BNDES concede R$ 1,7 bilhão à Logum para projeto de transporte de etanol

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou a concessão de um empréstimo-ponte de R$ 1,7 bilhão à Logum Logística para financiar a primeira fase de um projeto de infraestrutura destinado ao transporte e armazenamento de etanol no Brasil.

A modalidade de empréstimo-ponte é utilizada principalmente em grandes projetos de infraestrutura. Nesse caso, o BNDES antecipou parte do financiamento de longo prazo para permitir o andamento do empreendimento enquanto a análise completa do projeto era realizada pela área técnica do banco.

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O financiamento total previsto pelo BNDES chegaria a R$ 5,8 bilhões, enquanto os investimentos no projeto eram estimados em R$ 6,5 bilhões.

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Dutos e terminais para transporte de etanol

Segundo o BNDES, os recursos aprovados seriam destinados à implantação de um duto para transporte de etanol e à instalação de terminais para armazenamento do combustível.

O sistema, integrante do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), foi concebido para conectar algumas das principais regiões produtoras de etanol do Brasil aos grandes centros consumidores de São Paulo e do Rio de Janeiro.

A infraestrutura também permitiria a ligação aos terminais marítimos de Ilha D’Água, no Rio de Janeiro, e Caraguatatuba, no litoral de São Paulo.

Projeto busca reduzir custos logísticos

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Entre os benefícios esperados com a implantação da infraestrutura estava a redução dos custos de transporte do etanol.

De acordo com o BNDES, o sistema também apresentaria vantagens ambientais em relação a outras modalidades de transporte. A proximidade da infraestrutura logística com os principais centros consumidores poderia ainda contribuir para maior regularidade da oferta e estabilidade dos preços do combustível.

O banco avaliava também que o empreendimento teria potencial para fortalecer a posição brasileira no mercado internacional de etanol, ampliando a infraestrutura disponível para movimentação do produto entre as regiões produtoras, os mercados consumidores e os terminais marítimos.

Fonte: Estadão


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