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5 de março de 2021

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Novo governo mira outras concessões de aeroportos

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O governo eleito não pretende na área de aeroportos ficar apenas no leilão à iniciativa privada dos três blocos de terminais aeroportuários programados para 15 de março: Nordeste (Recife, Maceió, João Pessoa, Aracaju, Juazeiro do Norte e Campina Grande), Sudeste (Vitória e Macaé) e Mato Grosso (Cuiabá, Sinop, Alta Floresta e Rondonópolis).

Há planos também de formação de novos blocos de aeroportos – hoje administrados pela Infraero – para ir a leilão. Três deles sairiam em 2020 e seriam integrados da seguinte forma: bloco Sul, com Curitiba, Foz do Iguaçu, Londrina (PR), Joinville, Navegantes (SC), Uruguaiana, Pelotas e Bagé (RS); bloco Norte, com Manaus, Tabatinga, Tefé (AM), Rio Branco, Cruzeiro do Sul (AC), Porto Velho (RO) e Boa Vista (RR); e um bloco formado pela região central, formado por Goiânia (GO), Palmas (TO), São Luís (MA), Teresina (PI), Petrolina (PE) e Imperatriz (MA).

Uma segunda rodada, em 2021 ou em 2022, envolveria mais três blocos:

Congonhas (SP), Campo Grande, Corumbá e Ponta Porã (MS); Santos Dumont (RJ), Pampulha, Uberlândia, Uberaba e Montes Claros (MG); e Belém, Altamira, Marabá, Carajás, Santarém (PA) e Macapá (AP).

Os aeroportos restantes nas mãos da Infraero, que seriam de pequeno porte, como São José dos Campos (SP), a ideia é transferir para estados e municípios dispostos a repassá-lo à iniciativa privada.

 

 

 

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