Empreendimento habitacional no bairro Botujuru previa gerar 300 empregos diretos e 900 postos indiretos durante sua implantação.
A MRV Engenharia anunciou a construção do Residencial Morada Paulista, em Mogi das Cruzes (SP). Localizado na Estrada Imperial, no Botujuru, o empreendimento habitacional previa 400 unidades residenciais em sua primeira fase.
Na época do anúncio, a expectativa era de que a construção gerasse aproximadamente 300 empregos diretos e 900 postos indiretos, ampliando o impacto do empreendimento sobre a cadeia da construção civil na região.
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Morada Paulista previa 400 unidades na primeira fase
O projeto apresentado pela MRV contemplava apartamentos de dois dormitórios, com três configurações de área aproximada: 40,82 m², 43,54 m² e 45,17 m².
As primeiras 400 unidades faziam parte da etapa inicial de implantação do residencial.
Durante a apresentação do empreendimento, o então diretor Comercial da MRV, Sérgio Paulo dos Anjos, destacou a presença da companhia em Mogi das Cruzes e sua atuação no mercado habitacional do município.
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Construção previa gerar 1,2 mil empregos diretos e indiretos
Além da oferta de novas moradias, a implantação do Residencial Morada Paulista apresentava potencial de movimentar diferentes segmentos ligados à construção civil.
A estimativa divulgada na ocasião indicava a geração de 300 empregos diretos e outros 900 indiretos, totalizando cerca de 1,2 mil postos de trabalho associados ao empreendimento.
Durante o anúncio, o então prefeito de Mogi das Cruzes, Marcus Melo, destacou a importância dos investimentos privados na construção civil para a economia municipal.
“A construção civil e toda cadeia resultante dela são um termômetro da atividade econômica de um país”, afirmou na ocasião.
Servidores municipais tinham condições especiais para aquisição
O empreendimento também contou com uma parceria entre a MRV e a Associação dos Servidores Municipais de Mogi das Cruzes (ASMMC).
Pelas condições anunciadas naquele período, servidores da Prefeitura e funcionários de órgãos como Semae, Iprem, Câmara Municipal e Consórcio Regional do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Cresamu) poderiam receber benefícios para aquisição de unidades no Residencial Morada Paulista.
Entre as condições previstas estavam desconto de 1% sobre o valor de tabela do imóvel, além da isenção do pagamento da escritura e do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI).
O Residencial Morada Paulista integrou, assim, o movimento de expansão dos empreendimentos habitacionais privados em Mogi das Cruzes, associando a construção de novas unidades residenciais à geração de empregos e à movimentação da cadeia local da construção civil.



