Farmacêutica abrirá centro tecnológico na capital paulista

O Centro Tecnológico da Libbs Farmacêutica será o primeiro projeto a chegar ao Parque Tecnológico do Jaguaré, na capital paulista. A empresa brasileira investirá até R$ 100 milhões no empreendimento. Quando pronto, ele unificará as operações das áreas de negócios, administrativa, jurídica, regulatório, patentes e pesquisa clínica com a de desenvolvimento galênico e de fármacos.

“O nosso edifício terá uma arquitetura que estimula a criatividade e a interação entre os profissionais. Quando estivermos presentes no Jaguaré, seremos vizinhos de outros centros de desenvolvimento da indústria, quando eles estiveram por lá, e também da USP, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas e do Butantan”, explica o presidente-executivo da farmacêutica, Alcebíades Athayde Junior. O presidente reforça que com esse espaço, a Libbs terá uma nova dinâmica no desenvolvimento de seus produtos, principalmente pela oportunidade de interagir com startups do setor. Para ele, a proximidade com esse grupo acelera algumas etapas de projetos que, às vezes, demandam mais tempo para serem desenvolvidos internamente. “Quando trabalhamos com startups, temos uma dinâmica diferente de troca, um olhar de fora que nos ajuda a pensar fora da caixa”, afirma.

O empreendimento conta com apoio da Investe São Paulo, a agência de promoção de investimentos e exportações ligado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo.

O projeto é do escritório Gesto Arquitetura.

Alguns detalhes do projeto sobre o futuro Centro Tecnológico da Libbs:

Terreno com 20 mil m²

  • 31 mil m² de área construída
  • 6 pisos e 1 subsolo
  • 7 mil m² de área destinadas para escritórios e outros 7 mil m²para laboratórios
  • 1.300 m² de área livre coberta para diversas utilidades
  • 5 mil m² de área verde
  • 36 salas de reunião e 2 multiusos
  • 1 auditório e 1 anfiteatro ao ar livre
  • 1 refeitório
  • Prédio sustentável com iluminação natural, reaproveitamento de água e geração de energia eólica e solar

Fonte: Redação OE

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