Lata de aço é a melhor opção para acondicionar tintas

A lata de aço é a melhor embalagem para armazenar tintas, pois oferece resistência, segurança, robustez e não é inflamável. A embalagem de aço traz benefícios para quem fabrica, comercializa e para o consumidor final.

O fabricante que opta pela lata, evita desperdícios, já que a embalagem não estoura, preserva de forma eficiente o conteúdo e otimiza a sua rede de abastecimento. Para o vendedor, ela proporciona agilidade no manuseio e no transporte, pois é mais resistente e facilita o empilhamento. E para o consumidor final, oferece uma opção ecologicamente correta por ser feita com material 100% reciclável, podendo ser infinitamente reutilizada na fabricação de novo aço sem perda de características mecânicas do material.

“A embalagem de aço apresenta vantagem no processo de reciclagem, porque a triagem de materiais no lixo comum pode ser feita usando apenas um separador eletromagnético”, explica Thaís Fagury, gerente executiva da Abeaço (Associação Brasileira de Embalagem de Aço).

O segmento de tintas representa, atualmente, cerca de 30% das embalagens de aço consumidas pelos brasileiros: 95% da tinta imobiliária produzida no Brasil, por exemplo, é envasada em lata de aço e, 100% da tinta automotiva também é embalada em latas de aço.

Reciclagem

As latas de aço podem ser recicladas infinitamente, retornando ao mercado para serem reutilizadas na fabricação de novo aço em diversos segmentos como automotivo, linha branca, construção civil e embalagem. Artesãos também reutilizam o material como matéria-prima e transformam as latas em belas opções para decoração, lembrancinhas, brinquedos, utensílios domésticos, entre outros.

O processo de logística reversa das embalagens pós-consumo estabelece um importante vínculo de sustentabilidade e preservação do meio ambiente com a sociedade, pois envolve desde a comunidade que deve separar as embalagens pós-consumo até as cooperativas de reciclagem que selecionam e encaminham corretamente o material aos centros de revalorização e às siderúrgicas.

Fonte: Estadão

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