU), como vem sendo chamado o projeto, terá capacidade para produzir 5 milhões de toneladas. A intenção é que a obra de construção da CSU comece em 2011, com a usina entrando em operação em 2014.
No evento, Agnelli voltou a enfatizar os planos da companhia de incentivar a produção siderúrgica no país ao lembrar que a mineradora brasileira está envolvida em vários projetos, como da construção da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), no Rio de Janeiro, e os estudos para instalação de uma unidade no Pará.
Fonte: Estadão